História Ninguém pode saber.... ( ji Chang-wook) - Capítulo 9


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Categorias Ji Chang-wook
Visualizações 16
Palavras 1.231
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Um gesto conta mais que palavras.

Capítulo 9 - O inesperado...


Fanfic / Fanfiction Ninguém pode saber.... ( ji Chang-wook) - Capítulo 9 - O inesperado...

Suas palavras me deixaram pasma, o que deveria dizer? Sim, Não ou mudar de assunto. Como ele mantia um semblante tão calmo e sério perante uma pergunta tão constrangedora.

- Por que está me perguntando isso?

Wook- Aquele dia que estávamos na sala pareceu que você ia...

- Eu estava passando mal. (Jura que falei isso, não tinha um desculpa mais convincente?)

Não tinha como voltar no tempo e mudar isso, era nítido em seu rosto que minha desculpa não colou, nem ao menos fez sentido. Seu rosto era pensativo e um leve sorriso aparência em seus lábios, talvez aquilo lê pareceu muito engraçado já para mim era uma tortura.

Wook- Entendo. Está melhor agora?

- Há sim... Estou bem. 

Odeio mentir mas a situação me forçava a isso e é claro que sou péssima com mentiras. Viro a taça de vinho na tentativa de quebra o constrangimento que sentia, não deveria beber mais pois duas taças era meu limite. 

Wook - Aceita mais vinho?

- Não muito obrigado, já cheguei ao meu limite.

Wook - Não precisa se preocupar, se você desmaia vou cuidar bem de você.*sorri*

Senti meu rosto queimar com suas palavras.

- Não duvido disso, mas não posso garanti um bom comportamento de minha parte.*sorrio* 

Aquilo parecia um joguinho e eu estava preparada.

Wook - Já lidei com isso uma vez, tenho certeza que consigo de novo.

- Posso ser pior que da ultima vez.

Nos encaramos, aquilo estava se tornando perigoso.

Wook - Confio em minha capacidade de te manter sobre controle.

Suas palavras me fazem rir e ele ri junto.

- Não duvido de suas palavras.

Não sei o que ele queria dizendo aquilo , mas se queria me provocar conseguiu. Suas palavras pareceram tentadora.... 

Ele serve mais uma taça para mim e para ele, faz um sinal de brindar. Erguemos nossas taça e o tilintar delas selaram nosso jantar.

O garçom vem para fechar a conta, ji Chang-wook não hesitou em pagar a conta, eu é claro me prenúncio para ajudar.

- Quero pagar metade.

Wook - Não é necessário.

- Mas eu quero.

Eu estava decidida e não ia aceita um não como resposta. Ele me encarou de forma dando a entender que eu estava tornando as coisas complicada.

Wook- Eu te convidei então eu pago.

- Não preciso que pague meu jantar.

Wook - Eu  insisto.

- Mas eu quero pagar .

Ele fecha os olhos e respira fundo.

Wook- Por que você tem que ser tão teimosa?

- Eu digo o mesmo de você.

Wook- Na próxima você paga ok ?

-( vai ter uma próxima ?) Hummm... Então ta.

Aquilo bugo minha cabeça, no fim ele pagou mas eu ia cobra essa "próxima ".

Nos levantamos e saimos da sala, seguimos em um corredor quando viramos para sair sinto uma mão em meu ombro e uma voz  chama meu nome. Me viro e vejo kim, ele estava elegante em um terno preto e gravata vermelha, tão charmoso quanto o dia em que o conheci.

- senhor Kim? Oi é um prazer revelo.

Kim- Digo o mesmo senhorita Boyer. Você está deslumbrante quase não te reconheci.

- Obrigado, você está muito elegante assim como o dia em que te vi a primeira vez.

Sinto wook se aproximar de mim, os olhos de Kim não deram a mínima atenção para wook que me acompanhava.

- Kim esse é ji Chang-wook um amigo. Ji Chang-wook esse é Kim ele vendeu o apartamento que moro.

Kim- Prazer.*estende a mão*

Wook-*estende a mão*

Kim coloca a mão em meu ombro.

Kim- Não só vendi o apartamento mas também sou seu vizinho.

Ele mantem um sorriso largo em seus lábios mostrando os dentes. Aquelas palavras me chocaram, não fazia ideia que aquele homem era meu vizinho e que o encontraria constantemente pelo prédio.

- Nossa... Não fazia ideia.

Kim- Você está indo embora?

- Sim.

Kim - Eu também, se quiser eu te levo assim seu amigo não terá o trabalho de te levar em casa .

- É...

Wook- Não é necessário eu mesmo farei isso.

Sinto o clima pesado, wook nem deixou eu falar e os dois estavam se encarando. Sinto uma mão em minha cintura, a sensação me causa arrepios e meu corpo fica tenso, quando olho para baixo vejo a mão de wook pousada em minha cintura, sinto ele dar um leve puxão me fazendo ficar mais próxima de seu corpo.

Kim- Está bem.

Wook - Então vamos ?

- Sim.

Kim- Foi um prazer revela, até a próxima senhorita Boyer.*sorri*

- Obrigado por se oferecer á me levar, foi um prazer revelo até a próxima.

Eles apenas se despedem fazendo um sinal com a cabeça.

Sorrio e aceno para Kim  pouco antes de wook começa a andar e me puxar, eu o acompanho tentando mantê uma postura apropriada. Chegando no carro ele pega a chave com o manobrista, abre a porta para mim e depois entra no carro. Não sabia o que dizer e ele parecia sério.

Ele fica um tempo parado até começar a dirigir, no caminho o silencio pairava no ambiente, então resolvo falar alguma coisa.

- O restaurante é muito bom, gostei do jantar .

Ele se mantem quieto, depois de alguns segundo ele me olha.

Wook- Também gostei.*sorri*

O silencio domina novamente, decido colocar uma música, normalmente eu ficaria quieta mas tudo que aconteceu entre nós fez eu me sentir mais á vontade com sua presença.

- Posso por música?

Ele liga o som e uma musica tranquila meio romântica começa a tocar. Mas ele ainda estava sério.

Wook- Parece que não sou o único desconhecido que você conversa.

- Está falando do Kim ?

Wook- Sim .

- Eu só falei com ele o dia que fui preencher o contrato do apartamento. Foi uma coincidência nos encontrarmos no restaurante.

Wook - Mas pelo jeito irão se encontrar bastante, afinal vocês moram no mesmo prédio.

- Verdade, isso foi uma surpresa.

Alguns minutos depois °°°

Wook- Chegamos.

Ele sai do carro e abre a porta para mim.

- Então nos despedimos aqui, adorei o jantar e obrigado por me trazer até em casa.

Wook- Também gostei, foi um prazer ter sua companhia.

- Tchau tenho uma boa noite.

Wook - Boa noite.

Viro de costas e começo a andar mas me sinto ser puxada pelo pulso me fazendo recuar e virar em sua direção.

Wook- Não posso te deixar ir sem fazer isso antes.

Ele segura meu rosto com sua mão livre e aproxima seu rosto do meu... Seus lábios tocam os meus... Um selinho bem suave e depois outro e outro, nossos lábios se unem e moven-se lentamente. A mão que estava em meu pulso vai para minha cintura e com um puxão une nossos corpos, coloco minhas mãos em seu peito. Um tempo depois o beijo se tornou mais rápido e eufórico, sua língua percorria pela minha boca, nossa respiração estava acelerada, tudo perfeito! Eu só curti o momento e desejei que nunca acabasse.

Ouvimos vozes se aproxima então o beijo cessou na hora e nos separamos. Nós estávamos eufóricos e com a boca vermelha, principalmente ele que era branco. Não sabia se ria ou ficava com vergonha, comecei a rir pois ele foi bem ágil quando ouviu as pessoas e seu jeito de disfarçar foi cômico, ele sabia que não devíamos estar nos beijando na rua.

Ele ri junto e depois nos despedimos com um tchau, após eu entrar dentro do prédio ele  vai embora. Não sabia se aquilo tinha sido real ou um sonho mas quando ólho no espelho do elevador estava lá a prova, meus lábios estavam vermelhos e meio dormentes, sorrio comigo mesma.

Entro no apartamento e Hwn-young estava dormindo, cobri ela é fui para o quarto, tirei a roupa e bijuteria, lavei o rosto e deitei, fecho os olhos e relembro o beijo...

 








Notas Finais


Iniciando uma rotina.


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