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História No Excuses And I Know - Capítulo 10


Escrita por: MyLoveJerry1990

Notas do Autor


Aí meu coração aqui KKKKKK

Capítulo 10 - Man In The Box


Fanfic / Fanfiction No Excuses And I Know - Capítulo 10 - Man In The Box

Aqueles dias todos estavam tão confusos, mas eu parecia ter finalmente acertado as coisas comigo mesma. Eu iria tocar no The Crocodile no domingo, eu e as garotas havíamos feitos novas autorais e tudo estava correndo bem para nós Susan já havia indicado um empresário musical de confiança dela, Bruce Pavitt, para ser o nosso e ele tinha muitos contatos bons com gravadoras. Perto das 18:30 eu comecei a me arrumar, tomei banho e lavei meu cabelo, coloquei uma jeans preta, a jaqueta de couro de sempre, uma blusinha curta preta que eu tinha e meu coturno, de praxe, passei um perfume, coloquei eu anéis e sai, cheguei no The Crocodile as 20:15. Logo que cruzo o portal, me deparo com Jerry no bar, ele estava rodeado de pessoas, muitas garotas alisavam ele e ele sorria para todas. Me sento bem distante no canto e peço uma bebida, bebo, peço outras e outras, enquanto apenas observo ele de longe, apesar de ele sorrir pra todas, suas feições se tornam sérias novamente no mesmo instante. Havia uma banda no palco, era o Soundgarden, eles começaram a tocar e aquele grupinho em volta do Jerry se desfez, eu comecei a prestar atenção no show, eles eram tão bons, eu amava aquela música...Quando voltei meus olhos para a direção do meu motivo de estar ali, ele estava olhando pra mim, nos encaramos por muito tempo, nossos olhares se perderam um no outro, eu estava um pouco alterada pelos Wiskeys que bebi, mas estava sã. Eu resolvo sair dali, me levanto olhando para ele, entro pelo corredor atrás do palco, olho para trás, para ele, mais uma vez, sigo em frente e abro a porta para o beco atrás do bar, eu queria que ele me seguisse, se tivesse tido a malandragem de sacar o porque eu havia feito isso, talvez ele viria, se quisesse falar comigo, bato a porta e espero encostada na parede de tijolos ali, estava frio, muito frio, e eu estava esperando por uma incerteza. Ele abre a porta pela qual eu havia passado minutos antes e simplesmente me pressiona contra a parede em que eu estava e me beija, me beija com tesão e com carinho ao mesmo tempo, suas mãos estavam em meu pescoço e depois em meu cabelo e depois em minha cintura e em minha bunda, ele estava quase tirando a roupa ali, mas eu precisava falar.

- Hm, Jerry, calma, eu preciso falar com você.

- Depois a gente fala o que precisa falar.

E volta a me beijar, não estávamos nos aguentando mais dentro das roupas, loucos de tesão.

- Vem, eu preciso de você, preciso transar com você agora.

Ele me puxa até seu carro que estava mais a frente no mesmo beco, estava escuro e poucas pessoas passavam por ali, sentamos no banco de trás e tiramos nossas roupas muito rápido, quando me dei conta, ele já estava dentro de mim, seu membro rijo e enorme no meu limite. Eu estava sentada no colo dele, nos movimentávamos juntos intensamente, seu corpo e cabelo estavam completamente suados, sua cara de tesão me deixa maluca, eu gemia seu nome alto e ele também, com aquela voz grossa e embargada de desejo ele diz

- Você tem a melhor foda do mundo, como pode ser tão gostosa?

- Jerry, eu vou gozar.

Eu sinto tudo se relaxar, ambas as respirações ofegantes e os corpos suados, eu começo a masturba-lo até ele gozar em meus peitos. Eu estava bem ao lado dele e ele pega na minha mão e acaricia.

- Eu estava morrendo por isso desde a última vez que transamos, toda vez que eu te via me dava vontade de ter em meus braços, te beijar e segurar em sua mão, pensei que fossemos passar a noite juntos aquele dia do beijo, mas não foi isso que aconteceu, não vou mentir, não consigo esconder isso todo mundo já percebeu, eu prometi pra mim que jamais faria isso de novo, mas isso foi antes de você aparecer, eu estou louco por você, eu estou completamente apaixonado.

Deito minha cabeça em seu ombro.

- Eu estive confusa, também prometi que não faria mais isso, mas eu estou apaixonada por você também, preciso de você ao meu lado, me sinto feliz, me sinto protegida ao mesmo tempo em que sou eu mesma. Obrigada por isso.

Ele beija meu lábio rapidamente e me abraça, sim me abraça.

- Vamos pra casa.

Ele veste a cueca e a calça e pula para o banco da frente, me visto e faço o mesmo. Chegamos no apê de Jerry, subimos e entramos, o local estava em um estado extremamente caótico.

- Porque tudo está revirado assim? Parece que passou um furacão.

- O furacão chamado Jo, eu não estava ligando muito pra higiene dessa merda depois do que aconteceu, mas eu não quero falar disso, eu quero aproveitar casa segundo com você.

Ele se aproxima e acaricia o meu rosto.

- Eu já te disse o quanto você está linda hoje? Nunca vi uma mulher tão gata em toda a minha vida.

Ele coloca minhas mãos ao redor de seu pescoço, e enrola seus braços em minha cintura. Ele começa a dançar, ou a se balançar num ritmo que parecia um ritmo de música, então estávamos dançando no meio da sala.

- Você quer beber? Pergunta Jerry.

- Claro.

Ele desfaz nosso abraço e vai até a cozinha, pega o tanto de garrafas que cabia em seus braços e coloca todas na mesinha da sala, eu me sento no sofá e pego uma garrafa, tomo alguns longos goles e deposito a garrafa na mesa novamente, olho ao redor e percebo a guitarra branca, a mesma que eu havia tocado no dia em que nos conhecemos, eu ficava aquela garota com carinho, eu sabia que ela devia ser muito importante para ele, Jerry percebeu que eu estava a admirar sua guita.

- Pega, eu amo te ver tocar.

Eu pego aquela Strato e começo a desenrolar algo que tinha criado para uma música, era melancólico, eu adorei.

- É incrível, realmente muito bom, já tem a letra?

- Tenho, mas não vou te mostrar, amanhã vamos tocar ela no The Crocodile, vai ter que ir me ver Mr. Cantrell.

- Com todo prazer.

Desenrolamos várias conversas sobre mil assuntos diferentes, rimos e bebemos e eu resolvo perguntar.

- Quem é você?

Essa sempre foi uma pergunta em que eu tive um pouco de dificuldade em entender quando me perguntaram pela primeira vez, meu avô, que gostava que eu aproveitasse o melhor de quem eu era, havia me indagado e eu simplesmente respondi a ele que eu era eu mesma. Jerry demora a responder, seus olhos estavam grudados no chão da sala, sem tirar os olhos dali, ele responde.

- Eu não sei quem eu sou.

Um silêncio entorpecente se instala ali, isso não era bom, como alguém pode não saber quem é? como alguém se desconhece assim? o que havia passado com ele para ele ser daquele jeito?

- Mas e você, quem tu és?

- Eu sou eu mesma, mais eu do que nunca, sou quem eu quero ser e se amanhã eu mudar e quiser ser outra coisa, está bem, ótimo, eu serei.

Ele levanta seus olhos e me encara.

- Porque você é tão segura de si mesma? parece que tem tudo resolvido, mas eu sei que não, eu ouvi suas letras, são tristes, você é assim, me explique isso, por que eu realmente não consigo entender.

- Eu não estou aqui para ser compreendida Jerry, estou pra causar confusão e não tenho nada resolvido, minha mente é um mar de pensamentos obtusos e incongruentes, que as vezes me pesam demais, mas meu avô me ensinou que a vida não deve ser vivida com leviandade, você jamais deve ser alguém que não deseja ser, afinal, a vida é sua, vivemos de ilusões, de incertezas, viva hoje como se não houvesse amanhã, por que realmente não há.

- Eu me apaixono por você e te admiro mais a cada segundo que passa. Eu gosto de pessoas assim, eu me sinto como você, eu te entendo perfeitamente, eu te sinto, sinto quem você é, de onde vem e para onde vai. Eu vim e vou para o mesmo lugar que você, todos nós. Eu nunca me abri tanto com alguém, mas você é diferente.

- Mudando de assunto, eu vou tomar um banho, já estou com sono.

- Mas já?? Quer ajuda?

Nem respondo, apenas saio e entro no banheiro, seguro a porta aberta e pergunto

- Você não vem?

Estamos nus de novo, ele já conhecia as curvas do meu corpo, já sabia o que me dava prazer e fazia tudo do jeito que eu mais queria. Jerry tinha uma transa incrível, e a gente estava nisso de novo, parecíamos viciados um no outro, suas mãos, sua boca, seu nariz, seu cabelo, tudo me enlouquecia e talvez eu estivesse ficando maluca mesmo.


Notas Finais


loucura loucura Luciano


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