História No calor de teus braços - Capítulo 2


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Personagens Germano Monteiro, Liliane "Lili" de Bocaiuva Monteiro
Tags Gerlili
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Palavras 1.190
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, estou de volta. Espero que curtam o último Capítulo.... Ah, queria dizer que fiquei muito feliz e grata pelos comentários anteriores! Obrigada! 💛

Capítulo 2 - Envolventes


Fanfic / Fanfiction No calor de teus braços - Capítulo 2 - Envolventes

GERMANO-

Encontro as chaves e saímos. Primeiro resolvi parar em um restaurante muito refinado da Barra. Abri a porta do carro, segurei dua mão e entramos acompanhados de um garçom, que nos levou até uma mesa vazia. Já postos a mesa, olhamos o cardápio e Lili proferiu algo leve, e eu escolhi o mesmo que ela.

Degustamos da comida do belo restaurante, pedimos uma sobremesa básica e saímos. Lili segurava minha e eu a todo instante lhe dava beijinhos. Ela estava adorando, e eu, principalmente. A saudade estava acumulada, e antes mesmo de chegar até o hotel, ela me beijou de forma rápida, beijo esse que quase perdi o descontrole do carro.

Paramos e suas mãos repousaram sobre minha coxa, tratei de chegar o mais rápido possível até o local. A sede vulnerável que estavam em nossos corpos, eram bastantes, era propicio e desejoso.

Como já tinha acertado tudo mais cedo no hotel, não precisei de me ocupar na bancada. Subimos, pegamos um elevador. Chegando à nosso quarto ela olhou em volta, eu fiquei próximo dela e a abracei por trás cheirando seus cabelos, e com passos lentos dançamos, sentindo a música que tocava leve em um som pequeno e moderno do quarto.

Ela virou-se rápido para mim abraçando meu pescoço com seus braços. Ansiei por um beijo seu, e ela, não recusou em me dar.

Em sua boca sentindo um gosto doce, eu não queria parar de beija-lo nunca, era bom, e quantas saudades que eu tinha daqueles beijos, daquelas mãos me apertando e me puxando mais para si... Envolventes na dança leve, eu tirei seu vestido e deixei apenas com trajes íntimos. Nos seus olhos percebi que ela estava um pouco tímida, envergonhada. Ela sempre fora assim, e só eu, apenas eu sabia como lidar com essa sua situação sua, e pra falar, eu amava esse jeito dela por que eu tinha o dom de poder reviver junto, ninguém mais.

"(...) e agora, o que faço eu da vida sem você, você não me ensinou a te esquecer, você só me ensinou a te querer e te querendo eu vou tentando te encontrar..." - eu sussurrava baixo no pé de seu ouvido, e a vi arrepiar-se. Eu lhe rodopiei no centro do quarto, ela sorriu e eu a beijei novamente.

“Te amo, Germano” — eu sorrir, sorrir e sorrir. Era uma confissão que eu não ouvia a tempos, e poder desfruta-lo disso, era tão gostoso quanto.

Me pergunto diversas vezes em pensamento, como que pude fechar meus olhos para a minha mulher, como fui capaz de fugir desse amor que, antes era ele quem me cercava, quem me prendia. Tinha dias que nem sair para a Bastille eu queria, para apenas ficar em casa mimando ela.

“Eu quero poder passar os anos que vem à frente do seu lado, quero poder te amar melhor, muito mais melhor, quero te mimar sempre, adormecer em seus braços, enlaçar minha língua na sua e enfim, quero poder envelhecer juntos, à seu lado” — seus lábios belos rosados por natureza, que por sinal, eu amava, enlargueceram-se e então ela sorriu encostando-se chegando perto de meu ouvido.

“Quero fazer o mesmo com você, e nunca, jamais, perder a essência de quando nos amamos e caímos suados, lado a lado, com nossas respirações ofegantes e sem esquecer do tão belo ditado dizido por nós 'eu te amo'. ” — Lhe abracei forte distribuindo beijinhos por toda a extensão de seu rosto intercalando para o pescoço.

“O que acha de conhecermos a banheira?” — propus e ela piscou o olho. Me derreti por completo, e as chances de tê-lá mais para mim aumentaram-se de acordo com suas provocações.

“Eu acho melhor, depois, bem depois de cansados. Ai sim lá poderá ser nossa última opção da noite” — seu jeito autoritário e ao mesmo sexy me deixavam excitado apenas em ver, como ela usava palavras tão absurdas a ponto de me deixar em êxtase. Não quis demorar muito e então a carreguei até a cama, deitando-a sobre a mesma por entre os lençóis, e novamente nos beijamos. Dessa vez estávamos com mais precisão de ambos, foi um beijo eufórico, eu diria, mas que com mais tempo se passava sentia meu membro arder, pulsar de tanto tesão por ela.

Ela retirou minha camisa e minha calça jeans que eu vestia, agora estávamos seminus. Cubro seu corpo com beijos, ela amava quando eu trilhava sua barriga e lhe causava arrepior e suspiros .

LILI-

Foi entregue a ele, tirei sua roupa e agora estávamos seminus, ansiosa para poder senti-lo, penso que ele não iria demorar tanto, mais o contrário disso, ele resolveu ir no criado mudo ao lado e pegou um cubo de gelo dentro de recipiente de alumínio. Sua cara safada caminhado até mim, evidenciando que iria aprontar algo, me fez sentir medo no mesmo instante uma excitação enorme sobre meu corpo, e um frio na barriga subiu.

O cubo de gelo estava em sua boca, e ele então começou com suas torturas passando-o sobre minha barriga. Não teve jeito, e nem como evitar o gemido agudo que deixei escapar, o que ele fazia era bom, mais também muito torturante. Ele estendeu minhas mãos um pouco para cima de minha cabeça prendedo-as com as suas para que eu não pudesse me mover. Subia e descia freneticamente com o cubo de gelo sobre minha barriga, deslizando em meu abdômen, subiu para minha clavícula e lá foi o meu ponto fraco e eu sentir meu corpo ferver juntamente com o gelo. Ele tirou o gelo deixando suspenso no centro de meu umbigo, sua boca e língua gelada passou por meus lábios me beijando. Por mais que eu estivesse gostando de seu jogo, era muito torturante. Última gotícula de água do gelo e ele lambeu bem e novamente deixo escapar um gemido meu descolando minhas costas da cama.

Com sua avidez retirou minha calcinha que se encontrava humida e logo depois meu sutiã. Pronto, agora eu estava entregue a ele corpo, alma e coração, e mais que nunca saudade de sentir esse corpo dele pesando sobre o meu.

Com seu atrevimento, suas mãos foram parar de encontro a meus seios mexendo-os devagar, sem que eu espere, sinto seu membro rígido me invadir por completo. Meus olhos fecham fortes, agora posso sentir seu corpo em sincronia com o meu, e lentamente ganhamos ritmos e juntos nos tornarmos um só corpo.

Minhas mãos cravaram suas costas trazendo ele para mais perto de mim. Não só eu, como apenas ele chamávamos um pelo o outro juntos, e agora, tão próximos e em uma posição favorável e quente, sinto que cada vez estava perto de chegarmos juntos a um orgasmo perfeito.

“Eu estou quase lá... vamos... juntos...” — encosto minha boca perto de seu ouvido e ele rir. Estávamos suados, e foi como praxe e nos desmancharmos de prazer um pelo outro. Satisfeitos, ele deita do meu lado, como o de costume minha cabeça fica apoiada em seu peito. Nossas respirações totalmente em descontrole não conseguimos decifrar e nem como.encontrar palavras em um momento como esse, apenas um sorrido e um beijo, foi a deixa antes de embalarmos a um sono aconchegante. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado! Bjs. Comentem! 💛


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