História New Thailand - Kill or Die - Capítulo 11


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Categorias EXO, Seventeen, TWICE
Personagens Baekhyun, Boo Seungkwan, Chaeyoung, Chanyeol, Chen, D.O, Dahyun, Hansol "Vernon" Chwe, Hong Jisoo "Joshua", Jeon Wonwoo, Junghan "Jeonghan", Kai, Kim Mingyu, Kris Wu, Lay, Lee Chan "Dino", Lee Jihun "Woozi", Lee Seokmin "DK", Lu Han, Mina, Momo, Sana, Sehun, Seungcheol "S.Coups", Suho, Tzuyu, Wen Junhui "JUN", Xiumin, Xu Ming Hao "THE8"
Tags 2na, Ação, Baekhyun, Baeklu, Baeksoo, Cheolsoo, Drama, Gyuhao, Jeongcheol, Jihan, Kaisoo, Michaeng, Misana, Momo, Motzu, Sami, Sana, Satzu, Sebaek, Soonhoon, The8, Twice, Tzumo, Tzuyu, Verkwan
Visualizações 79
Palavras 4.021
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), LGBT, Orange, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu não sei porque, mas quando a inspiração bate, eu só paro quando escrevo tudo ksksks boa leitura :3

Capítulo 11 - The truth


Com passos rápidos todos já invadiam o local, suas armas estavam em frente ao corpo carregadas e prontas para serem usadas. Era evidente que o pessoal de Byun estava preparado para que algo assim aconteça novamente, não iriam ser tão descuidados como antes e por conta disso, Sana comandou que assim que vissem qualquer um daqueles homens, apenas atirassem, ou os mortos seriam eles ou os capangas de BB.

 

 

 

 

 

A troca de tiros já estava acontecendo, Sana sabia perfeitamente como não levar nenhum tiro e acertar qualquer um. Por mais que a mesma não fosse acertada, havia algumas pessoas em seu grupo que possuíam essa má sorte.

 

 

 

 

 

Ming Hao.

 

 

 

 

 

 

O rapaz era o alvo principal dos tiros mesmo que ainda não tivesse sido acertado, Sana ficava frustrada com isso mas logo ficou mais calma quando Mingyu se colocou como protetor do garoto. Pelo tamanho e habilidade, sabia que Hao não acabaria morto em uma missão tão pequena.

 

 

 

 

 

 

Ao acabarem com todos que estavam ali, comemoraram, menos Sana que fez questão de ir na direção da cabana que continha os possíveis dados que precisava.

 

 

 

 

 

 

Ao abrir a porta, a garota viu logo uma pequena tela que mostrava toda a área do local que estava.

 

 

 

 

 

- Alguém estava nos observando — disse baixo caminhando para perto da tela e se sentando na cadeira. Puxou algumas gavetas e apenas encontrou balas e algumas armas.

 

 

 

 

 

Revirou seus olhos e se levantou, caminhou em volta da cabana com os braços cruzados e apenas observou cada detalha daquele lugar, por fim, acabou encontrando algo que seria útil para ela.

 

 

 

 

- Bingo... — caminhou até um mural e viu algumas áreas marcada, deduziu que poderia ser locais de entrega ou troca de armas — se conseguirmos a hora, será mais fácil de diminuir a gangue dele...

 

 

 

 

 

 

Apesar da concentração no que estava fazendo, acabou percebendo que não estava sozinha no local. Colocou sua mão em sua arma e a puxou, virou bruscamente apontando a arma e se manteve firme.

 

 

 

 

 

 

- Ei! Abaixa isso, sou apenas eu! Não precisa atirar — disse Vernon levantando as mãos fazendo Sana bufar — Cheol queria saber onde você estava, ele encontrou uma coisa.

 

 

 

- Parece que eu e ele encontramos algo — disse Sana abaixando a arma e suspirando — pegue aquele mapa com cuidado e leve-o para a base, será de boa ajuda para nós.

 

 

 

 

 

Após Vernon afirmar com a cabeça, Sana saiu da cabana e andou até onde Seungcheol estava, o mesmo olhava sério para uma câmera e analisava cada detalhe.

 

 

 

 

 

 

- O que encontrou? — perguntou Sana.

 

 

 

- Uma câmera — respondeu — estão nos observando, sabem que estamos aqui e que matamos vários dos deles.

 

 

 

 

- Na cabana havia um monitor mostrando o que acontecia aqui — disse Sana.

 

 

 

- Pela marca da câmera— apontou Cheol — não era só para a cabana que a filmagem está sendo mandada.

 

 

 

- Vamos sair daqui — Sana olhou em volta — eles devem estar esgotados.

 

 

 

- Chan, Jihoon e Soonyoung estão acabados e creio que Hao se machucou novamente — disse Wonwoo se aproximando junto de Joshua.

 

 

 

- De novo? — disse Sana — onde ele está?

 

 

 

 

- Acho que com Mingyu — respondeu Joshua — ele não quis sair de perto do garoto, então provável que ainda estejam juntos.

 

 

 

 

 

 

Sana ficou um pouco pensativa e logo deu de ombros, pegou sua arma e apontou para a câmera logo atirando na mesma, Wonwoo e Joshua levaram um pequeno susto com o ato dela e Cheol entendeu rapidamente porque estava fazendo isso.

 

 

 

 

 

 

- Reúna todos, precisamos voltar — ordenou Sana — vamos, precisamos ser rápidos.

 

 

 

 

 

 

 

Assim que reunirão todos, saíram o mais rápido do local logo voltando para a própria base, se estabeleceram e foram descansar, com exceção de Sana. Ainda queria saber quem estava naquela cabana observando tudo, só havia duas opções sobre o que aconteceu com quem estava lá: fugiu ou saiu para ajudar os outro. A segunda opção era bastante tola por ser alguém da gangue de Byun, com certeza havia fugido.

 

 

 

 

 

 

A pergunta que não saía de sua cabeça era quem estava lá.

 

 

 

 

Sana não parava de andar de um lado para o outro por apenas está com isso na cabeça, e se aquela pessoa fosse alguém próximo à Byun? Ou se fosse o próprio Byun? Eram tantas hipóteses que já estavam deixando a garota completamente maluca com isso. Optou por sentar-se e tentar relaxar, mas mesmo sentada sua cabeça parecia explodir, acabou ficando obcecado com isso e querendo ou não, seu foco estava apenas ligado em cortar a garganta de Byun Baekhyun ou qualquer pessoa que tenha matado Tzuyu naquele dia.

 

 

 

 

 

 

- Droga... — disse Sana com a voz baixa — me arrependo tanto de ter deixado ela sozinha — colocou suas duas mãos na cabeça enquanto abaixava a mesma — deveria ter deixando a arma com ela... ao menos teria como se defender apesar de não saber como usar — sem perceber já estava com os olhos cheios de lágrimas, começou a puxar os próprios cabelos enquanto deixava toda aquela dor sair de dentro enquanto se sentia culpada — poderia ter sido diferente, deveria ser eu, não ela, mas que droga, eu sinto tanto a sua falta, Chou... Eu a quero de volta...

 

 

 

 

 

Seu choro já estava descontrolado, toda aquela raiva que estava tendo por Byun acabou virando tristeza por lembrar que nunca mais veria Tzuyu novamente. A cada lágrima lembrava de seus momentos juntas, seus toques, sorrisos, olhares e até seus beijos... Mesmo que uma das últimas coisas que a tenha dito foi um “eu te amo”, não sentia que foi o bastante, apesar de não saber que aquilo poderia acontecer, queria ter dito mais, dizer o quanto ela era importante, o quanto nada a fazia tão bem quanto ela, que jamais iria se arrepender por ter ficado todo esse tempo ao seu lado. Sana sentia sua falta, a queria ao seu lado, só queria ver seu rosto e o ouvir o doce som da sua voz, ela apenas queria sua namorada de volta.

 

 

 

 

 

Lembrou de seus momentos com Mina naquele bar, mas começou a chorar mais forte ainda, ela não era Tzuyu e por mais que seja algo horrível de se fazer, ficou com ela enquanto pensava em Tzuyu, queria tentar seguir em frente, mas ao mesmo tempo não queria, apenas estava com vontade de tê-la novamente.

 

 

 

 

 

Aquele sentimento de vazio a destruía, precisava sentir os braços de Tzuyu abraçando seu corpo novamente, aquele era o seu momento mais feliz de todos. Nunca mais teria isso novamente, só o que restava era chorar com as lembranças que guardava das duas.

 

 

 

 

Enquanto todos descansavam, Sana estava lá, chorando e se encolhendo cada vez mais por isso. Ficou a noite toda daquele jeito, não conseguiu sequer dormir, talvez fosse daquilo que ela precisava, descarregar e chorar o máximo que conseguia, ainda não havia chorado por isso e agora que estava chorando, sentiu toda a dor de uma vez.

 

 

 

Quando escutou boa parte das pessoas acordarem, Sana limpou suas lagrimas e tentou se recompor, não estava com vontade de responder nenhuma pergunta. Se levantou e respirou fundo, saiu de onde estava e foi se encontrar com os outros.

 

 

 

Olhou em volta e logo viu Seungcheol, que estava conversando com Jeonghan enquanto preparava um sanduíche para si. Olhou para o outro lado e viu Hao conversando com os outros, respirou fundo e foi a encontro de Cheol.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


》》《《

 

 

 

 

 

 

 

Momo se encontrava sentada no chão afiando uma de suas facas, Mina estava deitada em cima de um tronco não muito próximo a loira e Tzuyu observava as duas um pouco distante. Se levantou e foi para perto de Momo, se sentou ao seu lado e colocou a cabeça deitada em seu ombro, logo a loira olhou para Tzuyu e a mesma sorriu, mas não teve o sorriso retribuído.

 

 

 

 

 

- O que está fazendo? — perguntou a loira enquanto via Tzuyu sorrindo.

 

 

- Conseguindo atenção — disse Tzuyu fechando os olhos e se aproximando de Momo com um breve biquinho.

 

 

 

Momo apenas se afastou e a viu abrir os olhos logo fazendo uma expressão triste.

 

 

 

- Estou ocupada, não está vendo? — disse Momo com um tom sério — não quero que se machuque.

 

 

- Não vou me machucar, só vou te beijar — disse Tzuyu ainda com a expressão triste.

 

 

- Já olhou para o que tenho em mãos? — disse Momo mostrando a faca — depois você vem me perturbar, agora vai irritar Myoui, ela adorou sua companhia.

 

 

- Está me jogando para ela? — disse Tzuyu fazendo bico.

 

- Estou fazendo você não me irritar enquanto estou afiando minha faca.

 

 

- Você não me machucaria.

 

 

- Não? — disse Momo se aproximando da morena e dando um peteleco em sua testa, a mesma riu quando escutou um “ai” vindo de Tzuyu — anda, vai conversar com a Myoui.

 

 

- Ainda queria te beijar — disse Tzuyu revirando os olhos e se levantando, caminhou na direção de Mina e se sentou ao seu lado.

 

 

- Por favor, não me faça perguntas — disse Mina com os olhos fechados — não estou com paciência para pensar.

 

 

- Vocês duas estão com um humor horrível hoje — bufou Tzuyu.

 

 

- Ao contrário de mim, Momo riu — disse Mina se sentando no tronco — ainda estou com Chaeyoung na cabeça, como que eu nunca mais vou vê-la? Aish... Isso é tão frustrante.

 

 

- Você gosta dela, é por isso — disse Tzuyu dando de ombros — nem adianta negar, você vai pensar mais ainda nela.

 

 

- Mesmo se eu gostasse, ela não gostaria de mim — disse Mina suspirando — tenho certeza que ela não curte mulheres.

 

 

- Como tem certeza disso? — disse Tzuyu arqueando a sobrancelha — ela parecia sentir algo por você, quando eu estava saindo com Momo, olhei para trás e achei que ela iria te beijar, mas parece que não foi isso que aconteceu.

 

 

- Acha que eu deveria ter beijado ela quando tive a chance?

 

 

- Talvez — respondeu Tzuyu olhando para Momo e suspirando — Chaeyoung parecia menos complicada que ela.

 

 

- Momo gosta de você, já tem vantagens — disse Mina — eu já não irei ver Chae novamente, então digamos que você está muito melhor que eu.

 

 

- Ela ainda me nega.

 

 

- Por que você ainda se surpreende? — perguntou Mina olhando para Tzuyu — esse é o jeito dela — riu — mas quer uma dica em relação a ela? Não banque a dominante, ela prefere que ela seja a dominante.

 

 

- O que quer dizer com isso? — perguntou Tzuyu olhando para Mina com dúvida.

 

 

- Deixe que ela venha até você, a provoque — disse Mina sorrindo maliciosa — o truque é fazê-la olhar para sua boca, depois é só a deixá-la louca.

 

 

- E isso vai funcionar? — Tzuyu não parecia convencida.

 

 

- Só irá saber se tentar — Mina continuou com o sorriso, mas logo o mudou para algo mais normal — Tzuyu, agora me veio uma pergunta em mente, se Sana ainda estivesse viva, quem você escolheria?

 

 

- Como sabe sobre Sana?   

 

 

- Momo me explicou o básico que eu precisava saber — disse Mina dando de ombros — ainda quero saber a resposta, escolheria Momo ou Sana?

 

 

- Eu não tenho como te responder isso — suspirou Tzuyu — mas levando em consideração tudo que aconteceu, talvez a Momo.

 

 

- Mesmo com a Sana viva, você a escolheria? Hm, interessante — disse Mina com um sorriso de canto.

 

 

- Sana não está viva, por isso a escolheria — Tzuyu abaixou o olhar — se estivesse realmente viva, eu não saberia com quem ficar, digo... eu passei maior parte da minha vida com ela como se dependesse dela, nos namoramos e tivemos os melhores momentos de todos mas com a Momo, eu aprendi a não depender tanto de alguém, aprendi também que não é tão fácil assim ficar com alguém e quando você finalmente consegue, não quer parar nunca mais, também tive momentos incríveis com ela... como aquele que ela foi atrás de mim em Bangkok, foi a primeira vez que ela deu um sinal que gostava de mim e deixou que eu cuidasse dela — sem perceber, Tzuyu já estava com um sorriso bobo no rosto.

 

 

-  Você realmente gosta da Momo — riu Mina — acho que formariam um belo casal, já até comentei isso com ela.

 

 

- Eu vou tentar fazer o que você me disse — Tzuyu falou sorrindo e se levantando.

 

 

 

 

Se aproximou lentamente de Momo, a viu colocando a faca no chão e respirou fundo, parou atrás da mesma e ficou de joelhos, colocou as mãos em volta de sua cintura a fazendo virar para si, sorriu e a soltou fazendo a loira ficar confusa.

 

 

- Não falei para você perturbar a Myoui?

 

 

- Falou, mas vim ver como você estava, já terminou de afiar a faca? — perguntou olhando para a faca que se encontrava no chão.

 

 

- Já — respondeu revirando os olhos e se virando por completo para Tzuyu.

 

 

- Está com fome? Eu posso sair com Mina e procurar comida — sorriu Tzuyu — ou eu posso ir sozinha também.

 

 

- Tzuyu, você não vai para nenhum lugar sozinha — disse Momo suspirando — não estou dizendo que é incapaz de se defender, mas que pode se perder, coisa que é bem capaz de acontecer.

 

 

- Eu tenho um bom senso de direção, ok?

 

 

- Claro, com certeza — Momo riu irônica — eu vou com você, não precisa ir com a Mina — disse se levantando — vamos.

 

 

- Está indo comigo por se preocupar ou por ciúmes? — perguntou Tzuyu com um sorriso provocante.

 

 

- Estou indo para ficar com você — sorrio Momo começando a andar na direção da floresta.

 

 

 

Tzuyu ficou surpresa e sorriu, acompanho Momo com um sorriso no rosto, mas manteve uma certa distância, o que deixou Momo curiosa, não esperava isso. A loira olhou para Tzuyu com uma expressão confusa, o que fez Tzuyu continuar sorrindo normalmente.

 

 

 

- Por que não vem mais para perto? — perguntou Momo olhando para Tzuyu.

 

 

- Estou bem aqui — respondeu Tzuyu, o que fez Momo ir na sua direção e se aproximar mais dela.

 

 

- Me diz, o que foi?

 

 

- O que foi o que? — perguntou Tzuyu ainda sorridente.

 

 

- Você queria atenção, eu neguei e agora que eu estou tentando dá atenção para você, você está negando — disse cruzando os braços.

 

 

- Eu estou negando? Não sabia que eu estava fazendo isso — riu Tzuyu — o que foi Momo? Isso te incomoda?

 

- Um pouco — disse Momo aflita — Eu não consigo entender você.

 

 

- Não consegue? — Tzuyu continuou sorrindo e isso estava tirando Momo do sério.

 

 

- Para de sorrir assim, estou ficando louca com isso — retrucou Momo vendo que ela não iria parar — Tzuyu, você não ganha nada me deixando irritada.

 

 

- Mas eu não estou fazendo nada — disse mudando sua expressão para algo mais provocante e mordendo o lábio inferior.

 

 

- Acho que entendi aonde quer chegar, Myoui que te ensinou isso? — Momo perguntou suspirando — isso não funciona comigo, só funcionou uma vez e depois dessa primeira vez, sempre que Mina faz isso, eu tenho vontade de esgana-la.

 

 

- Espera, está dizendo que vocês dormiram juntas? — disse Tzuyu arregalando os olhos e olhando para trás — então é por isso que se conhecem tão bem...

 

 

- Ela fez isso para que eu deixa-se ela morar uma semana comigo — disse Momo revirando os olhos — acha mesmo que eu dormiria com ela?

 

 

- Ah, então foi isso ­— Tzuyu respirou mais aliviada e olhou para Momo — já que estamos falando de dormir com pessoas, já fez isso antes? — perguntou meio insegura.

 

 

- Não vou responder isso — Momo suspirou — e também não vou perguntar se já fez.

 

- Não quer experimentar? — Tzuyu mordeu o lábio inferior e depois desviou o olhar — esqueça, não precisa responder, algumas pessoas tem medo da primeira vez... eu fiquei um pouco assim na primeira vez que fiz... — disse a ultima frase com a voz baixa.

 

 

Momo suspirou e se aproximou mais de Tzuyu.

 

 

- Eu não sou virgem, Chou Tzuyu — disse Momo com um tom um pouco sério — e por conta disso, que fico fugindo quando alguém quer me colocar como submissa ou me trata passivamente.

 

 

- Eu ainda não entendi o porquê...  ­— disse Tzuyu começando a se preocupar com o que possivelmente seria dito.

 

 

- Esse é o motivo principal pelo qual eu odeio Baekhyun — Momo disse completamente seria — ele me usava como brinquedinho sexual dele e não era só isso que ele fazia comigo, além de me torturar, ele me obrigava a fazer o trabalho sujo dele, sabe todos aqueles primeiros ataques que ocorram na Tailândia? Eu estava neles e se quer saber, aquele massacre que eu te falei sobre onde eu vivia, fui eu que comecei a matar todos, não foi Byun — disse se aproximando de Tzuyu, mas a cada vez que se aproximava sentia a morena se afastar.

 

 

- Você nunca me disse isso... — disse Tzuyu se afastando com uma expressão um pouco assustada.

 

 

- Eu te escondi a verdade, agora estou contando ela, quer que eu diga mais?

 

 

 

Tzuyu chegou em um ponto que não tinha para onde fugir, havia uma arvore atrás de si, seu coração estava acelerado e pela primeira vez estava sentindo medo de Momo.

 

- O que foi, Tzuyu? Não aguenta a verdade? — disse Momo começando a ficar com uma expressão que causava calafrios, uma expressão que Tzuyu já havia visto uma vez, mas não lembrava por quem, apenas sabia que aquela expressão a assustava imensamente.

 

 

 A loira colocou a mão em seu bolso e pegou uma pequena faca, não parecia tão afiada quanto a outra, mas era perfeita para cortar a garganta de alguém.

 

 

- Você está me assustando, Momo... — disse Tzuyu completamente assustada.

 

 

- Estou? — disse Momo sem mudar a expressão e ficando de frente para Tzuyu — interessante... — disse colocando a faca contra a arvore, o que assustou a morena mais ainda — lembra quando eu disse que cuidaria de você?

 

 

- Lembro... — respondeu com a voz tremula.

 

 

- Eu não estava mentindo, Tzuyu — disse Momo colocando as duas mãos no rosto de Tzuyu e se aproximando com o rosto iniciando um beijo calmo — não precisa ficar com medo de mim... jamais te machucaria — disse se afastando do beijo e formando um sorriso doce nos lábios — você é importante para mim mais do que pensa — disse começando a fazer uma expressão triste — Eu já fui horrível mas eu não sou daquele jeito, só machuco quem merece de verdade... que no caso são as capangas de Byun e o próprio Byun.

 

 

- Por um segundo achei que você ia... — disse Tzuyu começando a morder o lábio inferior — desculpa, não sei porque fiquei com tanto medo... Momo, me desculpa mesmo...

 

 

- Tudo bem — disse Momo sorrindo de canto e dando mais um selar de lábios em Tzuyu — ainda gosta de mim? Mesmo sabendo disso?

 

- Eu deixaria de gostar se outra pessoa me contasse e você continuasse me escondendo — disse Tzuyu passando os braços pela cintura da mesma — você está sendo totalmente sincera comigo?

 

 

- Não totalmente, ainda tem coisas que não te falei, mas foi porque ainda não me perguntou — disse dando alguns selinhos em Tzuyu.

 

 

- Não sei se aproveito esse momento ou te faço perguntas — riu Tzuyu sentindo Momo descer com beijos para seu pescoço.

 

 

- Você que sabe ­— disse Momo beijando o pescoço de Tzuyu — não será sempre que vou fazer isso...

 

 

- Então vou aproveitar isso — disse Tzuyu soltando um leve gemido após sentir um chupão em seu pescoço.

 

 

 

 

A loira voltou a distribuir beijos pelo pescoço da morena, foi subindo cada beijo até sua boca, a beijou intensamente enquanto colocava sua perna entre as pernas da outra e subia um pouco até se aproximar de sua intimidade. Desceu sua mão até o início da blusa de Tzuyu e a colocou por dentro acariciando o abdômen de Tzuyu, subiu a mão até chegar no sutiã da mesma, que logo o abriu e deixou sua mão por cima de seu seio o massageando. Isso fez com que a morena soltasse mais alguns gemidos, Momo dominava sua boca perfeitamente, conseguia deixar sua língua com a de Tzuyu em perfeita sincronia.

 

Tzuyu descia suas mãos pelo corpo da loira até chegar em sua bunda, onde começou a apertar e fazer com que Momo soltasse gemidos baixos. Uma das mãos de Momo se direcionou até o zíper da calça de Tzuyu, começou a abri-lo e abaixar até ter acesso a calcinha da mesma.

 

Assim que teve seu acesso, Momo começou a alisar a região coberta de Tzuyu, apesar da calcinha conseguia sentir que a morena já estava molhada. Sorrio e foi quebrando o beijo aos poucos com alguns selinhos, olhou para Tzuyu com um olhar malicioso e se aproximou da orelha da mesma.

 

 

- Não sabia que conseguiria deixar você desse jeito tão rapidamente —disse sussurrando e mordendo o canto da orelha de Tzuyu.

 

 

- Esse é o efeito que você tem sobre mim — respondeu Tzuyu com um sussurro e levando sua outra mão até os cabelos de Momo.

 

 

 

Sem perda de tempo, Momo começou a colocar sua mão por dentro da calcinha da mesma, adentrou um de seus dedos na intimidade da mesma e logo começou a fazer alguns movimentos circulares. Tzuyu começou a gemer manhosa, mordia seu lábio inferior diversas vezes, seus batimentos ficavam cada vez mais rápidos a cada movimento feito pelo dedo da loira em seu clitóris, quando menos esperou, Momo adentrou com o segundo dedo e fez com que seus movimentos ficassem cada vez mais rápidos e intensos, fazendo Tzuyu gemer mais ainda.

 

 

 

Depois de um certo período, sentiu um liquido quente em seus dedos e sorrio olhando para Tzuyu que já estava ofegante, retirou seus dedos e se aproximou dos lábios da mesma a beijando com vontade. Se separou do beijo e levou seus dedos até a própria boca, os chupou e sorrio se aproximando de Tzuyu dando um selinho na mesma.

 

 

 

- Se aparecer outra oportunidade, prometo fazer melhor que isso — disse a loira fazendo um breve bico, o que fez Tzuyu sorrir mordendo o lábio inferior.

 

 

- Isso já foi maravilhoso — disse subindo as mãos até o rosto de Momo — Mas eu vou querer outras oportunidades como essa.

 

 

- Espere pelo seu dia de sorte — Disse levando as mãos até calça de Tzuyu e ajeitando a mesma — anda, se ajeita, Myoui ficou sozinha e provavelmente deve estar com fome, ela fica insuportável com fome.

 

 

 

 

Tzuyu riu e se ajeitou.

 

 

 

Depois de pegarem o que deveriam, voltaram para onde Mina se encontrava, a ruiva estava com a cara fechada segurando um galho de arvore. Tzuyu riu e caminhou até a mesma com algumas frutas em mãos.

 

 

 

- Me desculpe pelo atrasado e obrigada pela dica — disse oferecendo algumas frutas para a ruiva que as pegou enquanto revirava os olhos.

 

 

- De nada, mas se forem fazer seja lá o que na floresta, tragam comida antes — disse Mina dando uma mordida em uma maçã.

 

 

- Amanha iremos para Saraburi — disse Momo se aproximando das duas — acho que poderemos sequestrar Jongin para facilitar nossa entrada.

 

 

- Como pretende fazer com que ele venha conosco? — perguntou Myoui enquanto comia.

 

- Deixarei essa parte com Tzuyu — disse sorrindo e olhando para a morena — tenho certeza que consegue isso.

 

 

- Aprendi o que sei com a melhor — disse Tzuyu sorrindo de canto.

 

 

- Okay, o amor é lindo, mas eu estrangulo as duas se fizerem algo na minha frente, eu apenas quero comer — disse Mina seria, o que fez Momo revirar os olhos.

 

 

 

 

Cerca de varias horas se passaram e agora precisavam encontrar Jongin, o problema seria saber onde o mesmo estava, não ficaria para sempre no bar de prostituição, em algum momento ele iria ficar em alguma base ou fazer trocas comercias de armas em Bangkok. O jeito seria invadir alguma base e olhar no rastreador, alguns capangas possuíam esse rastreador, na maior parte das vezes, eram homens que eram acusados de traição ou algo do tipo, e como se tratava de Kim Jongin, com certeza o mesmo possuía esse rastreador, já estava mais que na hora para Kai ter sua utilidade de verdade e ele poderia estar vivo ou morto para isso, tudo dependeria como o mesmo iria se comportar quando elas o encontrassem, talvez Jongin já imaginasse que Hirai Momo usaria o mesmo novamente, agora era só esperar o encontra-lo.

 

 

 

 

Kim Jongin, você é um homem procurado.

 


Notas Finais


só queria dizer que eu amo muito quando eu tenho inspiração


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