História New life - Capítulo 47


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Categorias Criminal Minds, Matthew Gray Gubler, Melissa Benoist
Personagens Aaron Hotchner, David "Dave" Rossi, Derek Morgan, Dr. Spencer Reid, Emily Prentiss, Erin Strauss, Jennifer "JJ" Jareau, Penelope Garcia, Personagens Originais
Tags Agente O'malley, Dr Spencer Reid
Visualizações 186
Palavras 2.839
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Policial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá! Sei que devo muitas explicações pelo meu sumiço, mas creio que estejam mais interessadas pelo cap. Me explico nas notas finais! Apreciam o capítulo!

Capítulo 47 - Perdoar


Fanfic / Fanfiction New life - Capítulo 47 - Perdoar

"Nós nascemos sozinhos, vivemos sozinhos, morremos sozinhos. Somente através do amor e da amizade podemos criar a ilusão, por um momento,que não estamos sozinhos" – Orson Welles

 

(…)

Pov.' Dakota 

Jennifer e Emily me abraçaram com força e eu senti meus ossos estralarem. 

—Meninas, não se esqueçam que ela ainda tem uma costela fraturada – Rossi se aproximou e me beijou a testa – Parabéns minha querida – sorriu acariciando meu rosto. 

Dave se aproximou de Spencer e o abraçou. 

Mirei Morgan que mantinha a boca aberta em um "o".

O moreno se aproximou de mim ainda surpreso. 

Não pude evitar de rir. 

—Então é isso que os gênios tem escondido de mim? – brincou me abraçando – Eu ainda não acredito…

Encarou Spencer. 

—Parece que você gostou da ideia dos nossos filhos sendo criados juntos, não é? 

Eu espero que vocês se sintam abraçados – já havia me esquecido da nossa querida analista técnica – Por Deus! Vocês vão ter um pequeno bebê gênio de cabelo loiro! Eu… acho que vou desmaiar! 

Revirei os olhos. 

—Não exagera Garcia – revirei os olhos pegando o celular – E eu não quero ouvir essa história de bebê gênio… 

Notei o aperto de Reid em minha mão. 

Mirei o doutor nos olhos e sorri pousando a mão em minha  barriga. 

Minha pequena família…

(…) 

2 meses depois

Tribunal de Quântico

Um forte aperto em minha mão. 

Voltei a realidade com uma voz calma que soou como um sussurro. 

Estava suando. 

—Você está bem com tudo isso? Eu posso pedir para mudarem a data ou…

—Estamos bem – acariciei minha barriga que já começava a dar indícios da minha gravidez – Apenas estou nervosa. 

Respirei fundo mais uma vez.

—Ainda falta muito?

—Já vão te chamar. 

—Spence – o chamei baixo, estava realmente parecendo uma garotinha assustada – Eu… eu… bem, me sinto culpada. 

—Culpada? – tomou uma feição assustada – Por que se sente culpada? Está fazendo a coisa certa! 

—E se eu não estiver? Ela é… eu não a odeio. 

A carta do tribunal havia chegado havia algumas semanas, eu teria de depor contra Natalie, deixaram claro que meu testemunho seria crucial na decisão da sentença. 

"Faça ela apodrecer na cadeia". 

As palavras ditas por minha mãe ecoavam em minha cabeça. 

—Odiando ela ou não, Natalie te fez muito mal – passou a mão em meu cabelo – Dakota, você é a vítima aqui. Ela quem deve se sentir culpada. 

—Não a conhece.

—Ela mutilou sua mão. 

Um clima tenso se formou.

—Vocês realmente vieram! – uma voz melodiosa ecoou por todo o corredor com tons amadeirados. 

Eu e Spencer nos viramos automaticamente para encarar a mulher que sorria mostrando um belo conjunto de dentes brancos. 

Ela parecia a tempestade dos X-Men. Mas vamos deixar isso de lado. 

—Eu só quero fazer o que acho certo – sorri sem graça tentando me ajeitar no banco em que estava. 

—Oh querida! – se aproximou rapidamente e se sentou ao meu lado – Óbvio que está fazendo a coisa certa! É muito corajosa por estar aqui – encarou nós dois – A propósito… – ergueu a mão – Sou a Doutora Prince. Anna Prince. Advogada do júri e futura responsável pela condenação de Natalie Davis. 

Bem direta!

Retribui seu aperto quando percebi que havia ignorado seu cumprimento. 

—Sou a Dakota… mas acho que já sabe. 

—Claro que sei – mantinha seu sorriso – E esse deve ser seu marido – Sorriu para Reid que apenas assistia nossa interação. 

—Não somos casados – comentei.

—Ainda – ele completou – Dakota está nervosa. 

O repreendi com o olhar. 

—Não estou…

—Isso é muito comum. Não estranhe se ela chorar quando reencontrar Natalie… ou vomitar. Levando sua situação atual. 

Passou a mão por minha barriga. 

—Quanto tempo? 

—3 meses – respondi sem graça por sua aproximação. 

A doutora Prince abriu a boca em um perfeito "o". 

—Então realmente estava grávida quando aconteceu – ponderou mais um pouco – Interessante. Será muito útil essa informação.

Pensei em responder ou contestar o fato dela querer usar meu bebê na acusação. Mas qualquer fala minha foi interrompida pela presença de um policial. 

—Tudo pronto – disse antes de seguir seu caminho para dentro da sala do tribunal. 

Meu coração se acelerou novamente. 

Certo, respire O'malley. 

—Vamos – Anna se pois de pé – Está na hora de fazer justiça. 

Seguiu caminho e entrou pela porta que foi aberta pelo policial. 

—Vamos Dak – Reid pegou minha mão e me guiou até a sala do júri. 

Tudo era como nos filmes. O juiz com aquela roupa engraçada. Algumas pessoas, quais eu nunca vi, estavam em um tipo de "platéia". E em uma fileira de cadeiras estava o júri escolhido pelo tribunal. 

Eu encarava tudo com atenção, apenas sentindo a mão de Spencer em minhas costas, meus olhos se focaram em uma mesa onde uma mulher loira segurava uma pasta e ao lado dela estava uma figura trajando roupas laranjas. 

Natalie. 

Seu olhar cruzou o meu quase que automaticamente. 

Novamente minhas mãos voltará a suar. 

—Por que Natalie precisa de advogada? – Spencer perguntou visivelmente irritado. 

—Provavelmente quer alegar insanidade – doutora Prince praticamente cuspiu – Não deixe o cabelo loiro e as covinhas te enganarem – se referiu a advogada de Natalie – Vai tentar te induzir a falar o que ela quer. A conheço bem. 

Revirou os olhos. 

—Reid preciso que fique aqui – indicou as cadeiras destinadas ao público – Dakota ficará ao lado do juiz e eu a guiarei da minha mesa. Tudo dará certo. 

Um olhar. 

A única coisa que consegui trocar com Reid antes de ser arrastada pela advogada. 

Tomei meu lugar ao lado do juiz que tinha feições sérias. 

—Jura dizer a verdade, somente a verdade, e nada mais que a verdade? – me senti em um capítulo de "How to Get Away with Murder". 

—Juro – respondi me perguntando se iria pro inferno caso mentisse. 

Mirei novamente a mesa em que Natalie estava. 

—Oi Natalie – me dirigi a ela sentindo a madeira do banco incomodar meu traseiro. 

Nem um estofadozinho? 

Ela mantinha seu olhar frio em mim. 

Parecia mais magra e pálida. 

—Diga seu nome completo – a voz do juiz fez com que eu desviasse meu olhar. 

—Da-Dakota Conrad O'malley. 

—Senhorita O'malley, seu testemunho será nossa principal referência no julgamento da senhorita Davis. Por favor, descreva o que vivenciou com ela – foi direto. 

Ponderei brevemente. Sentido minhas mãos trêmulas. 

—E-ela… me se-sequestrou e…

—Do começo.   

Foco O'malley. 

—Tudo começou com algumas ligações e até presentes. N-no começo eu apenas ouvia a respiração dela e… não levei a sério. Achava que era um trote ou sei lá. 

—Descreva o que sentiu. Os transtornos causados pelas ligações – Anna Prince disse alto. 

—Protesto – a advogada de defesa interviu.

Marta Adams sempre aparecia nos comerciais de TV com suas roupas caras e sobrancelhas penetrantes. 

"78% de casos ganhos".

—Está influenciando a testemunha – completou lançando um olhar mortal para a doutora Prince. 

—Vou reformular – disse ela calma sem se abalar com o olhar da loira – Senhorita O'malley, descreva o que sentiu ao receber as ligações de Natalie. 

O que eu senti…

—Eu não me importei muito no começo – os olhares sobre mim começaram  a me incomodar – Mas passaram a me assustar… e no meu aniversário me disse algo…

—O que ela disse?

—B-bem, me disse que, eu deveria parar de tentar me matar. Eu estava bebendo aquele dia e… foi como se estivesse dentro do meu apartamento, me espionando.

—Procurou ajuda? 

—Eu contei ao meu chefe. Ele disse que tentaria me ajudar. 

—Então?

—Ele fez tudo que pôde, mas eram apenas ligações curtas e mensagens. Não dá pra rastrear. 

—Meritíssimo, um ano se passou dessa forma. A senhorita O'malley sofreu com constantes perturbações vindas da senhorita Davis e não estando contente com isso ela a sequestrou… – pausa dramática – Grávida.  

A doutora Prince se dirigiu ao júri enquanto falava. 

A advogada de Natalie suspirou frustrada. 

—Conte os eventos do sequestro querida – completou a morena com um pequeno sorriso. 

—Fui atingida por um taser enquanto estava em casa, tudo parecia um filme de terror. Natalie me levaou até um quarto branco no porão da casa dela, fui mantida nele por dias, sendo tratada como uma prisioneira – respirei fundo, sentindo meus olhos ardendo. Não chore O'malley – A personalidade de Natalie era muito variável. Às vezes era dócil. Às vezes agressiva. Nunca a mesma pessoa. 

—A princípio, quando se deparou com Natalie, a reconheceu? – a advogada de defesa interviu. 

Marta Adams parecia ter uma carta na manga. 

—N-não. 

—Se lembrou dos momentos que passaram juntas quando pequenas? 

—Ela ja disse que não – Anna cuspiu. 

—Meritíssimo, Natalie Davis é uma mulher solitária que acreditou nas palavras de lealdade ditas por uma criança de 14 anos. É depressiva, solitária e esquizofrênica. 

—E a cura dela foi torturar uma mulher grávida? – doutora Prince provocou – Dakota, foi multilada e agredida por Natalie. Está solitária? Compre um hamster, não sequestre alguém. 

O juíz pediu silêncio batendo o martelo. 

Quase fiquei surda. Tinha que ser tão escandaloso? 

—A senhorita O'malley continuará com o relato sem interrupções – finalizou o juiz, esperando que eu continuasse a falar. 

Respirei fundo mais uma vez. Reparando em cada olhar que recebia. 

Mas naquele momento, apenas um chamava minha atenção. 

Natalie… – a chamei em um sussurro – Eu sinto muito por estar aqui agora… eu realmente queria que fosse diferente – resolvi me dirigir a ela enquanto falava – Eu realmemte me sentia culpada por tudo isso… mas eu não sou. E se quer saber, nem você é. 

Forcei um sorriso. Seu olhar estava preso em mim. 

—Eu tive sentimentos variados por você, eu realmente não sabia o que sentia. Mas… sabe, olhando pra você agora, só consigo ver uma garota assustada. Perdida em meio a tudo. 

Mirei Spencer que mantinha seu olhar sereno. 

—Me desculpe por não poder fazer nada por você – fiz uma breve pausa – Só te peço pra não esperar que eu me desculpe por ter seguido em frente com minha vida. Nós duas sabemos quem é o verdadeiro monstro aqui e infelizmente ele não poderá pagar por seus crimes. Pelo menos não em terra. 

Nossos olhares se ainda se mantiveram por alguns segundos. 

Até que uma leve tontura me atingiu e minha visão ficou turva. 

De repente, tudo se tornou escuro. 

… 

—Pelo menos ela não vomitou – a voz de Anna Prince foi a primeira coisa que ouvi quando acordei. 

Notei que estava deitada em um dos bancos de madeira que ficavam do lado de fora do tribunal.  

Assim que abri meus olhos me deparei com Spencer que tinha um copo d'água em mãos. 

—Você está bem? – perguntou me entregando o copo – Parece pálida…

—Eu realmente acho que ela é pálida assim naturalmente – a doutora soltou – Deveria tentar levá-la a praia. Faz muito bem para as mulheres grávidas. 

—Eu estou bem amor – ignorei o comentário da morena – Foi apenas nervosismo. 

—Eu posso te levar… – indiquei com as mãos para que ele se calase. 

Conheço bem o exagero de Spencer Reid, ele provavelmente me enfiaria em um monte de exames. 

—E quanto ao julgamento? – perguntei. 

—Tivemos um recesso – doutora Prince me sorriu – A sentença será dada em meia hora. 

—Eu não quero ouvi-la – decidi – Eu posso ir embora?

Senti sua mão sobre a minha. 

—Claro que pode querida. Já fez demais por hoje. 

Dia seguinte

Casa de Nicole Conrad

Encarei mais uma vez a prateleira que havia sido instalada em um dos cantos do antigo quarto de Cindy. Lá estavam Charlotte, Olive, Jenna e a recém adquirida Katherine, presente dado por Rossi. 

—Estão belíssimas meu amor – Nicole disse atrás de mim – Por quê não as colocou em seu quarto? 

Meu quarto. 

Algo que eu não havia citado foi o fato de eu e Spencer termos nos mudado para a casa da minha mãe. Nicole havia ficado muito solitária desde a partida de Cindy para Nova York, então eu e Spencer decidimos que nossa presença, e futuramente a do bebê, fariam bem a ela. 

—Spencer diz que elas o deixam nervoso – dei os ombros – Melhor que fiquem aqui. 

O silêncio dominou o quarto por longos minutos, eu ajeitava a cama quando notei o olhar de Nicole em minhas costas. 

Ela queria perguntar algo e foi o que fez. 

—Como foi o julgamento? – perguntou receosa. 

—Eu não quis ouvir a sentença – me virei para a encarar – A doutora Prince vai me notificar sobre a sentença do júri. 

—Não era um julgamento fechado. Por que não avisou? Eu poderia ter ido. 

—Achei melhor não. Nem mesmo chamei ninguém da UAC. Era algo que eu queria resolver sozinha, bem, pelo menos com Reid ao meu lado.

—Entendo… – ergueu as sobrancelhas – Espero que agora tudo possa se normalizar. Principalmente entre você e Spencer. 

—Eu sabia! – lhe lancei um olhar severo – Você não dá ponto sem nó mãe, sempre tem algo por trás das suas perguntas! 

—Mas eu não disse nada – tentou se defender – Ainda…

—Eu não vou continuar essa conversa – me dirigi até a porta mas fui interrompida por suas palavras quando minha mão já se encontrava na maçaneta. 

—Vocês parecem distantes – disse se sentando na cama que segundos antes eu havia arrumado – Agindo como se fossem primos. Eu realmente achei que jovens como vocês tivessem mais fogo dentro de si. 

Céus!

—Mãe, por favor…

—Eu apenas estou preocupada – caminhou até mim e pegou minha mão – Está repelindo ele como um inseto nos últimos dias. 

—Eu apenas não estou no clima e… Jesus, não acredito que estou discutindo isso com você. 

—Ele também agiu assim… – deixou escapar. 

A encarei de boca aberta. 

—Você falou com Spencer sobre isso?

—Claro – soltou uma risadinha passando por mim e abrindo a porta do quarto – pobrezinho ficou vermelho como um tomate – finalizou saindo. 

Passei alguns minutos estática, mas logo caminhei apressada até minha mãe. 

—Espera… o que ele disse? 

(…)

Após um longo cochilo durante a tarde eu fui despertada pelo toque do meu celular. 

Algumas rápidas palavras de Garcia exigiam que eu me arrumasse rapidamente pois logo viriam me buscar. 

—Vocês sabem que estão sequestrando uma mulher grávida, não sabem? – lancei a pergunta assim que o carro deu partida. 

Os olhares se focaram em mim. 

—Não seja dramática – Emily revirou os olhos – Aliás, drama é algo que você tem feito em excesso nas últimas semanas.  

Levei a mão a boca em ofensa. 

—Drama? Eu estou…

—Grávida! – todas disseram em uníssono.

—Você disse isso quando me pediu pra abrir aquela latinha de refrigerante – JJ comentou. 

—Ou quando sua pasta caiu no chão – Garcia completou – Acredita  que ela me passou um torpedo pedindo pra que eu fosse até a mesa dela para pegar? 

—E quanto a você? – encarei a ruiva que estava sentada ao meu lado – O que faz aqui? 

Recebi um olhar dramático. 

—É assim que recebe sua melhor amiga depois de meses? – Ashley soltou – Eu realmente deveria ter ficado em Nova York. Se bem que… lá não está muito diferente. Em todo lugar que eu vou me deparo com sua irmã se agarrando com Joshua. 

O último comentário fez com que uma veia saltasse em minha testa. 

—Talvez eu também precise de um homem – suspirou enquanto afundava a cabeça no estofado do carro – E respondendo a sua pergunta: Garcia me mandou torpedo há alguns dias. Nós trocamos nossos números quando fui te visitar no hospital. Ela é um arraso – disse por fim lançando uma piscadela para a analista técnica.  

Revirei os olhos. 

—Pra onde estão me levando? 

—Casa da Garcia – JJ respondeu ainda de olho na estrada – Já que ela é a única que ainda mora sozinha – provocou por fim. 

Emily havia se mudado para casa de Hotch há algumas semanas. Escândalos amorosos na UAC a parte, o casamento dos dois estava próximo.  

—Falando em mudanças – a loira completou – Como está a convivência com sua mãe? 

—Nicole e Spencer estão se dando incrivelmente bem. Descobriram recentemente uma paixão em comum por filmes japoneses e Doctor Who. Ela também está animada com o quarto dele – acariciei minha barriga – Quer saber logo o sexo para escolher a cor do quarto. 

—E quando vamos saber hein? – Prentiss me mirou do banco da frente do carro – Ou vão fazer mistério? 

—Eu já tenho a consulta marcada – ajeitei meus óculos – Logo logo vamos saber se é…

—Menina – as quatro disseram ao mesmo tempo. 

Não consegui evitar de revirar os olhos mais uma vez. 

—Loira – disse Gracia. 

—Olhos verdes – completou JJ. 

—Pequenho gênio – foi a vez de Prentiss.

—Com agressividade em excesso – Ashley finalizou arrancando risadas de todas, exceto eu. 

—Deveriam parar de montar o perfil do meu bebê – repreendi – E por que estamos indo pra casa da Garcia? 

—Noite das garotas – Jennifer lançou o óbvio. 

—Tinhamos em mente uma noite de bebedeira mas… – Ashley ergueu uma sobrancelha – Devido a sua… "situação" ela foi invertida em uma noite de filmes adolescente. 

—Que tipo de filme? 

—Do tipo: a saga completa de crepúsculo – a ruiva sorriu indicando uma sacola que estava em seu colo – Desde Lua Nova até Amanhecer. 

—Eu realmente não mereço isso – reclamei baixo – Acho que…

Fui interrompida pelo toque do celular de Prentiss. 

Ela encarou o visor e rapidamente atendeu. 

—Pode falar Aaron – disse baixo arrancando alguns risos maliciosos de nós. 

Notei sua feição mudar. 

—Já estamos a caminho – disse antes de encerrar a ligação e nos mirar séria – Temos um problema…


Notas Finais


Eu realmente não queria demorar tanto para postar, mas há cerca de um mês eu descobri que havia passado em um concurso público (que já havia caído no esquecimento). Correrias a parte, eu também consegui um emprego graças á indicação da minha irmã. Minha vida está realmente uma bagunça!
A partir de agora só postarei nos finais de semana.
Em partes a fic já está chegando ao fim, como eu disse em um dos caps anteriores, a fase "Chloe" irá encerrar a história.
Me perdoem qualquer erro, irei revisar mais tarde.
Bye bye ^.^


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