História Nine Shades of Grey (Nam-Joon - BTS) - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (BTS), Jikook, Namjoon Top, Vhope, Yoonmin
Visualizações 13
Palavras 1.991
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, LGBT, Orange, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oláaaa meus anjos, tudo bom com vcs?? Espero que sim aa.

Cá estou eu com um capítulo fresquinho saindo direto do forno pra vocês. Foi realmente difícil terminar de escrever esse e eu não tenho nem ideia de como começar a escrever o 4 capítulo Kkkkjkkkk (rindo de norvoso).

Quero agradecer ao bbzinho da @Alekiel pela betagem maravilhosa que ela fez pra mim, indico demais.

Ah, cara eu não tenho nenhum cronograma e não tenho datas específicas para postar os capítulos, eu ando tendo muito bloqueio, então me perdoem pela demora.

Boa leitura 💙

Capítulo 3 - Second Tone;


Fanfic / Fanfiction Nine Shades of Grey (Nam-Joon - BTS) - Capítulo 3 - Second Tone;

Capítulo 3


Los Angeles - Califórnia 

       Sábado, 17:20



~ Duas semanas depois




JungKook saiu do hospital.

Pois é, ele acabou indo parar no hospital depois do ocorrido na festa do Kim e por pouco não foi preso.

Eu andava ignorando todas as ligações de TaeHyung e Hoseok, pois, provavelmente, ouviria um belo de um sermão; e realmente não estava afim. Faltei uma semana inteira na faculdade e não comi direito nos últimos dias; devo ter perdido em torno de um quilo e meio. Tudo que fazia era dormir e ficar me torturando com tudo que aconteceu. 


Era um sábado a tarde, o céu estava lindo, num misto de amarelo, laranja e azul, e até um pouco rosado eu diria. Suspirei pesado e fechei as janelas, me sentando na cama e apoiando a cabeça nas mãos. Minha vida realmente tinha ido água abaixo. Droga. Essa não era nem de longe o que eu havia imaginado pra mim quando tinha 7 anos.

Levantei e fui tomar banho. Encostei a porta e me despi calmamente, liguei o chuveiro e deixei a água percorrer meu corpo. Lavei-me por completo, dando exagerada atenção a cada mecha de cabelo prateado. Fique em torno de mais 15 minutos no banheiro, só enrolando.


Logo ouvi barulhos em meu quarto, então desliguei o chuveiro e me enrolei numa toalha.


― Mãe? Mãe! ―  grito e abro a porta, irritado ― Custava bater na porta? Mas que sac... ― antes que eu pudesse terminar de falar, sinto mãos pequenas e de delicadas cobrirem minha boca.


― Você é muito barulhento, Kim NamJoon! ― Natasha me repreendeu, tirando as mãos de minha boca e indo até a porta, trancando-a. 


― Mas que droga! ― sussurrei aflito ― Que porra que você está fazendo aqui, Natasha!? ― arregalei os olhos na direção da ruiva, que riu baixo e sentou na cama.


― Você sumiu. Vim te ver... ―notei que a garota desceu o olhar de meus rosto para meu corpo, e foi aí que eu  lembrei: estava só de toalha! ― Belo corpo, aliás… ― sorriu e mordiscou os lábios rosados.


― Ah mas que merda… ―  corei levemente e corri de volta para o banheiro, colocando apenas a cabeça para fora do cômodo e pedindo para que ela não fizesse esse tipo de comentário, pois era extremamente constrangedor.


Vesti um moletom azul marinho e uma camiseta branca, voltei para dentro do quarto com os cabelos pingando um pouco, parei defronte a ruiva e a olhei, cruzando os braços. 


― O que te traz a minha humilde residência? ― sorri pequeno.


― Ai meu Deus, você tem covinhas! ― ela  levantou rapidamente e ficou nas pontas dos pés, tocando minhas bochechas com as pontas dos dedos, me fazendo rir feito uma criança ―  Bom.. como eu disse ― voltou a postura normal, cruzando os braços e se sentando novamente ― Você sumiu e eu fiquei sabendo da briga que teve entre você e o tal JeonKook. O Tae também comentou que você tem faltado a faculdade e não tem respondido as mensagens dele, aí eu me disponibilizei para vir ver se você estava vivo.


Prestei atenção ao que ela falava, franzindo o cenho. Passei toda a cena do ocorrido em minha mente - pela milésima vez no dia - e então levei a destra ao queixo, analisando a situação. Suspirei pesado e pressionei as pálpebras com as pontas dos dedos. 


― Olha... o JeonKook foi parar no hospital por minha causa, e obviamente ele não vai querer falar comigo por um looooongo tempo, e os meninos devem estar chateados comigo. ― coçei a nuca e me sentei ao seu lado.


― O Tae não está falando com o menino Jeon, por ele ter levado drogas para a festa dele. Hoseok também não anda falando direito com ele.  Eu só sei que tá todo mundo muito preocupado contigo, então dei a brilhante ideia de sairmos para espairecer, tipo um barzinho ou uma baladinha, só nós quatro ― sorriu animada.


Pensei por breves segundos e me joguei de costas na cama, fechando os olhos e tentando esquecer que Natasha estava ali.

Até sentir seus braços em torno de minha cintura, fazendo-me arregalar os olhos.


― Relaxa, é só um abraço… ―  disse baixo perto de meu ouvido e então se aconchegou a meu corpo, deitando a cabeça em meu peito.


Soltei o ar que não notei ter prendido na hora e a abracei de volta, fazendo uma carícia leve em suas costas. Olhei para ela e então sorri pequeno, beijando o topo de sua cabeça.


A apertei um pouco contra meu corpo, sentindo seus braços se apertarem em torno da minha cintura. Fechei os olhos e quando dei por mim, perdido em devaneios, acabei por pegar no sono.


Acordei algumas horas depois. Pela escuridão no quarto, já deviam ser umas 2 da manhã ou menos. Senti meu braço dormente e um peso sobre ele: Natasha.


Sorri pequeno virando de frente para ela, tirei os fios de cabelo em sua face e selei sua testa. Nos arrumei na cama e puxei a coberta para nos cobrir, puxando seu corpo contra o meu e a abraçando apertando, sendo retribuído segundos depois. Recebi um pequeno selar no pescoço, o que me causou um breve arrepio. 


― Boa noite, Nam ― ouvi sua voz melódica ecoar baixa pelo quarto.


― Boa noite ― sorri mais uma vez antes de fechar os olhos e dormir novamente.



              [...] 



         Domingo

  10:35 do dia seguinte



Incomodado com a luz do sol batendo em meu rosto, me cobri com a coberta, dando de cara com um par de seios assim que abri os olhos.


No mesmo instante sai debaixo das cobertas, caindo da cama e arrastando Natasha comigo.


― Aí... droga… ― resmunguei baixo, ouvindo a risada contagiante da ruiva ecoar pelo cômodo de tamanho médio,  a acompanhei e então me sentei no chão, esfregando os olhos com as costas das mãos, me espreguiçei lentamente e bocejei  em seguida.


Vi que a garota se enrolou nas cobertas e deitou de lado no chão, deitei atrás dela simulando uma conchinha meio estranha rodeando sua cintura com os braços, ouvi ela suspirar baixo. Logo ela se virou para mim e segurou meu rosto entre suas mãos. Pego totalmente de surpresa e aquela hora da manhã, senti seus lábios se colarem aos meus, iniciando um beijo lento. 


Levei uma das mãos para  sua nuca, embrenhando meus dedos em seus cabelos. Suas mãos foram parar uma em minha nuca e a outra em meu ombro direito fazendo-me aprofundar mais o contato conforme ia ganhando velocidade; nossas línguas se envolviam de forma necessitada e quente. Afastei minimamente nossas bocas quando a falta de ar se fez presente, e quando dei por mim Natasha já tinha se desenrolado das cobertas e me olhava com... desejo, talvez? 


Antes que pudéssemos dar o próximo passo ― um passo mais íntimo e perigoso talvez ―, ouvi batidas na porta fazendo presente a voz de Sun Hee do outro lado, chamando-me para o café da manhã e avisando que era para descer com a minha "amiga" e não mandar ela embora pela janela.


― Espera... sua mãe sabe de mim? Mas a gente não trancou a porta? ― Natasha arregalou levemente os olhos em minha direção, passando os dedos entre os cabelos bagunçados.


― Droga, ela tem a chave. ― sorri meio sem jeito.


― E você tem uma irmã… Okay, posso me acostumar com isso ― deu de ombros e se levantou, indo até o banheiro. 


― Ah, tem uma escova de dentes nova na primeira gaveta. ―  falei rindo e levantei do chão.


Fui até a janela e olhei o dia bonito que estava lá fora. Hoje sem dúvidas meu humor estaria dos melhores.


Estiquei os lençóis bagunçados e dobrei as cobertas deixando a cama arrumadinha. Peguei as roupas que estavam espalhadas pelo chão colocando-as em um canto. Chutei os sapatos pra debaixo da cama e arrumei meus livros e minha escrivaninha do jeito mais organizado que consegui.

Me olhei no grande espelho que tinha na parede e penteei o cabelo tentando dar um jeito na minha cara amassada, depois vesti os chinelos e peguei meu celular, checando as notificações e notando várias mensagens da minha mãe.


Mãe [23:35]


| Filho? Já dormiu?


| Querido, porque trancou a porta? Tem algo errado?


| Namjoon! Sei que não gosta quando me meto nas suas  coisas... Mas porque não me avisou que traria uma amiga para dormir  em casa hoje? 

   

| Me avise da próxima ok? E vai ter que me conta tudo amanhã mocinho.



Sorri com a preocupação da mais velha. Natasha saiu do banheiro com o rosto sem maquiagem e o cabelo preso em um rabo de cavalo alto.


― Pode me emprestar uma camiseta ou um moletom? Sujei minha camiseta de pasta de dente. ― mordiscou o lábio inferior e mostrou a camiseta suja. 


Fui até o guarda-roupa e retirei dele uma camiseta azul com um desenho branco,  lhe entreguei e fui ao banheiro. Escovei os dentes e lavei o rosto inchado das horas de sono, quando acabei enxuguei o rosto e saí do cômodo me deparando com Natasha sentada na cama com cara de poucos amigos.


― Vamos comer? ― me encaminhei até a porta e a destranquei, fui seguido por ela e notei que sua altura devia ser, mais ou menos, de um metro e sessenta e cinco. 


Desci as escadas com calma e assim que cheguei ao andar de baixo fui surpreendido por um abraço apertado de minha irmã. Peguei ela no colo e a rodei no ar, recebendo em troca uma risada gostosa de ouvir. 


― Sun Hee, essa é Natasha, uma amiga minha. ― apresentei as duas ― Natasha, essa é minha irmã mais nova, Sun Hee. 


― Namjoonie, amigos dormem na mesma cama? ― a garotinha de 5 anos e extremamente curiosa me pegou de surpresa com aquela pergunta, mas por sorte Natasha interveio. 


― Oi Sun Hee, como vai? ― sorriu simpática para a menor que logo se jogou em seus braços, lhe dando um abraço. 


Fomos os três para a cozinha, de onde vinha um cheiro maravilhoso. Beijei a testa de minha mãe assim que a vi e fiz as devidas apresentações.


― Natasha essa é minha mãe, Kim Jae-Hwa - as duas se abraçaram e ficaram conversando enquanto terminavam de fazer o  café. 


Eu e Sun Hee, por outro lado, voltamos para a sala e sentamos para assistir um dos desenhos que a pequena gostasse. Ficamos ali por um bom tempo, dando risada das cenas engraçadas e fofocando sobre as outras duas terem se dado bem. 


Logo ouvimos mamãe chamar e fomos até a cozinha, sentando os quatro à mesa. Mamãe nos serviu panquecas com calda de chocolate  e morangos; optei por um suco de laranja natural e mais alguns morangos. Comemos em silêncio; era tradição da família Kim tomar o café da manhã silenciosamente.


Pensei um pouco sobre a noite anterior. Com certeza seria interrogado por minha mãe mais tarde, o que me causava arrepios mesmo que não houvesse ocorrido nada além de dormimos na mesma cama e termos nos beijado hoje mais cedo. Terminei meu café e pedi licença ao sair da mesa levando meu prato e copo, lavei as louças que havia sujado, deixando tudo no escorredor e voltei para a sala.


Liguei meu vídeo game e sentei no chão escolhendo meu jogo favorito de luta: Mortal Kombat. Estava jogando com um oponente qualquer até que Natasha sentou ao meu lado pegando o outro controle e mudando o número de jogadores para 2, e então começamos a jogar um contra o outro. Minha mãe e minha irmã fizeram torcida, Sun Hee torcendo por mim e mamãe torcendo por Natasha. 


E foi assim que passamos o restante de nossa tarde: jogando, assistindo seriados, brincando e nos divertindo.


Pode parecer ridículo, mas me senti estranhamente completo por ter Natasha ali, compartilhando daqueles momentos junto de minha família.




Notas Finais


Caraaa, Tô tão soft com esse casalzinho que tá nascendo 🥺

Sun Hee sincerona cara, eu amo

Espero que tenham gostado, de vdd.

Mais uma vez quero agradecer @Alekiel pela betagem 💙

Até o próximo capítulo nenis 💙


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