História No calor de teus braços - Capítulo 1


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Personagens Germano Monteiro, Liliane "Lili" de Bocaiuva Monteiro
Tags Gerlili
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Palavras 1.605
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Deixem nos comentários o que acharam do primeiro capitulo... Não irei demorar muito para atualizar.

Capítulo 1 - Precisei te procurar


Fanfic / Fanfiction No calor de teus braços - Capítulo 1 - Precisei te procurar

GERMANO-

Eu estava dedicando muito de meu tempo ao trabalho. Minha mulher sempre me reclamava disso, dizia que nunca tinha um tempo só para eu e ela, e ela tinha razão. 

Eu passava o dia completamente infurnado dentro da Bastille trabalhando, pela manhã quando saia despedia dela com um beijo, poucas vezes vinha almoçar em casa. Reservei pra hoje à noite um hotel o qual gostávamos de ir juntos. 

Ela se sentia sozinha, claro, tinha toda razão. Eu saia de casa cedo, por volta das 8:00hrs e chegava em casa na base das 19hrs. Sempre chegava cansado, muita das vezes ela se arrumava em uma roupa diferente para mim e quando eu não lhe elogiava dava pra ver em seu olhar que ela ficava triste, que eu não lhe observava como antes. Chegou a me perguntar se eu estava com outra mulher. 

Chego em casa, e como o de costume ela me esperava sentada no sofá, com seu tablet em mãos. 

“Que bom que chegou mais cedo hoje ” — disse ela levantando e caminhando até mim.

“É... fiz um esforço pra passar mais tempo com você ” — lhe dei um selinho rápido. Ela sentou no sofá e eu à seu lado. 

“Germano... não precisava se preocupar comigo ” — disse compreensiva olhando pra mim.

“Lili, eu precisava tirar desse tempo pra ficarmos um pouco junto. Eu tô com saudade de você e sei que está de mim. Sei que você precisa de carinho e atenção de seu marido, não é?” — me aproximei tocando em suas mãos.

“É, mais você nunca larga a empresa. Não sei o que lhe prende tanto lá. Talvez alguma mulher ” — coloco uma de minhas mãos nas têmporas ao ouvir o que ela disse. Encaro ela.

“Eu não tenho mulher nenhuma, só tenho você ” — maldita hora que ela tocou no mesmo assunto. Mais eu entendo ela, não irei me alterar. 

“Então o que é? Hum? Me diz, Germano. Você está distante, por isso que me dá desconfiança ” — seus olhos queria lacrimejar mais ela se pós forte diante de mim. 

“Eu sei que estou distante. Me Desculpa. Mais agora eu tô aqui por que quero está mais perto. ” — Afasto uma mecha de seu cabelo para trás da orelha e aproximo meus lábios dos dela, devagar vou lhe trazendo à um beijo lento, delicioso. Quanto tempo que nossos lábios não se misturavam assim. As mãos dela ficaram sobre meu rosto, enquanto as minhas repousaram em sua nuca massageando de leve. 

“Veste uma roupa, se arrume pra mim” — sussurro perto do ouvido dela e mesmo não vendo, sinto que ela sorrir. 

“Pra quê?” — sussurra no meu de volta. 

“Por que hoje eu te quero só pra mim. Só pra mim te olhar, te admirar, te elogiar, te namorar” — desci os beijos para seu pescoço. Ela se arrepiava da forma de como eu lhe beijava. 

“Você já me tem, Germano ” — voz fraca, ela já estava perdida em mim.

“Mais quero que vista. Faça isso por mim, que eu irei te surpreender ” — desci minhas mãos sobre sua blusa abrindo o fiexe de seu sutiã. Passo minhas mãos sobre eles e ela sorrir gostando de meu atrevimento mordendo os lábios. 

“Vou lá. Irei demorar um pouco, vou tomar um banho” — levantou do sofá ainda segurada em minha mão.

“Eu vou banhar com você. Posso?” — Me convidei e novamente ela não acreditava no que eu estava fazendo. 

“Pode. Claro que pode” — levantamos de mãos dadas. Subimos as escadas e eu lhe abracei de lado até chegar em nosso quarto. Dei espaço pra que ela possa entrar no quarto e entro logo em seguida trancando a porta na chave. 


LILI- 

Não entendi quando ele chegou em casa cedo. Germano não era de chegar assim. Claro que fiquei feliz, apesar de que estávamos distantes quando ele chega em casa, pelo menos tenho alguém comigo. Me surpreendeu mais ainda com seus gestos e palavras. 

Fiquei surpresa novamente, claro, mais fiquei tão feliz, feliz por ver e saber que ele se importou comigo, que ele se lembrou de mim e me compreendeu tão bem. 

Subimos para o quarto e ele abraçado comigo. 

“Fiquei muito surpresa” — disse assim que cruzamos juntos a porta do quarto. 

“É, eu sei. Até eu estou surpreso, e com saudades também! Me prendi muito no trabalho esquecendo de que eu tinha uma mulher linda em casa, que precisava de mim, não me dei conta disso.” — solto um sorriso frouxo pra ele. Passei tanto tempo sozinha que contudo eu estava desanimada. 

“Eu sofri muito com a sua ausência, Germano. Éramos um casal que mesmo brigando vivíamos apaixonados, e toda briga você sabia onde ia dar, né ?” — ele sorriu pra mim, cheirando meu pescoço.

“Sei, sei muito bem onde iam dá. Mais ainda somos apaixonados, eu ainda te amo muito, e você também me ama” — me beija rápido. As mãos deles estavam entrelaçadas em minha cintura. 

“Por um momento achei que você só estivesse comigo por está. Não me procurava, quando eu ia te beijar me dava um selinho frio, inventava desculpas dizendo que estava cansado” — sento no sofá tirando meus sapatos. 

“Mais eu não mentia quando falava pra você que estava cansado ” — continuou de pé. Ele me observava. 

“Mais também né Germano. Você não larga aquela empresa pra nada, não sei por qual milagre que está aqui.” — digo em alto e bom tom. Ele sabia que, com poucas coisas eu me alterava, não tinha paciência pra uma conversa civilizada. 

“Se quiser que eu volte pra empresa eu vou. Eu sei que esse tempo não me importei com você, mais eu senti saudade de como éramos antes, eu vi que você precisava de mim assim como eu de você ” — ele seguiu para o closet enquanto eu lhe acompanhava com os olhos. Permaneci na cama, sentada.

“Quer voltar pra sua casa, que no caso é o trabalho, pode ir. Não estou lhe prendendo aqui e nem obrigando a ficar” — falo ríspida. Sei que ele não gosta de como desafio assim.

Ele retornou ao quarto, e eu lhe encarei.

“Você não está me obrigando a ficar, mais eu estou preso a você. Não posso ir” — se aproximou de mim, enquanto meus olhos não piscavam olhando-o para ele. 

Sem que eu espere, sou derrubada na cama. Ele sobe por cima de mim, olhando bem em meus olhos. 

“Eu sou uma chata mesmo, né? Faço confusão por tudo. Me desculpa ” — falo arrependida enquanto ele continuava me olhando. 

“Eu te amo, Lili. Amo muito, amo tanto que sou capaz de tudo por você. ” — abracei sua cintura com minhas pernas e sorrir quando ouvir a sua confissão. 

“Eu também amo você muito. Fiquei muito feliz de você ter chegado mais cedo, por ter lembrado de mim” — dei um selinho nele, mordendo leve seus lábios. 

“Vamos. Quero que se arrume pra mim hoje. Irei lhe levar para um lugar ” — ele levanta segurando minha mão, me ajuda a levantar e fomos para o banheiro juntos. 

Não demoramos muito, Germano me parecia ansioso, e realmente estava. Fui para o closet e como o de costume eu quem procurava qual roupa ele iria vestir para sair, sempre fora assim. Ele se vestiu e saiu para o quarto calçar seu sapato. Poucos minutos depois escuto ele gritar meu nome.

“Amor...” — disse em um bom tom para que eu pudesse escutar de onde estava.

“Oi, Germano” — respondi também um pouco alto. 

“Sabe onde coloquei as chaves do carro?” — disse após chegar no closet. Eu estava de costas, com um vestido preto procurando uma bolsa. 

“Não. Deve de tá lá embaixo. Já olhou?” — viro-me para ele que sorriu pra mim. Foi automático, não teve ccomo eu também não rir olhando seus lábios largos, carnudos. 

“Está linda. Quanto tempo que não te observava assim. ” — se aproximou de mim. O cômodo ficou em silêncio, escutando apenas nossas respirações. Ele me abraçou fortemente. 

“Onde vai me levar? Preciso saber, né?” — disse afastando-se um pouco dele para olhá-lo bem. 

“Não posso revelar. Vamos?” — acaricou meus ombros e cheirou meu pescoço, inalando meu perfume. Acenei que sim com sua resposta saindo do quarto. Nossos dedos estavam entrelaçados, eu estava adorando esse momento, Queria congelar ele pra sempre. 

“Me espera só beber um pouco de água?” — viro-me para ele, assim que chegamos na sala de casa. 

“Espero. Enquanto isso eu vou procurar aqui a chave. Não sei onde coloquei!” — ele pôs-se para frente dos sofás onde tinha uma mesinha . 

“Você e suas manias de não saber onde coloca as coisas, né mesmo meu amor?!” — segui para a cozinha antes mesmo de ouvir sua resposta. Bebi água e retornei para onde ele estava.

“Ah Lili, estou ficando velho. Não tenho mais cabeça pra lembrar onde coloco tudo ” — sorrir colocando uma de suas mãos no ombro do esposo.

“Mais ainda assim, é você quem eu amo. E não acho que você está ficando velho como diz. Com certeza da de pau pra qualquer rapaz novinho” — Ele sorriu colocando suas mãos sobre minha cintura. Esquecemos totalmente de procurar as chaves do carro. 

“E como sabe disso tudo, se faz algum tempo que não nos amamos?” — perguntou ainda próximo à mim. Minhas mãos ainda estavam sobre seus ombros. 

“Por que eu sei, vejo e sinto. E também não estou com você só por 'sexo', e sim por que te amo, e amo muito ” — ele me apertou mais para seu corpo e me beijou. Paramos quando o ar se fez preciso. 


Notas Finais


Até o próximo 💛🙏


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