História NIRRTY (Season 2) - Capítulo 13


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Categorias One Direction
Personagens Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Gay, Hot, Igreja, Josh, Kinky, Lemon, Lilo, Religião, Smut, Sophia, Zouis
Visualizações 137
Palavras 2.896
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Lemon, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Tell me what you want
What you like
It's okay
I'm a little curious too

Tell me if it's wrong
If it's right
I don't care
I can keep a secret, can you?

Got my mind on your body
And your body on my mind
Got a taste for the cherry
I just need to take a bite

Take me down into your paradise
Don't be scared, 'cause I'm your body type
Just something that we wanna try

I just wanna play with you too
I just wanna have some fun with you

We'll just be

Capítulo 13 - Keeping Secrets


Fanfic / Fanfiction NIRRTY (Season 2) - Capítulo 13 - Keeping Secrets

Louis

Há coisas na vida que acontecem por motivos que nunca poderemos conhecer. Algumas pessoas chamam isso de a vontade de Deus, outras pessoas chamam isso de coincidência. Eu? Eu chamo isso de destino. Foi isso que uniu Niall e eu.

Em uma tarde que parecia ser como qualquer outra, eu liguei para minha mãe via Skype enquanto ainda estava em missão e nós estávamos tendo uma conversa cheia de saudades quando a campainha de casa tocou. Eu fiquei esperando no outro lado ouvindo quando minha mãe conversava com um rapaz.

“Venha, Irlanda, eu quero te apresentar o meu filhote”, ela disse e trouxe um menino loiro para frente da tela junto com ela. “Olhe, Louis, esse é Niall. Ele está ficando com os Payne uma temporada”.

“Oi, Niall. Meu nome é Louis. Bom te conhecer desde o outro lado do mundo, graças a tecnologia!”

“Oi”, ele riu, “bom te conhecer também. Sua mãe fala muito de você”.

“Ah, ela fala? Eu aposto que fala!” rimos os três.

“Vê como ele é um doce?” mamãe falou no ouvido dele.

“Vou te ver quando eu voltar de missão?” perguntei.

“Sim, provavelmente ainda estarei aqui”.

“Férias prolongadas?”

“Na verdade, ele está indo para o ensino médio aqui”, disse minha mãe.

“Uau, legal! De onde você é?”

“Irlanda!” eles falaram juntos.

“É por isso que eu o chamo assim”, minha mãe deu de ombros.

“É, eu percebi o sotaque”, afirmei. “Diretamente da Austrália, bem vindo ao Reino Unido, Niall!” fiz pose de apresentação e ambos riram.

“Você está alguns meses atrasados pra dar boas vindas”, comentou minha mãe.

“Em breve, sou eu quem estará te dando boas vindas”, disse Niall e minha mãe concordou.

E foi basicamente assim que conheci Niall. Pela divina vontade de Deus, ocorreu uma coincidência que selou nossos destinos. Viu o que eu fiz aqui? É… é tudo a mesma coisa, não importa como você queira chamar. O importante é que o fato é inegável.

Niall e eu nos tornamos amigos, pois minha mãe fez a gente trocar nossos contatos de Skype. Ninguém usa essa coisa e o único motivo pelo qual eu tenho é porque servia para poder fazer vídeo conferência com minha família enquanto estava em missão. Isso também servia para Niall enquanto ele estava aqui. Os demais não precisam disso.

Sem nenhuma rede social e sem o número de telefone, o único meio de se comunicar com o irlandês seria através do Skype. Quando eu voltei de missão, fiquei sabendo que ele já havia voltado para seu país e que tinha sido tão de repente que nem havia se despedido. Eu não pensei em Facebook, nem ligação. Eu fui direto para o Skype e liguei para ele.

Eu notei logo que ele não parecia estar muito bem. Ele tinha aquele semblante de “as coisas não estão bem, mas vou fingir que estão” no olhar. Ele não queria me dizer o que havia acontecido e disse apenas que estava triste por ter ido embora, mas contente por estar de novo com seus familiares.

É… eu sei a sensação.

Não conversamos muito depois disso, então é uma grande surpresa que ele tenha me ligado a essa hora da noite.

“Qual é a sua história?” pergunto a ele.

“Escuta, parceiro… eu vou te contar uma coisa. Na verdade, eu queria sua ajuda com algo, mas gostaria que mantivesse isso somente entre nós dois”.

Mistério… eu adoro. Com um sorriso que se alastra pouco a pouco em meu rosto, eu assinto e arqueio as sobrancelhas para Niall.

“Em que posso ajudar?”

“Estou planejando retornar em breve para concluir meu ensino médio aí. Quem sabe até fazer uma faculdade.”

“Maneiro”.

“Pois é… Mas eu preciso de alguém pra me assessorar com algumas coisas, tipo… ver algum local pra eu ficar a longo prazo que não seja muito caro. Não tem como eu pagar hotel.”

“Hã, você não vai mais ficar com os Payne?” estranho.

“Não… eles não vão me querer de volta lá”.

“Por que não?”

“Porque eu…” ele hesita. “É complicado” e o semblante entristecido retorna ao seu olhar por uns segundos. “Enfim, quando você volta da missão?”

“Eu já voltei”, sorrio.

“O quê? Já? Quando?”

“Faz um tempinho”, dou de ombros.

“Ótimo! Então você pode me ajudar nisso!”

“Quando você planeja vir?”

“Eu ainda não sei… um pouco antes das aulas começarem. Até quando vai o período de matrículas?”

“Eu não sei ainda. Ei, agora que eu me toquei”, estalo o dedo. “Nós vamos ser colegas de turma!”

“Como assim?”

“Eu fiz minha matrícula um dia desses”.

“Você ainda não concluiu o ensino médio? Pensei que…”

“É, é, eu sei”, interrompo. “Saímos em missão depois de concluir, mas eu acabei indo antes”.

“Uau, legal! Se tudo der certo, então, vamos estudar juntos!” ele se anima. “Que coincidência!”

“Coincidência, é?” sorrio para mim mesmo e assinto lentamente. “Se você quiser, eu posso levar seus documentos pra pré matricula e me informar”.

“S-sério? Isso seria… demais! Louis!” ele se empolga muito fácil.

“Não se preocupe com isso, parceiro, apenas me manda a papelada e ‘xá comigo!”

“Obrigado!” ele sorri largamente e fica com o olhar pedido por alguns segundos. “Hã… Louis?”

“Hum?”

“Você… você conhece o Liam?”

“Sim. Ele estava aqui ainda agora”.

“Ah, é? Hum… Como ele está?”

“Ele está bem. Preocupado com a namorada no hospital, mas bem”.

“S-Sophia? Ela ainda está em coma?”

“Sim”, assinto. “Como você sabe disso?”

“Eu… fui embora pouco depois disso”, algo na fala de Niall faz eu suspeitar que ele esconde alguma coisa, mas procuro não forçar a barra. “E…”

“E…?”

“Você conhece alguém chamado… Zayn?”

“Zayn?” cerro o cenho. “Esse nome não me é estranho… Ele é amigo do Liam ou algo assim?”

“Algo assim”, Niall pigarreia. “Como ele está?”

“Eu não sei. Eu não reparei. Parecia estar… normal?”

“Você pode me fazer um imenso favor?” ele respira fundo antes de pedir isso.

“Sim, qualquer coisa”, asseguro.

“Você poderia… procurar por ele na escola quando for levar minha papelada… e entregar uma carta para ele?”

“Sim, claro. Moleza!”

“Ótimo”, ele sorri. “Então, eu vou te enviar amanhã junto com os arquivos dos documentos que eu escanear”.

“Ok! E não se preocupa, cara. Eu não vou ler a carta!”

“Tudo bem… obrigado”.

“Não me agradeça ainda”, pisco.

“Que bom que eu posso contar com você”, ele sorri.

“Sempre!”

“Ok, eu vou deixar você se deitar agora. Boa noite, Louis”.

“Boa noite, Niall. Te ligo em breve”.

“Até!”

No dia seguinte, recebo o email de Niall pouco antes do horário de almoço. Há vários arquivos anexados, documentos que imprimo para levar até a escola, como certidão de nascimento, histórico escolar, assinatura dos responsáveis, etc. E além disso tudo, ainda há a tal carta que ele mencionou. O que será que o irlandês tem de tão importante para tratar com Zayn?

Imprimo a carta e a puxo para diante dos meus olhos. ‘Não se preocupe, não vou ler’… não vou ler é o cacete. A curiosidade está me matando.

 

Oi, Z… já faz um tempinho. Eu sei que não deveria ter sumido desse jeito e ter te deixado esperando… mas eu estou aqui agora. Eu não posso estar aí ainda em carne e osso, mas eu não aguento mais essa vontade que eu tenho de falar com você. Eu sinto tanta saudade. E eu tenho tanta coisa pra te dizer…

Deixa eu começar te pedindo desculpas. Eu sei que te fiz muito mal e que não importa dizer que não foi essa minha intenção, pois isso não muda em nada o resultado. Agora mesmo, escrevendo isso, eu me sinto engasgado, pois há tanta coisa que eu queria te contar e eu não sei nem por onde começar!

Eu espero de verdade que você leia essa carta e que toda sua raiva por mim já tenha passado. Ou, pelo menos, diminuído um pouco. Na verdade, eu nem sei direito como você se sente em relação a mim, pois deixamos as coisas de uma maneira muito esquisita.

Eu não sei se você reparou, mas eu deletei todas as minhas redes sociais. Eu fiz isso, pois não aguentava olhar para você lá e não poder fazer nada. Não suportava mais ficar vendo suas fotos e morrer de saudade. Não suportava a vontade que eu tinha de te mandar ‘oi’ só para ser ignorado mais uma vez. Tudo isso e eu não estou reclamando, pois sei que mereço.

O que eu quero dizer, para resumir tudo, é que a distância não diminuiu em nada o meu sentimento por você. Na verdade, eu acho que ela só aumentou, pois eu sinto tanta saudade que até dói. Eu não sei como você se sente em relação a mim, mas eu espero que você possa, dessa vez, pelo menos me ouvir. É só isso que eu te peço, Zayn.

Eu sinto muita falta de estar aí. Sinto falta do lugar, da escola, das pessoas… Sinto falta da vida que eu tinha aí e sinto falta do que tínhamos juntos. De todas as pessoas, a que eu mais sinto falta é você. E por mais que eu queira fazer minha vida aí, o único motivo pelo qual eu realmente vou voltar… é você. Então, por favor… me dá outra chance.

Com amor, elfo.

 

Puta que pariu! O irlandês é viado também!

O irlandês e esse tal de Zayn. Ah, já entendi tudo… eles tinham um romancinho que os pais do Liam descobriram e mandaram ele embora, selado! Mas não foi só isso, o ex loiro pisou na bola também. O que será que ele fez?

Eu me pergunto se o Liam sabe de alguma coisa. Ele devia ser próximo de Niall e é amigo de Zayn, então com certeza ele tem o nariz metido de alguma forma nessa história. Mas não posso chegar já dando os fatos, eu prometi a Niall que não leria a carta. Agora, eu estou mais curioso do que nunca!

E agora?

Ah, foda-se! Vou passar no colégio depois do almoço e ver o que eu consigo descobrir.

Termino de imprimir os documentos de Niall e os coloco em uma pasta. A carta eu coloco dentro de um envelope. Vou bater um papinho com esse Zayn antes de entregar a carta. Quero ver o que ele pode me dizer.

Após o almoço, fico um tempo fazendo hora esperando meu padrasto que insiste em me dar uma carona até a escola. Para todos os efeitos, eu estou indo lá apenas para resolver algo da minha matrícula. Niall pediu sigilo em relação a isso, então, estou sendo o mais sigiloso que posso.

Chegando lá, vou direto para a sala da diretora e preciso aguardar uns quinze minutos para ser atendido. Eu me pergunto, será que ela se lembra de Niall? Talvez ela possa me contar alguma coisa sobre ele ter ido embora. Vamos ver…

“Olá, jovem. O que tá pegando?” ela me cumprimenta e faz menção para que eu me sente.

“Nada demais, eu vim fazer uma pré matrícula pra um amigo meu”, explico enquanto retiro os documentos da pasta. “O nome dele é Niall. Você se lembra?”

“Claro. Um nome desses não se ouve todo dia! Pediu transferência no semestre passado, pois precisou retornar a Irlanda.”

“É. É ele mesmo. Ele está querendo voltar”, conto.

“Oh, que coisa boa!” ela bate palmas. “Vamos dar uma olhada nesses papeis”, ela analisa os documentos. “Nem precisava de tanta coisa assim”.

“Se você não se importar, posso perguntar como ele era aqui na escola?”

“Niall? Um bom aluno. Conseguiu entrar pra turma de química laboratorial e tudo.”

“Ele andava com Liam?”

“Sim. Liam. Zayn. Josh. Ele era um garoto bem… popular, digamos”.

“Maneiro”.

“Mas porque as perguntas? Eu pensei que vocês fossem amigos”, ela me encara com os olhos semicerrados.

“Nós somos, mas não chegamos a conviver. Nos conhecemos a pouco tempo”.

“Bom, está tudo em ordem. Eu preciso que ele compareça pessoalmente para a entrevista. Quando ele chegará de viagem?”

“Eu não sei ainda.”

“Bom, diga a ele que sempre será bem vindo aqui e que me procure o mais rápido possível. Ah, eu também vou precisar conversar com os pais dele.”

“Tudo bem, eu aviso a ele”.

“Selou, jovem. Vejo você e seu novo amiguinho em breve”.

Então, Niall costumava ser popular por aqui? Bom saber. Aceno para a diretora ao me despedir e parto para a minha próxima missão: encontrar Zayn. Ele deve ser da mesma turma de Liam.

Assim que apareço nos corredores, noto que as aulas já terminaram por hoje. Passei mais tempo do que devia na direção. As pessoas estão andando de um lado para o outro, mexendo em seus armários e conversando em grupinhos. Algumas pessoas que eu conhecia me cumprimentam, mas não tenho muito tempo para conversar com elas. No meio de toda essa gente, encontro Liam fechando seu armário. Ele vira na minha direção e cerra o cenho.

“Louis?”

“Hey, Liam!” lhe dou um abraço.

“O que está fazendo aqui?”

“Só resolvendo uma pendência da minha matrícula. Você está sozinho?”

“Sim, por que?”

“Onde está o seu amigo Zayn?” decido ir direto ao ponto.

“Zayn? Eu não o vi o dia inteiro. Acho que faltou. Mas… por que?” Liam fica um pouco nervoso.

E agora, o que eu vou dizer? Não posso falar de Niall ainda. Liam com certeza vai querer falar com ele. Droga… abortar missão.

“Por nada. Só quero saber se você está sozinho pra gente… poder conversar”, minto.

“Ah, sim… Vamos, eu te dou uma carona. Conversamos no carro”.

“Claro”.

Praticamente em silêncio, vamos até o carro de Liam. Vou encontrar uma maneira de falar com o Zayn em outro momento. E, pelo visto, Liam não vai poder saber disso. Em segredo, sorrio para mim mesmo. Ai, ai… por que as coisas proibidas são sempre mais divertidas?

“O que vai fazer nas férias?” pergunto a Liam assim que entramos no carro.

“Eu não sei ainda”, ele liga o carro e dá a ré. “Provavelmente ficar por aqui mesmo. E você?”

“Meus pais querem viajar, pra variar… mas também não sei! Estou empolgado mesmo é pra voltar pra escola” dou de ombros.

“Uau. Dois anos em missão faz isso com uma pessoa?” ele ri.

“Pode apostar que sim”, assinto.

Liam sai do estacionamento da escola e pega o retorno para irmos para casa. Ele passa pela praça e acaba parando o carro três quarteirões depois.

“Bem… sobre o que você quer falar?” ele me olha de uma maneira que eu acho fofa, pois seu semblante fica preso em mim, atento a qualquer movimento meu.

“Eu quero saber como você se sente sobre mim… sobre nós”, ponho a mão sobre a dele.

“Louis…” ele olha para nossas mãos e entrelaça seus dedos no meu.

“Eu sei que você quer isso também”, argumento. “Pode ser uma coisa somente entre nós dois. Ninguém precisa saber”.

“Eu sei… eu quero isso”, ele afirma. “Mas eu não sei se… se consigo”.

“O que você quer dizer?”

“Tem outras coisas que… você não sabe. Eu fiz uma promessa. Eu não quero machucar ninguém”.

“Quem você vai machucar? Eu? Sophia?”

“É… é complicado”, ele olha para a janela.

“Liam”, eu tomo seu rosto e viro-o para mim. “Não pense em nada, somente sinta”, e assim, eu tomo seus lábios, envolvendo-os em um beijo que Liam corresponde com muito apreço.

“Não, não”, ele se impede.

“Tá vendo como você quer?” digo.

“É claro que eu quero”, ele confirma.

“Então, qual o problema? Eu não conto, se você não contar”.

Seu olhar encontra o meu demonstrando dúvida, incerteza, insegurança. Liam é o tipo de pessoa que gosta de estar em controle das coisas. Eu sei disso, pois também sou assim. Bom, ainda não sei como ele vê essa experiência e quais são os receios dele, mas descobrirei isso pouco a pouco… por agora, só preciso fazer ele ficar na palma da minha mão.

“Ah, quer saber? Foda-se!” ele me puxa pela nuca e sela nossos lábios, dando-me um beijo realmente sem receios e sem pudores dessa vez. Finalmente!

Retiro meu cinto de segurança para me sentir mais a vontade e passo a mão pelo corpo de Liam enquanto nosso beijo se torna cada vez mais intenso. De maneira bem vagarosa, passeio com os dedos pela coxa dele, apenas fazendo-lhe cariciais. Levo-os até a região bem perto da virilha e, quando estou prestes a toca-lo, subo a mão pelo seu corpo somente para ver como ele vai reagir. Sim, ele estava ansiando por isso… pelo murmúrio de decepção que ele solta, poderia dizer que ele queria muito isso.

Algo vibra na calça de Liam. Seu celular que começa a tocar. Mas ele não liga para isso, muito menos eu. Ele continua a me beijar como se minha saliva fosse água para sua sede e passa a mão pelo meu corpo também, firmando-as abaixo da minha coxa. O telefone volta a tocar e, dessa vez, Liam deixa de me beijar e joga seu corpo para trás.

“Você vai mesmo atender?” sussurro.

“Bem…” ele pega o celular e, quando está prestes a dizer não, vê algo na tela que o faz mudar de ideia. “Sim?” ele responde a chamada rapidamente. “Não acredito…” ele balbucia. Pelo jeito como seu comportamento se altera, fico logo curioso e preocupado. Liam está muito ansioso. “Chegarei aí o mais rápido possível”, ele desliga o celular e me encara assustado.

“O que foi?” indago.

“Sophia acordou”.



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