História New Rules (Hiatus Temporário) - Capítulo 4


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Categorias TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jihyo, Jungyeon, Mina, Momo, Nayeon, Sana, Tzuyu
Tags Chaeyu, Dua Lipa, Era Loa, Girl Lixo, Girls Love, Michaeng, Mimo, Minayeon, New Rules, saida, Samo, Twice, Vão Tacar Panela Em Mim, Yuri
Visualizações 311
Palavras 2.783
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Fluffy, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Opa, eu não estou acreditando que a fanfiction chegou a mais de 30 favoritos!!! Só posso agradecer pelo apoio, gratidão.
Estou fazendo apresentações de teatro, e como a inteligente aqui não tinha decorado as falas, acabei não entrando aqui praticamente.
Peguem a pipoca que as tretas vão começar e LEIAM AS NOTAS FINAIS, obrigada sz

Capítulo 4 - Three: Don't be her friend


— Momoring?! — interrompeu o beijo, se afastando de Dahyun e tapando a boca.

— O-o que estavam fazendo? A garçonete! — observou Kim de cima a baixo, o cabelo colorido preso em um coque alto, as roupas aparentemente masculinas, o batom de Sana em seu rosto em especial. — Quem ela pensa que é? — questionou incrédula, apontando para a garota.

— Quem você pensa que é, Momo? Agora quer satisfações, coisa que você nunca me deu? — enfrentou.

— E-eu... vou me limpar. — Dahyun foi ao banheiro fitando o chão.

— Não estava saindo com a Myoui Perfeita Mina? Pois bem, eu não vou ficar me prendendo a você também. — começou a chorar, falou de maneira irregular por isso.

— Gata, eu...

— Eu não te devo satisfações, Hirai. Vai embora, agora! Não tenta se explicar, não, não, não! — cortava a loira quando movia a boca tentando falar.

Momo fitou seu rosto molhado por um longo instante, tirou de sua jaqueta uma rosa branca e depositou na cama, ao lado de Sana, saiu do lugar logo em seguida, sem olhar para trás e em silêncio, não demostrava qualquer emoção.

Com a retirada da garota, Dahyun voltou sorrateiramente e sentou ao lado da castanha. Observou o chão por alguns minutos antes de tomar alguma atitude.

— Me desculpe por ter te beijado...— tentou enxugar as lágrimas do seu rosto delicadamente com o dedo.

— Não, não diga isso, Dahyunnie. Foi maravilhoso! — mostrou seu eyesmile.

— Acabei acelerando as coisas, não tinha ideia que estava... namorando? — coçou a nuca.

— Não mesmo, nunca namorei com ela. — desviou o olhar para a rosa. — Digamos que, ficamos algumas vezes, só. — voltou sua atenção para Kim, que assentiu. — Ei! Vai deixar com que isso estrague o passeio que nem começou? — pegou em sua mão.

— Imagine... Vamos sim. — estendeu o braço, levando Sana a encaixar seu pulso ali. — Recebi da hora extra ontem, posso te levar 'pra onde quiser.

— Que tal um passeio pelo centro da cidade? Tem uma feirinha grande todos os dias e as barracas de comida são ótimas! — já estava animada novamente.

Assim, Dahyun fazia com que Sana se esquecesse da loira. Mesmo que por pouco tempo, o alívio de sentir que aquelas emoções e a situação não existiam era uma sensação melhor do que qualquer outra, naquele momento.

Saíram sem horário de despedida, exploraram cada parte da região central da cidade. Disposta a fazer uma surpresa, Dahyun sumiu um pouco de vista de Minatozaki, sua timidez ainda não permitia que tomasse alguma atitude e seu nervosismo não poderia atrapalhar aquilo. Assim que a encontrou novamente, Kim arriscou um beijo na bochecha. Pela distração de Sana que virou-se, acabaram dando um selinho.

— Não era a intenção. Érr... — coçou a cabeça, nervosa. — voltei. — deu um sorriso tímido, corando.

— Ninguém viu, tá tudo bem, Dahyunnie. — olhou para os lados, logo direcionando seu olhar para a garota novamente com um sorrisinho. — O que está escondendo? — tentou observar o que ela escondia com o braço, posicionado em sua lombar.

— Eu sei que é clichê, mas... por favor aceite! — se curvou e revelou uma caixinha branca, delicadamente presa com um laço em cetim rosa.

— E-eu não sei o que dizer, isso parece ter sido muito caro! Não precisava... — desfez o laço, revelando um delicado pingente de prata.

— Mesmo que a gente não fique junta, você tem me feito muito bem, queria te agradecer de alguma maneira. — mostrou seu eyesmile. — Olha, se não gostou, pode trocar que eu tenho o endereço da loja. Se não quiser aceitar também... eu vou entender. — nervosismo, Sana apenas fitava o presente e nada dizia.

Minatozaki redirecionou seu olhar depois de um tempo para ela e deu um abraço apertado em Kim, quase a derrubando.

— Dahyunnie, você é um anjinho precioso. Merece tudo de bom... — deu uma pausa, suspirando. — ...e é por isso que preciso ser sincera com você. Vamos para um local mais isolado? — a observou, com os braços ainda apoiados no seu pescoço.

— Já tá escurecendo. Que tal um sorvete e conversamos pelo caminho até a sua faculdade? — sugeriu e Sana assentiu em resposta.

Morango e cobertura de chocolate, mesmo sabor. Assim que o atendente entregara, Minatozaki estava prestes a derrubar um dos sorvetes, se ele não o colocasse em potinho.

— Hm... o seu tá num... pote?

— É que eu sou desastrada e não sei tomar sorvete de casquinha sem derrubar. — riu e entregou um dos doces que segurava para ela.

— Então... sobre o que queria conversar exatamente? — mais distantes da rua principal do centro, Kim perguntou ainda sem compreender.

— Você é incrível, inteiramente, Dahyunnie. Significou muito para mim seu presente e nossos passeios. — fitou o doce. — Mas eu preciso concordar com o que disse mais cedo, as coisas estão aceleradas. Na verdade, não é certo e sequer justo você estar se esforçando e eu ainda estar presa em relacionamentos passados...

— Tá querendo dizer que ainda é afim daquela garota que apareceu no seu dormitório? — observou Sana fixamente.

— Não, não exatamente. — mentiu. — Só precisamos ir devagar, entende? Eu... estou confusa, é melhor ficarmos na amizade por enquanto. — admitiu.

— Tá tudo bem. — Dahyun mentiu também. — Tudo vai correr no tempo necessário. — concluiu, assim que chegaram à entrada da faculdade.

— Eu não quero falhar com você, Dahyunnie. — envolveu Kim em um abraço apertado, logo se distanciando prestes a ir embora.

— Você não vai. — pegou na mão de Sana, voltando a atenção dela para si novamente.

A castanha observou sua mão junta com a dela e saiu, posteriormente. Dahyun estava sozinha a caminho de volta para casa, ouvindo os sons da cidade que criavam uma bela melodia melancólica.

 

"Eu posso ser muito mais do que ela, Sana. Sei que ela não te merece, eu posso ser melhor, não vê? Hirai te trata como um pedaço de carne, mas 'pra mim você diz que precisamos ser amigas. Não importa o que ela faça, ainda está pensando nela. Se você quisesse eu te daria um amor desses de cinema..."

 

Esquecer. Ato que machucou Kim por fazê-lo e que Sana não conseguia. Chegou em seu dormitório, colocou o embrulho na cama e se arrumou para dormir.

A caixinha e a rosa: Dahyun e Momo. Ela não tinha escolha, ou melhor como escolher. Kim, até seu presente parecia melhor, seu estilo, passeios. Teria aquele beijo sido tão bom quanto os de Hirai, porém? Decidiu enviar uma mensagem para Nayeon, perguntando como estava sendo seu encontro com Myoui, já que aqueles pensamentos confusos perturbavam sua cabeça repetidamente.

 

"Coelho? Está dando tudo certo aí?"

 

Nayeon =3: Ela chegou no restaurante agora, socorro. Depois eu te conto AAAA

 

De fato, Im ao ver aquela figura aparecer na entrada do lugar, parecia prestes a cair da cadeira. Após meses de friendzone, teria seu tão sonhado encontro com a garota que sonhara, não parecia real. É claro que ainda estava magoada pela situação, mas nada poderia fazer com que desistisse de Myoui.

— M-myoui Mina? — gaguejou, sorrindo logo em seguida para disfarçar.

— Peço desculpas pelo atraso, acabei atrasando pelo estágio... — sentou na mesa. — ...acho que isso explica minhas roupas cinzas e chatas, não é? — riu, com um eyesmile avassalador para Nayeon.

— Não, você fica linda, maravilhosa, atraente nelas... — hipnotizada, pela camisa levemente desabotoada e a gravata cinza grafite.

— Ei! Deu de elogios, não? — jogou uma parte do cabelo para o lado.

 

"Não pira, não, não. É só um cabelo jogado, não tem nada demais nisso. Você 'tá no meio de um restaurante caro, nada de escândalo!!"

 

— Okay, okay. — Nayeon observou o teto rapidamente e respirou fundo, organizando seus pensamentos. — Quer pedir a comida? Podemos conversar enquanto não chega...

— Claro, fico feliz que tenha marcado em um restaurante italiano, eu adoro! — Im agradeceu aos deuses pela coincidência. — Pode ser um capeletti vegetariano ao molho branco?

— Sim, parece bom. — concordou e logo fez o pedido para um garçom. — Ah... eu queria me explicar sobre minha gritaria no refeitório recente. — suas bochechas queimavam. — Não sou nenhuma pervertida, não fiquei conversando contigo todos esses meses por interesses... como eu posso dizer... errados. Eu peço verdadeiras desculpas se te constrangi lá, como eu disse, não sou nenhuma pervertida... — entrelaçou suas próprias mãos, que tremiam um pouco.

— Por que está fazendo isso? — Mina reagiu com risos.

— É que como você está saindo com Hirai, pega mal mesmo eu falar uma coisa dessas, até porque mesmo se estivesse s-s-solteira seria vergonhoso mesmo... — o riso da garota fez com que seu rosto ficasse ainda mais vermelho e repetisse algumas palavras desnecessariamente.

— Pode parar aí, eu e Momo não estamos saindo. — fez uma expressão confusa. — Sobre aquele dia, eu escutei também você falando que estava há um bom tempo querendo alguma chance. Foi tão fofo... não precisa pedir desculpas por aquilo. — pegou na mão de Nayeon.

— Então... eu posso ter uma chance, Minari? — entrelaçou suas mãos que já estavam unidas.

— Você deveria ter dito suas reais intenções antes, que por sinal, até agora não sei, Im. — ao ouvir aquilo, sentiu seu corpo estremecer, ambas riram.

— Já conversamos sobre todos os assuntos possíveis por mensagens, acho que tenho intimidade para te pedir isso. Posso, finalmente? — começou a fitar os lábios de Myoui.

Mina retribuiu o olhar, se aproximavam gradativamente. O rosto da garota se inclinou levemente, devagar. Podia sentir sua respiração, quase lá. Nayeon esperou isso por séculos, sentia que seu coração poderia rasgar em pedaços e se unir novamente inúmeras vezes, em um único minuto.

— Senhoritas, por favor, estamos em um ambiente familiar. — o garçom advertiu, tossindo para chamar a atenção das duas, que se separaram no mesmo instante. — Aqui está o pedido. Aproveitem a comida. — as serviu com um semblante de desprezo.

Im fuzilava o homem com o olhar, até perdê-lo de vista ao entrar na cozinha. Ambas não se encaravam, aquela havia sido definitivamente a refeição mais desconfortável de Nayeon. Percebia que algumas pessoas ainda as olhavam depois da bronca do funcionário dali.

— M-Minari, me perdoa. Acho que sempre faço as pessoas que estão comigo passarem vergonha... — suspirou e voltou a comer, desanimada.

Nah. Eu não ligo que estejam nos olhando. — encarou Im e começou a rir.

— Olha que situação... Como vou vir aqui de novo sem lembrar disso, como você vai explicar o que aconteceu aqui 'pra Hirai? — negava com a cabeça, desacreditada.

— Vai vir aqui de novo sim, comigo. — Nayeon sentiu o impacto como uma facada. — E eu já disse que não tenho nada com a Momo. Meses atrás, quando terminei com Chaeyoung, fiquei muito mal ao descobrir que em poucos dias, ela já estava com outra. Momo foi um ombro amigo incrível, ela esteve comigo e eu, para recompensá-la, consegui uma vaga para ela na mesma empresa que a minha. Simples.

— Mas eu pensei que gostasse dela...

— Negativo. Eu quero um futuro, alguém que me leve 'pra frente, sabe? Mal estudar ela estuda, é aquele tipo de relacionamento que desgasta exatamente por ela não se esforçar para nada. — Myoui confessou, a sinceridade não foi gentil com Hirai.

— Ah, eu não imaginava. — disfarçou. — Sua maturidade é maravilhosa. — corou.

— Sobre o que quase aconteceu entre nós... — Nayeon pôde sentir seu coração parar. — ...foi grande a minha falta de bom senso, peço desculpas pelo constrangimento que passamos. Não vai acontecer novamente.

— Não, espera. — pegou na mão de Mina de repente. — Eu também quis que isso tivesse acontecido, Minari.

 

~

 

Uma semana depois

 

— Só isso? — Yoo voltou a comer, desinteressada.

— Como assim só isso, Jeong?!!! Deixa eu terminar de falar sobre como ela 'tava seduzindo com a colh—

— Ah, não, Nayeon! Não aguento mais esse lero lero. — a garota de cabelos curtos interrompeu revirando os olhos.

— E você esperou uma semana 'pra contar 'pra gente que quase se beijaram e comeram um macarrão? — Minatozaki fez um bico lembrando do vácuo.

— Ela falou sobre Hirai, como acabei de contar... — suspirou antes de falar.

— Então elas não estavam juntas? — Sana fitava a mesa, já esperando a resposta que imaginara.

— Não. Minari nunca quis nada com ela. — deu de ombros.

— Ela podia até não querer, mas provavelmente Hirai queria. Desculpa, Sana. — Yoo concluiu. — Mas, então, como ficaram vocês duas no final, coelho? — desviou o assunto.

— Eu vou chamá-la para sair mais vezes, nem to acreditando que isso tá acontecendo, socorro!! — falou alto.

— Não começa com escândalo de novo não, eu hein. — advertiu. — E você, Sana? Saiu de novo com a Dahyun?

— Saímos... é, sim. — uma retrospectiva sobre o que acontecera naquele dia passou pela sua mente.

— Saíram e...? — Im assentiu esperando que a amiga prosseguisse.

— Só isso, gente. Não aconteceu nada. — mentiu. — E-eu vou voltar 'pro meu dormitório, estou sem fome. — sorriu e correu dali.

— É pelo o que contei, Jeong?

— No fundo ela já sabia, Nayeon. Eu não sei mais. — suspirou, preocupada. — Uma hora vamos descobrir e ajudá-la.

Dispensara Dahyun, sabendo de seus sentimentos persistentes. Não, Sana ainda não havia aprendido a seguir novas regras. E quando aprenderia?

Desligou o celular, trancou a porta e iniciou uma maratona de um dorama. Não via Momo há uma semana, acreditava que a loira não voltaria mais, enfim.

Deu risadas escandalosas até o anoitecer, nada que uma boa comédia não fizesse. Quando terminava o penúltimo episódio, o relógio já marcava onze horas, ouviu batidas na porta. Pensando ser algum trote (o que era muito comum naquele horário), continuou a assistir seu dorama. Ao terminá-lo, decidiu checar a porta, afinal, não ouviu passos apressados se distanciando dela até então.

— MOMORING?! — berrou ao vê-la encostada na porta, dormindo. — Ei, acorda. — deu um tapinha em seu rosto.

— Ai, isso dói... — resmungou ainda sonolenta.

— O que está fazendo aqui? — desviou o olhar decepcionado para o chão.

— Só queria conversar um pouco, ainda somos amigas, né? — também observou o chão.

— Sobre? — cruzou os braços, desconfiada. — Mina te rejeitou, não é? — doía lembrar daquela confusão.

— Acho que ela nunca percebeu que estava tentando ser o melhor para ela... — apoiou a mão no maxilar. — ... já está até saindo com Im. — permaneceram observando o piso por um bom tempo, em silêncio.

— Levanta, Momo. Eu vou te levar 'pra casa. — a loira sabia bem como manter a atitude de cãozinho sem dono, mas desta vez estava sendo verdadeira, Hirai não tinha chão. — Eu vou ser sua amiga, e te ajudar a sair desse estado, entendeu? — explicou. Como amiga. — repetiu.

— Entendi... Tá frio, usa a minha jaqueta. — colocou o casaco em Sana e logo saíram a caminho do apartamento. — Onde eu poderia ter errado? — levantou o rosto para ver o céu sem estrelas.

— Ela deveria saber que você ficava com outras, Hirai. — a castanha cruzou os braços pelo frio e olhava para a calçada.

Momo nada respondeu, seguiram por alguns minutos em silêncio, com o frescor da noite batendo em seus rostos e os barulhos constantes do trânsito. Algo estava entalado na garganta de Sana, que mal sabia o que diabos estava pensando ao ajudar a loira.

— Do que adiantava você querer algo com ela se ainda ficava no meu pé? Você não presta mesmo. — bufou.

Hirai estava abatida e não dizia muita coisa. Observava o movimento noturno das ruas em que passavam com fascínio. Apesar de terem a companhia uma da outra, naquela caminhada cada uma estava perdida em seu próprio universo de pensamentos. A castanha não suportava vê-la assim, aquilo partia seu coração em pedaços, mesmo que não o desejasse.

— Está entregue. Vê se dorme e toma aqui a jaqueta. — Minatozaki devolveu a peça e desviou o olhar novamente para a avenida, partindo.

— Espera. — vestiu o casaco rapidamente e agarrou sua cintura. — Você tá sozinha, e eu também. Não precisamos ficar mal. — seus olhos brilhavam, ansiosos por uma resposta positiva, Minatozaki não conseguia suportar aquilo.

— Quem garante que não está me usando? — Sana apoiou suas mãos no pescoço da loira.

— E quem garante que você não quer isso? — desafiou com um sorriso confiante, fitando seus lábios descaradamente.

Minatozaki fechou os olhos, e logo pôde sentir seus lábios se encontrarem, delicadamente. Separaram-se em seguida.

— De novo, Momoring.

E novamente Momo a beijou, dessa vez aprofundando o beijo. Lágrima. Por que doía tanto lembrar que a loira nunca a amaria como queria? E por que cada toque anestesiava mais e mais esse sofrimento? Hirai estava ali só para si naquele momento, e aquilo amenizava qualquer tristeza que seu coração sentia ao lembrar que ela nunca seria correspondida além do físico, era o bastante.

— Vamos. — a castanha puxou a garota para o elevador.

Abriu a porta às pressas. Momo tirou sua jaqueta, a lançando para uma parte qualquer da sala, e iniciou outro beijo, colocando Sana contra a parede.

— Minta mais uma vez, Momoring. — arfou.

— Você é tudo que eu preciso. Apenas eu e você aqui, não vamos parar agora. — distribuiu selares rápidos no pescoço de Minatozaki, que pôde sentir a respiração quente da loira tão próxima de sua pele. Hirai levantou um pouco sua blusa, em sinal de que gostaria de tirá-la. — Me permite?


Notas Finais


Não batam panela em mim, socorro. O próximo capítulo está quase pronto, já que apesar das regras de Dua serem três, teremos mais do que isso (ainda baseados na música, claro).
NÃO ME MATEM, sto com medokkkkjj (podem xingar a Sana à vontade, também to decepcionada com ela grr)


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