História Night races - Capítulo 1


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Palavras 907
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Canibalismo, Necrofilia, Sadomasoquismo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Ae, se, ae vai faz a fila e vem um de cada vez, eu sei que não postei nada por que sou um merda, mas cá estamos com essa fic da turma da Creepypasta e dos Proxies do fodão do gigante palmito de terno, chapel de lado, meu arrombado! Desculpa-me, espero que vcs gostem! Dedico esse caraio a uma miga minha e de vcs (@Nikiera) pois ela que me deu a ideia de fazer um café creepastico, aeeeeee! Chega de MiMiMiMi...
"N/M = nome da música".
=Exp=
"Cada Creepypasta será de um lugar diferente, exemplo, o Jeff ele é Nova iorquino, então o título do capítulo dele será de inglês"
"Não postarei capítulo todo dia mas tentarei postar duas vezes por semana"

(Atualizada)
Boa leitura ❤😅

Capítulo 1 - Night races - One


Fanfic / Fanfiction Night races - Capítulo 1 - Night races - One

Night Races

Sáb/08/18

Em um quarto mal iluminado se encontrava uma bela jovem, de aparência um tanto que invejável, mas não agora. Seus cabelos negros espalhados no travesseiro, seu rosto bronzeado amassado, marcas do travesseiro no rosto e filetes de baba escorria pelo seus lábios finos.

Seu corpo um tanto que fora de peso espalhado pela cama, sua coberta jogada no chão. Em 2 minutos seu detestável despertador tocaria, e enquanto isso, aproveitaria para poder tentar dormir e voltar em seu sonho.

E quando finalmente seu melhor sonho começaria a ter algum sentido, o objeto toca, a tirando de seu profundo sonho, despertando não apenas você como também sua raiva, por ser acordada as 03:30 da manhã. Hora na qual fazia sua matinal caminhada noturna.

Se sentou na cama, olhou para os lados tentando se familiarizar com o ambiente onde estava a dormir, até se lembrar da noite passada, onde havia passado desde as cinco da tarde até às onze horas da noite, onde havia bebido horrores com um homens do Bar.

 Você pega o cobertor do chão, o jogando em cima da cama, se espreguiça e levanta, indo fazer sua higiene matinal, ou quase matinal. Já feito, rumou-se em direção ao seu pequeno guarda roupa, tirou dali uma blusa de pano fino, uma legging preta e seu tênis da sapateira ao lado.

Vestiu-se e foi para a cozinha preparar seu café, enquanto fazia seu costumado coque frouxo com um dos braços, e com o outro puxava um dos pequenos banquinhos da mureta, se sentando ali. Pegou uma das xícaras em cima da mureta e caminhou em direção a cafeteira.

Quebra de tempo

Estava no portão quando começou a se exercitar antes de começar a correr, finalmente, já que, você começou a enrolar, dizendo que estava frio ou que era perigoso, uma mulher indefesa como você, sair a essa hora da madrugada.

Mas logo voltando a se esticar ali, esticando lá, e esticando para cá, até tendo a certeza de ter terminado sua série de exercícios, você liga sua música e começo a correr. Não muito rápido, ou muito lento.

Já fazia um bom tempo que você não corria, desde que você perderá 20 kilos achou que não precisaria mais fazer as séries de exercícios, ou até mesmo parar de ir a academia é de fazer dietas malucas, vez ou outra alguma dava resultado bons.. Em apenas dois meses, suas pochetes voltaram em doblo.

A música N/M tocava animadamente, mesmo correndo você podia sentir, uma boa sensação, de que suas pernas começassem dançar. Vez ou outra você parava e tentava dar uns pacinhos no ritmo da música, falhando miseravelmente, já que, não era lá muito boa com dança.

Correndo a mais de uma hora, você para em frente a um café, um tanto que chamativo, já que, havia várias placas piscando apontando para o local. Não tinha como não ver aquilo. Curiosa como você é, deixou de pensar duas antes de entrar.

Você nunca havia reparado que, haviam abrido um novo café, já que, essa rua na qual você esta, era/é conhecida por ter fantasmas rondando por ali. Coisa patética. Assim dizia você.

Já dentro do café, você vê belos rapazes, alguns usavam máscaras outros não, esses passavam por você e a olhavam de cima a baixo. Você olha o redor, o café era bem confortável. A decoração bem simples.

O piso era listrado, duas paredes em um branco fosco, as outras em rosa bebê, haviam triângulos bancos nas paredes rosas, o teto azul com nuvens, assim como também havia quadros com frases em preto nas paredes, perto dos mesmos havia um letreiros feitos de madeira, "Creepypasta Café", as letras estavam em preto, com pequenos pontinhos brilhantes.

As mesas eram redondas, de pedra branca, no meio das mesas haviam vazos com frutinhas silvestres, uma diferente da outra, os banquinho de pernas de ferro, eram de estofado cinza com estampas de cactos em preto.

Um grande balcão que ia perto de pequeno palco até grudar na parede, perto da porta da cozinha, atrás do balcão haviam várias coisas, como cafeteiras, máquinas de refrigerante e entre outros.

— Ual! — Você fecha a porta atrás de si, caminha até uma mesa perto da janela, puxa o banquinho e se senta e espera um dos belos meninos virem lhe perguntar seu pedido. E ali ficou você, olhando o movimento — que não tinha — do outro lado do vidro.

— Seja bem vinda, ao Creepypasta Café. O que vai querer? — Pergunta um rapaz de pele acinzentada, sua voz grossa e irritada era abafada pela máscara azul, seus olhos negros saiam uma gosma preta. Bonitinho, ate. Esse vestia um terno e sapatos pretos, um pano branco em seu ombro e uma caneta e caderneta nas mãos.

— Cada dia esses jovens inventam uma moda. — Pensa você, referindo-se a aparência do garoto. — Um capuccino e um pedaço de torta. — O acinzentado anota seu pedido e se retira, indo logo pegar pedidos de outros clientes.

Você retira seus fones e o guarda dentro da blusa, no sutiã. Assim que volta sua visão para frente, leva um susto, havia um garoto na sua frente te encarando de pertinho.

— O-oi? — Diz você, corando enquanto se perguntava se ele havia visto você colocando seu fone em seus seios grandinhos.

— Eu não te conheço de algum lugar? — Diz o garoto, mas sua voz da abafada pela focinheira, vendo que você não havia entendido a pergunta feita por Toby, ele retira a focinheira, repetindo a pergunta novamente.

— Que eu sabia, não..


To Be Continued



Notas Finais


E aí, gostaram? Não gostaram? Comenta aí, ficarei felizao em responder vcs!! Isso faz com que eu veja que existe mais pessoas kkk, que louco eu né? Até mais Gente!!!!!


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