História NIRRTY (Final Season) - Capítulo 23


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Categorias Fifth Harmony, Kendall Jenner, One Direction, Shawn Mendes, The Vamps
Personagens Bradley Simpson, Harry Styles, Lauren Jauregui, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Gay, Hot, Lad, Larry, Lilo, Nouis, Religião, Shawn Mendes, Sophia Smith, Ziall
Visualizações 58
Palavras 3.621
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Lemon, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Self Inserction, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 23 - The Model and the Place He Calls Home


Fanfic / Fanfiction NIRRTY (Final Season) - Capítulo 23 - The Model and the Place He Calls Home

Lauren

Manhã cedo e cá estamos nós em um consultório, tão cedo que ainda nem tirei as remelas dos olhos direito. Uma hora dessas eu estaria comendo um donut e desembaraçando meu cabelo para ir pra escola. Parece impossível? Não pra mim, queridinho.

Mas de volta ao foco, Chris, Brad e eu estamos aqui aguardando a médica com o resultado do exame. Mamis não pôde vim, alguém tem que trabalhar para pagar as contas da clínica e etc. Brad, bom, ninguém chamou ele, mas ele está preocupado com a saúde de Chris e eu estou até feliz que ele esteja aqui pra nos dar suporte. E quando eu digo “nos”, quero dizer euzinha, pois manóvis tá cagando.

“É só um exame, eu tô bem, vocês não precisam ficar me paparicando”, ele diz birrento.

“Eu sei, cara, é um pé no saco ficar te paparicando”, diz Brad arrogantemente, “talvez nós não precisássemos fazer isso se você não tivesse mentido sobre a sua dor”.

“Eu quero ouvir o que a médica vai dizer”, digo eu, “já que, pelo jeito, nós não devemos acreditar em tudo que você fala”.

“Pra início de conversa, vocês podem parar com esse negócio de nós? Eu ainda não me acostumei inteiramente com a ideia de que você”, ele aponta para Brad, “e você”, depois aponta para mim, “são nós”, e faz aspas com as mãos.

“Boas novas, Chris”, eis que entra a médica em cena, “o resultado do exame mostra que a pressão na sua coluna diminuiu”, ela anuncia enquanto caminha até sua mesa com os papéis nas mãos. Impossível não sorrir com a novidade. Porém, talvez tenhamos ficado alegrinhos cedo demais. A médica ainda fala: “Infelizmente, ainda há preocupações com a infecção em si. Continua fora de controle”.

“Mas ele tem tomado os antibióticos direitinho”, meu olhar pra médica é de confiança, mas meu olhar pro meu irmão é de ‘me diz que tu tem tomado esse caralho’.

“Às vezes só o antibiótico não é suficiente”, informa a médica e se senta.

“Tá, o que a gente faz agora?” Chris não sabe se fica preocupado ou irritado.

“Vou passar um medicamento mais forte, mas se a infecção persistir, vamos ter que discutir sobre a remoção do tecido danificado através de cirurgia”.

“Discutir o quê? Por que não me operam logo?” agora ele tá mais irritado do que preocupado.

“Porque”, Brad toma a palavra e a atenção, “isso pode resultar em danos na espinha e paralisia permanente”. Ok, agora Chris está mais preocupado do que irritado.

“T-t-tá falando sério?” ele olha de Brad para a médica.

“Realmente, existe esse risco”, a médica esclarece com pesar.

“E não tem nenhuma outra opção em que ele não corra esse risco?” estou tentando me manter cool, mas tá apertado o negócio.

“Você prefere que ele corra o risco de morrer de infecção?” pergunta Brad.

“Brad, paralisia permanente é...”

“Sexy?” ele não me deixa completar e faz menção a sua própria situação com as mãos e a cabeça. Eu provavelmente iria dizer algo estúpido, mas também não vamos ser hipócritas, né, mona? Por favor, realiza!

“Não!” Chris interfere. “É permanente! Eu sei que não é o fim do mundo, mas não era isso que eu imaginava! Eu pensei que estivesse melhorando!” Chris olha para a médica com o olhar pedindo respostas.

“Não vamos nos precipitar, ok?” ela diz com uma calma que me dá vontade de pular no cangote dela e ordenar que ela grite junto com a gente, essa vaca. “Vamos deixar os medicamentos fazerem efeito e aí nós veremos”.

É bom que eles façam efeito mesmo... ‘tá que pariu!

 

Louis

Todos parecem estar cochichando sobre alguma coisa na escola. Todos parecem estar comentando sobre algo ou fofocando sobre algo. Até então, eu estava completamente alheio a isso. Bom, isso foi até eu perceber um tumulto nos fundos da escola. Do segundo andar, dá pra ver tudo de boas pela janela. Acontece que... Kendall estava fazendo um ensaio fotográfico de Harry.

O quê?? Sim, essa foi a minha primeira reação também, então eu perguntei a alguém que estava passando no corredor. Pelo que parece, Harry está chamando atenção com as roupas que ele está vestindo. É brilhosa demais, estampada demais, cara demais. As fotos que Kendall está tirando é para o seu blog de moda.

Daqui de cima, e com a luz do sol sobre eles, não consigo ver direito. Preciso chegar mais perto. Mas não agora. Agora já está na hora do intervalo e eu estou atrasado para encontrar com meus amigos. Ou pelo menos foi o que eu pensei, mas eles estavam no tumulto também. Apenas Zayn estava sentado à mesa quando eu cheguei.

“Onde estão todos?” perguntei a ele. Apenas sei que Lauren foi acompanhar o irmão em uma consulta. Zayn, em resposta, fez bico e apontou na direção do barulho do pessoal.

“Tu num vai lá ver?” ele pergunta enquanto enche sua comida de ketchup. Que eu saiba, isso é coisa do Niall. Só então vejo que ele está com dois pratos. Ele pegou por ele e pelo namorado.

“Ei, Zayn”, toco o braço dele ligeiramente. “Quero te pedir desculpas”.

“Pelo quê?” ele dá de ombros.

“Você sabe... a comunidade poliamor e tal. Eu não sei no que estava pensando”.

“Tudo bem”, ele empurra o prato que estava colocando ketchup para o lado e puxa o outro para si. “Afinal de contas, ninguém foi obrigado”.

“Eu sei, mas mesmo assim. Nem pensei direito na sua relação com Niall e tudo mais. Espero que nada tenha mudado entre vocês”.

“Bom, se mudou, então foi apenas pra melhor. Não vou negar, a imagem de Niall sendo fodido na minha frente num foi a melhor que já tive, e eu mesmo me senti estranho fazendo aquilo na frente dele, mas pelo menos agora sabemos que somos maior do que isso, sabe, bro? Há males que vem para o bem”.

“Certo”, assinto e viro-me na direção do tumulto novamente. As pessoas estão começando a se dissipar. Vejo Liam pegando alguma coisa pra comer e Niall vindo pra cá.

“Esse é o meu?” diz o menino, ainda de cabelos brancos, com um sorriso largo ao ver o prato cheio de ketchup.

“Eu volto já”, anuncio antes de ver eles todo amorzinho. Caminho na direção de Liam, já pegando uma bandeja para me servir também e o cumprimento.

“Qual foi a da agitação lá fora?”

“Seu amiguinho Harry está usando algo fora do tradicional. Estão dizendo que ele parece um modelo”.

“Um modelo?” consigo apenas rir enquanto me sirvo. Mas todo esse riso é engolido no momento em que vejo ele entrar na cantina. Preciso limpar a boca só pra constatar que não estou babando. Ele realmente está parecendo um modelo com esta roupa: calça preta skinny, sapato preto de bico fino e uma camisa de botão branca com detalhes pretos. Eu já fico melado na cueca só de olhar pra ele.

“Patético, não é?” diz Liam ao meu lado, fazendo-me voltar para a realidade. Posso apenas murmurar alguma coisa para conter um gemido de prazer. Sério, como ele ficou tão gostoso assim em um final de semana? Ele foi de garoto invisível para popular da escola em tempo recorde.

>>>> 

Quando a campa toca para retornarmos a aula, a maioria das pessoas ainda está almoçando. Claro, perdeu-se um tempão lá fora com o photoshoot do modelo Styles. Vejo de soslaio quando ele praticamente se engasga para terminar a comida e poder ir logo pra aula. Depois disso, ele some de vista com sua namorada e os meninos se levantam da mesa.

“O que eu perdi?” Lauren chega nesse momento.

“Harry é o novo modelo na cidade”, anuncia Niall.

“Quem diabos é Harry?” pergunta Lauren.

“Minhas palavras exatas”, diz Liam com o olhar centrado em mim.

“Espera, vocês já estão indo pra aula?” Lauren nos olha. “Você não vai. Chega atrasado no estilo junto comigo”, ela puxa meu braço. Olho para os meninos e dou de ombros.

“A gente se fala”, diz Zayn a mim antes deles irem para a aula. Lauren me puxa e vamos de braços dados pegar o que ainda tem de comida.

“Agora que vocês vão comer?” a cozinheira que estava vindo recolher as sobras nos encara com olhar reprovador.

“Tava no hospital, minha flor, cheguei agora no rolê”, avisa Lauren. “Seja uma queridinha e esquenta esse prato pra mim, por favor?” ela entrega a cozinheira com um sorriso após ter terminado de se servir. A senhora apenas revira os olhos e leva até o micro-ondas.

“Como está o Chris?” começo a conversa.

“Bem. Ótimo. Corre o risco de ficar paralítico, mas tá tudo bem”, ela faz uma careta e ajeita o cabelo.

“Como?” cerro o cenho.

“Ele ainda tem uma infecção na espinha. Se os remédios não derem conta, só God sabe o que pode acontecer”.

“Que merda. Pensei que ele já tivesse melhorando”.

“A vida é uma caixinha de surpresas, bem”, o prato fica pronto e a cozinheira entrega a Lauren, “se ele operar, corre o risco de ficar numa cadeira de rodas pra sempre”, caminhamos até a mesa mais próxima, “se ele não operar... ele morre. A vida é muito simples, não é?” ela sorri de forma debochada antes de revirar os olhos e se sentar. Sento de frente pra ela.

“Onde ele está agora?” pergunto sobre Chris.

“Eu tive que levar ele pra casa. Ficar de repouso e tals. Por isso cheguei só agora, nem me montei direito.” Lauren começa a comer e eu fico sem saber o que dizer. Apenas espero que tudo dê certo pro irmão dela. Ele estava tão feliz.

“Preciso ir no banheiro. Você me espera?” diz Lauren assim que termina de comer. Ambos nos levantamos e caminhamos pelo corredor até o banheiro. Fico parado lá fora encostado na parede até ouvir passos nessa direção. Fico sem ar quando vejo Harry vindo até mim.

“Oi, Louis”, ele sorri.

“Harry. O que está fazendo aqui fora?”

“Eu tô apertado”.

“Não é pra menos”, olho para as pernas dele e passo a língua pelos lábios com a imagem de suas coxas nesse jeans apertado.

“Quero dizer que preciso ir ao banheiro”, ele ri um pouco e faz uma careta antes de atravessar a porta que dá para o banheiro dos meninos. Respiro fundo e fico do lado de fora por alguns instantes, ainda esperando por Lauren, mas não consigo conter minha vontade e acabo seguindo Harry.

Escuto quando a descarga é puxada e logo ele sai do box, notando minha presença e chamando meu nome antes de alcançar a pia e lavar as mãos. Agora que está de costas para mim, eu fico mais um tempinho observando-o. Não tem bunda nenhuma, e mesmo assim consegue ser tão sexy. O que deu nele para vim vestido assim hoje?

Harry enxuga as mãos e, quando se vira para mim – sei que é arriscado, mas não consigo me conter – eu o empurro na parede e prendo seus braços.

“O que está fazendo?” ele me encara incerto.

“Você tá tão gostoso nessa roupa”, digo mordendo o lábio.

“Louis... Não...”

“Eu não consigo resistir”, dito isso, aproximo meus lábios de Harry e começo a beija-lo. Ele amolece os braços por uns segundos, mas logo vira o rosto para o lado.

“Não faz isso...”

“Por que você tinha que vim tão gostoso hoje?” tomo o rosto dele de volta para mim, para poder beija-lo, mas ele vira pro outro lado. “Isso é tudo culpa sua”.

“Eu tenho um emprego agora”.

“Você... o quê?” não é que minha vontade de beija-lo tenha passado, eu apenas fiquei curioso um pouco. Solto seus braços, mas continuo com meu corpo colado ao dele.

“Não é nada demais. Eu já estava procurando faz um tempinho. É pra limpar algumas coisas e preparar sorvetes no McDonalds”.

“Uau”, sorrio, “isso é ótimo. Parabéns”, é só o que digo antes de voltar a beija-lo.

“Espera!” Harry se esquiva. “Eu consegui um adiantamento. Você gostou mesmo dessa roupa? Eu tinha visto elas faz um tempo, fiquei louco pra comprar, mas elas são bem caras, pensei que nunca fosse conseg...” ele começa a tagarelar, então não tenho escolha a não ser cala-lo sem usar as mãos. Ele resiste mais um pouco, mas acaba cedendo, então começamos a nos beijar.

“Louis, você tá aí?” Lauren abre a porta do banheiro dos meninos com tudo e Harry e eu nos separamos no mesmo instante. “Pera, minha visão ficou turva, qual é o babado que tá pegando aqui? Oh, my God! Você é gay também?” ela aponta para Harry, que fica vermelho em questão de segundos.

“Eu...” Harry fica sem saber o que dizer.

“Sua namorada sabe disso?” Lauren, que agora está maquiada e com o cabelo brilhante, começa a rir. “Ou ela é apenas uma beard?”

“Por favor, não conta pra ela!” Harry praticamente suplica.

“Não se preocupe, ela não vai falar nada”, eu garanto.

“Não..., mas você tem que me contar todos os podres, que eu detesto ficar de fora do babado”, diz Lauren abrindo a porta para a gente sair. “E você”, ela passa o braço pelo corpo de Harry e o acompanha, “respeito um bofe que sabe se vestir na catiguria. Você que é o tal do Harry? Nunca vi mais fashion!”

 

Liam

Ao final da aula acontece algo que havia virado rotina, mas que nunca mais tinha acontecido: Louis volta da escola junto comigo e, sozinhos em casa, vamos até o meu porão e começamos a nos beijar. Finalmente, estamos do jeito que deveríamos estar, e o beijo de Louis continua tão gostoso quanto eu me lembro. Quem sabe até melhor.

“Não acredito que isso está mesmo acontecendo”, digo assim que caio no sofá com Louis sobre mim.

“E não está”, ele diz em um sussurro, “é apenas um sonho”.

“Então não me acorde”, ele ri durante o beijo, o que apenas me deixa mais excitado. Eu passo a mão pelo seu corpo, apertando sua bunda farta e, lentamente, ele vai escorregando até ficar de joelhos no chão. Suas mãos agilmente abrem a fivela do meu cinto e puxam minha calça para baixo. Mal tenho tempo de me ajeitar no sofá antes de Louis começar a me engolir. “Oh”, meu gemido sai sôfrego. Ponho a mão em sua cabeça e digo: “você está certo. Isso é um sonho”.

É melhor do que um sonho, na verdade, pois é a realidade, e é boa. Louis pediu desculpas por ter dormido bem no meio do nosso beijo na barraca e disse que gostaria de se redimir comigo de alguma forma. Bom, essa é a melhor forma que existe. Louis me faz arfar e retorcer de prazer. Sua mão fazendo movimento de vai e vem no pau enquanto me chupa... Eu sei o que ele quer.

“Não”, digo em meio ao gemido e puxo seu cabelo pra trás. “Eu quero muito te comer... sinto falta de sentir você me apertando dentro de si”.

“Você vai me comer”, ele diz com um sorriso travesso, “mas eu quero muito sentir você gozar na minha boca primeiro”.

“Isso não pode ser depois?”

“Não... depois você vai gozar dentro de mim”.

Com um último sorriso, Louis põe a língua para fora e lambe a cabeça do meu pau agilmente. Posso apenas morder o lábio de tanto prazer e puxar sua cabeça contra o meu corpo quando preciso que ele me engula até o talo. Oh, e ele aguenta todinho, mesmo se engasgando um pouco depois. Esse menino paga o melhor boquete do mundo.

“Não pare”, peço assim que sinto uma pontada maior de prazer. Estou completamente duro. Com barulhos obscenos, Louis volta a me masturbar e passa a me chupar com mais avidez. O sofá balança junto com nosso frenesi e abro as pernas já deixando vim o que Louis tanto quer. Meu gemido sai mais alto do que eu gostaria. Ainda bem que dessa vez nem meu pai está em casa.

Meu corpo vai caindo meio torto no sofá, Louis continua me chupando, mesmo que de forma mais vagarosa agora, e eu sinto certos espasmos de prazer. É, ele engoliu todinho, esse safado. Mas eu gosto assim. Gosto mesmo assim.

“Você vai me foder agora?” sua voz vagarosa ecoa baixinho.

“Espera, deixa eu recuperar o ar”, digo ao inspirar profundamente e tentar me ajeitar no sofá. “Você sabe mesmo como me deixar sem fôlego”.

Louis se levanta e sorri satisfeito. Ele liga a televisão e o vídeo game e se joga ao meu lado com os controles enquanto fecho minha calça.

“Valeu muito a pena ter faltado à igreja hoje”, confesso olhando para ele assim que pego o controle.

“Certo”, Louis sorri envergonhado, “você tinha aula hoje! Você sabe que eles vão questionar a sua falta, não sabe?”

“Eu sei, mas... eu vou apenas dizer que tive treino. Meus pais ainda não sabem que entrei pro time de basquete. Talvez essa seja a melhor maneira de contar”.

“Talvez não”, ele adverte. “Seus pais consideram a igreja mais importante que tudo na vida.”

“Bom, eles, sim. Eu, não”. Louis me encara com cenho franzido diante dessa declaração. “Af, foi apenas uma aula! Não é o fim do mundo”.

“Você sabe o que faz”, ele diz antes de iniciar o jogo. Ainda na tela de seleção de personagem, eu puxo seu rosto para beija-lo. Dessa vez sem malícia alguma, apenas para sentir seus lábios. “Isso quer dizer que já está pronto para o segundo round?” Ele pergunta, no entanto.

“Ainda não, mas... enquanto isso...” não tiro os olhos dele enquanto desço a mão pelo seu corpo e acaricio seu membro um pouco, somente até começar a endurecer. Louis me beija mais um pouco até eu desviar os beijos para seu pescoço, assim como estava fazendo na barraca. Pulo o peito e a barriga, porém, pois ainda estamos vestidos, e vou para o que importa de verdade. É, eu começo a pagar um boquete pra ele, e seus gemidos manhosos são a minha recompensa.

 

Harry

Chego no lugar que chamo de casa depois do trabalho sentindo meu corpo completamente esgotado. No caminho, vim lendo o blog da minha namorada, as coisas que ela escreveu sobre mim e as fotos que ela tirou. Ficaram bem legais, se minha opinião for sincera. Ela fez toda uma descrição das minhas roupas e até indicou o site para compra-las. Legal. Agora todo mundo vai saber quanto paguei nelas e vão pensar que tenho dinheiro.

De qualquer forma, não é disso que se trata.

Meus cabelos estão completamente sujos e oleosos. Eu não aguento nem olhar para eles, muito menos toca-los. Mamãe não está em canto nenhum. Espero que ela volte logo. Jogo minhas coisas na poltrona e vou para o banheiro tirar toda essa gordura e sujeira do meu corpo. Isso pode levar alguns minutos.

Ok, isso levou quase uma hora. Minha mãe sempre reclama que demoro muito no banheiro, e eu reclamo disso de manhã, pois acabo tendo que acordar muito cedo. Talvez por isso eu esteja morto de sono agora. Vou apenas saciar a minha fome e me jogar na cama.

Mamãe ainda não retornou quando saio do banheiro já em meus pijamas. Vou até a cozinha e vejo que não há nada para comer, o que me lembra de algo. Eu dei dinheiro para ela mais cedo, para que ela pudesse fazer as compras. Será que ela está fazendo isso agora?

Ligo para ela duas vezes, mas apenas cai na caixa postal. Mãe, onde você está? Não sei se vou atrás dela ou se espero mais um pouco. E se nos desencontrarmos? Eu já estou até de pijamas! Não posso mais sair agora.

Decido esperar um pouco e ligo a televisão para me distrair. Um rápido flash do dia de hoje passa pela minha mente e eu me pego com os dedos nos lábios relembrando o que aconteceu com Louis no banheiro. Eu não posso tê-lo me tocando daquela maneira, mas o jeito como ele o faz é tão... agradável que eu acabo me entregando. Nesse momento, eu esqueço de tudo. Esqueço dos problemas, esqueço de Kendall... esqueço de minha mãe. E eu sei que é errado, e é por isso que eu tento me controlar.

A distração não está dando muito certo. Estou apenas ficando cada vez mais pensativo e cada vez mais preocupado.

Vou até o local onde escondi o dinheiro que recebi e constato que ele ainda está lá. Preciso abrir uma conta no banco o mais rápido possível. Preciso de um cartão de crédito, também. Minha mãe está com restrição, o que é bem limitador em nossas condições.

Um barulho de chaves soa lá fora e eu volto a guardar o dinheiro no mesmo instante. A porta se abre e minha mãe surge segurando algumas sacolas. Agradeço a Deus por isso e, rapidamente, eu corro para ajudá-la.

“Oi, benzinho”, ela me cumprimenta.

“Mãe! Só agora que você foi fazer as compras? Eu tinha lhe ligado!”

“Eu sei, eu ouvi. A porcaria não parava de tocar e eu não tinha como te atender com todas essas sacolas”.

Ponho-as no balcão da cozinha e começo a guardar os itens que ela comprou.

“Isso é tudo? A senhora não comprou mais nada?” encaro-a ainda guardando alguns produtos.

“Sim. Você quer a nota fiscal?” ela fica me encarando enquanto espera a resposta e eu me sinto mal por isso.

“Não, tudo bem... Obrigado, mãe”.

“Aumente a televisão. Eu vou fazer cachorro quente para nós dois, o que você acha?”

Sorrio largamente. “Acho ótimo”.

“Bom, bom”, ela me abraça, “estou tão orgulhosa de você. Tudo vai ser diferente agora, meu filho. Confie de novo em mim”.

Abraço-a de volta sentindo meu coração apertar um pouco. Eu somente espero que, dessa vez, ela realmente coloque peso em suas palavras.


Notas Finais


Yes, finalmente o POV do Harry lol
Só um pouquinho que é pra dar o gostinho sem perder o mistério rs


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