História Nice butt - Capítulo 1


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Categorias Naruto
Personagens Boruto Uzumaki, Mitsuki, Naruto Uzumaki, Sarada Uchiha
Tags Borusara, Boruto, Boruto Uzumaki, Naruto, Sarada Uchiha
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Palavras 3.152
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Avisos: Naruto não me pertence, mas sim a Masashi Kishimoto. Não possui fins lucrativos e é apenas ficção.
História postada exclusivamente aqui.

Capa: a line-art da capa é de minha autoria, portanto, peço que não copiem nem divulguem.

Shipper: Boruto Uzumaki e Sarada Uchiha

Capítulo 1 - Nice butt


Fanfic / Fanfiction Nice butt - Capítulo 1 - Nice butt

Poucas foram as vezes em que Boruto Uzumaki havia chegado perto da morte. Quase todas foram resultado de batalhas perigosas que travara ao longo de seus 18 anos de idade, mas uma teve um motivo bem diferente. Nenhum inimigo o deixou tão ferido com um único soco como ELA o fez.

Sabia que a Godaime Hokage, famosa pela força descomunal, havia ajudado Sakura no treinamento da garota e conhecia a força que ela tinha, porém nunca pensou que experimentaria de tal forma a dor que aqueles punhos podiam causar.

Tudo aconteceu antes de ela se tornar Hokage. Estavam em missão da ANBU de Konoha. Era coisa arriscada, espionagem na Vila Oculta da Chuva, onde se suspeitava haver um movimento em favor de uma nova guerra shinobi. Mitsuki, Sarada e ele estavam há três dias trabalhando infiltrados em um vilarejo próximo ao esconderijo de uma organização de nukenins de diversas nações.

Em um dado momento, receberam um recado do Nanadaime, ou como ele costumava chamar “o velho”, solicitando informações a respeito das ferramentas ninja científicas que os inimigos possuíam em seu arsenal. Isso exigia que encontrassem um jeito de invadir o esconderijo sem entrar em combate, considerando que, mesmo sendo todos de nível jounin estavam em desvantagem em termos de números, já que havia pelo menos uns 20 membros naquela estranha organização, sobre os quais tinham pouca informação até aquele momento.

Graças a Sarada e sua paixão por bibliotecas conseguiram a planta do edifício abandonado que servia de base para os inimigos nos arquivos oficiais do vilarejo. Analisaram com cautela e após um breve discussão e alguns cascudos que ele levou da kunoichi, “todos” concordaram em tentar adentrar pelo sistema de ventilação do antigo prédio enquanto os shinobi renegados estivessem ausentes. Há dias espionando-os, já tinham gravado os horários em que o esconderijo se encontrava menos protegido e sabiam exatamente quando entrar.

Era meia tarde quando decidiram pôr seu plano de invasão em prática. Com destreza, Sarada saltou até a entrada externa do sistema de ventilação do edifício e arrancou as grades que o protegiam como se fossem feitas de papel. Ah, o estrago que aquela garota era capaz de fazer com as mãos! Lhe dava arrepios quando ela demonstrava, sem querer, a força descomunal que possuía.

A Uchiha foi na frente com o sharingan ativado para garantir que não seriam pegos, ele entrou em seguida e Mitsuki o seguiu de perto. Todos escondendo seu chakra para evitar detecção.

Para sua infelicidade (ou não, dependendo do ponto de vista) tinham de engatinhar, quase rastejando, pelos tubos de ventilação evitando fazer qualquer barulho durante o percurso. Parecia fácil, e seria, se Sarada não estivesse bem à sua frente exibindo de forma totalmente não intencional as belas curvas de seu bumbum, muito apertado dentro da calça de uniforme da ANBU. Boruto suava frio e podia jurar que seu rosto estava fervendo de calor, completamente tingido de vermelho pelo rubor intenso que aquela visão lhe causava.

Ah, quisera ele poder suprimir os pensamentos indecentes que dançavam em sua mente a cada centímetro a mais que ela se movia! O problema era justamente o movimento! Sabia muito bem que ela estava apenas engatinhando, como exigia a missão, completamente alheia ao amontoado de hormônios fervilhantes que a seguia, mas para ele era impossível não olhar. O pior de tudo, é que Mitsuki, atrás dele, mal segurava o riso, divertindo-se com sua tortura. O idiota de cabelo azul sabia muito bem da atração louca que o Uzumaki tinha pela garota Uchiha, que por Kami-sama, não poderia mais chamar de garota! Era, sem sombra de dúvidas, uma mulher feita.

Engoliu em seco quando ela parou em sua frente, abaixou a cabeça e deixou o ouvido rente ao chão do tubo de metal em que se locomoviam para escutar melhor, o que fez com que aquele belo bumbum se empinasse ainda mais bem na sua direção. Ah, maldito pai que lhe mandara investigar as porcarias das armas daqueles renegados! Sentia um filete de sangue escorrendo pelo nariz.

Mitsuki o cutucou de leve zombando de seu estado, ao passo que respondeu com um coice na direção do companheiro de time. O idiota ria na sua cara só porque sabia que não poderia enfiar um rasengan na fuça dele no momento! Se estragasse a missão, Sarada o mataria!

Ela disse algo sobre não haver ninguém e que estavam quase sobre a sala de armas, cuja localização haviam descoberto ao longo dos dias infiltrados.

Apesar de ser um shinobi e saber muito bem que deveria manter-se concentrado na missão a todo custo, ficava cada vez mais difícil não distrair-se com os movimentos suaves dos quadris da Uchiha a sua frente.

Era louco por ela desde a Academia e agora que se tornara essa deusa não se passava um dia sem que sonhasse em tê-la como sua mulher.

Ás vezes acreditava que Sarada correspondia seus sentimentos, a julgar pelas bochechas ruborizadas e os incontáveis socos que distribuía toda vez que Mitsuki comentava sobre o quanto ela e Boruto formavam um belo casal. Além disso, tinha aqueles momentos no meio do treinamento, em que ficavam muito próximos um do outro durante um ataque e ele via os olhos vermelhos da moça fixos em seus lábios. Mitsuki, o maior fã do casal, jurava que a Uchiha morria de amores por ele, mas era orgulhosa demais para admitir. ChouChou concordava, assim como todos seus amigos da Academia. Até seu pai dizia que sua pupila e sucessora não resistia ao charme de Boruto Uzumaki. Somente duas pessoas negavam esse fato: Sarada e Sasuke,  pai dela e seu mestre.

Sua atenção voltou à missão quando ela arrancou uma grade no chão do tubo de ventilação, exatamente acima da sala de armas inimiga. Num único movimento, saltou pelo buraco e caiu sem ruído no chão do cômodo abarrotado de caixas.

- Tudo limpo por aqui meninos! - Confirmou, aguardando a descida dos dois companheiros. Arqueou uma sobrancelha morena ao ver um filete de sangue escorrendo pelo nariz do Uzumaki. - Se machucou baka? - Perguntou sarcástica. Boruto apenas bufou em resposta e podia jurar que viu a malícia nos olhos dela naquele exato momento. Seria possível que ela estivesse brincando com ele? Torturando-o de propósito com suas curvas fenomenais? Não, melhor não pensar nessa hipótese. Sarada não seria tão cruel, seria?

- Vamos, abram as caixas mas evitem armadilhas. Lembrem-se de conferir se não há selos explosivos nem nada do gênero. Já ví que não há câmeras também. Temos tempo, mas mesmo assim se apressem, ok? - Disse convicta a Uchiha. Ela tinha jeito pra líder mesmo. Gostava do jeito mandão dela. Era uma das milhares de coisas que ele amava em Sarada Uchiha.

Trabalharam rápido e fizeram um levantamento do arsenal inimigo, roubando as ferramentas mais poderosas para facilitar a desestruturação da organização no futuro. Conseguiram informações valiosíssimas e precisavam se reportar ao Hokage o mais rápido possível.

Novamente, antes que Boruto pudesse impedir, Sarada subiu pelo buraco no tubo de ventilação por primeiro. Como não daria a Mitsuki o prazer de “secar” sua amada companheira, ele a seguiu, por mais que lhe causasse danos psicológicos sérios estar outra vez atrás dela e de seu maravilhoso bumbum.

E foi ainda pior, parecia que ela sabia que a observava atentamente, por que rebolava ainda mais e mais lentamente. Estava acabando com a sua sanidade.

Respirou aliviado quando saíram daquele maldito tudo apertado. Secou o sangue que lhe escorria pelo nariz e tentou afastar o rubor das bochechas antes que ela notasse. Sem sucesso, obviamente.

- Boruto, o que há com você? É a segunda vez que tem esse tipo de hemorragia nasal? Quer que eu verifique para ver se não está doente? - Sarada disse, com uma expressão de pura inocência, porém ele viu o brilho divertido nos olhos ainda vermelhos da kunoichi. Ela sabia! Sabia que a culpada de sua constante hemorragia nasal era uma doença crônica chamada Sarada Uchiha.

- Sarada-chan, não precisa verificar nada. Boruto-kun apenas está reagindo ao seu bumbum balançando na frente dele durante todo o caminho. - Mitsuki disse, risonho. Sempre! Esse cara sempre tinha o dom de fazer comentários desnecessários nas piores horas possíveis. Deveria ser algum tipo de kekkei genkai dele, ou um dom.

- Como é que é? - Ela rosnou. Erguendo um punho e apertando os dedos. Ele viu o chakra rodeando aquela perigosa mão enluvada e tremeu na base.

- Vamos! Diga a ela Boruto, você acha que é um belo bumbum não é? - Ele não parava! Mitsuki simplesmente não parava! Estava sentenciando o Uzumaki a morte naquele instante e o fazia com um sorriso brincalhão no rosto. Monstro! E ainda se dizia seu amigo!

- Eu… Eu não disse nada di...disso-tte’basa! - Defendeu-se, gaguejando mais a medida em que ela andava em sua direção com o punho em riste.

- Mas pensou! - continuou Mitsuki.

Quando ela se preparou para socá-lo, ele segurou seu punho na metade do caminho, puxou-a na sua direção e disse: - Vai me bater de qualquer jeito ne, Sarada-chan? - Ela piscou, confusa, e devagar, assentiu com a cabeça.

- Bom, já que é assim, então vou admitir que realmente é uma bela bunda! - o Uzumaki disse, com um sorriso matreiro, aproximando mais o rosto do dela e colando seus corpos. Viu a Uchiha desviar o olhar e fixar os olhos cor de sangue em seus lábios. Um sorriso de lado se formou em sua boca enquanto a via reagir de tal modo a sua proximidade.

Sarada balançou a cabeça e o olhou com o cenho franzido. O punho envolto em chakra encontrou sua barriga e ele foi arremessado por centenas de metros, voando pelos ares de encontro a uma grande árvore, que rachou por completo quando o corpo do loiro se chocou com seu tronco robusto.

Mitsuki até tentou segurar a kunoichi enraivecida, mas ela ameaçou socá-lo também, então desistiu de impedí-la. Em segundos, Sarada estava no local da queda de Boruto. Pretendia bater mais nele, porém o viu desacordado e, dando-se conta do que acabara de fazer, foi tomada pela culpa e começou a curar os ferimentos do loiro.

- Boruto-baka, por que tem de ficar dizendo essas coisas pervertidas e me olhando desse jeito! - Reclamava enquanto seu chakra adentrava os cortes e reconstituía os ossos e órgãos rompidos.

- Depois fico me preocupando por ter te machucado demais sem querer! Idiota! Droga! Não deveria ter batido nele! - A aflição era visível nos olhos agora negros da kunoichi. Mitsuki presenciava tudo. Aquela cena lhe era familiar, já havia ocorrido milhares de vezes, mas desta vez Sarada havia exagerado um pouco. Boruto parecia realmente mal. Ela estava a beira das lágrimas enquanto transferia seu chakra de cura para o loiro.

Ela até tinha gostado de provocar o Uzumaki um pouquinho, porém não esperava que ele fosse reagir daquela maneira e ser cara de pau a ponto de elogiar sua bunda bem na sua cara. Isso fez seu sangue ferver e ela perdeu o controle da força. Agora dava tudo de si para curar o loiro pervertido e desacordado. Se lembrava de sua mãe ter dito algo sobre Tsunade-sama quase ter matado um colega de time por espioná-la nas termas no passado. Ela não queria cometer o mesmo erro.

Com algum esforço conseguiu reparar a maior parte dos ferimentos infligidos ao loiro e com ajuda de Mitsuki o levou para os aposentos onde estavam instalados. A missão estava concluída e voltariam para Konoha assim que Boruto acordasse.

Naquela noite ela quase não dormiu. Sentou-se ao lado dele aguardando que abrisse os belos olhos azuis. Mais de uma vez, Mitsuki a viu reclamar e roer as unhas preocupada por ele não recobrar a consciência. Quando aquilo começou a lhe dar nos nervos, finalmente disse-lhe: - Sabe, você deveria admitir que gosta dele tanto quanto ele gosta de você, Sarada-chan! - Ele sorriu cúmplice, enquanto a kunoichi corou dos pés a cabeça embora tentasse negar fervorosamente.

- Eu… Eu não… Não gosto, Mitsuki, não diga bobagens! - Virou o rosto corado e cruzou os braços, negando a verdade estampada em suas feições.

- Pare com isso! Vi como você provocou ele durante a invasão, admita de uma vez que vocês são perfeitos um para o outro e eu estou certo desde o início. Além do que, ele não vai sair do seu lado nunca, você sabe, ele te prometeu anos atrás! - Disse olhando de um para outro, sorrindo ternamente por saber que sim, ele realmente tinha razão, aqueles dois eram um bom par e, no fundo, ela também via isso.

- Ok, Ok, Mitsuki. Você estava certo. - Disse a morena, dando-se por vencida, já que ele não acreditaria em sua negação mesmo. Mitsuki sempre soube lê-la muito bem, apesar de ser boa em esconder emoções, na maior parte do tempo.

- Ele vai ficar bem, você consertou todo o estrago. Mas tente bater com menos força da próxima vez! - Brincou o rapaz de cabelos azulados, sorrindo ao ver o olhar carregado de preocupação que ela dirigia ao loiro adormecido.

- Eu espero. - Disse acariciando a mão de Boruto de leve e aconchegando-se no futon dele para continuar sua vigília enquanto Mitsuki descansava.

Assim que acordou na manhã seguinte, Boruto se sobressaltou ao ver que não estava sozinho. Sarada dormia enroscada em seu braço ainda dolorido devido aos ferimentos decorrentes do soco que ela lhe dera, enquanto Mitsuki os observava e preparava tudo para sua partida em poucas horas. Boruto corou violentamente diante das diversas cenas que passaram por sua mente envolvendo Sarada, ele e um futon. Mitsuki riu ao entender, pelas reações do Uzumaki, que tipo de pensamentos ele estava tendo. O loiro perguntou, curioso, por que a Uchiha dormia com ele, ao passo que Mitsuki apenas sorriu dizendo: - Ela não dormiu nada a noite toda. Ficou esperando você acordar até não aguentar mais de cansaço.

Aquela resposta fez seu coração falhar uma batida. Então ela tinha estado preocupada com ele, hein?

Partiram assim que Sarada acordou. Não houve tempo para conversas, usaram um pergaminho de teletransporte recém desenvolvido pelos alunos de Katasuke para regressar à vila e em questão de segundos encontravam-se no escritório do Hokage.

Repassaram todos os detalhes da missão, entregando também as armas que haviam retirado do esconderijo da organização criminosa. Em nenhum momento, Sarada olhava para Boruto, embora ele a encarasse a maior parte do tempo, fazendo seu pai rir ao observar a cena.

Antes que todos saíssem, Naruto disse displicentemente, como quem comenta sobre o tempo: - Vocês dois aí, deviam parar de fingir e se resolver logo, isso está me dando nos nervos’ttebayo!

Não que ele fosse exemplo, o próprio sabia bem que demorou eras para reconhecer os sentimentos que nutria por Hinata, mas era exatamente por isso que dizia a seu filho e, ah, que irônico, à filha do Sasuke-teme, que se resolvessem de uma vez. Toda Konoha sabia que se amavam desde crianças, exceto Sasuke, já que Boruto continuava vivo.

Riu ao ver os dois corarem furiosamente e Boruto soltar um “Cale essa boca velho!”, educado como sempre. Eles faziam um belo casal.

Sarada saiu a passos largos na direção oposta de Boruto que, sem se conter, seguiu-a de longe. Ele suspeitava que ela iria até seu “lugar especial”, a cabeça do seu pai esculpida no monte Hokage era um dos lugares preferidos da kunoichi. Encontrou-a sentada lá abraçando a si mesma com o olhar perdido na vastidão de construções da vila. Sentou-se ao seu lado e ela não o expulsou, o que ele considerou um grande avanço.

- Sabia que me seguiria. - Ela disse, tão baixo que ele mal pôde ouvir. Olhou-a interrogativo e esperou que continuasse a falar.

- Eu lhe devo desculpas, exagerei na força e quase… - Viu a Uchiha engolir em seco, enquanto continha as lágrimas que insistiam em se formar nos cantos dos olhos negros - Quase matei você. - Virou-se em sua direção e o encarou, suspirou mais um vez e disse: - Me perdoe, Boruto. - Baixou a cabeça e voltou a olhar para a aldeia. Não conseguia olhá-lo.

- Sabe, eu não me importo. - Ele soltou, ao passo em que ela o olhou confusa. Como ele poderia não se importar com o fato de ela quase tê-lo matado? - Por que eu não retiro o que disse. É um bela bunda. - E coçou a nuca, esperando pela reação da garota.

Sarada riu, balançando a cabeça de um lado para o outro enquanto sussurrava “pervertido”.

- Ora, confesse, você fez de propósito! - Ele continuou, provocativo, porém com olhos brilhantes carregados de expectativa ao encarar o rosto dela.

- Sim, eu meio que fiz. - Riu baixinho enquanto um leve rubor cobriu suas bochechas. - Mas não sabia que funcionaria tão bem com você.

- E como não? - Ele respondeu, indignado - Tem ideia da tortura que isso foi? - Reclamou, enquanto ela ria novamente. Mal podia acreditar que estava dizendo essas coisas sem levar outro murro que lhe deixasse inconsciente. - Sério Sarada, se continuar me provocando assim eu não respondo por mim, eu vou… - Não terminou a frase, não conseguiu.

Ela correu os olhos pelo rosto do loiro, guardando cada traço daquela expressão. Um misto de ternura com luxúria. Acabara de descobrir que gostava de ver esse olhar direcionado a ela.

- Você vai? - Deixou a pergunta no ar, fixando seus olhos negros nos azuis dele.

Ele não respondeu, ao menos não com palavras, apenas aproximou o rosto do dela, afogando-se na imensidão dos olhos negros. Sua mão traçou o contorno da cintura da Uchiha e a puxou para si. A outra tocou a bochecha em uma carícia tão suave que a fez fechar os olhos. Seus lábios roçaram os dela, sutis e, de uma vez, tomaram a boca da kunoichi num beijo aguardado por ambos há tempos. Suas línguas dançavam deliciosamente e os suspiros que ela deixava escapar em meio ao beijo eram música para seus ouvidos. Se afastaram em busca de ar, então a ouviu sussurrar:

- Gosto de você, baka. - Ele sorriu de orelha a orelha, beijou-a nos lábios com rapidez, antes de retribuir dizendo-lhe: - Amo você, futura Hokage. Desde sempre, você sabe.

- Viu, eu disse que vocês dois eram um belo casal! Agora vão poder finalmente copular, Boruto-kun! - Sobressaltaram-se de imediato, Sarada respirou fundo ao ver Mitsuki parado observando-os a poucos metros dali, ela deu um beijo rápido nos lábios de Boruto antes de se levantar e caminhar em direção ao companheiro de time intrometido.

Boruto levou uma mão ao rosto, balançando a cabeça negativamente.

Esse cara, sempre dizendo a coisa errada na hora errada!

Mitsuki não viu o punho envolto em chakra até que este o acertou em cheio no peito e essa foi a primeira vez que ELE chegou perto da morte.

 


Notas Finais


Então pessoal, espero que tenham gostado! Ficarei feliz em receber suas opiniões, críticas e sugestões!
Beijinhos, Ja ne


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