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História NEXT - Jeon Jungkook - Capítulo 7


Escrita por: BTS_Imagine7

Notas do Autor


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Capítulo 7 - CAPÍTULO 05


Fanfic / Fanfiction NEXT - Jeon Jungkook - Capítulo 7 - CAPÍTULO 05

O cartaz grudado na parede dizia: Amor e esperança, apoiamos uma vida dignamente humana.

Um gipe do exército estava estacionado na frente do local, pessoas curiosas olhavam e conversavam entre si, fazendo um grande murmúrio em frente ao local. Guardas tentavam conter os cidadãos.

- O que está acontecendo lá? - um deles perguntou.

- Pessoas morreram? - outro perguntou.

- O que está acontecendo?

- Isso não faz nenhum sentido.

Tae-Seok passou entre os cidadãos calmamente, agora usando um terno cinza, mostrando uma aparência impecável diante da situação.

O homem se aproximou do local, vendo alguns guardas colocarem corpos cobertos por um capuz vermelho dentro de um dos caminhões, eram vários.

Adentrou o local a qual tudo havia ocorrido, a bagunça era extremamente grande, manchas e poças de sangue pelo chão, paredes e objetos. Era como de tivesse acontecido uma chacina.

A TV estava ligada, um padre falava, o volume estava extremamente alto, mas não o suficiente para se ouvir do lado de fora.

... que consumam a terra, ou se enviar a peste entre meu povo, e se meu povo que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar e buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados, e curarei a sua terra.

Agora, meus olhos estarão abertos e os meus ouvidos atentos às orações que serão realizadas neste lugar. Porque agora escolhi e consagrei está casa...

Tae-Seok desligou a TV puxando com força o cabo da tomada. Observava o local consumido pelo sangue, poças enormes de sangue pelo chão, pelas coisas e nas paredes. Havia marcas de mãos com sangue nas janelas, nas paredes e em alguns objetos. Algo muito violento havia acontecido ali. Não havia um lugar sequer, que não houvesse a presença de sangue. Tae-Seok observou tudo calado.

A médica Tenente que cuidará de Sae Bom adentra o local, tira o capacete e vê Tae-Seok olhando tudo com as mãos na cintura.

- Um dos sem-teto pegou pneumonia, então lhe deram remédios - explicou, vendo Tae-Seok se virar para si. - Foi doado, então eles não sabiam que causava efeitos colaterais.

Tae-Seok nada disse, apenas tentava processar tudo que estava vendo ali, e as informações dada. Ele estava abismado, surpreso e preocupado. Uma situação dessas, era extremamente preocupante.

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[Ocorrem incidentes suspeitos em todo o país de doença infecciosa que causa canibalismo.]

Em todo o mundo, continuam a surgir relatos de uma doença infecciosa que faz com que as pessoas mordam a cabeça de outra pessoa e suguem seu sangue.

As autoridades de saúde pública afirmam que não confirmaram os fatos e estabeleceram os limites, nas incidentes similares estão acontecendo domesticamente também.

Seung-Young via a reportagem de seu celular, usando fones de ouvido. Logo ele troca a reportagem, sentindo um incômodo na garganta colocando a mão ali, que estava coberto pela gola do casaco fino que vestia.

[Suspeita-se de tumulto, com mortes.]

Em um abrigo para sem-teto na cidade de Seyang, mais de dez desabrigados foram encontrados mortos.

As autoridades dizem que houve uma briga aleatória entre os sem-teto que estavam no abrigo, causando essas mortes. Em caso de risco à saúde...

Seung-Young pausa a reportagem, vendo o rosto de Tae-Seok presente ali.

- Está comendo salada de novo? - Sae Bom pergunta para ele que se assusta brevemente, logo tirando os fones.

- Sae Bom, você está bem? - perguntou, enquanto a mesma se sentava a sua frente.

- Sim, fui examinada e fiz um exame físico.

- O que diabos está acontecendo aqui? - pergunta, olhando para os lados, para ver se alguém estava bisbilhotando a conversa. - Você sabia que seu treino foi suspenso? O local de treino que o Lee Jong Tae fez confusão foi completamente fechado. - Seung-Young pega o celular, e mostra a Sae Bom a parte em que Tae-Seok aparece. Sae Bom se aproxima para ver melhor. - Veja, é aquele cara, não é?

- Sim, caramba, ele é muito poderoso.

-  E ss alguma coisa realmente acontecer nesse ritmo? - Seung-Young pergunta, presunçoso. - Se as pessoas começarem a enlouquecer assim de repente, tem algum remédio para tratamento, não tem?

- Não sei, acho que eles estão se esforçando, mas... - Sae Bom suspira, se encostando na cadeira.

- Recebi uma ligação de um repórter - Seung-Young confessa. - Ele disse que ele vai me pagar se eu contar o que aconteceu aqui.

- Eu também, minha nossa, ele deve ter ligado para todos os membros de equipe - Sae Bom comenta pensativa. - Não converse com pessoal assim. Assinamos um acordo de sigilo.

- Pois é - o rapaz diz, pensativo. - Você está de volta agora?

- Não. Estou de férias pagas, por seis meses - sorri. - Empacotei minhas coisas para mudança e as enviei. Passei para dizer um oi.

- Você está saindo do dormitório de funcionário público? Você se esforçou para decorar aquele lugar.

- Tudo bem - Sae Bom disse tranquilamente, o tranquilizando. - Eu tenho minha casa própria, um apartamento - comentou feliz, batendo os pés no chão em comemoração.

- Um financiamento? - Seung-Young perguntou curioso, se apoiando na mesa.

- Não, você se lembra da contagem de pontuação que mencionei? - perguntou a Seung-Young, que concordou. - A provisão especial sobre um programa público de aluguel e venda de habilitação para policiais.

- Lembro-me sim, precisava de uma avaliação de serviço e desempenho de apreensão.

- Embora eu tenha obtido a pontuação mais alta, não foi alta o suficiente. Então, decidi ganhar pontos como recém-casada.

- Bem, então... - Seung-Young diz incerto, desacreditado. - você vai se casar porque tem poucos pontos?

- Sim - Sae Bom confirma feliz.

- Com quem?

- Um cara que me pediu em namoro quando eu era mais nova - explicou. - Eu o rejeitei, mas perguntei se ele ainda estava interessado.

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[Momentos depois de Sae Bom perguntar a Jungkook, sobre casar.]

O dia estava ensolarado, Sae Bom ainda usava a rouba branca que receberá dos oficiais, agora estavam do lado de fora, sentados numa mesa de madeira. Jungkook estava sentado à sua frente, as mãos cruzadas na mesa enquanto observava a garota comer o que havia ganhado de Tae-Seok e conversar consigo ao mesmo tempo.

- Não é porque acho que você é fácil - explicou Sae Bom, a voz abafada pela comida. - Eu... tenho o sonho de viver na minha casa própria. É por isso.

Jungkook observou a médica Tenente se aproximar dos dois, fazendo Sae Bom se alevantar quando a mesma parou em frente a mesa.

- Isto é pelas suas roupas incineradas - estendeu duas latinhas de bebida para Sae Bom que as pegou.

- Obrigada, sinto que fiquei mais próxima de você -  a médica se vira e vai embora, deixando um Jungkook para trás com a mão estendida para que a mesma o comprimentasse. - Tão fria - Sae Bom deu uma das latinhas a Jungkook e se sentaram novamente.

- Você tem poucos pontos?

- É verdade, mas... - Sae Bom o encara surpresa, encarando um Jungkook com a expressão calma. A mesma não imaginava que ele sabia sobre isso. - Estou dizendo isso porque estou interessada em você - mentiu. - Você é muito bonito, e consegue viver bem. Ei, sou melhor que pensa, concluir o ensino médio com dois anos de atraso não é nenhuma vergonha! Além de tudo, é um apartamento novo, você se arrependerá se perder esta chance.

Jungkook arqueou uma das sobrancelha, achando graça da situação. Era fofo ver Sae Bom tentar mentir em certas situações, a maneira como ela tentava não deixar visível e tentava contornar a situação, era engraçado.

- Não existem muitas pessoas decentes como eu por aí - se gabou, continuando a comer.

- Tudo bem - Jungkook disse por fim, surpreendendo Sae Bom que o encara. O rapaz parecia muito contente com a situação.

- Estou pedindo a você... para se casar comigo - lembrou ele novamente.

- Sei o que você está pedindo, e também gosto disso - Jungkook sorriu.

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Sae Bom sorriu ao lembrar do ocorrido.

- Ele disse que gosta disso - contou contou Seung-Young.

O rapaz a encarava abismado, com uma das mãos na boca. Surpreso.

- Entendo - se ajeitou na cadeira. - Ah... bem...

- Ele disse que gosta da ideia - Sae Bom reforçou.

- Está bem, parabéns pelo casamento - Seung-Young comentou, ainda sem jeito.

- Bom, você sabe - Sae Bom pegou um legume do prato do mesmo para beliscar.

- Quando você se muda?

- Hoje.

O homem apenas concordou, ainda pensativo sobre o assunto. Viu um bandeide na mão da mesma.

- Este é o arranhão que o Lee Jong Tae me deu, mas não está cicatrizando rapidamente - explicou a Seung-Young.

- Não está infectado?

- Não, eles querem tirar meu sangue a cada duas semanas.

Seung-Young colocou a mão em seu pescoço novamente, demonstrando incômodo, fazendo Sae Bom o encarar confusa.

- Você está bem?

- O quê? Estou bem - disfarçou, voltando a comer.

O celular de Sae Bom toca, mostrando que Jungkook a ligava.

- Não vai atender o telefone? - Seung-Young apontou.

- Sim, estou saindo. - se despediu enquanto se colocava de pé e saia.

Deixando para trás um Seung-Young incomodado e preocupado.

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- Estou indo para casa agora - Jungkook disse a Sae Bom do outro lado da linha, enquanto caminhava com Jung-Guk ao seu lado para fora da delegacia. - Começarei a desempacotar as coisas quando elas chegarem, você pode levar seu tempo.

- Está bem.

- Tchau. - após isso a ligação se encerra, Jung-Guk o encarava com um sorriso no rosto.

- Você é tão dedicado - brinca, colocando uma das mãos no ombro de Jungkook. Os dois continuaram a caminhar.

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Do lado de fora, Seung-Young caminhava rapidamente, atravessou a rua, caminhando até um carro próximo. O vidro é abaixado mostrando o repórter.

- Sargento, você pensou um pouco? - perguntou sorridente. Enquanto um Seung-Young olhava para os lados preocupado.

- Quanto você pode me pagar?

- Falei com meu diretor, e se você tiver um videoclipe, apenas para nós, provavelmente podemos lhe dar o valor máximo que você deseja - o mesmo riu e bateu no banco do carona ao lado do motorista. - Apresse-se e entre, vamos discutir confortavelmente.

Seung-Young entrou rapidamente, rezando para que não tenha sido visto.

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Seung-Young pega um pedaço grande de vidro que havia caído no chão, e o encara.

Havia voltado para a sala que estava fechada pelo acontecimento de Lee Jong Tae. Ele abre o casaco e afasta a gola, deixando o machucado a mostra, a qual ele observava pelo vidro.

O arranhão estava levemente roxo, um hematoma feio e parecia estar se espalhando. A mão de Seung-Young tremeu.

Se lembrou do momento em que estava ajudando o recruta atacado por Jong Tae, e num desses momentos o rapaz arranhou seu pescoço.

Um barulho na porta é ouvido e o mesmo larga o vidro rapidamente, fechando o casaco e escondendo o ferimento. Sae Bom bate na porta para que ele abra, observando o mesmo através da janela da porta.

- Seung-Young, o que você está fazendo?

O mesmo suspira e caminha até a porta para abri-la após ouvir mais algumas vezes a mesma bater. Ele sabia que ela não iria embora, e que não aguentaria esconder isso por muito mais tempo. Precisava se apressar.

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Jung-Guk tira um enorme pacote detrás do carro e entreva a Jungkook. - Aqui.

- Obrigado - agradece sorridente.

- Como você se lembra de uma foto de doze anos atrás? - Jung-Guk pergunta impressionado.

- Quase morri naquela época.

- De qualquer forma, parabéns por superar. Embora eu nunca imaginei que você faria assim - brinca e ri, Jungkook se afasta ainda sorridente.

Sem Jungkook ver, Jung-Guk pega uma pequena caixa e entrega para o mesmo logo após que ele abre abre a porta.

- Afaste-se, afaste-se, afaste-se.

- O que é isso?

- É meu presente - comenta enquanto observava Jungkook analisar a caixa, Jungkook solta um som de negação. - Minha esposa começou um emprego secundário. Não se preocupe! Ela está bem. Ela é saudável - diz tentando convencer Jungkook a aceitar o presente. - Isso pode ser embalado e entregue, por isso anuncie no apartamento.

- Isso será difícil para sua esposa. Por quê você não faz um bolo de arroz?

- E os antecedentes do Han Tae-Seok que você perguntou... - Jung-Guk trocou de assunto.

- Vou anunciar pra valer, o que é? - fechou a porta do carro e se encostou nele, cruzando os braços.

- Ele é um especialista em doenças infecciosas. Existe um programa que envia alguns cadetes de academias militares para escolas de medicina - Jung-Guk explicou a Jungkook. - Ele obteve uma licença de especialista através deste programa, depois serviu como médico do exército sendo dispensado - Jung-Guk ouviu Jungkook suspirar. - Após ser dispensado, ele trabalhou para uma empresa farmacêutica. Algo chamado Líder de Equipe em Vantagem Competitiva, ou algo do tipo. E... - Jung-Guk pega o telefone do bolso e entrega a Jungkook que o pega, mostrando uma reportagem a qual ele aparecia. - É uma foto de quando foi julgado por agredir o CEO de uma empresa farmacêutica.

- Ele não parecia ser esse tipo de pessoa - Jungkook comenta incerto, ainda lendo sobre o caso.

- Geralmente, os calmos e gentis são mais assustadores quando enlouquecem. De qualquer forma, ele foi inesperadamente considerado inocente e voltou ao serviço militar. Para a Sede Central de Contramedidas de Desastres.

- Isso é estranho - Jungkook entrega o celular novamente.

- Enfim, não se meta com ele. Você pode se machucar por caçar problemas.

- Tudo bem - Jungkook se despede dando um tapinha no ombro de Jung-Guk, entrando no carro.

- Até mais - o mais velho se afasta. - Avise-me se precisar de mais bolos de arroz.

- Está bem.

- Tchau.

Jungkook liga o carro e logo se retira, ainda pensando nas informações que Jung-Guk acabou de lhe passar.

- Também não quero me meter com ele, mas tenho a sensação de que continuarei a vê-lo por aí - disse para si mesmo.



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