História New York por uma noite. - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 519
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Literatura Feminina, Poesias, Romance e Novela, Saga
Avisos: Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Você é linda despenteada, fique mais assim.


Fanfic / Fanfiction New York por uma noite. - Capítulo 2 - Você é linda despenteada, fique mais assim.

Logo decidir cozinhar qualquer coisa para comermos, ou melhor, para enrolar até irmos jantar. Você não demorou muito para entrar por aquela porta e me abrir o seu sorriso maroto que eu já conhecia, invadindo o ambiente com seu perfume me fazendo me apaixonar. Parecíamos conectados com o mesmo sentimento e o desejo de se ver.

-Boa noite minha pequena! – Você dizia enquanto se virava para trancar a porta da sala, com a bolsa de lado se atrapalhava um pouco, mas sempre achei graça desse seu jeito meio distraído. Decide-me parar atrás da parede que dividia a sala e o cômodo onde eu estava, e notando que sua fala havia sido retórica veio até a cozinha.

- Lyza? Cadê você? Está em casa? – Já havia fechado a porta da sala e eu estava centímetros atrás, encostados na geladeira, que por sinal era extremamente maior que eu. Decide-me pular nas suas costas para dar-lhe um susto, mas me notou muito antes de eu pensar em pular.

- Estava brincando de pique esconde?- disse se virando e entrelaçando seus braços em minha cintura, estávamos tão perto que era inevitável não sentir sua respiração.

- Senti que deveria lhe fazer uma surpresa...sussurrava na mesma entonação da musica que se tornava ambiente naquele nosso momento.

- Hum, e por isso está assim de com meu moletom e esse cabelo solto com cheiro maravilhoso de erva doce?

- Isso foi o acaso, você chegou antes de eu me trocar, e estava com frio. – Disse sorrindo, porque você me olhava fixamente olho a olho e dessa forma me deixava com vergonha. Você sabia disso, mas permanecia a fazer.

Tirando um cacho meu queachava ser independente e se jogar no meio de nossos rostos, você o colocouatrás da orelha e me beijou. Como a música não foi nada muito agitada, nada deferir os ouvidos o clima do beijo ficou intenso e tão saboroso como pimenta calabresa.Mas, suave, molhado e infinito. Porém mudo, e de repente já era delicado comouma flor. Sua mão já não cercavam mais meus quadris, já havia subido e tocado omeu rosto deslizando até a nuca como se não quisesse que eu fosse a lugarnenhum agora. Realmente eu não gostaria de estar em nenhum outro lugar que nãofosse o contorno de seus bíceps. Segurava-me como se fosse me fazer deitar nacama, uma mão acima do meu quadril localizado no centro perfeito da minha costae a outra se encontrava atrás dos meus muitos encaracolados cachos. Você sorria, me beijava, me olhava, e me beijava novamente repetindo o ciclo mais vicioso de minha vida. Eu simplesmente manti minhasmãos para baixo e deixei que me levasse ao seu trem e viajássemos até o seumundo, mesmo deitada em seus braços correndo um risco de     cair eu confiava , confiava que você não iria me soltar. Mas antes de embarcarmos ao trem você parou de me beijar sorriu enquanto já segurava meu rosto com suas duas mãos e sussurrou palavras doces como suspiros(era o que eu sinceramente sentia naquele momento ). 

- Estava morrendo de saudades, e você está linda despenteada, devia ficar mais assim! – disse e se afastou virando-se e indo para o quarto.







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