História Nights in Seul - Satzu - Capítulo 112


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Categorias Bangtan Boys (BTS), TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jeon Jungkook (Jungkook), Jeongyeon, Jihyo, Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Mina, Momo, Nayeon, Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Sana, Tzuyu
Visualizações 51
Palavras 1.069
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Fantasia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa Leitura.

Capítulo 112 - 111


Sana era sempre séria, sempre focada. Mas depois da conversa inesperada enquanto lavava seus cabelos, Tzuyu observou um novo sentimento em seus movimentos enquanto ela a levava para a cama.

Seu corpo nu estava tenso com determinação. Sana se espalhou por cima dela na grande cama, os antebraços se encaixando ao redor de seus ombros. Tzuyu olhou para os olhos de uma pantera, avaliando-a e sem piscar, seus seios firmes pressionados contra os seus.

Tzuyu achou seu silêncio enervante e mordeu o lábio, esperando que ela falasse. Mas ela permaneceu silenciosa.

Sem quebrar o contato visual, sua mão encontrou sua bochecha. Os dedos dela dançaram abaixo da curva de seu pescoço, fazendo seu corpo tremer. Então ela tocou seus seios. Os movimentos de Sana estavam sem pressa, um contraste com a fome nos seus olhos. Ela continuou a olhar enquanto sua mão segurava seu seio, seu polegar passando sobre seu mamilo. Ela repetiu o movimento várias vezes antes de se mudar para o outro seio.

Tzuyu suspirou quando ela a provocou, sua excitação aumentava pela maneira como seus olhos permaneciam fixos nos dela. Sana observou-a, lendo-a, antecipando todas as suas reações. Sua pele floresceu com o calor, apesar da frieza de seu toque. A palma de sua mão deslizou pelas curvas dos seios até os quadris, alisando o abdômen e descendo, até o ápice de suas coxas.

Sana mudou de lado, retirando os quadris para que ela pudesse se ajoelhar entre as suas pernas. Mas ainda assim, seus olhos brilhantes permaneceram focados nos de Tzuyu. Ela colocou as mãos sobre as coxas e pressionou, separando as pernas. Sua mão escorregou para onde a taiwanesa a desejava mais, o toque dela a fazia deslizar para mais perto de si. Ela rastreou e provocou.

Tzuyu fechou os olhos enquanto a ponta dos dedos deslizavam entre as suas pernas. Com um rosnado, Sana segurou a parte de trás da cabeça dela.

- Olhe para mim. - Ordenou ela.

Ela abriu os olhos, mas antes que pudesse falar, a japonesa tomou sua boca. O beijo dela era firme. Fazia promessas e exigia-as em troca. Todo o tempo, seus dedos dançou entre suas pernas.

Tzuyu ofegou.

Sana olhou para dentro de seus olhos enquanto mantinha seu ritmo, seu toque lento e provocante.

Tzuyu ofegou quando sentiu seu orgasmo se construir e, finalmente, agarrá-la.

Sana continuou com os seus cuidados até que Tzuyu se afastou para trás.

- Muito sensível. - Murmurou ela.

Sana a beijou, sua língua deslizando contra a dela enquanto se deslocava sobre ela mais uma vez. Ela puxou os joelhos para pressioná-la em seus lados. A ponta de seus dedos roçou sua entrada.

Tzuyu agarrou seus ombros quando ela a penetrou. Sana se absteve de se mexer. Em vez disso, ela acariciou seu rosto e rastreou a plenitude de seus lábios, tornando-se úmidos pela boca. Uma expiração escapou dela, uma suave onda de respiração contra a pele de Tzuyu, um contraste estudado contra seus olhos brilhantes e impacientes.

Ela ergueu os quadris, e Sana iniciou um ritmo lento e profundo. Tzuyu agarrou-se aos seus ombros enquanto seus poderosos impulsos a empurravam em direção à seu ápice. Ela a beijou, suas línguas combinando aos movimentos de seus corpos.

Sana prosseguiu até seus seios, segurando um mamilo com os dentes antes de puxá-lo para sua boca com calma. Ela começou um movimento forte, sugando, alternando com lambidas gentis que estavam levando Tzuyu a borda do prazer.

Seus dedos deslizaram pela espinha e ao longo das curvas firmes de sua parte traseira. A taiwanesa a apertou.

Sana não aceleraria. Seu ritmo era seguro, mas lento, e incrivelmente profundo.

- Eu quero beber de você. - Sua expressão tornou-se perigosa.

Ela conseguiu acenar com a cabeça enquanto a japonesa avançava e retirava os dedos, repetidamente. Ela deslocou o ângulo, Tzuyu gemeu, arranhando a parte inferior das suas costas.

- Parece que eu levei um tigre para a cama. - Sana sorriu perversamente.

Tzuyu arranhou mais, tentando forçá-la a aumentar seu ritmo. Suas unhas mal fizeram uma impressão em sua pele pálida e impermeável.

- Por que se apressar? - Ela agarrou o quadril acima de sua perna não ferida. - Temos horas para nos divertir.

Tzuyu gemeu com a sugestão. Certamente ela explodiria em chamas antes de mais alguns minutos decorridos.

Sana beijou o seu nariz.

- Relaxe. - Sua boca provava seus seios. - Saboreie as sensações.

- Eu preciso ir. - Ela arqueou as costas e ergueu os seios.

- Você merece mais. - Sana beliscou seu seio. Então, com a boca fixada em um mamilo, ela aumentou o ritmo.

Tzuyu agarrou suas costas, puxando-a contra si.

A japonesa levou a boca para o seu pescoço, provando sua pele com a língua. Ela envolveu a carne na boca usando a ponta dos dentes.

Tzuyu murmurou algo que desabou em um gemido quando Sana começou a sugar seu pescoço. Mais dois passos e ela estava crescendo, respirando enquanto ela se entregava ao prazer.

Sana rosnou e mordeu o pescoço. Ela puxou sangue para dentro de sua boca em um ritmo contido e seguro. Durante todo o tempo, ela continuou empurrando, o corpo de Tzuyu agarrou e contraiu em torno do seu.

Um terceiro orgasmo perseguiu o segundo, e Tzuyu ergueu a respiração desigual quando seu corpo permaneceu pressionado.

Sana afastou os lábios do seu pescoço, esperando que ela relaxasse do seu clímax. Quando ela começou a suavizar, ela retirou os dedos.

Tzuyu inalou, os braços caíram no colchão.

A ponta da língua de Sana fez círculos preguiçosos contra a ferida. Ela mexeu os lábios para cima e para baixo no pescoço dela, como se não suportasse se separar disso.

- Você está bem. - Sussurrou ela, acariciando seu rosto.

- Estou ótima. - Respondeu Tzuyu, tomada pelo misto de sensações que recaiam sobre seu corpo.

Sana a observou, certificando-se de que ela estava realmente bem, antes de se deitar e puxá-la sobre seu corpo. Tzuyu descansou a cabeça em seu peito, enquanto envolvia o braço em sua cintura.

- Eu te amo tanto. - Disse a japonesa, desferido alguns beijos em seu cabelo. - Minha existência se resume a antes e depois de te conhecer.

Tzuyu apertou o abraço em sua cintura, naquele momento não apenas seu corpo estava aquecido, mas seu coração também.

- Eu também te amo, meu anjo propretor.

Antes que Sana falasse algo, Tzuyu tomou seus lábios com um beijo.



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