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História New Life - Capítulo 3


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Capítulo 3 - Capítulo III : A aventura começa!


Fanfic / Fanfiction New Life - Capítulo 3 - Capítulo III : A aventura começa!

Soldado - Majestade!

Soldado - Trouxe a princesa e o forasteiro.

Rei Tulio I – Louis, você conseguiu matar um soldado que esteve lutando na guerra durante 3 anos com apenas um golpe. Houve mudanças em fisionomia durante a batalha e sua postura também se alterou, você pode me explicar o que aconteceu?

Louis – Majestade, eu sou portador de um poder concedido pela morte.

Rei Tulio I – Poder da morte?

Louis – Sim, eu vim de outro mundo ou realidade mas para isso acontecer eu e a morte fizemos um acordo onde eu teria uma nova vida e em troca eu faria a vontade da morte

Rei Tulio I – Não consigo acreditar nisso. Você consegue controlar esse poder?

Louis – Não senhor, mas pelo o que parece eu ativo ele apenas quando me sinto ameaçado.

Rei Tulio I – Bem, por momento eu quero que você e minha vao a cidade de monte albano e falem com um mago para ver o que descobrem sobre esse poder seu.

Eu agradeço o rei e saio da sala do rei. Olho para minha frente e Luci esta encostada em um pilar à minha espera, caminho em sua direção

Luci – E aí Louis, o que você e meu pai conversaram?

Louis – Bem, ele queria saber o que aconteceu comigo e pediu para que eu e você fossemos para a cidade de monte albano para encontra um mago para pesquisarmos sobre o meu poder

Luci – A cidade de monte albano fica a 1 dia de viajem daqui então teremos que arrumar suprimentos para a viajem, vamos até a cidade para comprar tudo que será necessário

Nos saímos do castelo e partimos para o centro da cidade onde tem comércios para comprar os suprimentos da viajem. No caminho eu observo que a Luci esta aflita com algo e resolvo perguntar

Louis – Ei Luci, por que está com essa expressão desde que saímos do castelo?

Luci – Oi, não é nada

Ela disse com um sorriso disfarçado

Louis – Luci, Você não me engana, desde que saímos de lá você está pensativa demais e parece que está aflita com algo

Louis – Você é minha amiga, então quero que me conte tudo

Luci me olha de lado, sorri e diz

Luci – Eu estou com medo de que algo possa acontecer com você

Louis – Algo tipo?

Luci – Como sabe, os reinos estão em guerra e agora que meu pai sabe do seu poder ele pode querer te usar a favor do reino e tenho medo disso pois o reino de Aragon contem monstros gigantes como armas, e Martire tem os magos os apoiando e com isso seu exército é constituído por seres invocados como: trolls, Espectros, Ninfas e outros seres místicos

Louis – Entendo, mas relaxa. Eu não vou morrer, eu prometo.

Luci – Você promete mesmo?

Louis – Prometo

Luci dá um sorriso e volta a ser alegre como antes. Ver ela triste e aflita daquele jeito me deixou esquisito pois desde que nos conhecemos ela tem sido tão alegre diferente de mim.

Chegamos a vila

Luci – Eu vou na ali naquela barraca comprar pães e outros alimentos quer vir comigo?

Louis – Não, vou te esperar aqui.

Louis – Assim que terminar de comprar me chame que eu irei te ajudar a carregar, ok?

Luci responde com um olhar triste

Luci- Está bem...

Luci vai em direção a barraca e eu começo a observa em volta, vejo um mercante de armas e resolvo ir ver o que ele tem para vender

Mercante – Bem-vindo jovem rapaz, tenho as melhores armas de todo reino

Louis – Você tem espadas?

Mercante- Claro, dê uma olhada nessas

Vejo uma espada diferente que me chama a atenção, sua lamina era afiada e brilhava, havia uma figura de caveira de bode desenhada na sua lamina e seu punhal era um preto forte

Louis – Qual o valor dessa espada?

Mercante – Ora, essa espada não é minha pois não coloquei ela nesse baú

Mercante – Olha, para ser justo pode levar ela jovem

Louis – Serio mesmo?

Mercante – Claro! Eu sou um mercante honesto

Louis – Ok então, muito obrigado

Eu coloco a espada na bainha e caminho em direção a Luci que está na barraca a frente. Agente se desloca ao curral onde o rei havia ordenado preparar dois cavalos para a nossa viajem, ajeitamos as coisas e partimos em sentido da cidade.

No caminho percebo que Luci está com um aspecto distante e resolvo perguntar

- Aquilo ainda continua a te incomodar?

Luci me responde com um sorriso

- Não...eu estava pensando sobe como deve ter sido sua vida no outro mundo.

Louis- Ah, não era das melhores, tinha muitas dificuldades e momentos tristes

Luci – Entendo, ser forte e assumir a responsabilidade de lutar por um pais é difícil

Ela me disse aquelas palavras sorrindo, e aquilo me fez me fez sentir culpado por mentir para ela. O clima melhora de novo entre agente, e continuamos o nosso caminho. Ela falava sobre: Historias locais, a infância dela e desejos dela. Aquilo me deixava feliz, acho que era a primeira vez que tinha encontrado alguém para chamar de amigo.

De repente ouço um grito estrondante que fez os cavalos se assustarem

Luci – O que foi isso!!

Louis – Eu não sei!

Paramos os cavalos e descemos.

Louis – Fique aqui Luci, eu vou mais à frente para ver o que é isso

Luci – Louis se cuida por favor

Louis – Relaxa, eu vou ficar bem

Começo a caminha pela estrada, e nem mais via a Luci quando eu olhava para trás. Ao passar por um Pinheiro um troll enorme surge e me ataca.

Louis – Então era você

Ele parte em minha direção atacando com um tronco de arvore sem parar, eu desvio com dificuldades, mas ao tentar desferir outro golpe ele me acerta, com a força eu sou lançado para longe e acabo batendo as costas no pinheiro. Com o choque na arvore eu acabo ficando ali sem conseguir levantar, sem conseguir levantar eu observo o troll caminhar em minha direção para me matar, ele se aproxima e quando vai para acerta ouço um grito

- Ei!!!

Era a Luci gritando, aquilo chamou a atenção do troll e fez ele partir em direção dela para atacar. Luci parte para cima dele atacando com sua espada, o monstro começava a recuar com os ataques sofridos. Eu me levanto e nesse momento e Luci se distrai e o monstro acerta um golpe que a joga para longe, ela cai inconsciente

Louis – Luci!!!

O monstro após atacar ela recua e começa a recuperar, enquanto ele se recuperava eu pego Luci em meus braços e a encosto na arvore que estava um pouco distante

Louis – Luci, ACORDA!!!

Louis – Por favor Luci.

Eu gritava com ela para acordar, mas ela nem reagia, meus olhos começam a lacrimejar com medo de ter acontecido algo com ela, foi então que percebi que essa tinha sido a primeira vez eu me importava com alguém. Começo a chorar

Louis – Luci, não me deixa...

Louis – Acorda...

Ela lentamente começa a abrir os olhos e me diz

- Por que está chorando Louis?

Naquele momento eu começo a sorrir e digo

- Sua idiota. Me deixou preocupado

Luci – Desculpa, eu só queria te proteger

Louis – Fique aqui e espere por mim

Luci – Não vá Louis aqui comigo

Louis – Não posso, se a gente continuar aqui certamente ele vira atrás de nos

Luci – Me prometa que vai volta então

Louis – Eu prometo

Eu a deixo lá e volto para a estrada, o troll estava lá se regenerando dos golpes, eu saco a espada novamente e parto para cima dele, começo a atacar sem parar com raiva de ele ter ferido a Luci, ele age como se aquilo não surtisse efeito e me atinge novamente. No chão eu começo a lembra da promessa que fiz para a Luci, minha visão se torna vermelha novamente e meu corpo começa a se transformar. Eu me levanto e digo

- Chegou a sua hora monstro maldito!!

Parto para cima dele novamente, os golpes surtiam efeito o fazendo recuar, dou um ataque mas forte fazendo ele ser lançado para longe, ele cai e não consegue se levantar e resolve começar a se regenerar ajoelhado. Eu caminho em sua direção olho para ele

- Acabou para você

Corro e desfiro um ataque em seu peito, ele cai e desaparece como o vento

Louis – Para onde ele foi?!

Fico sem entender nada. Volto para arvore onde está Luci, ela está dormindo encostada lá, a pego em meus braços e volto em direção onde estão os cavalos

Louis – Está tudo bem agora Luci

Coloco ela em cima do meu cavalo e continuamos pela estrada. Avisto os portões de uma cidade, mas não é monte albano, e sim uma pequena cidade chamada solitude que fica no caminho. Amarro os cavalos, pego Luci e vou em direção a um hotel. Ao entra no hotel, alugo um quarto e deixo Luci ali deitada enquanto volto para buscar as coisas que ficaram nos cavalos

Luci – Aí...

Luci – Que lugar é esse?

Eu chego na hora que ela se sentava na beira da cama

Louis – Ei, vai com calma.

Luci – Onde estamos?

Louis – Em uma cidade chamada solitude. Parei aqui porque você estava dormindo e também porque estava ficando escuro

Luci – Entendi.

Louis – você tem um machucado em suas costas. Vire-se que eu vou limpar o ferimento e enfaixar

Luci – Não se preocupe, não é nada demais...

Louis – Vira logo Luci, para de ser chata

Luci – EU NÃO SOU CHATA!

Louis – Então vira logo

Luci – Está bem! Mas faça rápido

No momento que começo a limpar os ralados, Luci dá um grito de dor

Luci – AI!

Luci – Cuidado idiota!

Louis – está bem, me desculpe, vou ter mais cuidado

Luci olha para baixo, sorri e diz

Luci – Ainda bem que você cumpriu sua promessa

Louis – Promessa é promessa.

Louis – Prontinho

Luci- Obrigado

Naquele momento percebi que eu havia mudado, parecia que aquele mundo fosse a minha realidade e a terra seria um inferno.

Louis – Agora vamos dormi, Boa noite.

Luci – Louis não vai tentar algo comigo?

Louis – Como assim?

Luci – Sei lá, um homem e uma mulher sós em um quarto, é como um lobo e um cordeiro.

Louis – Entendi, mas pode ficar calma que não vou tentar nada com você.

Luci – Nem um beijo?

Louis – É....não!

Quando falei isso a Luci ficou brava

Luci – LOUIS IDIOTA!!

Luci – BOA NOITE!!

Luci se deita brava virada para a parede 

Louis - Ué, que foi ?

Luci - BOA NOITE!!

Louis - Ixe...

Eu realmente não entendi o motivo dela ficar brava comigo, mas o modo que o seu rabo se espichou e suas orelhas se mexeram foi muito fofo. Enfim Fico feliz que esse dia longo tenha acabado,Amanhã logo cedo partiremos rumo a Monte Albano.

 



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