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História NEXT - Jeon Jungkook - Capítulo 6


Escrita por: BTS_Imagine7

Capítulo 6 - CAPÍTULO 04


Fanfic / Fanfiction NEXT - Jeon Jungkook - Capítulo 6 - CAPÍTULO 04

Tae-Seok observava toda a situação de sua sala, cheia de câmeras e mapas da região e cidade.

Tae-Seok observava o documento em seu notebook: Vírus Lytta: análise dos resultados do teste 2023-LVD (RT-PCR em tempo real) (NT: Vírus da Raiva).

Resultados do teste: Nenhum vírus encontrado, sem lacerações na ferida afetada, apresenta-se assintomática.

O mesmo observava algumas imagens do arranhão de Sae Bom, algum tempo depois ele se encosta na cadeira e observava o currículo da mesma.

Em uma das colunas de seu currículo, ele observa a seguinte informação sobre Sae bom: concluiu o ensino médio dois anos depois devido a um acidente de carro na segunda série.

Ele também observou um breve resumo sobre Sae Bom: extremamente calma em qualquer situação, inteligente e com bom instinto de sobrevivência, se estiver curiosa pode ser um problema.

Tae-Seok larga o currículo de Sae Bom novamente, pensando em como lidar com ela. A mesma era um ser difícil de lidar, e completamente destemida. E alguém assim, poderia arruinar tudo.

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Em Super Novato | Escola de Beisebol Jungkook ainda dormia quando foi acordado por Il Ho.

- Levante-se, eu encontrei - o rapaz jogou um pano no mesmo, que o olhou sonolento.

- O quê? - se levantou, enquanto via Il Ho sorrir satisfeito. Caminhou rapidamente para perto de rapaz. - Você encontrou? Deixe-me ver.

- Next - apontou para a tela, a qual tinha uma imagem da pílula que Jungkook havia encontrado mais cedo e colocado no saco plástico.

- Next? O que é isso? - Jungkook o olhou.

O rapaz engoliu um remédio secamente, antes de explicar. - Medicamento para o tratamento de pneumonia oral. Fizeram muitas pesquisas de anticorpos para a Covid-19. Foi produzido, mas retirado do mercado rapidamente por conta dos efeitos colaterais - se ajeitou melhor na cadeira.

- Efeitos colaterais? - Jungkook perguntou.

- Vício, alucinações, mudança de humor... E isso aumenta a concentração também.

- Tem algo positivo nisso tudo - Jungkook fica ereto novamente, colocando as mãos no bolso da calça moletom. - Mas por que o teste de drogas não detecta?

- Não é um narcótico só porque você fica desorientado após tomá-lo - Il Ho explica novamente a Jungkook, odiando sua teimosia. - Tem que ser legalmente classificado como um narcótico para ser um.

Jungkook pensa por alguns minutos, antes de pegar o saco plástico com a pílula. - Il Ho, isto... - mostra a pílula. - Se causar algo parecido com raiva? O que você acha que aconteceria?

- Seria um alvoroço, pois isso foi amplamente distribuído - viu Jungkook suspirar. - Mas não pode ser.

- Por que não?

- Nada aconteceu nesse tempo todo, por quê iria acontecer um problema agora?

Jungkook não soube responder, ele também não sabia a resposta. Tudo aquilo não fazia sentido.

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Na delegacia de Seyang, Jungkook adentra rapidamente e vai até Jung-Guk, que estava sentado em sua mesa. Jungkook agora usava calças brancas de tecido leve, blusa preta e casaco preto, e all stars nos pés.

- Você conseguiu rastrear o número que eu lhe enviei? - Jungkook pergunta a Jung-Guk. Ficando ao seu lado, e se inclinando.

- Espera, só um momento... - Jung-Guk procura por algo e quando encontra, se levanta. - É uma universidade. Ela é uma estudante? - Jung-Guk estende seu celular para Jungkook que o pega, vendo a foto da universidade. - Não é apenas uma faculdade inferior? Ela deve ter sido péssima na escola.

- Obrigado - Jungkook diz, após obter as informações que queria, se virando e indo embora.

- Fui muito grosso? - Jung-Guk perguntou a si mesmo, enquanto via Jungkook desaparecer pela porta da delegacia correndo.

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Sae Bom dormia calmamente, quando despertou e se espreguiçou.

- Ninguém me acordou, eu não tenho que ir trabalhar. Isso é legal - disse enquanto virava para o outro lado, no intuito de dormir mais. - Está frio - reclamou por causa do ar-condicionado.

A porta se abre rapidamente. - Yoon Sae Bom, por favor, levante-se. - a médica que cuidará de fazer os exames em Sae Bom mais cedo, estava de braços cruzados ao lado da porta, a encarando.

- Primeira Tenente, quando você chegou aqui... - Sae Bom comentou, enquanto se sentava na cama. - Oz resultados dos testes já saíram?

- Vamos testá-la novamente.

- Primeira Tenente, por favor, me avisa antes de tirar um pedaço da minha carne - comentou enquanto colocava às pantufas e ficando de pé. - Se não, você vai ferir meus sentimentos.

Sae Bom acompanhou a médica, andando atrás da mesma pelo corredor. Sae Bom observava as inúmeras portas fechadas curiosa.

- Existem outros pacientes aqui? - Sae Bom perguntou, mas apenas foi ignorada. Viraram a esquerda, e uma das portas do quarto estava aberta, olhou para dentro e viu Jong Tae sentada numa cadeira de rodas, ainda com a máscara que imobilizava sua boca. - Lee Jong Tae?

Sae Bom caminhou em direção da porta, mas foi segurada pela médica. As duas se olharam.

- Deixe-me falar com ele por um momento.

- Não, você não pode.

Sae Bom olhou mais uma vez para o rapaz dentro do quarto antes de segurar o braço da médica e empurrá-la, correndo para dentro do quarto e fechando a porta.

- Yoon Sae Bom! Yoon Sae Bom!

Sae Bom colocou uma cadeira prensada na maçaneta da porta, para que ela não abrisse, enquanto ouvia os murros e empurrões que a médica dava para tentar abrir a porta.

- Eu só preciso de alguns minutos.

A médica do outro lado da porta parou de tentar abrir e suspirou.

Sae Bom se virou e encarou Jong Tae, se aproximou do rapaz e ficou em pé a sua frente. O rapaz apenas a observava quieto.

- Você está bem?

- Eu estou com um pouco de frio. Mas eu estou bem.

Sae Bom pegou a cadeira atrás de si, e virou-a para se sentar e ficar ficar frente a Jong Tae, se inclinando.

- Você se lembra de eu ter atirado em você?

- Sim.

- E de ter mordido o seu colega e vindo atrás de mim? - Sae Bom perguntou cautelosa.

- Eu realmente não lembro.

- Você se lembra - a garota o encarou, no fundo de seus olhos, de um jeito intimidador. Jong Tae engoliu em seco .

- Yoon Sae Bom, se afaste dele. Ele pode ser perigoso - a médica disse, tentando ver através da greta da porta.

- Sem problemas, ele parece estar perfeitamente bem agora - Sae Bom ainda o encarava.

Jong Tae deixou uma lágrima escorrer.

- Você tomou alguma droga e ficou doido? - Sae Bom perguntou, um pouco impaciente, estava confusa e havia se metido em uma confusão a qual nem sabia qual era. - Onde você conseguiu essa droga?

- Não seu do que você está falando - Jong Tae estava tremendo levemente, como se estivesse tendo calafrios.

- O cara para quem você deu a droga já foi preso - Sae Bom o informou. - Você sabe que receberá uma punição adicional por ser um policial, certo? - Jong Tae nada respondeu, ele nem sequer olhava para a mulher a sua frente. Sae Bom mostrou o arranhão em sua mão para ele. - Você consegue ver isso? Você me arranhou, Jong Tae. As pessoas aqui dizem ser uma doença infecciosa, mas eu não tenho certeza. Se isso é uma doença... ou se foi causado pelas drogas... precisamos descobrir isso, Jong Tae - Sae Bom sorriu. - Então eu vou ficar aqui e farei o teste.

Jong Tae apenas ouvia, encarava suas mãos em seu colo. - Eu posso beber um pouco de água?

- Ele não pode! Nunca! - a médica gritou.

- Eu estou com muita sede - sua voz estava levemente rouca.

- Ela disse que você não pode - Sae Bom disse em um tom neutro, enquanto mexia em seus dedos.

- Eu estou com sede - Jong Tae sussurrou, ele agora estava de olhos fechados.

Sae Bom inclinou levemente a cabeça, para poder ver melhor seu rosto. - Ei, o que você está fazendo? - viu que o rapaz ainda estava de olhos fechados. - Abra seus olhos, estou falando com você. - Sae Bom o encarou de novo. - Ei - Sae Bom bateu levemente na madeira da cama, tentando chamar sua atenção, sem sucesso, ela se levanta e o encara ainda mais de perto, fazendo seu rosto ficar muito próximo do Jong Tae. - Lee Jong Tae - Sae Bom bate em seu ombro e dá um leve empurrão.

Jong Tae grunhe, levantando o olhar para Sae Bom com suas orbes inteiramente brancas, tirando a pequena bola preta no meio de seus olhos. Seu rosto, tinha leves manchados de vermelho e roxo, suas veias estavam a mostra. Ele pendeu a cabeça para trás da cadeira de rodas e volta com tudo para cima de Sae Bom a pegando com as mãos e a jogando no chão, subindo em cima da mesma. O rapaz que antes, sofria pelos tiros levado em sua perna na cadeira de rodas, agora parecia não sentir nada. Como se ele nem estivesse machucado.

Jong Tae tentava morder Sae Bom, mas não conseguia pois estava com a máscara imobilizadora na boca. Sae Bom tenta o afastar com as mãos, já que a mesma estava jogada no chão e o rapaz tentava a todo custo subir em cima de si e tentar morde-la. Ela o chuta, e tenta ficar de pé.

Mais empurrões e murros na porta são ouvidos, a porta finalmente é arrebentada, quatro soldados com roupas de proteção adentram e imobilizam Jong Tae, lhe dando choque.

Sae Bom ainda encarava, agora, afastada para a parede enquanto observava Jong Tae levar vários cheques pelo corpo, ele ainda a observava. O rapaz bate a cabeça no chão algumas vezes, grunhindo.

- Saia de perto de mim - disse agoniado, com uma voz extremamente fina. - Sai...

A garota observa os badimentos cardíacos de Jong Tae diminuir, quando eles finalmente param de dar choque no rapaz, ele já não se mexia mais, apenas soltava sons estranhos pela boca. Sae Bom viu a câmera do outro lado do quarto, e a encara, fica de pé quando Jong Tae é levado pelos homens e suspira. Ela olha para cima ao seu lado, e observa outra câmera, ficando de pé em frente a ela.

- Tenente-Coronel Han Tae-Seok, você está aí, certo?

Ela observa por mais alguns segundos, antes de sair da sala.

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Uma placa na cidade abandonada na cidade dizia: Não existe nenhum plano para o desenvolvimento da cidade na área da Universidade de Wonjung, não caia em informações falsas.

Jungkook andava rapidamente pelas ruas. Escutou a mulher do GPS dizer que chegaria a área do destino em breve.

Após algum tempo, Jungkook observa a entrada cheia de soldados e objetos que impediam sua passagem, a mulher do GPS diz: você chegou ao seu destino. Este é o fim da navegação.

Jungkook para o carro em frente ao soldado que fazia sinal para que parasse, e desce o vidro do carro quando um deles se aproxima.

- O que lhe traz aqui?

- Está não é a Universidade Wonjung? - Jungkook pergunta, encarando por trás dos guardas.

- Ela foi considerada uma universidade pobre, e foi fechada. Os militares estão usando as instalações agora.

- Polícia, posso me encontrar com a pessoa responsável? - Jungkook perguntou, enquanto mostrava sua identificação para o soldado.

- Vai ser difícil, já que é uma zona militar secreta.

Jungkook suspirou brevemente antes de guardar o distintivo. - Então, por favor, diga para o Tenente-Coronel Han Tae-Seok que eu trouxe para ele a droga que mencionei da última vez.

O soldado volta correndo, e Jungkook espera pacientemente no carro. Só queria entrar de uma vez e achar Sae Bom.

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- Deixe-o entrar.

Tae-Seok guarda o celular quando escuta a porta ser fechada e ver um Sae Bom vir rapidamente em seu encontro.

- Você me deixou conhecer Lee Jong Tae de propósito, certo? - Sae Bom pergunta irritada, parando em sua frente. - Até instalando uma câmera.

- Eu queria saber quando ele ficou com sede - o homem diz enquanto pegava uma das garrafas de água e coloca mais perto de Sae Bom na mesa, a batendo. Se afasta da mesma indo até o monitor.

- Com sede?

- Quando uma pessoa está infectada, elas se tornam irracionais e começam a morder outra pessoa - Tae-Seok se vira para Sae Bom. - Ele apresenta sede extrema, mas a água não o satisfaz. - se encosta na mesa cruzando os braços.

Sae Bom se lembra brevemente de ver Jong Tae bebendo água rapidamente.

- Quando a pessoa volta ao normal, ele fica com sede e fica irracional novamente. Estamos tentando descobrir a condição que o deixa com sede - Tae-Seok explica a Sae Bom, que o encarava imparcial. - Eu estava curioso para descobrir como Lee Jong Tae se comportaria após vê-la.

- Você queria saber como ele se sentiria se ele visse a pessoa que o baleou?

- Ele reconhece a família dele, por isso eu queria saber como ele seria com os outros.

- Isso não foi tudo - Sae Bom se mexe por um momento, levemente ansiosa. - O batimento cardíaco dele é mais lento, e ele parece sentir menos dor também. E seus ferimentos cicatrizam rapidamente.

Tae-Seok concorda. - Isso nos ajudaria muito contanto que conseguíssemos controlá-lo.

Sae Bom observa o mapa na grande tela, e logo em seguida as imagens das câmeras. - É por isso que você está investigando isto em segredo?

- Não é altamente contagioso, mas vai assustar as pessoas. Precisamos estudar a natureza da infecção. Não há necessidade de dar uma importância indevida para este assunto. - Tae-Seok aponta para a cadeira atrás de Sae Bom, dizendo-a para que se sente. A mesma obedece.

- Mas por que o ar condicionado está ligado?

- O aparecimento da doença é desacelerado em baixas temperaturas.

Sae Bom pega a garrafa de água que Tae-Seok havia colocado mais perto de si, e a observa. Tae-Seok também a observava.

- Neste teste, também? Para descobrir se eu estou com sede ou não? - Sae Bom observava a garrafa em suas mãos.

Tae-Seok suspira risonho. - Os resultados dos testes mostram que você está bem.

- Geralmente, não sou uma pessoa de sorte - brinca enquanto abria a garrafa e toma um pequeno gole de água.

-  Por quê você não tira uma folga por um tempo?

- Aqui?

- Onde quiser - diz sugestivo.

- Verdade? Isso é possível?

Tae-Seok se levanta e vai até a mesma. - Podemos apenas dizer que você conseguiu grandes coisas para o seu país, mas foi ferida fisicamente e emocionalmente. - Tae-Seok agora segurava uma pasta, coloca ao lado de Sae Bom um distintivo a qual ela não sabia para que servia. - E teremos de tirar o seu sangue a cada duas semanas. Vejo que não está desenvolvendo nenhum sintoma. Você pode ter desenvolvido anticorpos. - Tae-Seok volta para a mesa e se senta na cadeira.

Sae Bom apenas o escuta, enquanto segurava o distintivo e o encara, vendo que tinha escrito: acesso temporário.

Tirou a conclusão de que era um distintivo para que pudesse ir e voltar para essa zona militar secreta.

A mesma suspira. - Tenho a sensação que sou muito importante - Sae Bom o encara. - Mais uma coisa - Tae-Seok faz sinal para que ela falasse, a mesma se levanta. - Você disse que eu consegui algo grande - andou até o mesmo. - Então, por favor, aumente minha pontuação no serviço de avaliação para o mais alto possível para este ano.

- Como?

- O aluguel do apartamento público na Cidade de Seyang, têm algumas oportunidades especiais para oficiais, e estão selecionando tenentes de acordo com suas pontuações - Sae Bom explica. - Para os recém-casados nos dependentes, anos de serviço, e avaliação de serviço. Tudo combinado. Você tem muita influência, certo?

- Isso deve ser possível - Tae-Seok diz, após compreender aonde ela queria chegar. - Já que a sua avaliação parece muito boa.

- Claro, já que tenho a melhor avaliação. Eu nasci para reprimir o terrorismo - o encara enquanto colocava às mãos no bolso da camisola grande branca, se aproxima do mesmo que estava sentado na cadeira. - Tenente-Coronel, estou feliz que estamos em sintonia -  Sae Bom estende a mão.

Tae-Seok observa a mesma enquanto mexe em seus óculos. - As pessoas não dão as mãos nesses dias.

- Meu celular - o mesmo a entrega. - Acho que vocês não servem café da manhã aqui? Que insensível.

Tae-Seok aponta para a mesa que estava às garrafas de água, Sae Bom caminha e pega uma sacola que havia comida para si.

- Obrigada, vou levar para casa e saboreá-lo - Sae Bom pega a bolsa e a garrafa de água que havia bebido, indo em direção à porta, no intuito de sair da sala.

- Você tem namorado? - ouviu Tae-Seok perguntar.

- Não que eu não goste dr você, Tenente-Coronel, mas a nossa diferença de idade é grande - a mesma diz.

Tae-Seok nega. - A sua pontuação não será suficiente mesmo com a avaliação de pontuação do serviço. Vai precisar de mais pontos, por isso fiquei pensando se você já tinha um plano em mente - explica.

- Planos? Tenho que começar a fazer um agora.

- Não está preocupada?

- Vou me certificar de conseguir um apartamento por isso não precisa se preocupar comigo - se vira para ir embora.

- Quis dizer sobre o que viu nos últimos dois dias - Tae-Seok se levanta. - Se as coisas derem errado, o mundo como sabe, poderia mudar.

- Se preocupar vai mudar alguma coisa? - Sae Bom mexe em seu cabelo. - Pode não mudar.

Após isso, a mesma vai embora.

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Sae Bom andava pelos corredores, descendo a rampa enquanto olhava tudo. Vê perto de si a médica que a  examinará.

- Primeira Tenente, onde estão as roupas que eu estava vestindo quando cheguei? - Sae Bom corre até ela.

- Eu as incinerei.

- Vou para casa assim então? - Sae Bom se olha.

Ao fundo, Jungkook andava rapidamente pelo corredor, para por um momento quando vê Sae Bom, logo em seguida corre até ela.

- Yoon Sae Bom? - a chamou. - Ei! Você está bem? Deixe-me vê-la - colocou as mãos nos ombros da mesma enquanto a encarava e procurava por qualquer machucado.

Sae Bom o encara por alguns segundos, e fingiu que iria morde-lo, fazendo um rugido. A médica atrás de si rapidamente pega o bastão. Jungkook a encara confuso.

- Primeira Tenente, você ainda não confia em mim! - diz brincalhona, Jungkook a solta. - Estou muito desapontada. Eles disseram que eu estou bem, e posso ir para casa - diz a Jungkook.

Jungkook suspira desacreditado e caminha ao lado da mesma.

- Desculpe, a culpa é minha - Jungkook diz. - Seu rosto parece mais fino.

- Verdade? É porque eu não tomei o café da manhã - Sae Bom coloca a mão em seu rosto, a mesma coloca a mão rapidamente sobre o braço de Jungkook de repente, o fazendo parar de andar. - Como conseguiu entrar aqui? Eles prenderam você, também? Você foi mordido?

- Não, estou aqui para resgatá-la - Jungkook sorri com a preocupação da garota a sua frente. - Espere aqui um minuto, eu já volto.

Sae Bom observava Jungkook sumir pelo corredor rapidamente.

- Moleque... - sorri.

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Jungkook entra na sala e caminha até Tae-Seok, tira o pequeno saco plástico com a pílula do bolso do casaco e joga em cima da mesa.

- Parece que você talvez consiga jogar beisebol novamente - Tae-Seok diz. Jungkook o encara, vendo o mesmo pega o saco plástico o examinando. - Essa é a droga?

- Sim, ouvi dizer ser uma droga para pneumonia. E toneladas de pessoas tomaram isso - Jungkook explica. - Ouvi dizer que as pessoas não ficaram loucas por causa da droga, mas eu trouxe-lhe já que prometi - Jungkook caminha lentamente para ir embora.

- Só porque ela estava bem ontem não significa que vai ficar bem hoje - Tae-Seok joga a bomba em cima de Jungkook, pouco se importando.

Os dois se encararam por um momento, Jungkook concorda com a cabeça antes de se virar novamente. - Estou indo.

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Sae Bom esperava pacientemente por Jungkook, sentada na cadeira perto da entrada. Vê Jungkook voltando e suspira. Uma luz se ascende na cabeça da mesma. Uma ideia surge.

- Vamos, vou levá-la para casa.

- Certo, você estava tai perto - Sae Bom diz, mesmo sabendo que o rapaz não entenderia. A mesma se levanta e o encara, colocando as mãos no bolso da camisola branca. - Jungkook, você está namorando alguém? - pergunta direta.

- Sobre o que está falando de repente? - Jungkook pergunta surpreso, e levemente nervoso pela pergunta.

- Você está namorando alguém?

- Ninguém.

- Você ronca? Ou range os dentes?

- Provavelmente não - Jungkook responde, desconfiado.

- Podemos nos casar?

Jungkook a encara surpreso. Se lembrando de dose anos atrás, quando pediu Sae Bom em namoro, após ter sido jogado do prédio pela mesma, que negou o pedido de namoro.

- Uau... - Jungkook diz, desacreditado. - Eu claramente lhe disse, depois que estava apenas brincando - explica sobre a ter pedido em namoro, naquela vez.

- Eu não estou brincando - a mesma diz, sua expressão era gentil e calma. - É verdade.

Jungkook a encara, a vendo sorrir brevemente para si. Não sabia como reagir aquilo, um pedido de casamento feito pela Sae Bom de repente. Em que mundo isso poderia acontecer?



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