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História Ninfomanía - Heyosh - Capítulo 2


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Notas do Autor


Desculpe-me a hora galera!
A inspiração veio agora!
Boa leitura! ❤

Capítulo 2 - Ousado


Fanfic / Fanfiction Ninfomanía - Heyosh - Capítulo 2 - Ousado

Me levanto da cama. Estou estressada, cansada, angustiada, decepcionada e exausta. Depois de  dormir, me levantei e fiquei até exatas 4 horas da manhã procurando mais sobre a Nifomanía. Achei várias espécies de tratamentos mas tenho certeza que nenhuma Josh gostaria de desenvolver. É... Ele é um cara difícil. 

Estou em um dia péssimo. Não dormi quase nada, e não achei nada que pudesse me ajudar com o caso do meu paciente. Hoje irei ter a segunda consulta com ele. Vamos ver como ele vai reagir e quais ideias de como tratar ele eu irei ter. 

Saio do quarto arrumada na medida do possível. Meu cabelo estava horrível, não estava dando para deixa-lo solto, então o amarrei, em um rabo de cavalo. O reflexo de minha aparecia chega a dar um certo medo. Deixa eu descrever:

Olheiras inchadas, olhos meio fechados pelo o efeito do sono, cara amassasa... Como eu disse: hoje meu dia esta péssimo. 

Vou em direção a cozinha aonde katherine já estava tomando o seu café da manhã. Após me olhar ela quase engasga com sua refeição, me olhando com um olhar de pena. 

—Meu amor, você está péssima... — diz me olhando se cima a baixo. A olho com um olhar de "Nossa, não me diga. Nem imaginava!" Porém seguro meu mal humor e a respondo com a voz cansada. 

—Eu sei... Não dormi a noite. 

—Deixa eu adivinhar... O gostoso Nifomaníoco? 

—Exatamente... Não achei nem um sequer tratamento razoável para ele. Ele é super cabeça dura, não iria fazer nenhum que eu recomendasse.. 

—Porra amiga, mas você quer força de mais aí. 

—Como assim? — digo pegando uma torrada e colocando café na xícara. 

—Para fazer um tratamento pesado assim... Precisamos ter intimidade. Você teve a primeira consulta com ele ontem... 

—Faz sentido... — digo mordendo a torrada enquanto penso... Se precisamos de confiança, precisamos de convivência, se precisamos de convivência... Precisamos de intimidade. —Já sei! 

Grito levantando subitamente da cadeira. Katherine me olha assustada. 

—Eu já sei como poder fazer um tratamento descendente com ele! — digo batendo palmas Alegre. Como uma criança que ganhou um doce —Eu tenho que ir! — digo e dou um beijo na bochecha de Katherine e pego minha bolsa, correndo até o carro. 

Quando chego em minha simples máquina, respiro fundo. Exausta pela pequena corrida que eu fiz. Ligo o carro e vou em direção ao manicômio. Ao chegar no mesmo, olho-me no espelho, melhorando minha situação. 

Saio do carro, ajeito minha saia secretária (uniforme)  e minha blusa que estava um pouco amarrotada, e sigo em frente. Andando elegantemente em meus saltos, com o queixo erguido. Comprimento os seguranças com um "Bom dia" E vou  direção ao corredor. Vejo dois seguranças na porta do quarto de Beauchamp e respiro fundo. 

—Bom dia doutora— os dois me comprimentar em um uníssono. 

—Bom dia...— dão espaço para que eu entre e eu abro a porta. Vejo Josh de costas olhando a vista a fora, pela a janela que existe para da um luz aquele quarto. Quando entro ele se virá e o vejo revirar os olhos. —Vocês podem sair? 

Eles me olham confusos e se entre olham. Vejo Josh também ficR um pouco confuso com o que eu falei, então continuo. 

—Preciso que o paciente e eu estejamos avontade para uma cosulta. 

—Você sabe que ele pode acabar tendo um comportamento desadequado... — um dos seguranças diz

—Eu estou ciente de todos os riscos. 

—Ok, boa sorte! 

Diz e fecha a porta, olho para Josh que me olha um pouco divertido. 

—Corajosa... — diz cruzando os braços. —Ficar em um quarto, sem segurança, sozinha, junto a um psicopata. — diz e seus olhos descem por todo ao meu corpo. Sinto um frio na barriga. 

—Você não iria fazer nada comigo... — digo me concentrado e por um momento vejo surpresa em seu olhar, logo depos ele fica sério e caminha lentamente até mim

—E como você tem tanta certeza?

—Eu só tenho... 

Ele me olha novamente de cima a baixo. E eu retribuo o olhar, eu sei o que ele quer. Ele quer me intimidar. Eu não vou deixar. O encaro com a mesma intensidade, não desvio o olhar. Ele engole em seco logo antes de respirar fundo. Rendido. 

—Ok, vamos começar com isso. 

Diz se sentando na cama esperando eu sentar na cadeira em sua frente. Logo me sento e começo as perguntas. Resolvo começar com perguntas leves. 

—Como foi sua noite? 

Ele me olha sério, antes de soltar um risada estranha. 

—Sério, que está me perguntando isso?— o olho sem enteder e ele me olha sério, quase ameaçador —Como você acha que eu me sinto, trancado em um quarto, fazendo coisas que eu não quero fazer, por algo que eu não tenho culpa?! 

—Josh, você está aqui é realmente um milagre! 

Ele rir maldoso e me olha sério novamente. Estar aqui, é algo que o machuca  e o deixa amargurado. 

—Milagre? Eu praticamente estou perdendo a vida aqui! 

—Perdendo a vida? — falo ao mesmo tom que ele. Alto. —Você está tendo a oportunidade de poder recomeçar uma vida nova. Pode ter certeza, que se seu pais não estivessem o pegado naquele dia e você não estivesse vindo aqui, você poderia ter sido preso por estrupo, e você sabe o que acontece com estrupador na prisão... 

Ele Respira fundo sério e calculista. Estava prestes a falar novamente mas ele me interrompe. 

—Bo... 

—Cala a boca — diz sério

—Como é? 

—Eu quero fazer as perguntas agora! 

Eu resolvo escuta-lo. Pode ser o começo de uma relação de confiança entre a gente. 

—Quantas vezes você aguenta gozar? 

Eu fico boquiaberta com sua pergunta nenhum pouco descente. 

—E-Eu... — fico gaga, meu rosto esquentou rapidamente, sem que eu perceba. —Acho melhor eu... 

—Me responda! 

Respiro fundo para me acalmar e resolvo responde-lo sem questiona-lo novamente. 

—Eu não sei ao certo quantas vezes eu posso chegar ao meu clímax, mas o máximo de vezes que meus namorados me fizeram chegar ao meu máximo foram 3 vezes por noite. 

Ele acente com a cabeça, atencioso. Eu pensei por segundo que as perguntas estranhas pudessem ter chegado ao fim, porém ele faz outro comentários impuro. 

—Eu poderia te fazer gozar o triplo de vezes que você gozou em toda a sua vida, apenas nas preliminares. 

Diz baixinho, com a voz rouca. Perco o ar, olho para baixo um pouco desnorteada. Minha calsinha acabou de molhar apenas com esse comentário. QUE MERDA! Eu estava com minhas pernas cruzadas, as cruzo com um pouco mais de força. Demostrando minha excitação. Ele percebe e rir um pouco malicioso. 

Faço um som com a garganta e ele continua a me olhar seriamente. Merda! Mil vezes merda! Porque eu estou excitada com isso? 

Escuto o som do sinal de encerramento tocar e suspiro aliviada. 

—Até amanhã doutora... — diz se levantando e eu dou um "Até amanhã" Meio fino e ofegante. Logo cuido de sair daquela sala. Como meu trabalho já havia termino alí, vou direto para o carro. Já dentro dele coloco meus braços no volante, apoiando minha cabeça em minhas mãos. 

—Ahh que merda! — falo constrangida




Notas Finais


Helooooo, o clima está esquentando não acham? Kkkkk

Trailer da fanfic:
https://youtu.be/edrwp_Dwzp0

Link do meu canal:
https://www.youtube.com/channel/UC431hy-m5Cl6KHAeic8uksQ


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