História Ninniku: a princesa saiyajin - Capítulo 26


Escrita por:

Postado
Categorias Dragon Ball
Personagens Bills, Bra, Bulma, Goku, Personagens Originais, Pual, Rei Vegeta, Trunks, Vegeta, Whis, Yamcha
Tags Aventura, Bulma, Dilemas, Dragon Ball, Drama, Romance, Saiyajin, Vegeta, Yamcha
Visualizações 50
Palavras 2.544
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oie, gente! Mais um capítulo para vocês!

Uma caixa estranha é deixada na corporação cápsula e o que ela guarda é de grande valor. Porém, Ninniku deve encarar o último desafio do Ishiki.

Capítulo 26 - O último desafio do ishiki


Fanfic / Fanfiction Ninniku: a princesa saiyajin - Capítulo 26 - O último desafio do ishiki

Bulma e Ninniku  vão em direção ao laboratório da corporação cápsula.  Whis antes de se despedir, entrega algo para Vegeta.

- Eu vou deixar o Ishiki com você. Você poderia entregar à Ninniku depois? Ela saiu tão rápido que não deu tempo de dar à ela. – disse o anjo, estendendo a mão e entregando o cubo para Vegeta.

- T-tudo bem, senhor Whis. – disse Vegeta.

- Ah! Mais uma coisa! Lembre-se,Vegeta, é tudo questão de conectar-se um com o outro. – disse Whis.

- Como é? O que isso significa? – perguntou o saiyajin.

- Hohoho! Você irá descobrir em breve. Até loguinho! – disse Whis, desaparecendo pelo céu.

- Eu, hein! O que será que ele quis dizer com isso, Vegeta? – perguntou Goku.

- COMO É QUE EU VOU SABER? – gritou o saiyajin.

- Que coisa estranha... Ummm... Que cheiro bom! Acho que vou comer antes de ir pra casa! Hehehe. Se vou encarar a Chi Chi furiosa, é melhor fazer isso de barriga cheia.

- Tch... – resmungou Vegeta. O saiyajin caminha em direção ao quarto de Ninniku e deixa o cubo em cima de uma das cômodas.

Ninniku e Bulma chegam ao laboratório e encontram o senhor Briefs.

- Olha só! Vejam quem está de volta! Como vai, Comandante? – ele disse

- Olá, senhor Briefs, prazer em revê-lo! – disse Ninniku, apertando a mão dele.

- Papai, onde está aquela caixa metálica? – perguntou Bulma.

- Coloquei ela do lado da nave, logo ali. – disse senhor Briefs, apontando para a direita.

Ninniku caminha um pouco e logo ela fica sem palavras. Sua nave estava restaurada. Ela desliza a mão sobre sua estrutura e observa cada detalhe.

- Nossa! Está pronta!Incrível! – ela disse.

- Sim, eu não lhe prometi que conseguiria? – disse o senhor Briefs.

- Muito obrigada! Ela ficou sensacional! – disse a saiyajin.

- Hohoho. Não precisa agradecer.Foi um projeto muito divertido. Agora tenho mais idéias para novas peças. – disse senhor Briefs.

- NINNIKU, AQUI! VEM! – gritou Bulma.

Ninniku seguiu a voz de Bulma e ela viu uma caixa metálica branca em cima da mesa.

- Eu estava na varanda ontem com a Bra, quando vi isso caindo do céu direto no jardim. Pedi para que os funcionários da corporação cápsula a recolhessem. Você sabe de onde veio? – disse Bulma

- Um... Esses desenhos parecem muito com a escrita de... Valar?! Mas, como isso iria parar aqui? Que estranho! – disse a saiyajin.

- Eu tentei abrir, mas não consegui de forma alguma. – disse Bulma.

- Existe sempre uma trava secreta, Bulma. Tipo... Essa aqui! – Ninniku aperta um botão e a caixa de metal se abre. Ela olha seu interior e retira um colar de dentro da caixa.

- É um colar! Mas, de quem é? -perguntou Bulma.

- Um... Não tenho certeza... Mas, acho que já o vi antes... Já sei! É o colar da rainha  de Valar, Milkan. Mas, que estranho. Ele sempre viveu guardado em uma sala secreta no castelo...  – disse Ninniku.

- E o que pode significar ele estar por aqui? – perguntou Bulma.

- Eu não sei dizer... Mas, pretendo descobrir em breve... – respondeu a saiyajin.

- Você pretende partir? – perguntou Bulma.

- Sim, em breve vou iniciar minha busca a Kuri. Mas, preciso resolver algo antes... – disse Ninniku.

- Ah, que pena... Estava gostando da sua companhia por aqui. – disse doutor Briefs.

- Ah, obrigada. Vocês são pessoas generosas e sou muito grata a vocês! Mas, eu tenho que concluir minha última missão como patrulheira. Senhor Briefs, quando ela estará pronta para partir? – perguntou as saiyajin.

- Acho que o combustível ficará pronto em dois dias. E então, a nave estará 100% a sua disposição. – respondeu o cientista.

- Ótimo. Não tenho mais tempo a perder.

- Ninniku, por que você não aproveita agora para descansar um pouco? Você está com uma aparência um pouco cansada. Vai, relaxa um pouco! Você já treinou bastante, não foi? Então, pode se dar ao luxo de tirar uma folga. – disse Bulma.

- Acho que descansar um pouco não vai fazer mal, não é? Hahaha. Bem, depois eu volto, senhor Briefs. – disse a saiyajin.

Ninniku vai em direção ao quarto. Quando ela entra, ela vê o ishiki em cima do cômodo.

- Ué... Então o senhor Whis resolveu deixar o cubo... Quem sabe amanhã eu ainda tente mais uma vez...

Ninniku tomou um banho e trocou de roupa. Quando ela entra no quarto novamente, enquanto secava os cabelos, ela vê que o ishiki tinha um brilho vermelho.

- Hã? O que está acontecendo?

Ninniku se aproxima do ishiki. Quando ela o toca, ela é mais uma vez transportada para outro lugar.

Ninniku retorna ao quarto de Shouga. De repente, ela sente algo em seus braços. Era um bebê. Ela fica bastante surpresa.

- Não... Não pode ser... Shouga! – disse ela, com a voz trêmula.

O bebê abre os olhos e começa a dar risadinhas para Ninniku. Ninniku por uns instantes tentou se manter alheia aquela lembrança, porém seus instintos foram mais fortes.

- Oi, meu pequeno... Mamãe sentiu saudades...

Ninniku passou alguns minutos presa na ilusão. Por mais que internamente ela soubesse que nada daquilo era real, ela queria sentir seu filho em seus braços mais uma vez. Ela queria relembrar a sensação de ter um serzinho tão frágil e delicado nos braços e sentir toda aquela emoção que ela sentiu quando seu filho veio ao mundo.

De repente, Ninniku escuta alguns passos se aproximarem. O cenário muda. Agora, ela e Shouga estão do lado de fora da casa. Um incêndio toma de conta do lugar.

- Não, não outra vez... – ela disse.

Ninniku abraça Shouga. Lágrimas começam a cair de seus olhos.

-Me perdoa, Shouga... não consegui te proteger... eu queria ter te salvado... Mas, era tarde demais... – ela disse.

- HAHAHAHA. Ridículo.

Ninniku e Kuri agora estão frente a frente.

- Como sempre, você e suas ceninhas de boa moça, Ninniku. Você me dá nojo! Você não merece ser a comandante dos patrulheiros galácticos! Você é fraca! Seu filho merece ser criado por alguém melhor, forte! – disse Kuri.

Ninniku sente seu corpo ser paralisado. Kuri utiliza telecinese e traz Shouga para seus braços.

- Vamos, meu filho! HAHAHA – disse Kuri

- NÃOOO! SHOUGAAA!! O QUE VOCÊ VAI FAZER, KURI?  - gritou Ninniku.

- HAHAHAHA. Diga adeus para sua mamãe patética. – disse Kuri, levantando Shouga com uma das mãos e apontando uma quantidade de energia em sua direção. O bebê começa a chorar bastante.

- PARE COM ISSO, KURI! NÃO FAÇA ISSO! NÃOO! – gritou Ninniki.

Kuri utiliza seu ki de energia em Shouga, o fazendo desaparecer.

A energia que paralisava Ninniku desaparece. Ela cai de joelhos no chão. Ela cera os punhos e uma grande energia escura começa a cobrir seu corpo.

- Como... ousa...

- HAHAHAH. O que foi, grande comandante? Isso... dói?

- COMO OUSA FERIR AS PESSOAS QUE EU AMO?! EU NÃO VOU TE PERDOAR!- gritou Ninniku.

- Uhhhh! Você vai ter que me achar primeiro, mulher patética!

O cubo começou a emitir um brilho escuro. Ninniku abre os olhos novamente, porém ela parece estar inconsciente. Ela caminha em direção a varanda e encontra Goku comendo.

- Oi, Ninniku!  Por que você não vem comer aqui comigo? Tá uma delícia! – ele disse.

Ninniku avança em direção a Goku e acerta um soco em seu rosto, derrubando a mesa e o fazendo voar longe.

-EI, ISSO DOEU! O QUE VOCÊ ESTÁ FAZ... – gritava Goku, quando Ninniku o acertou com um chute.

Uma grande quantidade de um ki negro envolveu o corpo de Ninniku.

- AI AI! O QUE FOI QUE EU TE FIZ? – gritou Goku

- KAKAROTO! O QUE ESTÁ ACONTECENDO? – gritou Vegeta, que saiu correndo pra varanda. Ele observa Ninniku envolta por um ki escuro e seus olhos estavam sem vida. – MAS O QUE É ISSO?

- NINNIKU! – gritou Bulma, que ficou horrorizada.

-NÃO SEI, ELA ME ATACOU DO NADA!- disse Goku.

Os dois saiyajins se posicionam na frente de Ninniku.

- NINNIKU! O QUE ESTÁ FAZENDO? NÃO ESTÁ NOS RECONHECENDO? – gritou Vegeta.

Ninniku adquire uma postura de luta.

- Não vou te perdoar por isso... – ela fala.

Ninniku voa em direção de Vegeta e tenta acertá-lo com um soco. Ele desvia rapidamente, porém ela revida rapidamente com um chute, que atinge a parte lateral do rosto dele.

- Droga... E agora? Como vamos acordá-la? – disse Vegeta.

- Não sei, Vegeta. Só sei que ela assim pode ser muito perigosa. – disse Goku. – Enquanto isso, temos que detê-la.  Mas, como vamos fazer isso sem machucá-la?

Ninniku atira várias bolas de energia em direção aos dois, que começam a desviar. As bolos de energia atingem o jardim da corporação cápsula e começa a destruí-lo.

- Não acho que ela esteja preocupada em não nos machucar. Vamos, temos que tirá-la daqui. Ou ela vai acabar destruindo tudo. – disse Vegeta

- Sim, vamos! – disse Goku.

Os dois começam a voar em direção a uma floresta.

-AONDE PENSA QUE VAI, SUA COVARDE? – gritou Ninniku, que começou a segui-los

“Droga... Deve ser o cubo... Mas, como vamos conseguir tirá-la dessa ilusão?” – pensou Vegeta.

Depois de tomar uma grande distância da cidade, Goku e Vegeta param. Ninniku chega logo em seguida e fica de frente a eles. Rapidamente, ela avança em direção de Goku e os dois começaram a lutar. Mesmo com toda sua agilidade, Goku começou a ser atingido por alguns golpes. E então, ele se transforma em super saiyajin. Porém, Ninniku também se transforma. E os ataques dos dois começam a se tornar mais intensos.

-VEGETA! NÃO PENSOU EM NADA AINDA? EU NÃO QUERO TER QUE USAR TODA MINHA FORÇA CONTRA ELA! – gritou Goku.

“O que fazer agora? Vamos, pense... Lembre-se,Vegeta, é tudo questão de conectar-se um com o outro.”- Vegeta se recorda do que Whis havia falado.

- Kakaroto! É a ligação mental! Tenho que conseguir me ligar à mente dela. – disse Vegeta

- E COMO VOCÊ VAI FAZER ISSO! – gritou Goku, se desviando de um chute na cabeça.

- EU SEI LÁ! AH, ESPERA! JÁ SEI! KAKAROTO, SEGURA ELA AÍ! – gritou Vegeta, que saiu voando.

- COMO É? EI, VEGETA! VOLTA AQUI!

A luta entre Ninniku e Goku foi se tornando mais rápida e golpes cada vez mais fortes começaram a ser trocados. De repente, Ninniku para no ar e um brilho dourado começou a sair dos seus olhos apagados. Quando ela atacou Goku novamente, ela conseguiu arremessa-lo no chão, fazendo Goku machucar o canto da boca. Goku se transformou em super saiyajin blue e começou a atingir Ninniku com alguns golpes, a arremessando contra um paredão de rochas.

- NINNIKU, ACORDA! EU NÃO QUERO TE MACHUCAR! – gritou Goku, porém Ninniku continuou a revidar os golpes do saiyajin.

A batalha durou alguns minutos, Ninniku parou por alguns instantes e começa a concentrar uma grande quantidade de energia na mão direita enquanto segurava o punho com a outra mão. Em seguida, ela dispara uma grande quantidade de ki em direção a Goku.

-Ka-me-ha-me-haaaa!- Goku dispara um ataque poderoso contra o ataque de Ninniku.

Porém, de repente, ela aparece em sua frente e posiciona o polegar em sua testa. Goku perde sua forma blue e cai em direção ao chão. Vegeta chega na hora e o segura pelo punho, antes dele se chocar contra uma pedra. Ele o aterrissa. Em sua mão, ele tem o cristal niwakiano.

- Só vou ter apenas uma chance... – disse Vegeta.

Ele se recordou que na carta que Ninniku havia lido, foi mencionado o cristal como uma forma de suprimir os instintos do Oozaru. Ninniku se aproxima de Vegeta. Quando ela está próximo de acertá-lo, ele levanta o cristal em direção ao rosto dela. O cristal emite um brilho dourado a faz parar por alguns instantes. Ele aproveita e posiciona a mão dela em sua testa. E tudo fica escuro.

Quando Vegeta acorda, ele está em meio a uma caverna iluminada. Porém, tem algo diferente. Quando ele olha suas mãos, elas estão menores. Ele caminha em direção a uma poça d’água. Ele ficou surpreso. Havia se tornado criança. Ele escuta um choro baixinho. Ele caminha por alguns instantes, até que ele encontra uma menina de cabelos longos sentada no chão e com as mãos nos olhos, enquanto chorava.

- Por que você está chorando? Você é uma saiyajin. Saiyajins não devem chorar. – disse Vegeta.

-Saiyajin? Nãoo! Eu não sou uma saiyajin! Eles são maus! Eles prendem as pessoas e as escravizam!– ela disse, zangada.

- Nem todos os saiyajins são maus. Bem, alguns são malvados. Mas, também existem saiyajins que são bons. Mas, você não me disse o porquê está chorando.  – disse o pequeno Vegeta.

- Porque eu estou sozinha... Todo mundo foi embora... – ela respondeu.

- Você não está mais sozinha. Eu estou aqui com você. – disse o pequeno príncipe saiyajin, estendendo a mão para a menina.

A pequena menina enxuga as lágrimas e segura a mão do pequeno saiyajin. Ela se levanta e os dois se olham. Os dois sorriem um para o outro. Um grande clarão surge.

Quando Vegeta abre os olhos, Ninniku está parada na frente dele. Goku logo se aproxima.

- Vegeta, o que aconteceu? – ele perguntou

- Eu fiz uma conexão com a mente dela. Mas, não sei se deu certo. – respondeu Vegeta.

De repente, um ki azul circula o corpo de Ninniku. Seus cabelos adquirem uma coloração azul. Porém, rapidamente a transformação se dissipa. Os olhos da saiyajin voltam a recuperar a coloração de antes.

- Você viu isso?– perguntou Goku.

- Sim... – disse Vegeta.

- Hã? O que foi que aconteceu? E onde estamos? – disse Ninniku, atordoada.

- Nossa, ainda bem que você voltou ao normal, Ninniku. – disse Goku.

- Ao normal? – ela perguntou.

Ninniku começou a cair para o lado, mas Vegeta a apoiou em seu ombro.

- É uma longa história. Mas, acho que você deve descansar agora. – ele disse.

Os três voaram de volta à corporação cápsula. Chegando lá, Bulma e senhora Briefs estavam esperando na varanda.

- Ai, meu kami, o que aconteceu? Vocês estão bem? – perguntou Bulma.

- Sim, está tudo bem, agora. – disse Goku.

- Não se preocupe. Só preciso descansar um pouco.– disse Ninniku.

- Bem, agora eu vou pra casa. A Chi Chi deve estar furiosa comigo!  Faz muito tempo que não volto pra casa. Ninniku, se recupere logo! Nós temos que treinar! Hehehe. Até mais, pessoal! – disse Goku, que se teletransportou.

Vegeta ajudou Ninniku a ir até o quarto. Ela se senta na cama. Vegeta se vira e caminha até a porta.

- Vegeta... – disse a saiyajim

- O que foi? – ele perguntou.

- Obrigada!

- Humpf. Não precisa me agradecer...  Escuta... Parece que... Eu fiquei com alguma das suas lembranças outra vez... – disse Vegeta.

- Eu não estou conseguindo pensar muito bem agora, mas, acho que estou com alguma das suas também. Mas, não vou contar a ela. – disse Ninniku, piscando o olho.

- Tch... – resmungou Vegeta- Ah, isso aqui é seu... – ele deixou o cristal em cima de um dos cômodos, ao lado do ishiki, que tinha um brilho dourado e saiu em seguida.

Algumas horas mais tarde, Ninniku ainda dormia quando ela sentiu uma mão tocar em seu rosto. Quando ela abriu os olhos, ela vê Yamcha em sua frente.

- Oi, princesa!

- Yamcha!

Os dois se perdem em um longo abraço.


Notas Finais


Oie,gente! Bem, o ishiki usou uma lembrança bem dolorosa para tentar "derrotar" Ninniku, mas o cristal niwakiano e os laços sanguíneos com Vegeta ajudaram a nossa comandante a encerrar seu treinamento. Agora, é contagem regressiva para o fim da nossa história. Mas, ainda teremos a batalha final entre Ninniku e Kuri! Obrigada a quem acompanha! Bjinhos.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...