História Nico Di Ângelo Riddle e o Cálice De Fogo - SOLANGELO - Capítulo 9


Escrita por: e KaliMortem

Postado
Categorias As Provações de Apolo (The Trials of Apollo), Harry Potter, Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Draco Malfoy, Hades, Harry Potter, Hermione Granger, Lílian Evans, Lord Voldemort, Nico di Angelo, Ronald Weasley, Severo Snape, Will Solace
Tags Bruxos, Cálice De Fogo, Gay, Nico Bruxo, Nico Sonserino, Semideuses, Solangelo, Wico, Will Lufano, Will X Nico
Visualizações 576
Palavras 2.307
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Cobras e Texugos


Fanfic / Fanfiction Nico Di Ângelo Riddle e o Cálice De Fogo - SOLANGELO - Capítulo 9 - Cobras e Texugos

NICO ON

Era diferente, eu me sentia estranho, mas era bom ao mesmo tempo, porque eu me sentia parte de algo, mesmo que tivesse um voz em minha cabeça dizendo que tudo isso era falso, mas resolvi ignorá-la, mas era estranho andar em grupo, mas não ruim, por onde andávamos os alunos abriam espaços para nós, os saltos batiam no chão as meninas tinham um salto de 10 cm, mas eu como um homem e por gostar da minha altura só usava um pequeno, mas que ainda fazia barulho. Eu sentia que era importante, porque segundo as meninas cada uma das Filhas e Filho de Loki tem um papel no grupo, Lála tinha que planejar as pegadinhas, enquanto que Jája descobre o momento e a pessoa certa para fazer a pegadinha, enquanto á Táta executa a pegadinha, mas as três assistem, segundo elas me trabalho é conseguir os materiais.

Eu via que com elas eu não preciso cobrir o silêncio eu podia ser simplesmente ser eu mesmo e elas não escondiam suas diferenças, mas as mostravam, Jade e Táila andavam grudadas uma na outra e ninguém se incomodava, Láila andava escrevendo em um livro que tinha na capa escrito “O Livro das Pegadinhas", seu sonho, diferente dos gêmeos que querem abrir uma loja, ela quer escrever um livro de pegadinhas, já Jade quer se tornar jornalista e refazer completamente o Profeta Diário e ela juntamente com a Táila que quer abrir um restaurante que mistura comida e poções, isso me faz pensar e nunca imaginei o meu futuro e nem minha vida a longo prazo, sou semi-deus um  guerreiro e acima de tudo um soldado, eu sempre penso que eu posso morrer no próximo minuto, mas será que isso é viver?

As vezes penso se eu não deveria simplesmente me entregar a dor que queima em meu peito, olho para o meu pulso  será que um pequeno corte faria tão mal? Um corte e só pequenos pingos de sangue escorrendo,tudo por um pequeno alívio, faria tão mal? Eu sei que a Láila, Táila e a Jade estão aqui do meu lado, mas elas não sabem a verdade, podem ter me aceitado por ser gay, mas quando descobrirem tudo que eu fiz? E se notarem que sou mais parecido com meus antepassados que aparento? A dor do não saber, às vezes chega a ser pior a aquela de saber, eu nunca sei o’que esperar ou quando serei traído, essa espera constante de uma traição me corrói por dentro.

Suspiro, às vezes eu queria desaparecer, mesmo que eu possa fazer isso, mas eu sei que isso chamaria a atenção, também sei que às vezes eu faço coisas muito ruins, mas isso é oque sou, sou fechado e silencioso, mas ao mesmo tempo perigoso e frio é como se minha cabeça fosse uma em cada situação, mas ninguém sabe quem eu sou por baixo de tudo isso por baixo de tudo isso sou simplesmente tímido e quebrado, que passou por muito sem ninguém por perto, às vezes eu queria ter alguém para ver por baixo de todas as minhas camada, que visse mais que minhas máscaras, alguém que eu possa confiar de olhos fechados e com as mãos amarradas, mas todos em que eu confiei simplesmente aconteceram duas coisas ou morrem ou simplesmente me traíram é quando dedos estalam em minha frente, balanço a cabeça saindo de meus pensamentos,  é quando percebo que eu parei em frente a uma porta, percebo que foi Láila que estalou os dedos em minha frente e ela diz.

- Vem vamos entrar!                  

Faço sim com a cabeça e sigo as três para dentro da sala, o ambiente é escuro e sombrio, o’que me atrai muito, as mesas de madeira escura, cada mesa com lugar para três pessoas,pelas janelas não entrava luz, porque lá fora uma forte tempestade caia será que Zeus está em guerra com alguém? Mas isso não importa, cada raio que caía minhas mãos tremiam, meu coração pulsava, poucas coisas me dão medo, mas raios era um deles, o trauma de ter perdido a minha mãe por um raio, faz com que o meu medo se multiplicassem em mil, respiro fundo e fui me sentar de preferência num lugar escuro e longe da vista do professor, mas quando me sento percebo que as mesas estão nomeadas, bufo e começo a procurar meu nome, até que eu acho no pior lugar possível , minha mesa ficava no canto, mas bem na frente do professor, suspiro e me sento, eu estava entre dois outros alunos, mas eu nem me importei em ver e simplesmente movimentei os dedos fazendo uma toca de sombras cobrir minha cabeça, deito a cabeça na mesa, meus cabelos estavam soltos alguns fios caiam em meu rosto e felizmente minha cabeça era toda coberta pela toca de sombras.

Eu não sabia o’que fazer agora, a minha melhor chance de encontrar o meu avô é falar com o Bartolomeu Crouch Jr que está fingindo ser o Olho - Tonto, eu tenho que ter punho de ferro já que ele só me colocou sentado aqui para poder ficar de olho em mim, ás vezes sinto que estou em constante observação, como seu eu fosse um bicho, é quando percebo uma cadeira ser arrastada ao meu lado, só pode ser o meu colega de mesa nem ligo até que ouço uma voz dizer.

- Pelo jeito seremos colegas pelos resto do ano não é? - Levanto a cabeça, me vejo encarando os olhos azuis, era o Will coro até as minhas orelhas e digo.

- S...im

Olho para os lados ainda vermelho, eu tinha me esquecido a aula seria com três casas invés de duas, no meu lado direito estava o Will que me olhava com aqueles dentes brancos, já do outro estava Neville que se encolhia contra a parede com medo, a família dele e do Will tinham uma rixa fazendo que o Longbottom se manter longe já o problema dele comigo é o mesmo de todos comigo ou seja o meu avô, suspiro e observo os outros onde estão sentados, atrás de mim está Táila emburrada em estar sentado do lado de Iago não para de flertar com ela,  depois tem um lufano que para mim é desconhecido, atrás está Jada que parece faltar pouco para tirar a cabeça do Iago, ela está entre uma Lufana e uma Grifinória que parecem falar sobre roupas, na outra mesa está uma lufana, Ron e Láila que parece tentar fazer amizade com o cabeça de cenoura, na mesa ao lado da deles está o Zabini morrendo de ciúmes ao lado de um grifínório e um Lufano fofoqueiro, em sua frente está Crable que bate a cabeça na mesa por estar sentado entre um casal de namorados que não param de se beijar um é da Lufa-Lufa e outro da Grifinória, posso achar ela irritante, mas deu pena dela sentada com a Pansy as duas não param de discutir, mas a mesa em frente é o’que mais discute Draco e Harry estão sentados juntos, no meio está Sarah uma pequena Lufana que parecia desesperado no meio da discussão dos dois, Bartolomeu é cruel ele separou os alunos em trios, com um aluno de cada casa colocando pessoas que se odeiam.

Volto a deitar meus braços na mesa e em cima deles a minha cabeça, suspiro irritado eu queria desaparecer, mas não posso eu quero encontrar o meu avô, nele eu coloco minha última esperança de ter alguém que se importa comigo, mas e se ele me odiar? Ou me ignorar? Ou simplesmente estar muito ocupado com si mesmo como o meu pai e simplesmente me esquecer? passei os meus dedos sobre e meus pulsos, penso novamente será que se eu me matar alguém sentiria minha falta? Com isso só tenho um resposta, a morte seria boa demais para mim, eu fiz coisas ruins e mereço o’que está acontecendo comigo, é quando sinto longos dedos quente em minha nuca, se fosse outra hora eu estaria enfiando uma faca no pescoço de quem me toca, mas esses dedos me traziam segurança eram quentes e aconchegantes, faziam pequenos carinhos, diferentes dos meus que eram frios cheios de calos por causa das lutas, os dedos do desconhecido eram macios como seda, só esse contato me fez derreter e mostrar meu lado vulnerável e acabo gemendo ao toque, cor ao me lembrar que estou na meia da sala, levanto a cabeça e pela minha sorte ninguém percebeu olho para o lado e ninguém menos que o Will Solance estava fazendo carinho ele sorri de lado para mim e coro, Will diz.

- Você parece um anjo pensando - Ele sorri para mim e continua fazendo carinho, suspiro olhando seus olhos e digo corado.

- Obrigadovocêtemlindosolhos - Fala tudo rápido, mas vejo que ele entendeu o’que eu disse e ele diz.

- Os seus parecem pedras de Ônix, e são lindos, você é lindo - Ele cora um pouco e sorri, correspondi seu sorriso ai me lembro de Káila sua namorada e falo.

- Acho que sua namorada não ia ficar feliz em ver você me elogiando - Abaixo a cabeça de novo, meu sorriso já se foi comigo nada é simples o ouço suspirar e dizer.

- Não é como se eu a amasse ela, não é?

Ele suspira e faz uma cara triste, abro a boca para falar algo, mas eu a fecho quando ouço uma porta abrir, levanto o rosto e vejo o Olho-Tonto entrando pela porta, posso perceber que Bartolomeu finge muito bem ser o Moody, ele pega um giz e começa a escrever seu nome no quadro com violência e diz.    

- Meu nome é, Alastor Moody, ex-auror, já que o ministério acredita que só por causa que minha sanidade foi embora! - A Cada palavra um golpe no quadro, ele se vira para os alunos - Os idiotas do Ministério diz, que vocês não podem saber sobre as maldições, MAS EU DIGO! SE NÃO SABEREM COMO LUTARÃO!? - Quando gritou todos pularam - Agora me digam o’que são as maldições imperdoáveis! - Todos se entreolharam eu percebi que faltava coragem neles, foi quando Hermione levantou a mão e disse se a autorização do Professor.

- Porque se usar qualquer uma delas você vai ganhar uma passagem só de ida para Askaban

Ela abaixou a mão rapidamente  com a outra ela batia na mesa rapidamente como se estivesse nervosa Bartolomeu/Alastor começou a andar pela sala, por cada mesa que ele passava um aluno tremia, mas na minha mente também passava a frase do Will, como ele não amaria a própria namorada? Será que ele só estava brincando comigo? Ainda posso sentir o toque da mão dele em meus cabelos, isso só pode ter sido um tipo de provocação não é? Foi ouvi uma batida, olhei para trás e vi o professor bater um livro na classe da Láila e do cabeça de cenoura e dizer.

- Bem,bem está certo Srt. Granger - Ele agora olha para o Ronald que se treme inteiro - Soube que seu pai trabalha no ministério não é? Por que invés de ficar mascando chiclete! Porque não diz uma maldição! - Dou um sorriso contido, isso vai ser interessante e o Ron diz nervoso.

- Bom, meu pai um dia me falou sobre uma,  maldição Imperius. - ele olhou nervoso para o professor e abaixou o olhar rapidamente, o professor se virou e disse.

- Sim! A maldição Império, ela tem poder de controlar as pessoas!

Ele foi até um pote de onde retirou uma serpente, olho para ele angustiado, tal como o meu avô tenho um vínculo com elas, eu ouvia a cobra pedir misericórdia, até que ele lançou o Império, com isso ele começou a fazer a cobra andar pelas salas, alguns riam da situação, mas eu estava desesperado pela serpente, até que ele voltou a falar.

- Depois da primeira Guerra Bruxa, muitos Comensais da Morte alegaram estar sob a Maldição Império quando receberam as ordens de você-sabe-que, e essa maldição é imperceptível por isso eles foram soltos! - Depois de ter libertado a serpente, para o meu alívio, ele para em frente a classe e diz.

- Agora me digam outra maldição! - Seus olhos varreram a classe inteira, até que para minha surpresa quem levantou foi o Neville que diz.

- Ah... A...A mal...maldi...maldição Cru...Cruciatus - Ele gaguejava e parecia prestes a chorar, o seu medo alimentava eu e minhas sombras, Alastor coloca a serpente em frente a mim e disse.

- Crucius! - Eu vi aquela linda serpente roxa de cores vibrantes, mas com olhos amarelos como ouro, ela fazia altos barulhos de dor, e disse.

- PARE! Ela está sofrendo! - Ele olhou para mim surpreso, lancei em troca um olhar de morte, ele recuou, mas depois sorriu e diz.

- Então me diga a última maldição, senhor, como é mesmo...Riddle - Me levanto e me inclino na mesa, ficando agora cara a cara com ele e digo.

- A maldição da Morte! - Ele sorriu com escárnio e pega a varinha dizendo.

 - AVADA KEDRAVA!

Eu não fiz nada até que o raio da morte estivesse bem perto da morte, então só fiz um movimento fazendo que o raio parasse e entrasse direto em meu peito, eu podia sentir o poder da morte que aumentava o meu próprio, mas só suspirei e o sinal tocou todos saíram correndo apavorados, só ficou eu e Bartolomeu na sala, peguei a cobra que se enroscou em meu pescoço, lançei um sorriso e um olhar de pura morte, fazendo que Bartolomeu caia para trás, mas antes que caia no chão faço uma cadeira de sombra que o prendeu, ela me olha apavorado e digo.

- Agora ela é minha e se chama Solis, agora vamos conversar Bartolomeu Crouch Jr!

                                         


Notas Finais


FUI MAIS RÁPIDA! ME DIGAM OQUE ACHAM!

COMETEM!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...