História Nightmare - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.331
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror
Avisos: Mutilação, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


será o fim?

Capítulo 4 - O fim


Fanfic / Fanfiction Nightmare - Capítulo 4 - O fim

sem enrolação... vamos para a historia...

 

eu após ter ligado a luz do prédio, percebi que estava seguro finalmente, então meu objetivo era apenas sair do hospital de uma vez por todas, então, logicamente, fui até o elevador, a opção mais rápida pra min, e adivinha só, não funcionava, apertava varias vezes o botão, mas nada acontecia, então sem rumo, tive que ir pelas escadas, oque não foi muito difícil, é só você tirar o fato que eu tinha que ir do 8º andar até o 1° andar, só pelas escadas, muito cansativo, mas já estava perto do fim, estava até alegre, oque me assustava era os barulho que estava pelas paredes e tubulações do teto, com certeza era aquelas criaturas, mas acho que não iam fazer nada, afinal já não estava escuro, e depois de muito tempo, descendo e descendo, mais e mais, finalmente consegui chegar logo na merda do primeiro andar, maldito elevador, que para de funcionar logo agora, finalmente ao meu deparar com o ultimo corredor, estava, em cada porta, um boneco de pelúcia de crocodilo, aparentemente normal,sem esboçar movimento, mas, ainda me assustava nem cheguei perto, então, fui tranquilamente para a porta de saída, mas atras de mim, as lampadas começaram a estourar, desesperado, corri até a porta e tentei abri-la, e ela estava trancada, e mais uma luz estourou, deu pra ouvir o barulho das criaturas, desesperado, tentei arrombar a porta com o machado, e mais uma lampada estourou, só faltava 2 lampadas pra chegar até mim, ai eu lembrei da chave do Dr. maxwell, e tentei abrir a porta com ela, e consegui destrancar, mais uma lampada tinha estourado, e quando eu consegui abri a porta, a ultima lampada estourou, as criaturas estavam prestes a pular em cima de mim, mas para a surpresa delas, estava de dia, fazendo as mesmas recuarem para a escuridão, logo fichei e tranquei o hospital novamente, dei alguns passos pra frente, me ajoelhei ao chão e comecei a chorar, de alegria, pois eu tinha conseguido sair daquele pesadelo, olhei para traz, não tinha nada, onde era pra ter o hospital, olhei pra frente, e o sol começou a brilhar mais forte, até chegar a um ponto de que eu não possa ver, e quando a luz abaixou, estava em uma maca, mas não estava escuro, estava com uma bolsa de soro em minha veia, não conseguia respirar direito, mas fiquei tranquilo, não sentia meu braço, que no caso, era a única parte negra que tinha sobrado do meu corpo, infelizmente não consegui tirar aquela parte negra, mas quando fui ver, não estava negro, estava normal, só não conseguia mexer, mas esmo assim estava feliz, depois de alguns minutos, uma enfermeira entrou na sala, ela olhou para mim e ficou espantada, ou impressionada, não me lembro direito, ela correu, e pelo que parece foi chamar o doutor, depois de um tempinho, entrou os dois, o doutor sentou em uma cadeira perto da minha maca, de lá deu pra ver o nome no crachá dele, era o Dr. maxwell, eu não conseguia falar direito, mas eu conseguia ouvi lo.

 

Dr. maxwell- você está bem?

 

Joshua- e-eu estou... c-como eu vim parar aqui?

 

Dr. maxwell- eu já te responde, mas primeiro quero que me fale uma coisa, como você está? está se sentindo bem? tem alguma coisa de diferente em você?

 

Joshua- eu, eu não sinto o meu braço, e, eu não consigo respirar direito...

 

Dr. maxwell- enfermeira, verifique o braço dele. certo, você está respirando difícil por causa do soro, já vou tirar...

 

naquela hora, a inferneira veio até mim, tirou meu braço do cobertor e verificou meu braço, botou a mão nele inteiro, foi estranho, mas enquanto isso, o doutor cuidadosamente tira o soro do meu braço, e poe um algodão.

 

enfermeira- o braço foi afetado, oque faremos?

 

Dr. maxwell- decidimos depois

 

ele fala isso quanto acena com a cabeça na minha direção, na hora eu acho com isso ele tentou falar pra enfermeira que "não era pra falar nada anda na frente dele"

 

Dr. maxwell- não se preocupe, você ira ficar bem, iremos chamar sua família

 

enquanto ele levanta, com meu braço direito, peguei no jaleco dele, e pedi pra ele se aproximar 

 

joshua- eu, eu vi coisas, oque houve enquanto estava de cama?

 

Dr. maxwell- certo irei te explicar, você foi envenenado com um veneno letal, e ia morrer em 3 dias, na teoria, você está no seu ultimo dia de vida, e era pra continuar em coma, mas você acordou, e aparentemente o veneno até agora só afetou seu braço esquerdo, policiais estão investigando a mando de sua família, como isso aconteceu, e seu pai veio em todos os dois dias de coma, e deixou essas flores e este boneco de pelúcia, falou que era seu favorito...

 

na hora me virei para a esquerda, e estava meu boneco preferido de crocodilo, bom, agora ele já não é meu favorito, eu na hora estava tão confuso, não conseguia processar a informação direito

 

Dr. maxwell-...toda sua família ficou preocupada, mas agora temos que fazer alguns exames em você, só para saber se realmente está tudo bem...

 

joshua- eu, nesses dois dias, fiquei na cama?

 

Dr. maxwell- sim, infelizmente

 

joshua-(eu devo ter sonhado com tudo aquilo, mas, meu braço que estava negro ficou afetado mesmo assim)

 

naquela hora, não conseguia explicar todo meu sonho ou oque for que seja aquilo, resolvi ficar calado. o doutor levantou e saiu da sala, eu logo depois me virei e olhei para a janela, estava de dia, mas oque mais me alegrava, era "meu machado" que estava apoiado na parede, estranho, pois estes machados ficam em um local de segurança, mas, eu gostava dele, foi ele que me protegeu, ele que me ajudou a escapar, apesar de ser um simples machado, sou eternamente grato a ele. depois de um tempo, meu pai chegou, ele não esboçava muita reação, ele só estava feliz de me encontrar

 

pai- vamos pra casa filho, eu prometo.

 

ele me disse isso e eu fiquei queto, então veio o doutor e chamou meu pai, não deu pra ouvir a conversa, mas depois de alguns minutos, meu pai junto do doutor voltara, meu pai falou o seguinte para mim

 

pai- filho, você está bem, mas terá que fazer uma cirurgia.

 

joshua- que cirurgia?

 

pai- é... é surpresa

 

depois de um tempo, me botaram em outra maca, uma maca móvel, e me levaram para um sala de cirurgia, com vários doutores, e me doparam, quando eu dormi, acordei em um local, todo escuro, com apenas um caminho com luz, e logicamente eu o segui, enquanto eu andava, meu braço doía e doía, e oque parecia o final do caminho, tinha um altar, onde tinha meu bonequinho, eu o peguei, e na mora eu vi meu braço virando pó, até ele sumir, ai veio uma claridade, e eu acordei em uma maca, estava meu pai com minha irmã, ele estava quase dormindo quando acordei, minha irmã viu e acordou meu pai, ele percebeu, e chamou o doutor, um doutor qualquer veio e falou para meu pai

 

doutor- seu filho já está em alta, pode leva lo pra casa

 

com a noticia, mesmo eu estando meu tonto, meu olhos encheram de lagrimas, ao saber que eu iria poder voltar para casa, rever minha família, meus amigos, meu videogame, tudo! eu iria finalmente voltar, logo depois, tive um pouco de dificuldades de levantar, mas eu consegui, meu pai me colocou no carro, e voltamos para casa, no mesmo dia, dia 16 de maio de 1998, eu escrevo toda minha "historia", tudo que eu vi naquele dia, naquele coma, e toda minha experiencia com tudo aquilo que aconteceu comigo, já sei oque quero de aniversario, um machado...

 

Fim

 

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Notas Finais


obrigado por ler, espero que tenha gostado...


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