História Nightmare - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, V
Tags Bangtan Boys, Jeon Jeongguk, Kim Taehyung, Kpop, Romance, Taehyung, Taekook, Vkook, Yaoi
Visualizações 15
Palavras 1.180
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Lemon, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Então resolvi fazer esse fic marota de vkook ( hihihi)

~ Será shorfic.
~ É uma pequena adaptação minha do livro " O vendedor de sonhos". - recomendo ler ou assisti - . Entretanto a fic não vai seguir 100% o livro q - até pq nem romântico é.
~ O capitulo será betado ainda - rindo de nervours.
E algumas inspirações vieram de varias músicas do mesmo rapper
Enfim :c ...

Capítulo 1 - Desconhecido


Capítulo 1

Seul, Coreia do sul.

 Naquela noitada de dezembro, era possível escutar os ruídos das viaturas que seguiam suas rotas, nas longas avenidas, naquela fria escuridão. Possíveis pessoas, exaustas de um longo dia de trabalho, que clamavam por um aconchego de seu lares aquecidos. Auditivos sons de passadas sendo transferidos no extenso pavimento seguido de barulhos sendo proferidos de indivíduos, a cada passada. Seul, era banhada por adornos natalinos com pigmentação verde, branca e vermelha que predominava a grande capital. Natal.

A cerimônia de natal, na maioria das vezes, era esperado por todos, sendo considerado o evento de memoração doces lembranças.

Para alguns o natal simboliza o amor. E para outros que se predominam devotos ou adorativos, o natal representa o princípio, a origem, o começo.

A data do nascimento de Jesus.

Tolice.

.

.

Degraus.

Parasita. Um parasita que habita a própria mintira

Uma porta. Aberta

A brisa noturna se fez presente e prevaleceu na cobertura, ao meu lado. Fazendo a mesclagens dos sons abafados de uma viatura de assistência... Uma Ambulância.

Irônico.

Meus pés, automaticamente, vão para frente.

Eu estou preso em minha própria mente... Preso em meus pensamento.

– Onde estão vocês, hãm ? – Exibi um pequeno sorriso, deboche. – Vocês sempre falavam que estaria aqui, por mim. – Pronunciei indo até a extremidade gélida, da cobertura. – ONDE ESTÃO VOCÊS AGORA!. – Berrei, sentindo os poucos metros do término de pavimentação.

Tudo ao meu redor ficou silencioso, quieto, inerte

Apenas um sentimento, por mim, era sentido aquela noite... Abandono.

.              

.

 

– Que se foda vocês.

Estreitei meu olhos. Só mais uma passo e estava acabado...

A extremidade se encontrava perto. Perto até demais.

Eu estava cavando...

Cavando minha própria cova.

Sou a porra de um doente.

 “Apenas um passo.” A frase se reiniciava em meus pensamentos.

 “O natal representa [...] o começo". – Lembrei.

Todos, lá de baixo, eram tão pequenos. O clarão das luzes natalinas, davam vida a localidade, era possível escutar as buzinas dos diversos automóveis, ruídos, passos... Crianças, crianças sorrindo. Me recordava.

Inocência.

Sorri. Era prazeroso, assemelhava-se ao...

Melancólico.

– O início do fim. – Falei fechando os olhos. Respirei fundo... E eu, estava lá. Mais uma vez.

Apenas um maldito passo.

Eu estou preso em uma montanha-russa que só vai para cima 

.

.

– Joga-se. – Uma voz, desconhecida, brotou. Escancarei meus olhos. – Não é isso o que você mais deseja ?.

A voz se calou.

Viro-me e direciono meu olhar para porta, a mesma em que entrei. Havia uma silhueta, uma silhueta embaça  – Por falta da luminosidade do local.–  Estava se sustentando no batente... Olhando para algo em seus longos dígitos.

Olhou-me.

– Quer escutar algo engraçado ?. – Questionou, satirizando.

Seu corpo começou a se locomover em minha direção, sua perfil não era borrada, como antes, sua estatura resplandeceu na luz da lua. Trajava roupas de couro de tons escuros. Entre seus dígitos, era possível identificar um cigarro. Possuía cabelos lisos e brilhosos assim como suas órbitas oculares.

. – O suicida é um assasino. – Interrompeu-se para tragar seu cigarro. – Ele se mata primeiro e acaba matando há todos que ficam vivo. – Libera a fumaça restante em seus lábios. – Um suicida é cativo, encadeado.

Transferiu um sorriso ladino. Sarcástico.

– Um suicida está preso. Preso em sua gaiola emocional, alienado nas míseras menores que a sua.

 "Míseras".

– E quem seria você ?. – Debocho. – Um psicologo ?. – Cruzo meus braços. 

O desconhecido, transferiu um pequeno sorriso, em seus lábios. E se direcionou em meu lado.

– Quem sabe... Eu apenas li em uma bancada de jornal, ao caminho daqui.

Levou mais uma vez, a nicotina, em seus lábios. E a soltou, de modo sossegado.

Esse cheiro. Odeio

O cigarro. – Mirou-me de canto – Ele pode te matar... Aos poucos.

Cedeu um breve sorriso menor.

–Tudo bem! Eu não tenho presa. – Pronunciou-se, movendo seus negros fios de cabelo para topo.

O fitei.

Afinal. Quem ele era? Ou, o que era?.

– Me deixa relaxado.– Falou olhando para o objeto em seus dedos. – Eu não queria te atrapalhar, seja lá o que estiver fazendo... Apenas. Me ignore. – Deu de ombros.

Fechei meus olhos mais uma vez. Pude sentir o sobro de vento novamente entretanto, o cheiro de nicotina o acompanhava. 

Tossi.

E mais uma vez, ele sorriu.

– Você é fofo!.  – Falou tragando, mais uma vez, seu cigarro. 

Pude senti uma leve brisa, junto ao silêncio. Nos entrelharmos.

– A dor, é apenas sua. – Diz fitando o horizonte noturno. – Está sentindo seu coração batendo ?. Parece que ele vai explodir em seu peito, não é ? – Fumou novamente, seu cigarro,  e o descartou. Fitou o mar com tom escuro, em cima de nossas cabeças.

– Está gritando para você deixar de ser egocêntrico... Seja lá o que você está procurando lá embaixo. - Faz um movimento com sua cabeça.- De uma chance as dúvidas que estão surgindo aqui, em cima.

Direcionou suas orbitas em meu olhar. Outra vez.

– Os suicidas não querem se matar.– Continuou a me fitar intensamente. – Eles querem matar sua dor.

Não pude dizer absolutamente nada... Apenas não saia nada em meus lábios... Não possuía coerência em meus lábios.

Meu corpo... Mobilizou-se.

.

.

Lágrimas. Pequenos filetes de água salgadas, escoriam de meu rosto.

– Talvez seja louco, um perturbado... – Falou retirando seu jaqueta.

Ele possuía arte em seu corpo. Era como uma tela pintada. Tatuagens. Que não pude identificar seus significados. Eram traços delicados quase fechando seus braço esquerdo.

– Talvez, você seja tudo isso e muito mais. – O encarei. – Mas, quem não tem suas loucuras ?. 

.

.

Ele sorria. Era um sorriso sincero.

– Coragem para os inseguros. Liberdade para os preconceituosos.

O ar gélido de fez presente, mais uma vez, na cobertura. Amarrotanto nosso cabelos.

Limpei minha lágrimas apressadamente, recebendo um choque de realidade.

 

– Quem é você ?. – Perguntei. Atrevi-me, finalmente me manifestar.

Olhou-me profundamente.

Senti algo. Observei ao redor.

Neve. Estava nevando

– Eu sou apenas vendedor... – Diz, posicionando sua jaqueta de couro, em meus ombros. – Você deve estar com frio. – Proferiu . – E melhor você entra, se não quiser morrer de frio. - Sua voz era suave. Transferiu dois leves tapas em meu ombro direito.

Um abraço. Em uma fração de segundos ele me envolvia em seus braços.

Ele estava me abraçando.

Arregalei meus olhos. Mas não recuei. Seus ombros eram largos e seu corpo quente em clima frio como este. 

Ele tinha uma cheiro de cinzas de cigarros entretanto, possuía um leve cheiro doce.

Seu aroma. Era como se eu me senti-se...

Aquecido.

Olhou-me mais uma vez, em meu olhos, e se virou em direção contraria. Fazendo sua trajetória para a porta.

O observei indo, transferindo seus passos calmos, passos que nos distanciaram...

– E para os suicidas ? – Articulei.

Ele cessou seus passos.

– “Coragem para os inseguros. Liberdade para os preconceituosos”. – Lembrei. – E os suicidas... O que os suicidas precisam ? – Questionei.

Ele se virou. Sorriu.

- Saída 3, da estação de Hongdae. XXXNightmares. É onde encontrará a respostas para suas perguntas.

 

Sua silhueta não podia ser mais visível.

Assim como a minha dor, ele se foi.

Deixando-me com sua jaqueta.

.

.

 

Flocos caiam, na véspera de natal.

Uma véspera de um natal aquecido.


Notas Finais


<3


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