História New School - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, EXO, Got7, Neo Culture Technology (NCT), Seventeen, SHINee
Personagens Baekhyun, BamBam, Boo Seungkwan, Chanyeol, Hansol "Vernon" Chwe, Hong Jisoo "Joshua", Jackson, JB, Jennie, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jeon Wonwoo, Jinki Lee (Onew), Jinyoung, Jisoo, Jung Hoseok (J-Hope), Junghan "Jeonghan", Kim Mingyu, Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lee Chan "Dino", Lee Jihun "Woozi", Lee Seokmin "DK", Lisa, Mark, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Rosé, Seungcheol "S.Coups", Soonyoung "Hoshi", Wen Junhui "JUN", Xu Ming Hao "THE8", Youngjae, Yugyeom
Visualizações 46
Palavras 2.420
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Comédia, Crossover, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Capítulo IV


New School

Capítulo 4~



S/n chorava baixinho com a sua cabeça apoiada em ambos os joelhos, enquanto seus braços ocupavam-se destes abraçar, numa forma de se auto-consolar, já que não havia alguém para o fazê-lo.

Seus olhos marejados ainda con-seguiam ver, nem tão nitidamente, suas malas, jogadas e espalhadas pelo cor-redor. O pior de tudo, é que nem entrar novamente em  seu dormitório podia, a final, TaeHyung havia lhe chutado, lite-ralmente, para fora do cômodo,  após a menina pisar em seu dedo ferido e ensanguentado devido a maleta pesada que havia, anteriormente, caído grossei-ramente no pé masculino. Claro que foi sem nenhum pingo de maldade, e sim o mais puro descuido dela... 

Mas...   Quem Disse Que Kim Tae Hyung Entendia, Ou Melhor, Acreditava?

E, ela só não entrava para dentro do cômodo por sua chave ter ficado em cima de sua cama, novamente,    o mal-dito descuido de S/n, a fez ter de espe-rar pela boa vontade do rapaz lá dentro, para conseguir entrar no cômodo. Se isso chegasse a acontecer. 

Ela queria gritar, queria esmurrar a cara deste palhaço, apesar de sentir um leve dó de estragar o nariz perfeitinho deste baita filho de uma boa mãe,  que provavelmente trabalhou tanto, quê, fi-cou tão ocupada se preocupando em por comida em sua mesa, que infeliz-mente, esqueceu de educar, nem que minimamente,   o seu filhinho mimado o ignorante.    Estava chorando feito uma criança, isto é fato.  Mas, ela não sabia ao certo por o que deveria chorar. 

Deveria chorar por ter sido expul-sa, de seu próprio dormitório?     Nah'! Isso poderia ocorrer a qualquer mo-mento. Por exemplo,  caso esquecesse sua chave no dormitório, ninguém  es-tivesse dentro do cômodo,  e para piorar ela tivesse', desacompanhada, e, prova-velmente,  teria de esperar sua, no caso, seu, colega chegar e abrir a porta para ela.

Ou, estava derramando litros de água através dos olhos pelo leve sen-timento de culpa que percorria sua es-pinha dorsal, e lhe tomava conta dos pensamentos,      juntamente da ideia de não se dar nem um pouquinho bem com o que deveria ser seu amigo, o que é muitíssimo provável de se concreti-zar?  Bom, até poderia ser. 

Como eu já havia dito antes, nem mesmo ela sabe ao certo.

-Você está bem,garotinha?-De re-pente,      uma voz angelical ecoou pelo corredor,  visivelmente preocupada,  en-quanto uma mão tocava o ombro femi-nino com cautela, e muito receio.    Não sabia como a outra reagiria, e assustá-la, mesmo que acidentalmente, não o parecia uma boa opção. 

S/n e seu orgulho ferido  -afinal, tinha sido pega "fazendo drama" logo no primeiro dia-, engoliram o choro, limpando o canto do olhos, diga-se de passagem inchados-, com as costas da mão direita, um por vez.  Deu uma úl-tima fungada', antes de finalmente olhar diretamente para quem preocupava-se consigo. 

Byun estava em seu barra de Hong, dormitório,  que é,       obviamente compartilhado, como foi dito agorinha mesmo; estudando para a prova de li-teratura clássica coreana que teria a-manhã, enquanto o estadunidense me-xia em seu aparelho eletrônico,  vestido com apenas uma bermuda, tendo seu tronco coberto por uma coberta; quan-do ouviu barulhos que indicavam uma discussão no dormitório vizinho,         e, então o barulho de uma porta sendo fe-chada violentamente,     juntamente de outros altos barulhos e estrondos,  seguidos por soluços audíveis apenas para seu dormitório, provavelmente. 

Então cá está o garoto repleto das mais puras intenções, que compade-cido, tentava encontrar uma forma de consolar a jovem sem lhe ferir mais ain-da o ego, esperando pacientemente pe-la resposta da jovem visivelmente oci-dental, que após um longo,  e, diga-se de passagem pesado,  suspiro, decidiu responder. 

-Não... Digo, não se preocupe.    -Gaguejou, vendo pelo canto dos olhos, o rapaz recolher as malas próximas e até mesmo as distantes de si, logo as empilhando, e colando em frente a porta cujo ele havia saído anteriormente, ain-da sorrindo largo, o que deixava S/n minimamente feliz, apesar de ainda não compreender o porquê do rapaz sentar ao seu lado. Afinal, qual seria o motivo deste lhe querer fazer companhia? 

"Seria por pura pena?"-S/n fez bi-co ao cogitar esta possibilidade,ato que contribuiu para Byun sorrir mais largo, desta vez tímido,      por estar achando a cena extremamente fofa.

-Byun Baek Hyun. -Falou simplis-ta ao notar que a menor havia uma face curiosa, então, perguntou-se se era por não ter se apresentado antes, e, apesar de não saber se era de fato isto o que martelava na cabeça feminina,  decidiu só descobriria caso seu nome fosse dito, mesmo que em vão.  

-S/N/C. (Seu Nome Completo). -A jovem sorriu para o platinado, fitando com cautela este, que fazia o mesmo. 

-Por que não entra? -Perguntou curioso, referindo-se ao dormitório cuja a porta a brasileira estava escorada. 

-Longa história... -Murmurou bai-xo, sorrindo minimamente apenas para não preocupar o rapaz.

-Conhece alguém aqui? -Arqueou uma de sua sobrancelhas também pla-tinadas.

-Apenas você, e o... 

-Oh! -Exclamou interrompendo a jovem, que fez careta desgostosa.     -Venha!  -Puxou delicadamente o braço da menina, dando um impulso para esta levantar, abrindo a porta de seu dormi-tório, e chamando a outra para que fi-zesse o mesmo, o que aconteceu. 

A jovem surpreendeu-se ao ver, de face preocupada, vulgo amedronta-da, com direito a olhos arregalados e boca entreaberta, cabelos bagunçados, e tronco exposto. 

Perguntou-se se este era o jovem que anteriormente era perseguido por uma garota pouco menor que ele.

-Você não é o...       -Perguntou baixinho, vendo o mais alto negar inú-meras vezes com a cabeça, e a olhasse como se pedisse para esta fingir que nunca havia o visto. -Ok. -Sussurou para que apenas o amigo de seu amigo escutasse.

-Quer que eu traga suas malas? Para não correr o risco de alguém pegá -las. -Sorriu Byun, vendo a menina as-sentir com a cabeça. -Este é meu cole-ga de quarto. Se ele te encher o saco, pode dar lhe um soco. -A jovem sorriu divertida,  fitando cuidadosamente o dormitório do seu possível novo amigo.

-Não dá idéia pra' ela não Baekkie, não dá. -Resmungou o estadunidense, revirando os olhos,    enrolando-se mais ainda em sua coberta, chegando ao ponto de assemelhar-se ao um casulo mal feito, fofinho e rechonchudo de bor-boleta.

A jovem soltou uma risadinha bai-xa, sendo audível apenas para o Hong, que a fitava cuidadosamente. Todavia, ouvira das más línguas,  que latinas são bonitas,  porém,    até o momento atual,  nunca presenciara tal beleza, sendo esta totalmente diferente da que ele es-tava ligeiramente acostumado, e, muito provavelmente, foi esta incrível "beleza exótica",  que lhe cativou toda a aten-ção, ao mesmo tempo em que lhe tirava, vulgo roubava, todo o fôlego. As curvas delicadas, juntamente da pele levemente bronzeada, bochecha leve e  artificialmente coradas, os olhos claros, e dos cabelos longos e cacheados  &  a pouca altura adorável, eram tudo o que Hong mais gostaria na vida, de admirar,  e pegou-se se perguntando o que aque-la obra prima de garota estava fazendo fora de um museu da mais refinada ar-te. 

Oh não, não confunda,    e muito menos tenha a insolência de comparar a bela jovem à algum daqueles rabiscos enquadrados, e//ou desenhos estanhos -para não dizer escrotos', até por esta beirar o exagero,  apesar de ser a pala-vra correta-, que valem uma fortuna sa-be-se lá Deus o porquê.

Byun pigarreou alto, com sorriso ladino e mínimo, ajoelhou-se na frente do rapaz, brincando: -Se você não parar de secar-la,     vai acabar a assustando, Joshua






E no Brasil, já logo no começo do ano letivo, alunas e alunos de diversas cidades, de diferentes escolas e colégios, recebiam a notícia de que al-gumas poucas vagas para um inter-câmbio, com direito a bolsa de estudos com o equivalente de  noventa e cinco por cento (95%) das despesas inclusas nesta, tendo em vista que não teriam de gastar dinheiro com alimentação, ma-teriais para estudo , passagens de vôo e estadia, pois estes viriam inteiramente grátis e inclusos com a tal bolsa.  Os alunos que a conseguirem, apenas pa-garam pelo uniforme e taxas de ins-crição, e talvez o passaporte, apenas caso o indivíduo não possua um.

-E então Haenul? Vai participar? -Perguntou uma amiga da menina pálida que, apenas assentiu com a cabeça. 

-Toda a escola irá participar...  -Revirou os olhos, a desentende de chi-nese, tendo mãe americana, Eliza. 

-Quem seria doido de perder uma oportunidade como esta Eliza? -Ex-clamou a única verdadeiramente em-polgada,     sendo esta a tal amiga de Haenul, e colega de Eliza.    -Nem todos aqui tem familiares orientais, muito me-nos a oportunidade de poder visitá-los todas as férias. -Resmungou, invejando a jovem. Afinal,    tudo o que dissera era verídico, quantos ali viajam frequente-mente para Hang Zhou? 

-Realmente... -A platinada de o-lhos azuis concordou com a amiga.

-Você também não conta!     -Fez bico a jovem que tinha na família ape-nas brasileiros.  -Seus pais são estran-geiros! Até o seu cachorro deve ser de outro país.  -Riram baixinho. Era verdade, a única brasileira da família era de fato Haenul. Sua mãe, é italiana dos olhos claros, apesar de sua avó materna ter origem alemã. Seu pai e toda a sua família,  eram a mesclagem entre japoneses e coreanos. 

Diga-se de passagem, que a fa-mília desta Kim, é deveras extremamen-te diversificada. 

-Meu cachorro é brasileiro sim... -Relutou a jovem de altura adorável, com um sorriso meigo, achando as caras e bocas da tampinha que caminhava ao seu lado extrema e exageradamente en-graçadas.  -Você é brasileira, né? -Riu, vulgo gargalhou, muito alto da cara de indignação da sua pequena Xuxu'.






[Para: Felo da Putcha Fermentado

Cú de frango? (。・ω・。)                    •17:26]


[De: Felo da Putcha Fermentado

O que você quer agora, SeungKwan? ( ̄- ̄)                       •17:27]


[Para: Felo da Putcha Fermentado

Você fala como se eu só te chamasse para pedir algo... ಥ﹏ಥ •17:28]


[De: Felo da Putcha Fermentado

E não é verdade?                     •17:28]


[Para: Felo da Putcha Fermentado

....                                              •17:29]

[Para: Felo da Putcha Fermentado

É claro que não!  ୧(๑•̀ ▃ •́๑)୨                                               •17:30]


[De: Felo da Putcha Fermentado

Não é isso que às 127 mensagens enviadas por você dizem... (´-ι_-`) •17:31]


[Para: Felo da Putcha Fermentado

Aaaah... Então é assim Kim MinGyu? (╬ Ò ▂ Ó)                             •17:31]

 [Para: Felo da Putcha Fermentado

Vai jogar mesmo na cara minha cara, todos os conselhos e pedidos feitos por mim? Sem mais nem menos? (ノಥőಥ)ノ゙                                                •17:31]


[De: Felo da Putcha Fermentado

¯\_(ツ)_/¯                                •17:31]


[Para: Felo da Putcha Fermentado

E aquele papinho do "Relaxa, eu não vou cobrar este favor, não vou pedir  nada em troca. Afinal, você é um dos meus grandes amigos e blá blá blá", ein senhor Kim MinGyu? (っ╥╯﹏╰╥c) •17:31]


[De: Felo da Putcha Fermentado

...                                                 •17:32]

[De: Felo da Putcha Fermentado

Você quer que eu pegue o controle remoto na mesinha,  não é? (๑-﹏-๑) •17:33]


[Para: Felo da Putcha Fermentado

Quero ( ๑ ❛ ڡ ❛ ๑ )                       •17:35]


Após bufar alto o suficiente para ser audível ao colega ao seu lado no sofá, Kim esticou seu braço direito,  pegando o controle da TV, entregando a Boo, que sorriu minimamente.

-Difícil não? -Perguntou sarcásti-co,  referindo-se ao "esforço" que era necessário para pegar o bendito con-trole. 

-Muito. -Brincou o mais preguiço-so entre os dois, Boo, trocando de ca-nal. 

-A sua sorte, é que hoje eu estou com um excelente humor. -Resmungou Kim, ajeitando-se no sofá,  logo vendo seu celular vibrar novamente. 






[Para: Felo da Putcha Fermentado

Sabia que você é o Poste hu-mano que eu mais amo neste mundo inteiro?(・ω・)❤                                          •17:37]


[De: Felo da Putcha Fermentado

O que você quer desta vez, ein Boo? E sem drama, por favor.  ̄- ̄ •17:37]


[Para: Felo da Putcha Fermentado

Já que você está de bom humor hoje... Eu estava pensando em te pedir para fazer pipoca doce, e com "doce"  eu quero dizer que é com muita cobertura de caramelo... \(●ω●)/  •17:38]


[De: Felo da Putcha Fermentado

Mais alguma coisa?               •17:38]


[Para: Felo da Putcha Fermentado

Uma Coca-Cola Zero, se pos-  sível, claroヾ(≧ ω ≦)ゞ                      •17:39]


-Com ou sem gelo?       -Kim murmurou, vulgo resmungou, sem um pingo de ânimo após levantar-se, e andar rumo à cozinha do apartamento  compartilhado. 



-Vai deixar eu fazer o curativo ou não?  -Revirou os olhos a quase-avó de Tae Hyung, tentando terminar de cuidar do seu agora cortado, dedo do pé. -Eu ainda não sei qual foi a burrada feita por ti, para conseguir se machucar de novo, criança. -Resmungou, segurando o tornozelo do garoto.

-Foi tudi culpa daquela estran-geira ahjumma! -Gritou, recebendo um tapa na canela desnuda. -Desculpe. 

-Eu tenho certeza,   de que  não foi de propósito, meu filho. -Sorriu para o jovem, ao finalizar o curativo, indireitan-do-se na cama. 

-Não sei não, ahjumma... 

-Afianl, cadê a menina? -Olhou em volta, vendo apenas uma toalha jogada em cima da segunda cama do quarto, juntamente de uma camise feminina.

-Eu expulsei ela daqui.     -Disse simplista, de nariz empinado e ego inflamado.

-Você não fez isto Kim Tae Hyung! -Esbravejou a mulher muito mais velha que o jovem. 

-Fiz! Eu já informei ao meu pai que eu não quero ter de compartilhar meu dormitório, muito menos com ela! -Fez bico.

-Pare de ser tão mimado, antes que eu lhe dê uns cascudos! Seu mole-que fresco. -Brigou a senhora.

 Todavia, Tae Hyung nunca quis dividir o seu quarto, e deixou isto bem claro a seu pai, que preferiu deixá-lo à vontade. Mas, de repente, este decidiu de última hora que esta tal estrangeira cujo ambos os Kim's não tinham ne-nhuma grande referência,  além do histórico escolar mais do que perfeito que esta possuía. E, a raiva do mais no-vo ao descobrir que agora, teria de con-viver com uma garota que já chegou tentando aniquilar seu pobre dedo do pé,  com inúmeras bagagens pesadas, contribuiu para este pegar um certo ranço da mais nova.

Ele sabia que isto lhe causaria muitos problemas.      Então,  decidido a não levar um sermão de seu pai futura-mente, levantou-se e caminhou até a porta,  a abrindo rapidamente. 

-Okay, okay... Você até pode voltar para dentro agora, mas terá de se des... -Olhou em volta do corredor, não en-contrando a jovem, muito menos suas bagagens. -Onde ela está?  -Perguntou para a mais velha, que deu de ombros. -Ótimo...    Agora eu vou ter de sair para procurá-la! -Resmungou alto.

-Bom, se me permite,     eu já vou indo. Tenho muito o que fazer ainda ho-je. Se cuida, criança.    -Disse saindo do quarto.

Enquanto Tae Hyung pensava en-costado na porta,  ouviu risos altos, vin-dos do dormitório ao lado. Começou a prestar atenção na conversa, ouvindo a voz de Baek Hyun. Como não reco-nhecer a voz deste garoto, que grita, e muito? Escutou também,  a suave voz de Hong, que neste momento, era usada para gargalhar audível até para fora de seu dormitório. 

Porém, o que lhe cativou a aten-ção, juntamente da capacidade de con-centrar-se fixamente em algo, foi uma terceira voz, sendo esta feminina. 

Sem muito pensar,  logo já se en-contrava em frente a porta do "vizinho", batendo sutilmente nesta, não demo-rando muito para ser atendido, vendo um Byun sorridente. 

-Pois não? -Byun, disse melo-dioso, mas antes, olhou algumas vezes para trás, rindo baixinho e sacudindo a cabeça. 

-Então... Você viu a minha estran-geira? -Sorriu amarelo.


Notas Finais


Ontem eu descobri que em meus plenos 16 aninhos, tenho de 1,58 de altura...‎(•'-'•)
Eu aki, iludida, pensava que tinha por volta dos 1,60 & 1,64... Falava para minha mãe que já devia estar do tamanho do Woozi, e que, talvez chegaria na do JinHo (Pentagon)... ಥ﹏ಥ
Cara, eu faço o Woozi parecer um MinGyu, ChanYeol ou NamJoon da vida. (ōᆺō)
Maaas, minha nutricionista disse que se eu me alimentar corretamente, posso crescer mais dois centímetros até os 18 anos!! (ง• ͜ •)ง


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