História No Ilusion - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Visualizações 4
Palavras 869
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Essa é minha primeira fanfic de muitas, espero que vocês gostem! 💕

OBS: Pot enquanto vai ficar a foto do hope porque eu não estou conseguindo fazer a capa.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction No Ilusion - Capítulo 1 - Prólogo

Fechei rapidamente a porta atrás de mim e me certifiquei de que ninguém me vira entrando no banheiro das mulheres do terceiro andar. Soltei o ar que poupei enquanto subia os três lanços da escada.
 Não podia ser, não podia estar acontecendo comigo. Eu sabia desde o início que era má ideia. Como puder ser tão inocente, me deixar levar pelo momento? Eu não nasci para isso. Besteira. Pessoas não nascem predestinadas para nada. Porém, naquelas circunstâncias, eu tinha o pressentimento de que sim, eu estava predestinado a algo: me ferrar. Me ferrar de todas as formas, em todas as situações. Essa era uma delas. Afinal, todos os dias uma bomba cai e atinge uma menina estúpida que, aleatoriamente, passeia por ali. A menina de vez era eu com um alvo na testa que dizia "Me atinja. Estou precisando de um pouco de emoção na minha vida". 
Dei uma espiadela no espelho e vi que meu rosto estava inchado de tanto chorar. Os olhos vermelhos, com resquícios de maquiagem preta. A calça rasgada nos joelhos, que revelando um sangue vivo que saía  da ferida aberta devido ao tombo. Não me importei com o machucado, essa era a menos das minhas preocupações no momento. 
 Eu estava um lixo. 
Tranquei-me em uma das cabines e me sentei da forma mais humilhante possível no vaso sanitário, com os braços ao redor das pernas. Observei todos aqueles rabiscos na porta enquanto soluçava e me perguntei quando as coisas começaram a ficar tão difíceis assim. Eu me lembrei de ter entrando naquela mesma cabine, dois meses atrás, e de ter rabiscado dois nomes. ali estavam os nomes, ferindo Meus olhos, com um coração brega ao lado. Humilhante.
 Eu não me canso de ser patética, sério. Mas vamos lá, naquela ocasião eu tinha uma caneta esferográfica dando sopa na bolsa e tempo de sobra, pois matava aula de matemática daquele professor que cospe palavras terminada em s. Então, perdoem a atitude de uma menina de doze anos apaixonada, mas esses dramas acontecem nos melhores banheiros. Certo? 
Olhei para os lados a procura da bolsa e me lembrei de que havia deixado cair no meio da confusão. Droga. Mais essa! Apalpei meus bolsos e encontrei as chaves de casa. Bingo! Finalmente aquele chaveiro meio ridículo que Yoongi, meu irmão, trouxera para mim da Disney serviria para algo. Uma caneta em forma de chaveiro do Mickey. Eu precisava descontar minha raiva em alguma coisa. Nem que fosse numa porta de banheiro. 
Risquei os nomes. E observei por um tempo, calada, os riscos que se embolavam e deletavam da minha mente tudo aquilo que eu imaginara. Como tudo pôde mudar em tão poucos dias? Hoje, mais cedo, eu flutuava de tanta felicidade, depois de receber aquele e-mail. Cheguei a pensar que, finalmente, as coisas estavam se ajeitando para mim e - apesar da minha insegurança - ficariam melhores do que minha imaginação havia planejado. Meus pais se orgulhariam, com certeza. Meus amigos apoiariam. Eu poderia contar a todos a verdade que escondera por tanto tempo. Todos se espantariam com minha coragem. 
  Eu tinha Meus segredos e, honestamente , eles nunca haviam prejudicado ninguém. Tudo o que fizera tinha sido , de certa forma, para ajudar as pessoas e a mim mesma. Era essa minha intenção desde o início.
Então perdoem se *"No Filme de Yangmi é basicamente um drama"
Mamãe, sempre diz. Se você não mudar, se tornará uma bela garota escrota. E olhe onde estou!
O que eu fiz de errado? Nasci, há há. Fazer piada em momento de desgraça, um dom.

Depois disso tudo que aconteceu eu até moraria no banheiro mas não é possível porque 
1- eu morreria de fome e sede
2 - aqui não tem um computador, e atualmente ele está sendo meu melhor amigo
3- eu teria q beber água da privada onde a ridicula da Jennie já deve ter feito xixi.
Sei que sou uma garota de carne e osso quando coisas desse tipo acontecem. Pois posso sentir a dor rasgando minha pele aos poucos. Com isso me sinto mais boca do que nunca. A dor nos mostra que estamos aqui é que precisamos superar todos os problemas para, assim, seguirmos mais fortes. Pode doer, anda. Que doa! As lágrimas caem e gosto de pensar que cada lágrima derramada é um pedacinho de dor que se vai. E, lentamente, esvaio do meu corpo todos os problemas. 
 Neste momento escuto a posta do banheiro se abrindo e, em seguida, passos no chão de mármore e uma respiração ofegante. Encolho-me no vaso sanitário, com os pés para cima, e procuro não soltar um pio. Quem sera? Tomara que seja apenas uma calour sem noção, que não sabe que o banheiro do 3º andar é só para funcionários. Claro. Ninguém mais conhece esse meu esconderijo secreto, a não ser alguém que não saiba para onde está indo. Tranquilo. Vai ficar tudo bem
 De repente, percebo que a pessoa para nem diante da porta da cabine onde estou. Uma batida. Ouço uma voz bem conhecida:
— pode sair daí. Eu sei que você está escondida e as coisas não vão passar desse jeito. E cá entre nós, eu sou tudo que resta a você no momento


Notas Finais


Até o próximo capítulo! 💕


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