História Nian - Could there be a return? - Capítulo 23


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Categorias Candice Accola, Glen Powell, Ian Somerhalder, Julianne Hough, Katerina Graham, Matthew Davis, Michael Malarkey, Nikki Reed, Nina Dobrev
Personagens Candice Accola, Glen Powell, Ian Somerhalder, Julianne Hough, Katerina Graham, Matthew Davis, Michael Malarkey, Nikki Reed, Nina Dobrev, Personagens Originais
Tags Ian Somerhalder, Nian, Nina Dobrev
Visualizações 262
Palavras 1.812
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


CONVERSA NIAN SAINDO DO FORNO AGORINHA PARA VOCÊS!!

Sorry pela demora mores, tô em semana de provas, final de ano, vocês devem saber como é...

Demorei um tempão pra conseguir finalizar esse capítulo (que por sinal ficou bem maior que os outros) espero que valha a pena ler, eu sinceramente não sou capaz de opinar 💖

Capítulo 23 - 8 years of TVD - Parte 5


P.O.V. Nina

_ Mas o quê...? - Antes que eu tivesse chance de perguntar o que estava acontecendo eu já estava fora da casa e a porta se fechando - Ian? - Olho para o homem que me olhava de um jeito estranho à minha frente. 

_ O que você tá fazendo? 

_ Eu estava... Oh meu Deus! - De repente tudo faz sentido, Candice e Paul estarem agindo de um modo estranho e suspeito, Paul e Ian saírem, Candice ficar insistindo para que eu viesse aqui fora com ela... Tudo se encaixava. 

_ O que aconteceu, Nina? - Chega mais perto e eu viro de costas tentando abrir a porta... Nada! Está mesmo trancada. 

_ Não pode ser! Não acredito que eles tiveram a coragem de fazer isso! Ahh, mas a Candice me paga! - Continuo tentando abrir - Candice? Paul? - Grito à porta. 

_ Dá pra me explicar o que está havendo? A porta está trancada? - Reviro os olhos. Que pergunta mais óbvia, Smouldy! 

_ Será mesmo que você não percebeu? - Me viro para ele - Candice e Paul armaram tudo isso, nós estamos presos! 

_ Não pode ser - Saio de sua frente quando ele se aproxima da porta e tenta abri-la. Sem êxito! 

_ Droga, meu celular ficou lá dentro - Péssima hora para não pegar o celular, Nina, que ótimo! 

_ O meu também - Ian olha para a porta e depois para o jardim e a fonte à nossa frente. Bato na porta repetidas vezes na esperança de ser ouvida por alguém, mas tudo era um completo silêncio - Ninguém vai nos ouvir aqui... - Se senta de costas para mim no primeiro degrau da escada que ligava a varanda ao jardim. 

_ Eles tem que ouvir! O que vamos ficar fazendo aqui? 

_ Uma hora vão abrir essa porta, não vamos ficar aqui para sempre, fique calma - Diz sem se virar. De fato Ian tem razão, seja lá qual for o plano de Candice e Paul, uma hora vão ter que abrir essa porta. 

Se não fosse por minha bolsa que ficara lá dentro eu iria embora, mas... Droga! Tudo foi planejado nos mínimos detalhes, eu não posso deixar o celular aqui porque vou precisar dele para resolver assuntos de trabalho amanhã, então o jeito é simplesmente esperar. 

_ Por que não vem se sentar aqui? - Ian olha para direita e eu assinto - Não temos nada a fazer, senão esperar. 

_ É, você tem razão - Me aproximo, desço um degrau da escada e me abaixo sentando ao seu lado direito. 

Apoio meus cotovelos nos joelhos e o rosto entre as mãos e por um momento me perco olhando para a paisagem a nossa frente. 

A noite estava um pouco fria, mas nem por isso deixava de ser aconchegante, o clima estava bastante agradável se comprado com o calor que fizera nos últimos dias. À nossa frente a lua pendia num brilho forte que tenho certeza que deixaria a noite clara até mesmo se estivéssemos no escuro, ao seu redor as inúmeras estrelas também brilhavam, sem nenhuma nuvem que me bloqueasse de ver o quão magnífica estava a noite. Abaixo a fonte de Julie deixava o jardim com uma fusão de luzes coloridas em meio as milhões de gotas de água que eram jogadas para cima a cada segundo. Todo o conjunto de imagem deixava tudo ainda mais perfeito. E ao meu lado... Bom... Ao meu lado tem Ian, esse homem que eu amei tanto e que cada vez me faz questionar mais a vida, não simplesmente por estar a centímetros de distância agora, mas sua simples existência já é o suficiente para me influenciar mais do que eu poderia querer, me fazer pensar que a cada dia que eu vivo, minha vida tem menos sentido simplesmente por não tê-lo incluído. 

Idiotice? Talvez! 

Eu não deveria me importar tanto com uma pessoa que já não tem mais nada a ver comigo, mas me importo e sinceramente, não sei se um dia vou conseguir mudar isso. Talvez eu ainda o ame como Candice sempre faz questão de jogar em minha cara, talvez não, talvez eu só me importe porque vivemos muito tempo juntos e quando se vive com uma pessoa por algum tempo, é difícil se acostumar com a ausência dela, como é que eu vou saber? Como eu poderia deixar de me importar agora que ele está tão perto? Como eu poderia deixar de pensar nisso depois daquela viagem à Toronto? Depois de passar alguns minutos completamente perdida em pensamentos, ouço uma risada que me tira de meu transe.

_ Do que você tá rindo? - Olho para Ian e digo um tanto irritada. Como ele podia rir dessa situação? 

 P.O.V. Ian

_ Calma - Levanto as mãos em sinal de redenção - É só que chega até a ser engraçado. A Candice e o Paul são malucos - Rio. 

 _ Eles são determinados - Olha para a frente - E malucos - Finalmente ri também. 

De fato eles eram determinados e essa não é a primeira vez que eles decidem resolver as coisas trancando a mim e a Nina em algum lugar. Antes de Nina deixar a série, sempre que havia alguma discussão ou algo do tipo e Paul ou Candice ficassem sabendo, eles procuravam um jeito de fazer com que tudo se resolvesse, e dava certo, até a última vez quando terminamos para valer. 

_ Como nos velhos tempos - Olho para Nina de relance, então olho para a frente também - Acho que nunca foi segredo para ninguém que eles são Nian's shippers, não é? - Digo, mas logo me arrependo ao ver a expressão de Nina - Ou melhor, deixa pra lá... 

_ Não, você tá certo, eles precisam parar com isso. 

_ É... - Nina agora estava envolvendo os braços em um abraço a si mesma, apesar de não estarmos em época de frio, o clima hoje estava mais fresco comparado com os últimos dias, a brisa que passava pela fonte de Julie e as vezes nos lançava algumas gotículas de água deixava ainda mais frio. Sem pensar duas vezes tiro a jaqueta de couro preta que estava vestindo. 

_ O que você tá fazendo? - Me aproximo mais de Nina e coloco a jaqueta sobre suas costas que estavam cobertas apenas por uma blusa de seda azul com alcinhas. 

_ Evitando que você pegue um resfriado - Exatamente como eu costumava fazer quando namorávamos. Nina sorriu, o meu sorriso, e seus olhos brilhavam, sorri também, mas sem mostrar os dentes. Seu olhar me remetia tanta doçura. Como eu queria poder abraça-la agora e dizer que iria ficar tudo bem, que eu eu iria protegê-la de tudo e não iria deixá-la de novo, eu queria tomá-la para meus braços, queria-a de volta, por mais que me custasse admitir... 

_ Obrigada, mas não precisava se incomodar com isso, Smouldy - Olha para a frente e eu sorrio ao ouvi-la me chamar assim. 

_ É claro que precisa, afinal ainda te considero uma French Kote* - Sorri, mais uma vez aquele sorriso. 

_ Você acha que vão demorar muito para abrir? Quero dizer, não que esteja ruim estar aqui - Sorrio, era bom ter um tempo com Nina, acho que era exatamente o que eu precisava para refletir - Mas já estamos aqui a um bom tempo, não é? - Diz depois de alguns minutos de silêncio. 

_ Eu não sei... - É tudo tão imprevisível, Candice e Paul podem abrir essa porta a qualquer momento - Mas sinceramente, eu não me importaria em ficar aqui por muito mais tempo - A olho. 

_ Bom... Eu... Também não - Diz baixo como se precisasse esconder isso de alguém - Agora não - Boceja e coloca as mãos na frente da boca. 

_ Está cansada? - Analiso sua expressão, essa ideia ainda não me tinha passado pela cabeça. 

_ Um pouco - Suspira - Precisei trabalhar durante o dia e acho que já está um pouco tarde. 

_ Você anda trabalhando demais, não é? 

 _ Talvez, mas eu gosto disso, você sabe que nunca gostei de ficar parada - Realmente eu sei, Nina sempre foi ansiosa demais e nunca conseguia sossegar por algum tempo, sempre precisava arrumar algo para fazer e eu sempre dizia a ela como isso lembrava minha mãe. 

_ Eu sei, e também sei que está trabalhando demais, tenho acompanhado seus trabalhos - Confesso. Apesar de não seguir Nina nas redes sociais, nunca deixei de acompanhá-la. Loucura? Talvez, mas vê-lá feliz era o que me motivava a ficar longe. 

_ Você tem? - Me olha como se não acreditasse. 

_ Tenho - Rio - Mas isso não vem ao caso. Você... Quer descansar? - A olho e então lhe ofereço meu ombro incerto se ela aceitaria ou não - Talvez a gente não saia daqui tão cedo. 

_ Não, eu não... Tô bem assim... 

_ Tem certeza? - Insisto.

_ Eu... Bom... Então tá... - Se aproxima e encosta a cabeça em meu ombro lentamente. Eu podia sentir que estava tensa, mesmo sem ver sua expressão, mas aos poucos senti que ela foi relaxando e se acostumando, olho relógio em meu pulso esquerdo, já havia se passado quase uma hora que estávamos aqui.

Nina não falou mais nada e eu permaneci em silêncio também. Tudo estava calmo, o único som que se podia ouvir era o de grilos cantando ao longe e o da respiração pesada de Nina em sincronia com a minha, provavelmente ela já estava conchilando. 

_ Eu sinto tanto a sua falta, Kote - Digo calmo e sem pensar nas consequências que isso me traria caso Nina ouvisse, eu já não estava me importando com mais nada agora. 

_ O quê? - Ouço-a dizer com a voz baixa e arrastada. 

Droga! O quê eu vou dizer agora? 

_ Eu... É, eu sinto sua falta - É a verdade, não dava pra inventar desculpas depois do que ela acabara de ouvir - E ficar assim, tão perto só me faz ter certeza de que... É... Deixa pra lá... 

_ Não... Continua... - Levanta o rosto e me olha. 

_ Você sabe o que eu vou dizer... E acho que você sente a mesma coisa, ou não teria retribuído aquele beijo em Toronto... 

_ Eu... Ian... - Me aproximei impedindo que ela terminasse e a beijei delicadamente, seus lábios roçaram superficialmente nos meus até que entramos em perfeita sintonia com um beijo que se aprofundava cada vez mais, pedi permissão para passar com a língua e ela cedeu. Coloca a mão esquerda em meu rosto e eu envolvo sua cintura para mantê-lá mais perto. 

Por um momento esqueci de tudo, esqueci que sou casado, esqueci que Nina e eu estamos separados, nesse momento erámos apenas nos dois. 

_ Nina? - Uma voz fez com que no separássemos subitamente.


Notas Finais


Uoou!! Quem será que interrompeu o momento Nian hein? Algum palpite? Já podemos odiar essa pessoa? Me digam ksksks sz


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