História Nó do destino - Capítulo 14


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Categorias Inuyasha
Personagens Personagens Originais
Visualizações 65
Palavras 1.472
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá!
Amores, amanhã ou depois eu respondo os comentários desse e do cap passado, certo?
To beemmm corrida aqui, e vim aqui como um Flash posta esse cap pra vcs hehehe
Mas saibam que eu li todos com muito amor. Vc são uns amorzinhos 🥰

Boa leitura ♥️

Capítulo 14 - Capítulo quatorze


Dias depois...

A convivência entre os dois estava até que tragavél, digamos assim. Sesshoumaru ia vê-la todos os dias e sempre levava roupas limpas, utensílios pessoais e alguma comida gostosa.

Rin estava até que aceitando essa ideia de ser uma boa amiga de Sesshoumaru. Não engoliu a idéia de se apaixonar por ele, claro. Mas estava disposta a tê-lo como um bom amigo.

- bem - disse o médico ao analisar a ficha médica de Rin - a senhora já pode receber alta. Seus últimos exames mostraram uma grande melhora, sem falar que a cirurgia cicatrizou quase que por completo - olhou para ambos e sorriu amigável - claro, não pode exagerar nos esforços. Nada de lavar roupa ou ficar em pé por muito tempo. Irei receitar alguns remédios e vitaminas e assinar sua alta, certo?

- certo - respondeu Rin sorrindo animada. Finamente sairia dalí.

Não que o hospital fosse de baixa qualidade ou algo do tipo, mas estar em casa era, e sempre vai ser melhor.

- o senhor pode me entregar a lista dos remédios e vitaminas. Eu cuidarei disso - disse Sesshoumaru, parado em pé ao lado da cama.

- ok. Pode me senguir então, já receito o que for preciso e assino a alta.

Sesshoumaru sorriu pequeno para Rin e seguiu o médico.
A jovem suspirou e se levantou para arrumar suas coisas.
Não podia fazer muita coisa, mas não era como se não pudesse fazer absolutamente nada, certo?

Pegou a pequena mala — que Sesshoumaru trouxe para poder guardar suas coisas — e a pós sobre a cama. Passou a dobrar suas roupas e as colocar dentro da mesma.

Começou a cantarolar uma música qualquer, se distraíndo por completo.
Nem mesmo percebeu a presença do platinado no quarto.

Sesshoumaru a observava em silêncio. Rin realmente cantava muitíssimo bem. Sua voz era aveludada e delicada, e ao mesmo tempo tinha uma potência incrível.

- você canta bem mesmo - disse, assustando-a no processo.

- não apareça do nada assim, criatura! - brigou, mas logo sorriu do próprio susto.

- deixa que eu arrumo isso - aproximou-se dela e já foi pegando a mala de suas mãos - você não pode fazer esforço por um mês ainda - falou enquanto terminava de dobrar as roupas e as guardar. Deixando apenas uma muda de roupa para Rin poder tomar um banho e se trocar.

- eu posso fazer isso, sabia? - retrucou fazendo um leve bico.

- é melhor evitar esforços durante esse mês - a olhou rapidamente e lhe entregou uma muda de roupa limpa e sabonete - vá tomar um banho enquanto eu arrumo isso aqui.

Rin suspirou e apenas obedeceu. Não adiantava tentar argumentar com Sesshoumaru, de qualquer forma.
Entrou no pequeno banheiro que tinha no quarto e já foi logo tirando o roupão do hospital.

Tomou um banho de água fria mesmo.

Vestiu-se e foi para o quarto para poder pegar sua escova de dentes.
Sesshoumaru estava quase termiando de arrumar suas coisas quando voltou para o quarto.

Passou a mão pelos cabelos e o encarou.

- terminei. Vamos? - colocou a mala no chão e puxou a alsa.

- vamos.

°
- Rin? - chamou ele atraindo a atenção dela, que olhava distraída pela janela do carro.

- hm? - respondeu voltando seu olhar para ele.

- tem uma coisa que quero te contar - olhou para ela, mas logo voltou a olhar para a estrada. Rin ficou em silêncio, dando carta branca para ele continuar - você sabe que foi a Sara que fez isso com você, certo? - a olhou quando pararam em um sinal vermelho.

- sei - suspirou cansada.

- bem, quando você estava desacordada no hospital, ela invadiu nossa casa - Rin não pôde deixar de notar o "nossa casa" que ele usou - tentou se matar na minha frente - a jovem lhe olhou surpresa e assustada.

- e ela se matou?

- não. Consegui mandar Kohaku ligar para a polícia e eu convenci ela a não fazer aquela burrice. - voltou a colocar o carro em movimento - e também pedi desculpas por tudo. No final isso tudo foi culpa minha também.

Rin olhou para frente e sorriu.
Ele estava mesmo se tornando uma pessoa melhor. E tinha razão ao dizer que tudo aquilo teve uma parcela de culpa dele também.

- estou orgulhosa - o olhou e sorriu.

Sesshoumaru pigarreou e olhou para frente de novo. Ele ainda precisava aprende a receber elogios.

Não demorou muito e o carro já adentrava a propriedade dos Thaiso.
Estacionou o carro adequadamente e ajudou Rin a sair e logo após pegou sua mala no banco de trás.

Logo na entrada, kohaku e Kaeede os esperavam com um lindo sorriso no rosto.

- Rin! - Kohaku a abraçou e Rin lhe deu um beijo na bochecha - senti sua falta nessa casa, garota! - riram juntos.

- ainda bem que já estou de volta, certo? - sorriu - Kaeede! - saudou a senhora e lhe abraçou.

Porém, Kaeede carregava una olhar mais sério e preocupado.

- o que aconteceu? - perguntou Sesshoumaru olhando para Kaeede.

- bem - exitou um pouco - tem uma visita para a jovem Rin.

- quem?

- seus pais.

A feição de Rin ficou seria. O que eles queriam?
Pudera, ficou quase um mês dentro de um hospital e eles nem se deram ao trabalho se ir lhe visitar!

- eles falaram o que vierem fazer aqui? - perguntou Sesshoumaru.

- não senhor.

- tudo bem. Vamos entrar - disse Rin andando na frente.

Sesshoumaru, ao perceber que ela ficou tensa tratou de andar ao seu lado. Entraram na sala onde o casal os esperavam sentados no sofá.
Mas assim que a matriarca viu a jovem levantou-se e correu para lhe abraçar.

- Rin! Ah como eu fiquei preocupada! - abraçou-lhe firme, porém Rin não retribuiu. - nossa, que roupas mais bregas, meu amor! Não comprou nada novo durante esse tempo? - disse assim que se separaram.

Rin revirou os olhos.

- o que vocês querem? - perguntou indiferente.

- isso é jeito de falar com seus pais? - brigou o patriarca ao se aproximar.

- diz logo pai!

- olha o respeito mochinha! - brigou sua mãe.

- vocês me venderam como um produto, sofri um acidente e vocês nem mesmo foram me ver no hospital! Ainda querem respeito? - se exaltou.

Kohaku e Kaeede logo sairam de fininho, deixando-os sozinhos.

- as únicas pessoas que ficaram ao meu lado foram o Sesshoumaru e o Kohaku! Eles sim, são boas pessoas.

- ele? - o patriarca apontou para o platinado - sabe por que ele aceitou tudo isso, Rin? - olhou sarcástico e desafiador.

Rin o olhou curiosa.

- não, não sei. Por que ele aceitou?

Sesshoumaru ficou tenso.

- esse cara que você tanto defende, estava metido dos pés a cabeça em corrupções e lavagens de dinheiro. E você sabia que ele está com planos de tirar tudo de nós? - disse o pai de Rin - sabe o que é isso, Sesshoumaru? - mostrou os mesmos papéis que Sesshoumaru rasgou em sua sala, só que estes estavam intactos.

- o quê? Sesshoumaru você iria mesmo fazer isso?

- ele só aceitou se casar com você para limpar o próprio nome. E como vingança ele pretendia tirar tudo de nós!

- olha Rin, de início eu pensei em fazer isso. Mas, eu repensei e... - Rin o cortou.

- então você queria mesmo acabar com tudo o que eu tenho... - o olhou decepcionada.

- mas eu rasguei esses papéis! Onde você os encontrou, desgraçado? - rosnou.

- deveria escolher mais em quem confia como seu secretário - sorriu maléfico.

- aquele...

Algumas lágrimas passaram a escorrer dos olhos de Rin e ela nem mesmo percebeu.
Ela então correu na direção das escadas e passou a subir rápido.

- Rin! - Sesshoumaru fez menção de ir atrás dela, mas a mesma o parou com um grito.

- me deixa em paz! - parou e o olhou com desprezo - você nunca vai mudar! Sempre vai ser esse ser mal caráter! Eu te odeio! - voltou a subir as escadas - te odeio!

Quando Sesshoumaru iria atrás dela, uma mão segurou seu braço.

- eu te avisei, Thaiso. Avisei que iria se arrepender. Andei te vigiando e percebi seu verdadeiro interesse na minha filha, mas agora ela te odeia. - sorriu com deboche.

- miserável!

- o erro foi seu ao não aceitar minha proposta - deu de ombros e Sesshoumaru puxou seu braço.

- tenha uma boa noite, Sesshoumaru - a matriarca disse sorrindo vitoriosa.

O casal andou até a porta e saiu dalí deixando o Sesshoumaru completamente sem saída para trás.
Realmente não seria fácil arrumar toda a bagunça que fez.

Continua? 


Notas Finais


Tretaaaa kkk adoro
Joguei a bomba e corri kkkkk

Comentários? Kkk
Até a próxima 😘♥️


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