História New Love (Reescrita) - Capítulo 4


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Categorias Saga Crepúsculo
Personagens Alice Cullen, Aro Volturi, Bella Swan, Billy Black, Brady Fuller, Caius Volturi, Carlisle Cullen, Claire Young, Collin Littlesea, Edward Cullen, Embry Call, Emily Young, Emmett Cullen, Esme Cullen, Jacob Black, Jane, Jared Cameron, Jasper Hale, Kim, Leah Clearwater, Marcus Volturi, Paul Lahote, Personagens Originais, Quil Ateara, Rachel Black, Riley Biers, Rosalie Hale, Sam Uley, Seth Clearwater, Sue Clearwater, Victoria
Visualizações 377
Palavras 1.745
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Saga
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Tive uns probleminhas na sexta, mas aqui está o capítulo.

Capítulo 4 - Capítulo 4


Fanfic / Fanfiction New Love (Reescrita) - Capítulo 4 - Capítulo 4

Abri os olhos completamente assustada ao ouvir um uivo extremamente alto próximo a casa, me sentei na cama e peguei o celular já passava das três horas da manhã, outro uivo preencheu o silêncio fazendo com que eu me levantasse rapidamente, caminhei até a janela abrindo a cortina a tempo de ver Sam correr na direção da mata sendo seguido por Embry e Jared.

SAM! — gritei tentando abri a janela, pude ver o momento em que meu grito chamou a sua atenção, pois ele parou de andar e virou para me encarar, sua expressão era de preocupação, já a minha indicava surpresa total pois ele havia me ouvido mesmo de dentro da casa, continuei tentando abrir a janela, mas quando a mesma abriu ele não se encontrava mais lá, sai correndo porta a fora encontrando Emily no corredor.

Cadê o meu irmão? — perguntei antes mesmo que ela pudesse falar alguma coisa.

Billy está passando mal e Jacob veio chamar Sam para ajuda-lo — Emily mentia bem, muito bem por sinal, abri a boca para falar, mas ela não deixou já foi me empurrando de volta para o quarto.

Está tarde trate de voltar a dormir — olhei incrédula para a porta assim que ela se fechou.

Continuei parada encarando a porta, então era assim que as coisas iriam funcionar, eu mal havia chegado e já estava rodeada de segredos e agora mentiras, bom se é assim que eles querem assim que vai ser. Caminhei até a minha cama, me sentando na mesma, olhei em volta e estranhei pois não lembrava de ter me ajeitado pra dormir e nem ao menos ter me coberto, dei de ombros e me deitei novamente comecei a encarar o teto, se eles acham que podem fingir que nada está acontecendo e me fazerem de idiota eles estão muito enganados, se é pra fingir então vamos fingir também quem sabe assim eles ficam descuidados.

Acordei sentindo a claridade invadir meu quarto, abri os olhos e me sentei na cama, encarei tediosamente a janela eu havia esquecido de fechar a cortina, me levantei da cama, calcei minha pantufa, sai do quarto e caminhei até o banheiro, escovei meus dentes, lavei o rosto e fiz um coque frouxo nos cabelos só para manter eles no lugar, sai do banheiro, peguei meu celular sobre a cama e sai do quarto, caminhei pelo corredor em direção a cozinha pra tomar o café da manhã, acabei me assustando ao encontrar Sam, Emily, Jacob e um carinha que eu não tinha visto antes mas tinha certeza que conhecia de algum lugar.

— Nossa e eu achando que só ia encontrar a Emily e o Sam — falei parando na porta chamando a atenção de todos.

 — Bom dia pequena é bom se acostumar, esses desocupados vivem aqui em casa — Sam veio até mim e me deu um beijo na testa e depois voltou para ajudar a Emily no café da manhã.

 — Dormiu bem? — Emily perguntou me olhando e eu sorri.

— Dormi sim — respondi com um sorriso no rosto, eles me olhavam atentamente.

Bom dia meninos — falei observando Sam colocar duas jarás de suco sobre a mesa, sorri para ele e depois voltei a olhar em volta encontrando o sorriso animado do “desconhecido” que estava sentado ao meu lado.

 — Meu Deus, Seth!! — falei me jogando em seus braços quase caindo dá cadeira para abraça-lo, ele riu e retribuiu o abraço.

 — Estava só vendo quanto tempo ia demorar para se lembrar de mim — ele falou divertido quebrando o abraço e se afastando levemente para poder me olhar.

 — Caramba como você está diferente — o analisei curiosa, ele não se parecia nada com o menino magrelo que eu conheci anos atrás.

 — Como vocês se conheceram? — Jacob perguntou nos encarando

— Através da Leah, quando éramos crianças nós dois brincávamos juntos todos os dias, depois que me mudei pra Londres a gente conversava as vezes por ligação depois de um tempo passamos a conversar por chat, mas assim como o Sam, Seth passou a não ter mais tempo para uma amiga de infância — expliquei, pude sentir minha voz ficar levemente embargada, e o clima na mesa ficar pesado, suspirei e encarei meu irmão que terminava de por a mesa e sentava, peguei uma fatia de bolo e coloquei sobre um prato, peguei um garfo e comecei a comer. 

— Sam você me empresta o carro hoje? — perguntei depois de engolir o resto de um pedaço de bolo que eu estava comendo.

— Porque você quer o carro Sophie? — ele me olhou desconfiado.

— É que eu queria ir até Forks, rapidinho — falei o olhando com um sorriso.

— O que vai fazer em Forks? — dessa vez foi Jacob quem perguntou, o olhei curiosa e ele deu de ombros enquanto voltava a comer, mas continuava a esperar uma resposta.

— A madrinha me contou que o papai costumava sempre comprar uma torta de avelã que vendia em uma confeitaria de Forks, ela disse que era o doce favorito da mamãe e aí eu resolvi pesquisar antes de voltar para cá e descobri o telefone. — peguei o copo de suco e bebi um longo gole antes de voltar a falar.

  — Quando eu liguei eles disseram que o dono era o mesmo pois é um negócio de família, pedi a eles o endereço para que quando eu voltasse para casa eu pudesse ir comprar a torta — expliquei.

— Tudo bem eu te empresto o carro — Sam sorria largamente.

— Obrigada, obrigada, obrigada — me levantei da mesa animada, caminhei até ele, depositando um beijo em sua bochecha, ele ainda sorria, comecei a caminhar para fora da cozinha quando a voz de Jacob me fez parar e encara-lo.

— Você vai deixar ela ir sozinha até Forks? Ela nunca foi a Forks e você vai deixar ela ir sozinha? — Jacob perguntou olhando diretamente para o Sam.

 — Em primeiro lugar Sam não manda em mim, em segundo lugar eu não sou mais criança e não preciso de uma babá Jacob Black — falei encarando-o.

E alias deveria se preocupar com seu pai e não comigo, foi ele quem passou mal ontem à noite, não foi Emily? — olhei diretamente para Emily que se engasgava com o suco.

— Com licença — sai da cozinha indo em direção ao meu quarto, entrei no mesmo e fui até o guarda-roupa para escolher o que vestir, resolvi por uma calça jeans de lavagem escura meio rasgada nas pernas, uma blusa de magas longa no tom quase branco, um jaqueta de couro cor cru e uma bota num tom marrom mais escuro, me troquei rapidamente, passei um pouco do meu perfume, entrei no banheiro, soltei o coque que havia feito e prendi o cabelo no alto com um elástico, voltei para o quarto peguei uma mini bolsa e coloquei dentro da mesma meus documentos, dinheiro e celular, notei que Sam estava do lado de fora da casa junto com os meninos, sai do quarto e caminhei até a porta da frente, abri a mesma atraindo a atenção de todos para mim, sorri levemente, caminhei até Sam e estendi a mão para ele esperando pela chave do carro.

— Toma cuidado e qualquer coisa me liga — ele falou me entregando a chave do carro.

 — Ainda acho que ela não devia ir sozinha — Jacob falou cruzando os braços levemente irritado, suspirei indo até ele.

— Eu vou ficar bem Jay — ele abriu um sorriso bobo com o apelido novo.

Quando eu voltar te chamo para comer torta comigo — sorri sinceramente, vi ele se acalmar, peguei a chave do carro, entrei no mesmo e dei partida logo depois de colocar o cinto de segurança, o caminho até Forks foi simples e fácil, o difícil mesmo seria encontrar a rua da confeitaria, dirigia calmamente pela rua olhando atentamente o nome das lojas, até que vi um Senhor sentado em um banco, estacionei o carro, desci do mesmo e caminhei até ele.

— Bom dia, o Senhor pode me dar uma informação? — perguntei a ele que me olhou sorrindo.

— Claro minha jovem — sorri.

— Poderia me dizer como faço para chegar até a confeitaria pão de mel? — perguntei.

— É só seguir reto por quatro quadras e vai poder ver um enorme letreio — ele explicou.

 — Muito obrigada — agradeci, voltei para o carro ainda mais animada, dirigi pelo caminho indicado e sorri mais ainda ao ver a fachada da confeitaria de longe, estacionei o carro na primeira vaga que apareceu mesmo ela sendo um pouquinho longe da confeitaria, peguei minha bolsa e desci do carro o fechando, em alguns minutos eu já estava entrando na confeitaria.

— Em que posso ajuda-la? — a atendente perguntou assim que eu parei em frente ao balcão.

— Queria saber se tem torta de avelã? — perguntei.

— Tem sim querida vai querer quantas? — ela perguntou sorrindo.

— Na verdade tem quais sabor de torta? — olhei para as tortas em exposição na vitrine.

— Bom temos de avelã, de nozes, frutas vermelhas, chocolate amargo, chocolate meio amargo, chocolate tradicional e morango com chocolate — ela falou e eu pensei em todo aquele pessoal.

— Bem vou levar duas de avelã, duas de chocolate com morango e duas tradicionais — falei animada e ela riu baixo enquanto pegava as tortas e colocava cada uma delas em uma caixa e depois em sacolas, paguei as tortas com um sorriso nos lábios.

— Vou ajudá-la a levar as tortas até o carro — ela falou sorrindo, concordei enquanto pegava as três caixas de torta e ela pegava as outras três, saímos da loja e caminhamos até o carro, coloquei as caixas sobre o teto do carro para poder abrir a porta do passageiro, ajudei ela a colocar as tortas no banco traseiro do carro, olhei para atendente.

 — Muito obrigada pela ajuda — agradeci ainda sorrindo.

 — Disponha e espero que goste das tortas — ela falou enquanto eu caminhava até a porta do motorista, entrei no carro, fechei a porta e quando estava colocando o cinto de segurança senti falta da minha bolsa percebi que havia a esquecido na confeitaria, desci do carro fechando a porta, corri até a confeitaria encontrando a atendente no meio do caminho com a minha bolsa em mãos, peguei a bolsa e a agradeci, comecei a andar em direção ao meu carro mas por uma falta de atenção atravessei a rua no mesmo momento que um carro prata apareceu do nada em alta velocidade, congelei onde estava e por sorte o motorista freou a tempo, mas não a tempo de evitar me atingir fazendo com que meu corpo atingisse o capo do carro e depois rolar alguns metros à frente senti minha cabeça doer, assim como meu braço.  


Notas Finais


Esse capítulo ta quase igual ao da antiga versão... quase.


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