História Nian - On My Dreams - Primeira temporada - Capítulo 6


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Categorias Ian Somerhalder, Nina Dobrev
Personagens Candice Accola, Claire Holt, Ian Somerhalder, Nina Dobrev, Paul Wesley, Phoebe Tonkin
Tags Ian Somerhalder, Nian, Nina Dobrev
Visualizações 29
Palavras 1.402
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - She Woke Up


Fanfic / Fanfiction Nian - On My Dreams - Primeira temporada - Capítulo 6 - She Woke Up

P.O.V Ian

Acordei com duas enfermeiras me levantando e colocando-me no sofá do quarto do hospital. Minha visão estava meio embaçada e eu me sentia tonto. Mesmo assim, consegui ver Candice falando com Nina.

— O senhor está bem? — uma das enfermeiras perguntou. Eu respondi que sim com a cabeça. — Bom, então iremos sair, mas qualquer coisa basta chamar.

Me levanto devagar e caminho até a cama, me segurando em cadeiras. Quando consigo focar minha visão, vejo Nina me olhando fixamente, me encarando.

— Esse é o Ian! — Candice diz, apontando em minha direção. — Ele que falou para mim o que tinha acontecido com você. 

— Ahn, obrigada — Nina agradece. Sua voz é igual a dos meus sonhos. Dou um sorriso amarelo, meio envergonhado.

— Ei, se importa dele ficar um pouco com você enquanto eu chamo o doutor? — Cande pergunta a amiga que nega. Ela sai do quarto.

Ficamos nós dois nos encarando. Queria perguntar se ela sabia quem eu era, se enquanto ela estava em coma, sonhara comigo, assim como eu sonhei com ela. Mas eu estava com vergonha, sem contar que seria estranho perguntar isso aleatoriamente. Provavelmente Nina me acharia louca.

— Como você está se sentindo? — perguntei, permitindo-me chegar mais perto dela.

— Ah, nem sei direito — ela respondeu. — Ainda tô um pouco confusa com isso, sem entender direito porque a Cande não explicou muito, — ela faz uma pausa para rir. — mas acho que estou bem.

— Não sente nenhuma dor?

— Nas costelas, mas acho que deve ser só uns hematomas. Digo, pelo jeito não quebrei nada. Mas e você? Falo porque você desmaiou, não é?

— Ah, pois é. Também não sei porquê — respondo, com um sorriso amarelo.

— Não foi porque você viu uma quase morta abrindo os olhos, né? — rimos e eu nego.

Apesar de falar bastante, era visível que Nina sentia dificuldade. Sua voz falhava um pouco e estava trêmula, e a mesma falava num tom bem mais baixo do que era provavelmente o normal.

Ela abriu a boca para dizer mais alguma coisa, mas Candice chegou bem na hora com o doutor Joe, que era quem cuidava do caso de Nina. Me afastei da cama deixando espaço para ele aproximar-se e examiná-la.

 

P.O.V Nina

Em sete dias finalmente saí do hospital. Não havia nenhuma sequela além de alguns hematomas que ficaram em algumas partes do meu corpo por conta do tombo que levei antes de entrar em coma.

Kat estava me levando para a casa dela, porque ela e Cande não queriam me deixar sozinha durante um mês, com medo de que eu tivesse algum problema e só soubessem quando fosse muito tarde.

As duas também me obrigaram a marcar uma consulta com psicólogo e psiquiatra, por conta do trauma que tenho de andar em automóveis desde o acidente dos meus pais, da síndrome do pânico, depressão e ansiedade. Tudo isso vem afetando minha vida social, e eu me fecho cada vez mais, e elas sabiam disso tão bem, e se duvidar, sabiam melhor que eu.

Kat abriu a porta de sua casa e a primeira visão que eu tenho é de balões, bolo, chocolates, doces, salgados, e vários amigos ali. Além de cartazes falando "seja bem-vinda de volta" em búlgaro, inglês e francês.

— Isso é uma... — tento terminar a frase, mas Candice me interrompe.

— UMA FESTA SURPRESA DE BOA-VINDAS! — ela grita.

Sua animação era nítida, provavelmente porque o que ela mais gosta de fazer em seu tempo livre é preparar festas.

Apesar da comemoração parecer estar muito legal, eu estava cansada. Durante os últimos dias eu não consegui dormir mais de três horas por noite. Eu ficava tendo pesadelos com o momento do acidente. Então, a única coisa que eu queria fazer era deitar numa cama macia e dormir por várias horas seguidas, sem sonhar em acordar.

 

No dia seguinte acordei cansada. Mais uma vez dormira por pouquíssimo tempo.

Quando olhei o relógio, era apenas sete horas da manhã. Resolvi sair do quarto e descer até sala, junto do meu celular. Candice me contara que Ian havia dado a ela após se encontrarem no hospital. 

Algo me dizia que eu devia desbloquear meu aparelho e procurar por seu número. E foi o que eu fiz. Uma parte de mim queria enviar uma mensagem a ele, mas não sabia o que falar e muito menos se devia. 

O que de pior poderia acontecer? me perguntei, e finalmente criei coragem suficiente para dizer "Oi tudo bem?". 

Deixei o celular na mesa de canto de sala e fui comer uma banana. Sentei-me na cadeira que ficava na frente da bancada da cozinha e fiquei olhando para o outro lado da janela.

Kat morava num prédio incrivelmente alto, e a vista era de vários prédios altos, e ainda era possível ver um pouco do Morningside Park, um dos meus parques favoritos de Nova Iorque. 

Resolvi, então, trocar de roupa, peguei meu celular e um pouco de dinheiro caso precisasse comprar algo e fui para o parque. 

O tempo estava até que bonito. Um sol que brilhava no céu, mas o vento estava extremamente gelado e ainda havia um pouco de neve nas árvores por conta do inverno.

De repente, levo um leve susto quando meu celular treme em minha mão. Olho que notificação era, e estava escrito que era a resposta de Ian. Resolvi parar de caminhar, para não correr o risco de trombar em algo ou alguém sem querer.

CHAT ON

Ian: Tudo bem, sim! E com você? Já saiu do hospital?

Nina: Ah, estou bem na medida do possível

Nina: Saí ontem do hospital...

Nina: Ahn, então, eu queria te agradecer pelo apoio que você deu às minhas amigas durante o tempo que eu fiquei em coma, e por ter se preocupado comigo. Realmente significa muito para mim.

Ian: Ah, que fofaaa! Não precisa agradecer não, viu?! Qualquer coisa que precisar, pode me chamar.

Ian: O que você está fazendo acordada a essa hora?

Nina: Passeando pelo parque... perdi o sono. E você?

Ian: Estou indo para a faculdade

Nina: Ah, boa aula então!

CHAT ON

Olhei o horário: já eram quase oito horas. O tempo tinha passado rápido. 

Bloqueei meu celular novamente e voltei a andar. Gosto de caminhar olhando para as árvores, a natureza em geral, e era isso que eu estava fazendo quando ouço uma voz, aparentemente masculina, me chamando. Me viro para trás e me deparo com Ian vindo em minha direção.

 

P.O.V Ian

Não tinha certeza se era realmente Nina, mas precisava gritar por seu nome. Na pior das hipóteses, o senhor que estava caminhando ali no parque me acharia louco, mas não teria problema porque afinal, ele nem me conhecia.

— NINA?! — grito e ela se vira. 

Apesar de estarmos longe, era possível ver que um sorriso formou-se em seu rosto. Ela parou de andar e fomos uma na direção do outro.

— Oi — ela diz. Sua voz estava meio rouca, provavelmente por causa do frio. Nina estava com as bochechas vermelhas, e deu mais um sorriso, dessa vez mais meigo que o anterior.

— Oi — respondo. — Não imaginei que você estaria nesse parque.

— Digo o mesmo... veio dar uma volta aqui antes da faculdade?

— Ah, não. Na verdade, eu poderia, mas é que mais rápido eu atravessar o parque andando do que pegar metrô, táxi, ou qualquer outra coisa até a universidade. Falando nisso, quer me acompanhar até lá, para gente ir conversando?

— Pode ser — ela responde, mas logo completa. — Vou até próximo a faculdade, na verdade.

—Certo, sem problemas.

Um silêncio pairou sobre nossa conversa. Ficamos apenas caminhando, procurando algum assunto para conversar.

— Que curso você está fazendo? — ela me perguntou.

— Direito. Mas não tenho certeza se é isso mesmo que eu quero... — digo, balançando os ombros. 

— Ah, que droga. Acha que quer trabalhar com o que, então?

— Eu não faço ideia. Acho que cinema, ou talvez nada mesmo. Mas e você? Faz algum curso?

— Artes cênicas, mas o doutor me deu atestado para faltar durante um mês, mas não lembro exatamente o porquê.

Continuamos caminhando até que finalmente chegamos ao final do parque. Paramos e fiquei encarando-a por alguns instantes. Ela é muito linda, pensei.

— Eu tenho que ir, mas a gente pode marcar algo algum dia. Só me falar quando você pode — digo, com um enorme sorriso no rosto.

— Sim, com certeza. Boa aula, mais uma vez!

Nos aproximamos e demos um rápido abraço. Depois, ela virou-se e foi embora, enquanto eu ia para a universidade.



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