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História No cabaré da França - Kim Taehyung - Capítulo 1


Escrita por: kaiggk e La_BelleMuse

Notas do Autor


finalmente essa belezinha saiu! depois de longos meses lutando contra o bloqueio criativo com minhas "irmãs", nos finalizamos! espero que vocês gostem de verdade, pois deu um trabalhinho e sintam o toque francês!

fui um prazer escrever com a tete e kyara! são pessoas que eu admiro muito!

Aviso: a one shot inicialmente é narrada em terceira pessoa e logo depois Taehyung comanda.

caso vocês gostem e não se importem: comentem e favoritem, para sabermos o que vocês acharam!

muito obrigado por lerem!
boa leitura! ❤

Capítulo 1 - Capítulo único: Cortejando.


CABARÉ FRANCÊS

França | Paris — 20:15 


Se lhe perguntassem o que o jovem rapaz está sentindo, com certeza ele responderia; decepção. Taehyung viu diante de seus olhos seu noivado de meses acabar por um reles caso, sua noiva; Felicity, parecia contente em estar nos braços de outro, beijando os lábios que não seja de seu homem, deliciando com os prazeres que o adultério lhe proporcionou. 


Kim estava às espreitas olhando-a beijar seu amante com fervor, alí, naquele beco sujo e escuro, ela estava aos amassos com um homem que não era ele. O coração de Taehyung estava despedaçado, sua mente trabalhava em busca de algo que pudesse dar lógica a aquela ação tão estúpida e impudica.


Felicity... 


Ele murmurou com a voz embargada e, mais uma vez, olhou para sua amada, que antes dizia poemas de amor para ele, e agora estava se engraçando para outro. O homem, devastado e desolado, optou sair dali o mais rápido possível, correndo como se não houvesse amanhã. Saindo da viela escura ele pôde ver luz, caminhando contra o mar de pessoas que estavam nas ruas, enquanto limpava as lágrimas teimosas que escorriam por sua derme. 


Taehyung jurou para si que depois disso, iria pôr um fim em tudo. Por hora, iria tentar encontrar algo que o deixasse anestesiado. Com os olhos, o asiático pôs-se a caçar algum estabelecimento que o fizesse feliz por meras horas, seu olhar parou em um cabaré Amoureux, nas paredes do estabelecimento haviam cartazes, provavelmente anunciando uma novidade. Curioso, o de madeixas negras começou a dar passos rápidos até o lupanar, podendo analisar o que a papeleta anunciava. 


— Pietra, digníssima de uma bela voz, está vindo nos presentear com sua presença. Não percam, esta é a sua última noite em Paris! — murmurou enquanto apontava e seguia uma linha reta para cada frase que lia.

 

Sorrindo sutilmente, o rapaz entrou dentro do cabaré com a esperança de achar uma das artistas que Felicity apreciava. Ele queria mais que tudo espairecer as coisas, apesar do evento ruim que acabara de acontecer, Kim estava sendo positivo até. O estabelecimento estava claro, no entanto, as luzes foram ficando baixas e a iluminação foi totalmente focada no palco. E, ali em cima do palanque, estava a mais bela moça já vista pelo homem. 


Vendo que dentro daquele lugar estava seu entretenimento, Taehyung sentou-se em uma das cadeiras vagas do local, uma das primeiras cadeiras, ali ele veria nitidamente cada expressão da cantora. Os lábios vermelhos, as curvas bem acentuadas e um sorriso radiante, aquilo foi o suficiente para o homem esquecer de seus problemas. Aquela mulher parecia tão perigosa, ela aparentava ser capaz de tornar qualquer cara que exala virilidade em um verdadeiro submisso.  


Ela olhava para toda a plateia, podendo sentir a ansiedade de telespectadores, inevitavelmente, fora difícil conter o sorriso satisfeito ao saber que todos estavam ali por ela, que a exaltavam ao máximo. 


A euforia tomava conta de seu corpo. 


Sem palavras ou enrolação, a melodia começou para que a bela moça pudesse cantar. Como se não bastasse o encanto que o moço sentia em ver sua beleza rara, Kim se sentiu eufórico ao ouvir a voz da bela mulher. Era calma e revigorante. Os lábios vermelhos e carnudos o excitavam, a pele morena e o vestido preto que dava contraste às curvas tão perfeitas, o penteado de cabelo que possibilitaram a vista dos ombros e clavícula, deixando-a mais sexy. 


A mulher cantava e suas mãos passavam vagarosamente pelo seu corpo, dando um contraste erótico para um simples show. De um modo inevitável, Kim já estava desejando a morena, olhando-a de maneira lascívia. Ele ficou hipnotizado


A cantora, notando o olhar do asiático em si, começou a andar em sua direção, enquanto puxava o fio do microfone. O olhar sensual que carregava consigo deixava o moreno elétrico. Independente da sua atual situação, Tae se permitiu sentir algo por outra pessoa naquela noite, esquecendo de sua noiva, esquecendo de seus problemas. Não queria mesmo pensar naquela que tanto a magoou sem nem mesmo se importasse com os sentimentos alheios. 


A garota começou a dançar na sua frente, passando a mão pelo seu corpo, olhando diretamente em seus olhos, vendo Taehyung apreciar a visão. A voz era incrivelmente hipnotizante, como se fosse um canto de sereia e de uma coisa temos certeza é que ela já hipnotizou o rapaz. O saxofone de fundo chamava atenção do visitante, sendo um instrumento do qual ele dominava perfeitamente. 


A voz da mulher seduzente foi cessando ao fim da primeira música, tomou um gole de whisky que alguém da sua produção lhe trouxera. Após umedecer suas cordas vocais, as luzes apagaram e um grande raio de luz iluminou se acima da cabeça da morena de olhos puxados, o saxofone gritou numa melodia excitante, dançarinas de cancan entraram no palco, seus corpos fluíam levemente junto a voz de Pietra. 


— Avec mes souvenirs. j’ai allumé le feu. Mes chagrins, mes plaisirs, je n ‘ai plus besoin d’eux! ( Com minhas recordações. Acendi o fogo. Minhas mágoas, meus prazeres, não preciso mais deles! ). — O sotaque francês lhe caía como uma luva. Pietra cantava com todo seu vigor, passeando seus olhar sedutor por cada canto daquele teatro, sempre chegando ao que lhe chamava mais atenção; Kim Taehyung.


Após o fim de sua segunda música, recebeu aplausos de pé de todos que ali estavam. Era o fim de sua apresentação, e Kim não ficava de fora, tirou as mãos do bolso da calça e com um sorriso encantado aplaudiu a mulher que aos poucos ia saindo do palco. Lembrou-se que na frente do cabaré havia uma senhora vendendo enormes ramalhetes de flores. Tateou o bolso do paletó quando escolheu um dos ramalhetes mais caros e bonitos da cesta. Rosas vermelhas e brancas, todas frescas e bem viçosas. Com um sorriso no rosto entrou no estúdio, pronto para entrar no camarim, seria difícil conseguir uma brecha. Por sorte ele conhecia Kim Namjoon, um dos seguranças da casa e que por incrível que parece ficou responsável por cuidar da segurança da estrela da noite. 


— Vamos, Kim, ajude-me! Hoje foi uma noite difícil, prometo que lhe pago com uma garrafa de rum assim que nos encontramos novamente. — suplicou olhando fixamente para o conhecido que suspirou estufando o peito musculoso. — Quero apenas agradar a Pietra, não vou lhe meter em confusão. Qualquer coisa eu tomo toda a culpa em seu lugar. — argumentou sugestivo passando os dedos nos lábios esperançosos, o anel em seu dedo indicador tinha uma enorme pedra negra que fez refletir sobre a luz que a lâmpada do corredor refletia, batendo contra as orbes escuras do segurança. 


— Não demore! — disse firme, o sorriso de Taehyung foi de orelha a orelha. Namjoon bateu na porta três vezes avisando a mulher lá dentro qualquer entraria, enquanto eufórico o rapaz que segurava o ramalhete passava a mão entre os fios, alinhando alguns rebeldes que insistiam em escapar do seu topete. 


A porta abriu-se e ele deu os seus primeiros passos entrando no quarto, a porta atrás de si fechou. Kim tinha a visão de Pietra sentada de costas, vestindo apenas um hobby branco de seda, enquanto estava entretida demais na penteadeira. Internamente ele perguntou se ela havia notado a presença de um homem ali dentro. 


Pelo reflexo do espelho arredondado Kim teve sua resposta, quando ela o olhou piscando lentamente e sorrindo suavemente logo em seguida. 


— Vim lhe cortejar com este ramalhete, depois de uma apresentação como esta de tirar o fôlego. — silabou sem nem sequer gaguejar. — Espero que goste, senhorita. 


Ela levantou-se e virou-se para Kim, o hobby de seda ficou quase que transparente após Pietra ficar abaixo da lâmpada que iluminava o camarim. Estava sem nada por baixo, podia ver os mamilos da morena encostar contra a seda. Aquilo consequentemente fez com que Kim ficasse boquiaberto, seu corpo reage rapidamente. 


— Estava lhe esperando. — anunciou caminhando até ele. Ele franziu o cenho confuso com a confissão da morena. O pequeno salto chocava contra o chão enquanto ela ia ao encontro do moreno. — Obrigada, mas não é algo tão original — pegou o ramalhete e com a cabeça apontou para o lado, onde havia diversos ramalhetes em vasos de água. Ela riu após notar certa reprovação nas feições de Taehyung. 


— Não pensei muito, desculpe. — um dedo da morena ficou entre os lábios grossos de Kim fazendo-o calar-se. 


— Você veio como um pacote, está mais que o suficiente. — deu-lhe as costas e substituiu flores mortas pelas novas flores que acabara de ganhar. As palavras dela eram carregadas por segundas intenções, enquanto andava rebolava insinuadamente, provocando. — Como devo chamá-lo? 


— Kim Taehyung.  


— Certo, o que posso estar fazendo por você? — havia tantas coisas que passavam pela cabeça do asiático, que era melhor ninguém ficar sabendo. — Um autógrafo? 


— Gostaria de algo único. — brincou Kim. Ela sorriu gostando de suas palavras. — Podemos beber alguma coisa? — apontou com a cabeça para o centro de vidro que ficava em frente ao sofá de couro branco, algumas garrafas de álcool estavam espalhadas. 


— Adoraria. — serviu a taça de ambos e após entregá-lo a taça com o líquido roxo sentou-se afastada do moreno cruzando as pernas minuciosamente de uma forma provocativa. — Então quer dizer que você é um admirador do meu trabalho. 


— Sim, bem, sendo mais realista conheci seu trabalho através da minha ex-esposa. — Esperta como era Pietra, notou uma certa reprovação de Kim quando citou seu antigo estado civil. Embora a mulher tenha gostado de saber que ele estava descompromissado.


— Devo agradecê-la? — ditou irônica, enquanto levava a taça para os lábios, podendo assim bebericar o vinho. 


Rindo, Taehyung bebeu um gole farto de seu vinho e, por fim, questionou; — Porque você agradeceria?


Deixando o pequeno cálice de vinho de lado, a dama levantou-se e começou a andar em direção ao rapaz, por fim, sentou-se de frente em seu colo, sentindo-o endurecer diante de seu ato. 


— A  pergunta é porque eu não agradeceria? A sua ex mulher deixou um belo homem para mim. — dedilhando os lábios macios e vermelhos do Kim, a moça suspira — Sexy... aparentemente delicioso. — chegando perto de sua orelha, Pietra sussurrou rouca; — Bem... só posso dizer que é delicioso se eu provar, certo?  


— Certamente — respondeu enquanto sentia os lábios macios beijando seu pescoço. 


Taehyung estava entregue, seu corpo correspondia de imediato a Pietra, era inevitável. A morena gostava de vê-lo assim, tão submisso… tão refém. Sem enrolação ambos encostam seus lábios, se envolvendo em um beijo quente e cheio de mãos bobas.


°•°


Pietra era sem dúvidas a mulher dos sonhos, o tipo de garota que desejei a vida inteira. Tê-la por esta noite é um meu anseio. Encerrando o beijo ela se levanta, observando meu olhar curioso sobre si. 


— Faça valer a pena — Ditou ao desatar o nó do hobby de seda. Meus olhos analisaram cada parte do seu corpo nu, eu queria memorizar cada pedaço, era excitante vê-la assim. A mulher sentou-se em meu colo, rodeando meu pescoço com seus braços e analisando-me com seus olhos castanhos. 


— Você é tão perfeita, Pietra… a mulher mais perfeita que já vi — sussurrei enquanto dedilhava suas curvas. Assim como uma criança na frente de um doce, eu a olhava abismado. 


— Eu sei, amor. — respondeu diante do meu ouvido. 


Com aquilo, pude sentir meu corpo retrucar suas provocações, dando-me a excitação, eu sentia meu pênis ficar cada vez mais duro ao sentir seu corpo no meu. Seus dedos abriram lentamente o botão de meu blazer, tirando por fim minha camisa social. Suas mãos passando pelo meu corpo me deixavam louco. Suas expressões calmas e seus olhos fitando meu corpo me faziam pensar apenas na mudança, para feições de puro prazer.


Não demorou para meu peitoral ficar nu. Pude notar um sorriso de canto brotar em seus lábios, juntamente de suas mãos, mais precisamente suas unhas, passarem por meu abdômen. Estava bem definido. Durante esses últimos dias, tenho me divertido na academia. Arfei quando a mulher começou a se movimentar sobre mim. Sua boca foi de encontro com a minha, deixando seu batom vermelho pintar minha boca não maquiada, assim como em nosso último beijo.


Comecei a apertar sua bunda com certa força contra mim, enquanto eu buscava mais contato, apesar da calça que infelizmente, me cobria. Sem pensar por tanto tempo, me levantei do acolchoado claro, ficando em pé, ainda com Pietra em meu colo, agora com suas pernas entrelaçadas em minha cintura.


Em meio ao beijo e com um pouco de dificuldade, conseguimos tirar aquela peça grande de mim. O tecido escorregou pelas minhas pernas, parando no chão. Finalizei o trabalho chutando-o para longe. Mudando as posições, coloquei a cantora sentada no sofá presente na sala, sendo pouco delicado ao abrir suas pernas.


Sua bocetinha estava totalmente encharcada, apenas para mim. 


Prolonguei pouco para lamber sua intimidade de baixo a cima. Seu gosto doce me fez sentir uma fisgada incômoda em meu pau totalmente duro. Apertei suas coxas enquanto chupava cada cantinho daquela parte de seu corpo. Sua mão foi direto para meu cabelo, e seu quadril se movia impacientemente, tentando adquirir mais contato com minha boca.


— O-oh… ah, Kim Taehyung, como posso não agradecer… — murmurou tentando fechar suas pernas, mas a impedi de fazer isso ao apertar com mais brutalidade suas pernas. 


Eu sentia seu clitóris pulsar, então comecei a fazer movimentos com minha língua, brincando com aquela parte e depois descendo e penetrando em sua entrada. Eu explorava cada parte, até que ela começou a gemer e se mover mais. Foi aí que eu me afastei e a encarei, sorrindo quadrado ao ver sua expressão de desespero.


— Parece que você estava quase atingindo seu limite… mas meu desejo no momento é te ouvir gemer enquanto meu pau afunda dentro da sua entradinha, até você gozar olhando nos meus olhos. — ela arfou, e eu tirei minha boxer, agradecendo mentalmente por ter a liberdade que eu precisava.


Me sentei no sofá, e peguei meu membro em minha destra, vendo Pietra prender melhor suas madeixas, o que me excitava, já que seus seios se mexiam conforme suas mãos enrolavam os fios de cabelo.


— Devo retribuir o favor? — Se ajoelhou entre minhas pernas, apertando minhas coxas, em um caminho até minha virilha. Ela parecia brincar comigo, assim como uma criança brincaria com sua bebê reborn. Sua boca quente e úmida beijou a cabecinha de meu pau, dando uma leve chupada ali. Enquanto ela me chupava, suas mãos delicadamente tiravam as minhas dali. Não consegui não apertar o tecido do sofá abaixo de mim.

Meu pau ia fundo dentro de sua boca, a garganta profunda dessa mulher me fazia revirar os olhos. A cada vez que eu inspirava, uma carga de energia se espalhava de dentro para fora, me fazendo arrepiar totalmente. Lentamente fui movendo minha cintura contra sua boca, e depois fui acelerando, até que ela simplesmente se afasta, abocanhando minhas bolas, às chupando como se fossem duas bolas deliciosas de sorvete.


Ela sugava de uma forma que eu sorria bobo, tendo alguns espasmos. Sua mão dominante dava uma atenção especial para minha extensão excitada, apertando um pouco mais que o normal e fazendo movimentos de vai e vem para cima e para baixo, o apertando bem mais na região avermelhada de minha glande.


Dei uma última olhada para baixo, vendo suas orbes belas, suas pupilas relaxadas e meu pau expelindo pré-gozo de uma maneira descontrolada. Deixei minha cabeça relaxar sobre o encosto do sofá, enquanto eu gemia de forma rouca em resposta ao seu ato, que não carregava nem um pouco de pureza, tampouco únicas intenções.


Ainda com a cabeça relaxada no encosto do sofá, senti a mulher se sentar de frente para mim, sobre minhas coxas. Ela rebolava em meu pau, o molhando por completo. Ambos tentamos e falhamos miseravelmente em evitar gemidos. A excitação era maior do que qualquer medo de sermos pegos fazendo aquela cena impura e totalmente para maiores. Sua mão direita segurava em meu ombro, e a minha esquerda segurava em sua cintura. O fato de ela estar rebolando no meu pau me fazia segurar a risada. Me contive apenas contemplando seu corpo sobre o meu.


Não esperei muito para levar minha destra ao meu membro, lentamente enfiando dentro da Francesa.


— Bem grande, e só para mim. — ela disse, deitando sua cabeça em meu ombro, enquanto se movia com meu pau dentro de si. A sensação de ouvir esse monumento gemendo meu nome bem próximo ao meu ouvido poderia me levar à loucura. 


Pietra subia e descia, de forma que me fazia arfar. Abracei o corpo da mulher, sentindo seu cheiro doce, ambos inalamos o cheiro de seu perfume caro, que deixava tudo mais quente. Fiquei mais confortável abaixo de seu corpo e comecei a movimentar meu quadril contra ela. Eu entrava e saia de forma que pudéssemos nos sentir com clareza.


Eu poderia jogar todos os problemas para o ar, enquanto seguro fortemente e unicamente essa mulher que agora se encontra me fazendo revirar os olhos. Meu corpo entra em combustão, os sons eróticos são um grande incentivo para mim. Seu corpo estremece em cima do meu e ela morde o nódulo da minha orelha gemendo baixinho sussurrando coisas obscenas. 


— Tão gostoso. Tão fundo… estou quase lá mon amour


— Goza bem em mim. Me deixa bem lambuzado. — Respondi gemendo investindo mais nas estocadas. Suas unhas cravam nos meus ombros e sinto seu líquido escorrer pelo meu pau. Consequentemente ela saiu de cima de mim ficando entre minhas pernas. Envolveu meu pau em sua mão e o apertou iniciando uma masturbação lenta e dolorida.

 

Ela passa a língua em torno da minha glande, enfiando a língua por toda a base e descendo até minhas bolas, massageando e chupando com intensidade. Aquela região estava dolorida pra caralho. Ela me olhava com intensidade enquanto me chupava. 


— Caralho. — Enrolei os cabelos dela na minha mão e passei a foder a boca dela mantendo o ritmo rápido, chegando na garganta dela analisei seus olhos brilharem. — Vou gozar! — Ela apertou minhas bolas e passou a língua pela base me dando uma sensação prazerosa. Minhas pernas tremem no mesmo instante em que eu libero meu gozo na sua garganta. — Puta que pariu. 


Ela sorriu e levantou-se apoiando as mãos nos meus joelhos. Seus lábios estavam inchados e avermelhados, sentou-se no meu colo e me beijou com intensidade dando uma última reboladinha, apertei a cintura dela e nos afastamos. Pietra cobriu-se com seu roupão e prendeu o cabelo num coque alto. 


— Foi um prazer te conhecer, Kim. — Ela me acompanhou até a porta. Eu ainda estava vestindo-me, atacando os primeiros botões da minha blusa social. — Eu vou voltar a Paris sempre, vai ser um prazer inebriante. 


— Deixei meu cartão sobre sua mesa. — Anúncio. — Volte sempre, vou está aqui para lhe recepcionar da melhor maneira. — Ela tinha um sorriso satisfatório no rosto. Me puxou pela última vez selando nossos lábios, sorri entre o beijo. Quando nos afastamos, ela abriu a porta. De cabeça baixa vesti meu terno antes de pisar para fora do camarim. Meu mundo quase entra em colisão com minha tristeza de horas atrás, quando ouço a voz dela. 


— Taehyung ? — Era minha ex-mulher. Uma grande fã de Pietra que estava ali também para conseguir a ver lá. Olhei para Pietra com um sorrisinho sarcástico e depois para Felicity. Aquilo realmente era uma das melhores cenas. A morena olhava os dois com repreensão e desprezo. 


— Até breve, Pietra. — Demonstrei nem conhecer a mulher à nossa frente. Passei pela minha ex-mulher e lhe dou as costas, a voz de Pietra é o único som que soa pelo corredor. 


— Foi uma delícia te conhecer, Senhor Kim. — De uma maneira discreta olhei para o segurança que liberou minha passagem e sorri piscando para ele. Enfiei as mãos no bolso me sentindo confiante o suficiente depois dessa reviravolta que minha vida deu. 




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