História New York por uma noite. - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 742
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Literatura Feminina, Poesias, Romance e Novela, Saga
Avisos: Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - Beijo na alma


- Bom esse cara aí de barba ruiva e cabelo grisalho, chama-se Frederico, ou melhor, Fred essa é sua esposa Kristall. – Disse apontando para o primeiro casal, que até eram engraçados. Extremamente opostos, enquanto Fred era baixo, gordo, de cabelo grisalho, e barba ruiva e bigode de mexicano, com uma corrente prata envelhecida por dentro da blusa xadrez. Sua mulher era alta, magra, com seios fartos, de cabelos ruivos e sarnas. Pelo seu tom de pele ela sim parecia ser ruiva ao contrario de seu marido.

- Esse moço aqui se chama Claiton e sua esposa Edemar, eles parecem tímidos, mas é só no início logo verão como são simpáticos. – Claiton era um homem naturalmente lindo não podíamos negar, alias, pude notar o seu desconforto quando me viu sentar ao lado dele. Um homem alto com a pele bronzeada pelo sol da América, com olhos verdes, sorriso largo e boca carnuda. Bem vestido com bermuda e uma camisa branca com uma corrente. Ombros largos, peitoral malhado, e leves fios grisalhos na lateral da cabeça o que era um contraste ao cabelo castanho claro. E sua mulher só tinha o nome realmente feio, porque seu rosto era esculpido. Rosto fino, negro, de um olhar estilo miss, longos cílios, cabelos encaracolados e longos, boca extremamente carnuda , e um corpo que me fez sentir-me vergonha do meu. Senti-me uma menina do lado de todo aquele mulherão. Casal perfeito e com uma aliança até parecidíssima com a nossa, pelo visto recém-casados. Era notória, a forma que se olhavam e trocavam sorriso.

- Prazer me chama Scott e essa é minha esposa Lyza.

- Prazer! – me empolguei dizendo.

-Então Scott aqui apesar de ser um restaurante clássico, ou aparentemente clássico, ele servem comidas e petiscos do século XXI. Ou seja, no cardápio poderá encontrar pizza uma boa feijoada no estilo carioca.

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Estávamos farto de tanta comida extremamente saborosa, isso porque não bebemos como todos eles. Eu não aguentava mais nem um biscoitinho da sorte se possível e você me inventa de me chamar para dançar.

- Me concede uma dança essa noite minha dama? – Disse quase me puxando para me levantar.

- Mas amor, acabamos de comer. E eu não sei dançar amor. – Tentei dar a as minhas melhores desculpas, mas foram em vão, você com seu sorriso que me desmonta já havia me levantado de mesa.

E parecia que nós éramos a estrala daquele espetáculo, o cantor no mesmo momento em que você me levantou trocou rapidamente seu estilo de musica e tocou aquela exatamente dos bailes de formatura dos filmes de adolescentes que quando criança adorava assistir. Aquela musica que você encosta a cabeça no ombro do seu par e move seus pés para o lado direito da pista e o lado esquerdo. Aquela musica que de tão lenta talvez te fizesse dormir. Então, era dessas.

Não deu outra, quando chegamos ao centro da pista de dança a luzes lá pareciam ter perdido todo a sua força. Você fez com que sua mão direita encontrasse a minha no alto e com sua mão esquerda contornou minha cintura me fazendo aproximar-me de você, enquanto pus minha mão esquerda por cima do seu ombro lhe segurando na nuca. E com a melodia nossos pés foram conversando, eram dois passos para cá, diziam o pé esquerdo e dois para lá respondia os pés direitos, logo suas mãos se depararam ao redor da minha cintura e meus braços ao redor da sua nuca. Você me olhou nos olhos como se quisesse encontrar a minha alma através daquele escuro espelho, eu sorri, mas você permaneceu sério. Você não sabia o quanto, mas, simplesmente me fazia tremer dos pés à cabeça como na primeira vez que nos beijamos. Você sorriu depois de longos minutos ao me olhar, e me beijou. Não beijos de lábios, mas beijo de esquimó brincou de espada com seu nariz e o meu, sorrindo ao mesmo tempo em que fechava seus olhos. Não eram beijos de lábios pude sentir que era beijo de alma, quase dava para imaginar o que você pensava sobre o meu novo perfume que naquele momento ideal exalava o cheiro de rosas do campo, delicadas como um encanto de verão. Era como se a noite parasse para apreciar o casal mais apaixonado da pista. Com olhos fechados recostei minha cabeça no seu ombro alto e largo, enquanto o becking vocal em união solava o refrão e a cada espaço de dez segundos sincronizados estalavam os dedos para reforçar as batidas.



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