História Fim do Mundo - Capítulo 2


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Categorias Jason Momoa
Tags Ação, Drama, Jason Momoa, Original, Romance, Violencia
Visualizações 126
Palavras 395
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Casa Nova


Fanfic / Fanfiction Fim do Mundo - Capítulo 2 - Casa Nova

Acordo com o delicado som do despertador martelando minha cabeça, são 4:30 da manhã, hora de ir levantar pra me apresentar no quartel. Sim, há 2 dias fui me alistar como voluntária, quase minha covardia usual me impediu, mas foi contar até três e dizer que "sim". Pronto, meu destino estava escrito. 

Pego meu “kit higiene” com escova de dentes, pente, sabonete e dois pequenos frascos de shampoo e condicionador, nada mais.

Estou deixando minhas coisas, livros, eletrônicos, roupas, o cachorro que levei para meus pais cuidarem. Agora eu não tenho mais nada. Só esperança. Dizem que ela é a última a morrer, tomara que sejamos grandes amigas.

Ao chegar no quartel, percebo que poucos são os voluntários, estamos em um grupo de 6 homens e 4 mulheres, todos assustados e surpresos, afinal não diziam que teríamos que passar por uma espécie de treinamento antes de nos juntar à tropa de verdade.

Recebemos 3 conjuntos de roupas, todos com cruzes vermelhas bordadas nas mangas. O camuflado verde tradicional foi substituído pelo camuflado em tons de marrom, as calças tinham inúmeros bolsos e um boné com a grande cruz.

Conhecemos todo o quartel naquele dia. Nosso alojamento tinha uma limpeza impecável, as camas eram dispostas em beliches, milimetricamente espaçadas, formando um corredor. As camas eram tão bem arrumadas e limpas que era impossível saber quais eram das novatas, como eu. Ficamos com as quatro primeiras, visto de quem entrava no quarto.

Ali estavam enfermeiras, médicas e soldadas. Todas com uma história de vida fantástica, muitas haviam deixado uma família pra trás, seus filhos ainda bebês para atender à obrigação de um chamado pra guerrear. Um toque de trombetas, reproduzido por alto falantes fez todo o alojamento se colocar de pé, em posição de “sentido” onde o silêncio era tão grande que podia se escutar o barulho da grama crescer.

 

- Sejam muito bem vindas. - disse um homem com bigode, porte atlético, fardado, não mais que 50 anos - Eu sou o sargento Ferreira. Conduzirei vocês amanhã durante sua adaptação, onde aprenderão a manejar armas, defesa pessoal e vamos avaliá-las segundo seu condicionamento físico. Estando aptas a desempenhar toda essa carga, vocês serão levadas até o campo de batalha, para desempenhar suas tarefas. Uma boa noite, vejo vocês em exatamente 6 horas e 30 minutos.

 

A figura bigoduda virou-se e bateu a porta atrás de si.

 



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