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História Nineteen - Hyunin. - Capítulo 12


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Notas do Autor


Sim, vai ser a Seulgi porque eu acho eles muito parecidos. Me julguem!

Capítulo 12 - Capítulo 12 - Por respeito à você e sua possível escolha.


Fanfic / Fanfiction Nineteen - Hyunin. - Capítulo 12 - Capítulo 12 - Por respeito à você e sua possível escolha.

Yang Jeongin 

Minha mãe decidiu marcar para me encontrar numa cafeteria aqui perto e eu estava à caminho. Deixei meus nenéns com Hyunjin, já que Yeonjun estava ocupado. Fiquei um pouco "encucado" com a mudança do local, não vou negar, mas também não irei questionar... ela provavelmente não queria ver os meninos e eu não iria forçar. Me machuca? Demais. Mas não posso fazer nada...

Assim que adentrei o local marcado, pude vê-la. Estava usando um sobretudo preto e uma blusa branca por baixo, não pude ver direito sua parte de baixo, mas chutaria uma calça jeans de cor escura - quase uma marca registrada sua -, seus cabelos escuros incrivelmente lindos e bem arrumados, a maquiagem leve que ela sempre usava e ficava impecável. É, pelo menos fisicamente, ainda era Yang Seulgi. 

Suspirei fundo e segui meus passos até sua mesa. Ela já estava com um café em suas mãos, estava me preparando para dar um sorriso mas algo me impediu. Uma marca roxa que pude ver em seu pulso. Meu corpo congelou estantaneamente e senti meu estômago se revirar em uma expectativa ruim. E a pergunta que mais me atormentava nesse momento é: Meu pai bateu nela? 

Engoli em seco. Me aproximei dela e fiquei parado em sua frente. Assim que ela me notou, se levantou abruptamente e pude ver a tristeza nos seus olhos, porém não por muito tempo, já que ela abaixou a cabeça e abaixou as mangas do sobretudo. Eu tentei dar pelo menos um sorriso, mas acho que o máximo que atingi foi uma careta.

— Por favor, se sente...— disse, apontando para a cadeira acolchoada que estava em sua frente e ao meu lado. Prontamente me sentei.

Estava um silêncio incômodo e um clima péssimo.

— Aconteceu algo? — perguntei, na intensão de quebrar um pouco a sensação ruim entre a gente.

— Eu  quero pedir desculpa. Eu sinto muito que não pude opinar muito e te defender do seu pai. — ela dizia e sua voz estava embargada, apenas levantei meu rosto, para impedir um choro que eu sabia que veria a calhar.

— Mãe, está tudo bem... — em partes estava, depois de um tempo pensando, percebi que foi melhor ela ter ficado quieta, senão, com certeza meu pai não teria ficado feliz com sua atitude, já que ele ainda vive na idade da pedra. — Eu compreendo a situação e também não tenho nenhum rancor pela senhora, mãe. — falo, finalmente encarando seus olhos.

— Fico feliz! — ela diz, enquanto mantém um sorriso pequeno em seus lábios — Eu te defendi... meio tarde, mas defendi... sofri um pouco com as consequências que acarretaram, mas não me arrependo. — suspirou, seus ombros não estavam mais tensos — Jeongin. Vim para deixar algo bem claro. Eu amo você, meu filho! Amo você com todas as minhas forças e achei digno da sua parte não ter voltado com aquele imprestável do Minho. Ele é uma pessoa horrível e você merece coisa melhor. — sua voz era firme — e outra: Eu tenho orgulho de você. Você não jogou nada da nossa família na lama. Você não é um prostituto. Você é uma pessoa digna e honrosa, educada, extremamente determinada e de bom coração. Seu pai é um.... enfim... Você me entendeu, certo? — perguntou, após soltar todas aquelas palavras à mim.

Eu chorei muito. Chorei como nunca havia chorado em minha vida, pois não tem sentimento maior e melhor do quê saber que você não é um zero à esquerda. Levei as mãos ao meu rosto e continuei no choro, até que ela veio se sentar em meu lado para logo em seguida destampar meu rosto e limpar minhas bochechas.

— Pelo jeito que eu lhe conheço, sei bem que está pensando que eu não quero conhecer meus netos e que lhe odeio, mas isso não tem nada haver. Eu só não quero invadir sua privacidade, seu espaço, o lugar que você construiu sozinho e que eu não pude apoiar. Quero que você saiba que eu respeito muito você. Não vou apressar as coisas. Mas... fique sabendo que eu adoraria vê-los. — diz sorrindo plenamente.

Omma — a chamei numa voz chorosa porém baixa — Eu amo tanto você! Eu senti tanto a sua falta! — disse. A puxando para um abraço apertado, enquanto eu chorava mais e mais à casa minuto que se passava. — Claro que você pode ver os meninos. Mas antes, quero que me prometa não contar nada para o pai. Hyunjin está cuidando dos meninos enquanto eu fico aqui com a senhora. — digo, a tempo de afastar nossos corpos e conseguir ver o brilho em seus olhos quando citei o nome do maior. 

— Hyunjin? O embuste do Minho me falou dele. Distorceu boa parte das coisas e eu já não aguentava mais ouvir aquelas merdas. Seu pai, bom... Eu me separei dele. Acabamos chegando em um ponto crítico e eu preferi me divorciar dele... — ela disse calmamente enquanto me fitava. — vou morar por aqui agora. Não sou saco de pancadas dele. Então, vamos? 

Eu não pude evitar o suspiro de alívio quando ela falou sobre o divórcio deles. Felizmente, minha mãe é sensata. A parte sensata da relação.

— Mãe, espero que a senhora não se importe de ter seus cabelos sedosos, bagunçados. — digo, rindo, me levantando e ela também, depois de deixar o dinheiro para seu café em cima da mesa. 

— Eu estou ansiosa. — ela disse, com uma voz baixa, mas seus olhinhos não paravam de brilhar. 

Uma de suas mãos agarraram meu braço e ali ficaram. Até chegarmos em minha casa. Antes que eu pudesse tocar a campainha recém instalada, ela me puxou e começou a ajeitar pequenos detalhes em si. 

— Tá tudo ok? — perguntou, parecia nervosa.

— Tá sim, mãe. — dou uma risada fraca — vai ficar tudo bem. Não precisa disso tudo, eles só tem um ano e vão acabar desarrumando até mesmo o que a senhora nem retocou agora. — dou risada, segurando em sua mão e tocando a campainha. 


Hwang Hyunjin 

Assim que abri a porta, levei um susto. In tinha uma irmã gêmea?

— Esta é minha mãe.. — falou, a puxando para deixar o corpo pequeno da mulher em sua frente.

Ok, posso concluir que In é a cara da mãe dele. 

— Ah, prazer sog... senhora Yang. — logo me corrigi, sentindo minhas bochechas queimarem, ao decorrer que ia abrindo espaço para que eles entrem, e assim que feito, fechei a porta. 

— Não precisa de toda essa formalidade. Pode me chamar de Seulgi. — disse ela, puxando minha mão e deixando um aperto firme. Eu fiquei paralisado, enquanto Jeongin ria da minha cara, atrás da mãe dele.

— Eu vou pegar os meninos, ok? Hyunjin, leva ela para a sala. — falou Jeongin. Já que ele sabia que as crianças estavam no pequeno "playground" que tinha em um dos cômodos da casa. 

Assim fiz. A levei para a sala e enquanto ele não vinha, fiquei super nervoso. Afinal, o que diabos eu iria falar?

— Não precisa ficar nervoso, rapaz. Não vou lhe fazer um questionário. Só quero agradecer por ter cuidado do meu bebê. — ela disse. Provavelmente Minho contou bastante coisa.

— Na verdade, seu filho é quem me ajuda. Ele é um anjo, Seulgi. — digo, dando um sorrisinho e a olhando. Ela me retribui com outro.

— Eu sei! Que bom que vocês são como pedras preciosas um para o outro... por favor, cuide do meu gatinho, ok? — ela fala baixo, por causa do Jeongin. Podíamos ouvir seus passos e palavras incompletas e sem nexo dos meninos. Seulgi apertou suas próprias mãos com força. 

Dei um pequeno sorriso e logo voltei meu olhar em direção ao barulho. Enlarguecendo meu sorriso quando vi Jeongin todo sorridente caminhando com os meninos em seus braços, um em cada braço. Logo os pondo no chão com todo cuidado do mundo. No começo ficaram tímidos mas logo se aproximaram da avó.

Enquanto a mais velha deixava algumas lágrimas escorrerem no rosto e um sorriso imenso. Jeongin não estava diferente e eu não me surpreendo. Ele ama os pais dele. Não tem opinião mais importante nesse mundo do quê a de seus progenitores. Ter apoio de sua mãe já vai ser um motivo de felicidade enorme.

Ele sentou do lado da sua mãe e ficou conversando com ela por um bom tempo. Discutindo sobre várias coisas, e os meninos fazendo a festa naquele sofá, usando as costas da avó como apoio e se agarrando igual um coalinha nela e Jeongin. Quando não era isso, era puxando cabelos, ameaçando o rosto da avó todinho e soltando as gargalhadas mais gostosas.

 Eu também conversei bastante com ela mas logo me retirei dali para ir preparar alguns lanchinhos para eles e pegar umas papinhas com sabor de fruta para os meninos. Coloquei tudo numa bandeija e quando cheguei na sala, coloquei tudo sobre o centro. Ao decorrer de todo o tempo, ficamos ali conversando e alimentando os meninos. Bebendo chá e comendo bolinhos. 

A mãe de Jeongin saiu quando estava faltando poucos minutos para às 7. Assim que o uber chegou para levá-la, se despediu com um monte de beijos nos meninos - sim, incluindo seu bebê Jeongin - abraços apertados, entre outros carinhos que eu tenho certeza que deixaram Jeongin muito feliz.

As crianças estavam cansadas já que usaram e abusaram da boa vontade da avó para brincar. Jeongin apenas os banhou e os pôs para dormir, depois de alimentados e devidamente vestidos.

Eu estava me preparando para ir tomar um banho, já tinha me despido completamente e estava entrando no box, deixando uma pequena abertura na vidraça que separava o próprio para o box. A vidraça estava completamente marcada pelo vapor morno que saía do chuveiro. 

Acho que foi por isso que Jeongin não me viu quando adentrou aquele local.


Notas Finais


Vai sim ter hot no próximo capítulo e eu vou logo avisando que se você não gosta, irei marcar quando se inicia e quando termina.
Se você é menor de idade NÃO LEIA. Ou leia, tanto faz... nem eu mesma sou maior de idade, mas, leia por sua própria responsabilidade e risco. Não irei aceitar que denunciem a fanfic por algo que é óbvio e eu avisei.

Espero que tenham gostado, até o próximo capítulo. ♡
Eu sei, eu sei... Eu enrolo demais. 😂😂✌


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