História New School - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, EXO, Got7, Neo Culture Technology (NCT), Seventeen, SHINee
Personagens Baekhyun, BamBam, Boo Seungkwan, Chanyeol, Hansol "Vernon" Chwe, Hong Jisoo "Joshua", Jackson, JB, Jennie, Jeon Jungkook (Jungkook), Jeon Wonwoo, Jinki Lee (Onew), Jinyoung, Jisoo, Jung Hoseok (J-Hope), Junghan "Jeonghan", Kim Mingyu, Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lee Chan "Dino", Lee Jihun "Woozi", Lee Seokmin "DK", Lisa, Mark, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Rosé, Seungcheol "S.Coups", Soonyoung "Hoshi", Wen Junhui "JUN", Xu Ming Hao "THE8", Youngjae, Yugyeom
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Palavras 3.390
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Comédia, Crossover, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Capítulo II


New School

Capítulo 2~



No mesmo dia, na mesma hora, três quarteirões distantes do grande e bem visto, assim como organizado e rigoroso colégio Pusan, um outro grupo de amigos estavam conversando sobre amenidades das vidas alheias, ambos os rapazes sentados num canto quase que reservado para eles na lanchonete da universidade em que estavam atu-almente. E, apesar de ser horário de au-la, -quase-, todos ali presentes estavam de aula vaga, menos alguns poucos que haviam simplesmente decidido que não queria e nem iriam comparecer a tão entediante palestra de geografia, sendo esta dada pelo professor mais pé no cú do mundo. 

-JeongHan-ah?-Perguntou de for-ma manhosa o mais velho dali,  sendo este ninguém menos que Seung Cheol.

-Hum? -Sorriu fraco o loiro de rosto angelical,  e, talvez por isso, tenha recebido o apelido de 'Angel'.

-Eu me sinto de vela... -Referia-se ao casal ao seu lado na mesa redonda, ouvindo um riso nasal escapar do nariz de Min Gyu, e Won Woo o olhar feio. -Não me deixe ficar de vela Hannie. -Fez bico esperando um selar ser depositado em seus lábios rosados, não o receben-do.

-Peça para o Soon Young, ou para o Ji Hoon, eles também estão aqui, não os vê? -Direcionou seu olhar aos dois menos interessados no de fios de cor cinza mesclado ao platinado, que fize-ram caretas de repulsa,  como um alerta de que não fariam o que foi indicado por Yoon, que ainda estava levemente  ma-goado com Choi, ou melhor, com a grande, para não dizer que foi enorme e catastrófica, burrada que ele havia feito.

-Han, Seung Cheol-ah quer a sua atenção. Não jogue a bomba para mim, ya? -Respondeu o menor dali, sem ao menos fazer questão de desviar seu olhar da revista que lia para o loiro ou para  Cheol.

-Ultimamente, ele vem querendo a atenção de todo e qualquer ser humano existente no seu ciclo de amizades.  -Alfinetou Min Gyu, querendo ver se o acontecimento nem tão recente viesse a tona, e causasse uma mini discussão para com seu entretenimento, mas tudo o que recebeu com isso foi um tapa do namorado ao seu lado, que certamente preferia não abrir a ferida de Jeong, pois o perigo de vários gritos serem escu-tados depois,  era alto, e ele não iria ouvi-los por culpa de Kim, não mesmo.

-Não necessariamente do ciclo  de amizades dele barra nosso,  mas sim de contatinhos reservas no celular. -Soltou Soon Young, este tolo, para não dizer burro, garoto também queria ver treta, mas, ao perceber que ninguém quis se pronunciar sobre,  resolveu cau-sar algo de interessante naquela roda de outra forma.

Abriu de forma desengonçada e, sem qualquer resíduo de delicadeza,  a mochila que estava anteriormente em seu colo, pegando um pacote do doce favorito de Jeong Han, ao mesmo tempo em que era o que Ji Hoon e Won Woo mais gostavam. Antes de estender a embalagem quadrada, feita de um papel semelhante ao cartão,  mas pró-prio para embalar alimentos na mesa, já sentia o olhar dos três rapazes citados sobre si, e não teve como conter o sorriso travesso////vitorioso nos lábios naturalmente rosados.

-O que você quer pelo pacote   todo de Choco Heim, Soon Young? -Won Woo pronunciou-se assim que avistou o biscoito crocante de choco-late, e recheio tradicional de avelã. 

-Direto como sempre, não? -Riu o portador de um delicioso alimento. -É simples. -Min Gyu o olhou como se dissesse para ter cuidado com o que iria pedir ao seu namorado, e o coreano de pele pálida apenas assentiu, como se respondesse que entendeu muito bem o recado. -Eu quero... Ver sangue.-Colocou rapidamente o pacote sobre o centro da mesa, ouvindo o barulho da embalagem ao ser apertada com certa possessão por três mãos masculinas, todas diferentes, tendo os donos destas encarando-se de forma ameaçadora,  como se fossem iniciar uma guerra ten-do como prêmio a caixa de biscoitos.






Em Dubai, a cena de uma menina sorridente estendendo a mão para um oriental de maxilar bem definido,  olhos claros com cílios grandes e boca entre-aberta não chamava atenção das pes-soas que passavam sem pressa por ali. S/n estava esperando por tanto tempo -em sua cabeça ansiosa-, que já temia levemente a resposta que receberia.

-Claro, porque não? -Chwe final-mente respondeu,  pegando na mão pequena, delicada, com dedos nem tão finos e que possuía belas & saudáveis unhas longas e, muito bem feitas da garota e logo pôs-se a andar, direcio-nando eles a qualquer lugar. 

Logo, avistaram uma cafeteria tra-dicional, tendo seu exterior com uma fachada branca, com o nome do recinto em bege, assim como todos os míni-mos detalhes que enfeitavam as pa-redes brancas, um tanto quanto, amareladas, talvez por serem expostas a chuvas e ao sol com o decorrer dos dias, ou talvez meses. Estava em um estado até quê, bom demais,  para ser julgado anos.

Entraram sem muito observar do interior, logo escolhendo uma mesa, e observando o cardápio atraente, de no-mes diferentes. Não demoraram mais do que dez minutos (10:00),  para fazerem seus pedidos, e muito menos demorou para que os mesmos chegas-sem, e menos ainda para iniciarem uma conversa descontraída, como um jogo de perguntas e respostas. 

-Para onde você irá, Hansol? -Foi a primeira pergunta que surgiu na mente feminina, enquanto bebericava seu nem tão doce, achocolatado. 

-Busan, Coréia do Sul... 

-Você...Nasceu lá? -Ela não con-seguia deduzir sua etnia. 

-Não. Nasci em New York. E você, S/n? Quero dizer, irá pegar o vôo para Busan também? -Sorriu ao ver ela as-sentir com a cabeça várias vezes. -Whooa! Isso é ótimo. Poderemos ficar mais tempo juntos! 

-Sim, é ótimo. -Sorriu e riu do bigode de espuma que Chwe possuía acima de seu lábio inferior. 

-Se quiser... Eu posso te mostrar a cidade, para você e sua...Amiga, prima... -Deduziu gesticulando com as mãos. 

-Tia. E, ela não irá para Busan. Mas, pegará vôo para lá,  e depois, de táxi ou UBER vai para Seul.

-São três horas de Busan para Seul, não era melhor ela pegar um vôo direto para Seul? Seria mais econômico,  e menos cansativo. -S/n deu de om-bros.

-Pretende cursar algo em Busan?

-Oh sim, mas, primeiro, irei termi-nar o colegial. Irei para o colégio Pusan, e você? 

-Hansol, eu vou para lá também! -Sorriu empolgada. 

-Mentira? Sério mesmo? -Ele mal acreditou,  era incrível a grande sorte que tinham. 

-Sério!  Wow, que legal! Não fica-rei sozinha em Busan! -Levantou-se e fez uma dancinha vitoriosa ao mesmo tempo, constrangedora, chamando a atenção das poucas pessoas que se encontravam no recinto, e que riam bai-xo do que achavam ser um casal, com uma garota engraçada e um rapaz atra-ente, apesar de parecer ser mais, "fe-chado". Ambos muito bonitos, e  talvez fosse essa a característica que mais cativava a atenção alheia, tanto fe-minina, direcionadas a Chwe, quanto masculina, noventa e nove por cento (99%), direcionada a S/n.

-Ya! Você está passando vergo-nha, pequena. 

"Eu não ligo." -Foi o que ela queria dizer, mas o que realmente disse foi:

-Oh, me desculpe senhor politi-camente correto. -Ele mostrou-lhe a língua,  que tinha um formato triangular adorável. 

-Vamos? Ainda temos muitos lugares para visitar! -Hansol pagou a conta de ambos, e saiu arrastando a menina, que teve de voltar correndo ao estabelecimento após virarem a es-quina, pois  percebeu que havia deixado suas malas todas perto da mesa em que antes ele se encontravam. 






Enquanto em Dubai tudo estava uma maravilha de bem, em Pusan está tudo ao contrário. 

Se antes, era o garoto Baek Hyun quem arranjava motivos para discórdia e confusão com Hong, fazendo com que os gritos de ambos fossem auditiveis até o fim do extenso corredor, agora, os gritos eram de Park Ji Min, para Jeon Jeongguk ou, Jeon Jung Kook, como você preferir.

O colégio já estava, ligeiramente acostumado com discussões desses quatro alunos citados, mais acostuma-dos com os gritos agudos de Ji Min do que dos outros três.  Quase sempre para com Jeon.

Ultimamente,  eles não havia bri-gado ou discutido em público ou a plenos pulmões dentro de seu dormi-tório. Como diziam as más línguas:

O -suposto- Casal JiKook, do du-zentos e vinte (220), estavam quietos demais.

Bom, como em qualquer local do mundo, sempre haviam Os Fofoqueiros, que insistem em dizer que entre Park e Jeon se passava muita mais coisa do que uma simples amizade. Estavam errados. Muito errados. Eles eram -por mais difícil que seja de acreditar-, apenas amigos... Pode até soar meio decepcionante esta frase, 'apenas amigos', mas -in-felizmente, era esta a que melhor descrevia os jovens de ida-des próxima. 

-Eu não consigo acreditar que você, Jeon Jung Kook comeu a minha caixa de Peperos! E-Eu nem... Aish! Não acredito! -Gritou a plenos pulmões o de fios rosas, e um e setenta e quatro de altura (1,74m).

-Qual é Jiminnie? Não foi nada demais. -Falou despreocupado, mexen-do em seu aparelho celular.

-Não foi nada demais? Não foi nada demais Jeon Jeongguk?! -Seu rostinho redondinho e, ao olhar de vá-rias garotas e até mesmo garotos, per-feitinho, já se encontrava totalmente ru-bro de raiva.       Jesus, ele estava tão pistola que se visse uma tesoura, cas-traria a modo antigo Jung.

-Não. -Disse simplista,  respon-dendo a pergunta do mais velho.

O de fios rosas rogou uma praga para o castanho, enquanto segurava com toda a força que habitava seu ser,  o seu travesseiro, como se ele fosse capaz de absorver toda a frustração e ódio que Park possuía naquele momen-to, não demorando muito para jogá-lo violentamente no rosto de Kook, que apenas devolveu de forma fraca, apesar de seu alto ego lhe dizer para acabar com aquele cotoco de gente, e este argumento entrar em conflito com o de seu bom senso,  que dizia várias vezes para não ferir propositadamente seu grande -em consideração apenas-, amigo, que é Mochi. 

No final, seu bom senso preva-leceu. 



Mas, não por muito tempo. Ele estava perdendo sua paciência,  gene-rosamente grande. Aturar esse baixinho que tanto pega em seu pé não é tão fácil como todos pensam.


Ji Min continuava o seu discurso dramático e eufórico, sem dar uma pau-sa nem de cinco segundos,  e, ao notar que o traidor -era assim que chamava o menino coelho maldito devorador de Peperos-, estava cagando, andando e esfregando a bosta em sua cara, o de lábios fartos e abdômen definido -ao ponto de matar qualquer ser que sinta tesão ou fetiche em gominhos proe-minentes-, se enfezou por completo. 

Puto, era essa a palavra que define com exatidão,  e sem exageros, o estado atual de Park Mochi Ji Min

Este aumentou o volume da voz, se isso era possível,  dando mais ser-mões em Jeon, que estava enfezando-se nem tão lentamente assim, e sem muito pensar,  gritou:

-Porra Jiminnie! Você é o baixinho mais pé no cú do mundo! Eu ein... Larga do meu pé, sua coisinha chata.-Arre-pendeu-se amargamente após olhar para seu amigo,       e o ver todo sen-timental,  prestes a abrir o registro, e chorar rios de lágrimas.  -Oh não, Deus! Chim Chim, eu não quis dizer isso... -Murmurou baixo, já prevendo que teria agora, de arranjar mais paciência em seu ser, e fazer o menor parar de chorar, o que levaria um bom tempo.





-Finalmente vocês chegaram! Pensei que você tinha sequestrado mi-nha filha... Já estava quase ligando para a polícia. -Na Eun resmugou.

-Desculpe Nana! -S/n a abraçou fortemente. 

-Por que demoraram tanto?

-Eu e o Vernon fomos tirar uma foto perto de uma fonte, mas, quando ele inventou de subir no muro da mes-ma, ele desequilibrou e caiu de bunda dentro da fonte! -Segurava-se para não rir, já que ele estava logo atrás.  -Eu ri para um caralho. -Sussurrou.

-Imagino. -Olhou para o Chwe, que estava levemente corado, logo vol-tando a fitar sua quase-filha. -Eu...

-Por favor senhores passageiros que iram embarcar rumo a Busan- Coréia do Sul, deslocar-se até a pista de embarque 3.708. -A mensagem em voz feminina ecoou por todo o aeroporto em diversos idiomas.

-Vamos Nana! -A cacheada sorriu largo,  puxando a mão de sua quase- mãe, que não moveu um músculo.

-Eu... Eu troquei meu vôo. 

-Quê? -Ela perguntou ainda segu-rando a mão da sul coreana mais velha, mas foi surpreendida pela mão de Han-sol que segurou na mesma intensidade a mão pequena de S/n, dando leves puxões,  como se dissesse que eles deveriam ir, ou perder o vôo e esperar mais cinco horas pelo próximo. 

-Temos que ir... -Chwe insistiu.

-Eu preferi pegar um vôo direto para Seul... Vá logo filha, antes que perca o seu vôo. -Sorriu amarelo abra-çando a menina, não demorando muito para a empurrar levemente apenas num pedido que fosse logo. 

E assim foi feito,e em dez minutos (10:00), os amigos embarcaram um ao lado do outro, com um grande aperto no coração, e Chwe com certa pena de ter previsto sem querer anteriormente o ato de Na-Eun, e sentiu um aperto no peito ao lembrar que não falava com sua mãe ou pai já fazia um grande tempo, e, o loiro pegou-se pensando se ao chegar, deveria ligar para os pais, e perguntar sobre sua irmãzinha mais nova, Sophia Chwe.






Depois de longas e divertidas ho-ras,  Vernon e S/n pisaram em solo co-reano,  e, decidiram de última hora que iriam passar a noite na casa de um amigo de Chwe, que não morava muito longe dali, e quê,  no dia seguinte,  ainda de manhã iriam direto para o colégio. 

No carro do tal amigo de Hansol, ambos conversavam empolgados, dife-rente da menina, que só falava algo quando era perguntado a si.

-Namorada nova Chwe? -Brincou o castanho de maxilar definido e boca farta, referindo-se a garota no banco de trás. -Ela não parece estar muito feliz... Faça companhia a ela, seu modrongo'!

-S/n? -A chamou, mas apenas te-ve como resposta um murmúrio. -Quer companhia? -Sorriu largo ao vê-la as-sentir e estender os braços como uma meninininha de cinco anos pedindo co-lo aos pais. -Venha! -Puxou a baixinha, que passou para o banco da frente,  sentando no colo do estadunidense.

-Se eu levar uma multa por culpa sua, eu vou até na puta que pariu atrás de você,  Chwe! -Fingiu uma falsa irrita-ção.

-Eu voltarei para trás,     não se preocupe.  -Sorriu para o belo homem que assentiu sem graça por ela não ter captado que ele estava apenas brincan-do.

-Fique tranquila, ele só está brin-cando, não é Jeon? -Rosnou, literal e divertidamente, apertando a garota em seus braços.  -E se algum curioso olhar pelo vidro, vai pensar que você é uma criança. -Riram os dois homens.

-Sem graça. -Falou olhando para o loiro com um bico fofo.

-Não apela S/n, não apela. -Res-mungou quase não resistindo a tenta-ção que era dar um beijinho naquele bi-co fofo.

-Eu? O que eu fiz demais para estar apelando? -Perguntou realmente não entendendo o motivo da fala de Vernon, fazendo um bico maior.

-Ah não cara... Eu não resisto. -Segurou sutilmente o rostinho da jovem em seu colo e deu um nem tão demora-do beijo nos lábios macios, delicados e femininos. Ele queria aprofundar o beijo. Mas, já estava a mais de seis horas sem escovar os belos dentes, e convenhamos que,    ninguém merece beijar alguém com mal hálito. 

-Eu. Sou. Uma. Vela. -Brincou o rapaz, estacionando na garagem de sua casa, que não era lá muito grande exte-riormente. -Chegamos! Bom... Espero que vocês não se incomodem em dividir cama.

-Sem problemas hyung. -Chwe respondeu sorrindo inocente para a menina parcialmente corada.






Após ambos os três estarem banhados, bem alimentados -e caram-ba, Jeon, amigo de Hansol, cozinha es-petacularmente bem!-, e agora, joga-dos nos sofás da sala de estar, assis-tindo um programa qualquer comendo um doce desconhecido pela garota, Jeon os alertou:

-Vocês não vão acordar cedo amanhã? -Os dois jovens assentiram em uníssono.      -Então,  podem ir para cama! Vamos crianças, hora de irem dormir. Vamos! -Empurrou com cuida-do Hansol, que ria baixinho.

-Tudo bem hyung, não precisa ar-ranjar uma desculpa. -Riu anasalado.

-Desculpa? -Perguntou parando no meio da sala, cruzando os braços. 

-É,  mandar as "crianças" irem ir dormir, pra você assistir o canal 666. -Ele riu alto, fazendo o mais velho corar de raiva e vergonha.

-O que é o 'Canal 666'? -A menina perguntou,  curiosa.

-É o Canal pornografico da Play Boy. -Hansol gargalhou extremamente alto, enquanto a menina tentava disfar-çar o riso, o contendo nos lábios rosa-dos. 

É sério isto? Ele realmente pensa que o mais velho dali iria os jogar no quarto apenas para poder assistir algum filme pornografico ruim? Jeon poderia muito bem fazer isto depois que a visita fosse embora! 

Porra, ele não é nenhum perverti-do, ou babaca que assite pornô com dois hóspedes em casa.

-Apenas... Venham dormir. -Falou sem graça.

Conduziu -nem tão gentilmente-, os jovens travessos até o quarto de hóspedes que ostentava uma grande e confortável cama de casal, com direito a um luxuoso banheiro com hidromas-sagem e chuveiro, tendo um macio carpete, tão branco quanto a própria pele de urso polar, ou até mesmo neve, que se estendia da banheira para a porta do quarto e sacada.     Fora a decoração que era, em poucas palavras simplesmente maravilhosa de linda! S/n sentiu uma leve vontade de que aquele fosse seu quarto para sempre  certa-mente, ela não reclamaria. Claro que não. Quem reclamaria?

-Whooa hyung, se este é o quarto de hóspedes, o seu deve assemelhar-se a um quarto de um luxuoso e caro motel. -Chwe soltou brincalhão. 

-É realmente bonito, e espaçoso. -S/n olhava para a sacada como se pedisse permissão para adentrar aquele espaço que mais parecia uma extensa caixa de vidro, e metal.

-Espero que se sintam confor-táveis aqui... Boa noite! -Sorriu, indo em direção a porta.

-Hyung? -Vernon lhe chamou.    -Obrigado. -Cutucou a menina para que agradecesse,  e se curvasse também. 

-Oh sim, muitíssimo obrigada, Jeon, de verdade. -Hansol a cutucou novamente. Ela devia ser mais educada, principalmente com os mais velhos. -Jeon-ssi. -Corrigiu. 

-Não foi nada princesa. Sinta-se em casa, qualquer dúvida,  é só dar uma passadinha no meu quarto, não se a-canhe, ya?  Até amanhã.  -Piscou indis-creto e um tanto quanto sedutor.

Desde que foi revelado a este que ela não possuía namorado, Jeon pisca-va, secava descaradamente a quase to-do tempo, tentava seduzi-la ou cantava a bela S/n, o que incomodava Chwe. O mesmo tentava disfarçar,  mas era/é ciumento demais... Apesar de não saber o motivo de se sentir assim por uma garota que ele conhecia a pouco mais de quarenta e oito horas (48h), e quê,  agora, passaria a noite consigo, na mesma cama. 

A vida estava lhe trazendo uma grande amiga, ou futura namorada... Era o que ele preferia pensar. 

-Vernon? -Ela o chamou manho-sa, provavelmente pelo sono. 

-O que foi, pequena?

-Eu vou colocar meu pijama, você poderia esperar no banheiro ou sei lá...

-Claro, baixinha. -Deu um selar em sua testa antes de retirar-se lenta-mente do quarto.





Já deitados na cama, S/n, apenas com um short fino e curto, e camiseta duas vezes maior do que o número usado por ela, e Hansol apenas com uma bermuda confortável, sem nada cobrindo o seu tronco. Estavam razoa-velmente distantes. 

Mas, a noite fria em Busan fazia com que as cobertas não fossem o suficiente, necessitavam para se aque-cer um outro tipo de calor.     Calor corporal. E ambos sabiam disso. Só nã-o sabiam ao certo como pedir, sem parecer indecente ou soar como um pedido pecaminoso. 

Afinal, você não pode simples-mente, no meio da noite, com poucas roupas, num casa que nem é sua, che-gar no boy e dizer: "Me esquenta", sem parecer que está literalmente pedindo para ser esquentada de forma libi-dinosa, que, em poucas palavras soa,   para realizarem uma 'transa de amigos' apenas para não morrerem congelados.

E foi com este pensamento,  que S/n, corada, pediu:



-Hansol, me abraça?






Após uma excelente noite de sono -talvez por terem durmido agarradinhos , com Chwe segurando com braços e pernas a garota, que retribuía agar-rando-se ao peitoral, confortável,alheio. Ou talvez pelo simples fato de que aquela cama era divinamente macia-, e um delicioso café da manhã reforçado, que Vernon e S/n deixaram a bela casa  que estava longe de os pertencer,  e re-ceberam uma carona de Jeon até o colégio Pusan.

-Bom,é aqui. Até mais S/n e Chwe.

-Até!  -Responderam em uníssono e, em um abraço apertado em grupo, sabe-se lá Deus porquê, despediram-se de Jeon.

-Bom... Finalmente chegamos. Pusan College, lá vamos... Nós?  -Soou mais como uma de Vernon, que ao olhar para o campus e ouvir gritos, ad-mirou uma cena peculiar sorrindo.




-Eu vou te matar Hong Ji Soo! -Uma menina gritava correndo atrás de um garoto extrema e simplesmente lindo, e que Hansol conhecia muito bem, sendo  que este,  citado na linha acima, ria freneticamente da desgraça alheia que vinha em sua direção, deses-perado e com A Face Do Medo estam-pado no rosto. -Volta aqui sua peste!



-Omona... -Suspirou Chwe. -O que será que ele aprontou dessa vez? 


Notas Finais


Whooa, esse foi o capítulo mais rápido que eu já escrevi na vida! ㅋㅋㅋㅋㅋㅋ
Eu escrevi ele em pouco mais de duas horas, e gostei bastante do resultado. Fiz a revisão, adicionei coisinha aqui, coisinha lá... e cá estou, trazendo mais um capítulo para vocês.
Não tenho muito o que dizer, então...

Tchau pudimzinhos e até o próximo cap! ♥


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