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História No cinema. - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Encontro no cinema.


Pv Elizeu. 

 Sou Elizeu Tenho 1,77 de altura só meio gordinho mais tenho um fisico de atleta de futebol, gosto de comer pizza e lasanha. Nunca dei certo no amor , só um cara calmo gosto de dormi, gosto de uma garota só que ela não me quer. Passei maior tempo da minha vida tipo que solitário, mais só engraçado , meio inteligente, bom ouvinte e etc. Hoje coloquei uma meta na minha cabeça chamar ela para um encontro pode dá certo? Talvez não, talvez ela me negue como sempre fez, mais tento não me abalar com isso sabe,Posse de fortão? 

Passei perto do parque e lá estava ela com uma garota do lado, com a mão na cintura da menina, isso quase mim fez desisti do plano, mais ela veio em minha direção. 

- Oi- Sorriu, Meu rosto esquentou. Não com o fato de está com ela ali, e sim das sensações que ela me causava.

- Então...- Coloquei a mão na nuca sem jeito, seus olhos castanhos escuro parecia que posam ler a minha alma.  - Você quê sair comigo?- Falei um pouco rápido, e ela riu.

- Tipo um encontro?.

- Sim- Abaixo a cabeça com medo da rejeição, Mais ela ficou séria, suspirou e sorriu.

- Claro, as 21:30 cinema, não se atrase- Concordou e ela voltou para a menina de cabelo cacheado um pouco mais morena do que ela.

Voltei para casa com os nervos a flor da pele " ia ter um encontro" essa frase não saia da minha cabeça, e queria tanto que o tempo corresse rápido, resolvi sair para jogar com a rapaziada me desfocar dela e do nosso encontro. Eram 20:58 merda, dei tchau ao pessoal, E peguei o pprimeiro táxi que vir, precisava urgente de um banho e está apresentável, resolvi as coisas com o taxista entrei em casa já indo direto pro banheiro, para tirar todo aquele suor e cheiro de treino, fiz toda minha higiene. Trajei uma camisa social , uma calça diz arrumada , e um tenis. Arrumei meu cabelo pra da um charme, primeira impressão é a que fica. Estava nervoso? Sim.

Ela disse que já estaria a minha espera no cinema, então só peguei a chave da moto e tranquei a casa. A cada hora que acelerava meu coração batia mais rápido num ritmo difícil de contar. E um pouco longe pude vê-la, estacionei a moto, e veio na minha direção, usava um vestido justo solto que balança a cada passo dado e pelo vento, E um belo decote entre os seios, aquilo estava sendo tentador demais. Desci da moto.

- está lindo - Elogiou, seu jeito estava estranho. 

- Você está perfeita - Sorriu, e pegou na minha mão me guiado para dentro do cinema.

- Elizeu?- Me Chamou, estava com os pensamentos longe.

- Sim?- Ela revirou os olhos, indignada por não te ouvido o que ela falou. 

- Só vamos- Ela tinha feito tudo sem eu me tocar, estava no mundo da lua com ela naquele vestido, aquela curva, sua bunda marcada e ela notou que eu a secava. Praguejei por fazer isso.

Entramos na sala e não tinha ninguém, somente uma senhora lá em cima perto da porta possivelmente dormindo.

- Que filme é esse?- Pergunto, e ela me ignorou. 

Nos sentamos na última cadeira, mais escura quase não dava pra  nós ver, ela tinha comprando ingresso para filme aleatório?.

- Sabe, sempre gostei de você - Ela se levantou com a mão na Barra do vestido e sentando no meu colo, Meu susto foi inevitável, E ela contínuo.

- Pensei que teria que tomar iniciativa, Elizeu - Sussurrou no meu ouvindo dando uma leve mordida no lóbulo da minha orelha me causando arrepios.

- Estamos no cinema!- minha voz saiu entrecortada quando ela passou a rebolar no meu colo, E seu vestido mostrava muito bem sua calcinha vermelha de renda, lambeu meu pescoço enquanto suas mãos abriam o botão da minha camisa.

- Você não me quer?- Gemeu baixinho, aquilo estava sendo uma tortura.

- S-sim- ofeguei, ela saiu do meu colo sentou no chão se apoiando no joelho para ficar na altura certa. Abriu o botão da calça e desceu o zíper. Tombo a cabeça para trás quando ela tocar no meu membro por dentro da cueca box, ela passou a me masturba com um movimento de vai e vem pra cima e pra baixo com a mão.  Até trocar pela boca, sua língua quente rodiavam toda extensão do meu pau, até ela chupa a glande, ela me chupava tão bem que não aguentei e desmachei em sua boca. 

Ela levantou um pouco o vestido, quando ia retribuir ela me empurrar.

- Hoje não - tirou a calcinha vermelha, E sentou se encaixando no meu membro, gemi baixinho, ela arfava com a cabeça no vácuo do meu pescoço, e quando se acostumou ela passou a subi e desce aumentando a velocidade, seu corpo já suava. Investi a posição colocando contra a parede e entrando na sua boceta molhada e quente, entrando  rápido e fundo.

- Ah-Ela tentava gemer baixo, anunciou que estava quase lá, sua buceta apertou meu pau deliciosamente e facilitou mais a estocada, estoquei duas vezes até chegar no ápice saindo de dentro dela.




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