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História No Limite - T.O.P (BigBang) e Donghae (Super Junior) - Capítulo 11


Escrita por: BlonkP

Capítulo 11 - Cedendo ao desejo



Sophia 



- Por mais que eu esteja precisando muito sair daqui, não acho que seja uma boa idéia - respondi, enquanto andava agoniada pelo quarto.

Depois do clima que rolou na sala, minha pele arde até agora, meu centro pulsa em agonia por alívio que não virá e é tudo culpa daqueles medrosos. Sim, é isso o que eles são! 

Ai que raiva!!

- Amor, é só uma dança - insistia Kevin. Depois de voltar pra casa eu liguei imediatamente pra ele pra me ajudar a fugir da mansão, não iria ficar em casa sabendo que os idiotas estavam se divertindo com várias mulheres. Eu queria sentar em homens vários também. Mas dançar estava fora de cogitação.

- Kevin, nunca dancei assim, meu negócio é os bastidores - falei, ponderando proposta.

- É só uma música, Soph. Entramos, damos o nosso show e depois curtimos a boate - expirei forte pensando no que responder.

 Assim que me atendeu, Kevin ficou eufórico. Ele tem uma apresentação de pole para fazer mas sua dupla machucou o pulso em uma queda no banho e segundo ele, minha ligação é um sinal divino de que eu deveria o acompanhar já que ele está em desespero por faltar uma hora para a apresentação.

- Lembra daquela coreografia que você me viu treinar? É ela e eu sei que é capaz de reproduzir perfeitamente. Serão duas barras lado a lado, nossa sincronia é bem melhor. Vamos, amor da minha vida, me ajude só dessa vez

- Tudo bem! Te busco em meia hora - me dei por vencida e corri pro banho.

Eu nunca havia me apresentado, ninguém além de professores, alunos e Kevin me viram dançar. Eu tenho potencial, sou realmente boa mas nunca foi meu desejo trabalhar com isso, meu desejo é só poder dançar livremente. Saí do banho correndo e coloquei na mochila tudo o que precisarei e como vou aproveitar a boate depois, coloquei uma sandália e um vestido também. Saí de casa o mais depressa possível e pelas luzes acessas, os babacas ainda estavam em casa. 

Será que estavam blefando só pra me afastar?

 Ah, foda-se!

Corri para a garagem e pego meu carro, jogo minha mochila no banco do carona e sigo pra casa do meu amigo. O frio se alastra em minha barriga e evito a todo custo roer minhas unhas de nervoso. É dificil descrever o que sinto nesse momento, a raiva pelos irmão me ignorarem, a ansiedade de expor esse lado da minha vida para inúmeras pessoas e a curiosidade de como vou me sentir depois.

Assim que chego em frente ao prédio de Kevin, ele aparece correndo e vamos para o endereço que ele me deu. O lugar é no centro, no coração de L.A. e está movimentadissimo do lado de fora. A fila faz curvas e mais curvas por quarterãoes e eu engoli a seco ao ver tanta gente.

- Kevin, isso tudo vai caber na lá dentro? Eu vou dançar pra esse tanto de gente? - pergunto aflita enquanto entro no estacionamento reservado para funcionários e estaciono na vaga que foi separada para meu amigo. - Você sempre dançou aqui? Como nunca soube? 

- Sim, você vai mexer esse lindo corpinho em uma barra de pole dance e vai ser aplaudida por essa gente toda. - meu olhar de apreensao não passou desapercebido por ele - Relaxa, Soph. Vai dar tudo certo! Eu tô contigo, vou estar dançando do seu lado. Só faz o que você faz de melhor, feche os olhos e se entregue á sua arte - Fecho os olhos, respiro fundo três vezes e sorrio mais tranquila.

Entramos por uma porta preta de ferro que nos deu acesso a um enorme corredor escuro, Kevin entrou na terceira porta onde era nosso camarim e o segui. Minutos depois de nos instalarmos ele sai para falar com a dona no lugar. Levanto do sofá e olho para a enorme penteadeira à minha frente, com as mais diversas maquiagens, tudo tão lindo e parece recém tirado da embalagem. A sala tem um cheiro de lavanda tão suave, o contraste perfeito com as paredes em um tom de cinza escuro, assim como os móveis de aparência sofisticada 

Meia hora, estamos prontos. Kevin veste um short curto de couro assim como seu top. A maquaigem repleta de glitter com um delineador gráfico perfeito e sua inseparavel bota de salto vinte que até os joelhos. Eu não estou muito diferente, como dupla, nossa roupa tem que ser idêntica mas no lugar da maquiagem, optei por uma máscara de glitter e coloquei uma peruca preta chanel na intenção de preservar minha indetidade. Deus me livre se alguém do meu círculo social ou até mesmo alguém que conheça os irmãos problema, me reconheça e estrague a melhor parte da minha vida.

Alguns minutos depois de prontos, um homem bate na porta e nos avisa que entramos em cinco minutos. A adrenalina toma conta de todo o meu corpo, respiro e inspiro forte, Kevin cruza nossos dedos e deposita um beijo em nossas mãos juntas.

- Vamos subir naquele palco, mostrar ao mundo a arte da mais perfeita dança e depois vamos aproveitar. Beijar algum bartender gato e depois vamos embora com o bolso cheio de dinheiro, afinal, nem só de amar o trabalho se vive o homem. A gente ama o dinheiro também!

Não contenho a risada diante das suas palavras e isso me relaxa um pouco. 

Segundos depois pisamos no palco. A luz em nossa direção atrapalha ver qualquer coisa que não é o palco e isso me ajuda bastante. A música escolhida pelo meu amigo foi Body - Sinead Harnett. O primeiro minuto da música é como preliminares, não usamos a barra mas apenas dançamos em perfeita sincronia e a cada segundo meu corpo vai entrando na vibe da música e quando chega no refrão, seguramos na barra e damos o nosso show, o sorriso que estampa meus lábios não morre por um só segundo e se tem uma palavra para descrever a sensação, essa palavra é: Felicidade.

No fim da música, nos juntamos e divimos a barra que fica entre as nossas e ali, com nossos corpos colados, terminamos nossa apresentação com uma chuva de palmas e assobios assim como milhares de notas de dinheiro sendo jogadas em nossa direção. Kevin disse que seria nossa gorjeta alem do cachê. Descemos do palco e a minha felicidade eufórica está dificil de ser contida. O largo sorriso não sai do meu rosto e a adrenalina me faz ficar agitada, corro de volta para o camarim pulando para dispersar a energia que se acomula em meu corpo. Por mim, eu ficava a noite toda dançando ali e ao contrário do que pensei, eu não me senti acuada, eu amei cada segundo.

- Ai amiga, mandamos muito bem! Você foi perfeita!! - Kevin está tão eufórico como eu - Quando eu digo que você nasceu pra isso, é isso o que quero dizer. Sophia, nem parece que é a primeira vez que sobe em um palco, você ofuscou tudo a sua volta, eu até errei um movimento quando olhei pra você

- Para de bobeira - o repreendi - Eu me sinto feliz sim, mas isso não se repetirá, não posso - meu amigo abriu a boca pra retrucar mas antes de falar algo, a porta foi aberta pela gerente da boate querendo falar com ele e vi como uma deixa, saí de fininho e fui me trocar mesmo que cada parte do meu corpo, se contraiu com minha negação a idéia de meu amigo.

 Enquanto espero meu amigo retirar sua maquiagem, ele conta sobre a conversa. Além dos inúmeros elogios, Kevin recebeu uma outra proposta e eu fico imensamente feliz por ele ao mesmo tempo que sinto um revibrar estranho na barriga. Não posso me deslumbrar com a sensação indescritivel que senti, eu só quebrei um galho para o meu amigo, não irá se repetir.

- A proposta veio de um dono de um clube muito famoso em L.A, ele é amigo da gerente daqui e ele amou nosso show, pediu nosso contato e querem uma reaunião - o olhei e arqueei uma sobrancelha.

- Quer uma reunião com você - me levantei e peguei minha mochila colocando-a nas costas -. Kevin, só te fiz um favor, não vou fazer de novo

- Soph, só quero que me acompanhe. Minha parceira ainda não está 100% e você é minha melhor amiga, vamos comigo, sim? É só uma reunião - ele juntas as mãos em súplica e sem coragem de dizer não, apenas maneio a cabeça cedendo

Aproveitamos a boate que era um luxo e com certeza ninguém entra se não for rico. Diferente do meu amigo que realmente se atracou com um bartender, eu fiquei na minha bebendo água por estar dirigindo e horas depois o deixei lá e fui pra casa. 

Assim que deixo meu carro na garagem que uso, avisto Donghae caminhando para a mansão, tento passar desapercebida mas nada passa desapercebido por ele. 

- Ei, está chegando em casa a essa hora porque? Hoje é dia de semana! - reviro os olhos e paro de andar girando os calcanhares pra encarar aquela carinha absurda de linda, um pena que o dono não vale o ar que respira.

- Saí com um amigo - respondo simples.

- Amigo? Que amigo? Conheço todos os seus amigos. - bufei e ele chega mais perto - Por que tem gliter no seu cabelo? O que anda aprontando? - quando fiz menção de responder, Seunghyun aparece com uma morena pendurada em seu pescoço e um sorriso de orelha a orelha. Cretino!

Meu sangue ferve, sento cada músculo se contrair e meu estômago gelar com a cena. Eu não devia estar sentindo isso mas é inevitável. Por uma ilusão idiota, achei que ele estaria satisfeito com a nossa brincadeirinha de mais cedo mas a quem quero enganar? É o Seunghyun. O stripper fodão que nunca se contentou com uma mulher, quem dirá com um boquete de uma pessoa que ele nem olha com interesse.

- Tá parecendo um pai - o cretino, digo, o Seunghyun fala enquanto aperta a bunda da mulher que parecia uma modelo de tão perfeita e foi impossível não me comparar

Meu peito se aperta e toda a euforia da noite maravilhosa que tive, se vai em segundos. Sinto meus olhos arderem e me viro indo embora deixando Donghae gritando alguma coisa que não fui capaz de ouvir já que meu coração batia tanto que eu só ouvia ele

Onde estava com a cabeça, Sophia? É pedir pra sofrer se envolver com esses dois!

Bato a porta de casa com força e corro pro banho, enquanto deixo minha pequena banheira encher, tiro a roupa e pego uma cerveja. Coloquei tanto sais de banho que tem mais espuma do que água, sorrio da minha idiotice e entro na água gemendo, colocando pra fora a angustia e tristeza que nem entendo direito o motivos.

- Vai morrer afogada desse jeito

Em um salto eu abro os olhos dando de cara com o cretino insaciável parado no batente da porta do meu banheiro com os braços cruzados na altura do peito evidenciando os músculos. Devo ter dormido em algum momento e não o ouvi entrar

- O que ta fazendo aqui? É falta de educação entrar na casa dos outros sem bater e é pior ainda entrar no banheiro enquanto a dona da casa está tomando banho. - irritada, afundo mais para ele não ver o que não deve e estreito meus olhos em sua direção - Deixou sua ilustre companhia sozinha pra vir me perturbar? Já passou da hora do meu expediente, não vou fazer nada pra ninguém - falo entredentes só de pensar na cara de pau do safado de vir me pedir pra alimentar sua puta.

- Eu bati e chamei, você não respondeu e a porta estava aberta. - deu um passo na minha direção e eu me alarmei - Precisamos conversar, Sophia. 

- Não tenho nada pra conversar com você, sai do meu banheiro e me deixa em paz - fecho os olhos e tombo a cabeça na borda da banheira quando o vejo virar as costas por fim

Me sobressalto minutos depois ao sentir algo encostando nos meus pés e a água balançando

 AI CARALHO

Arregalo os olhos ao ver o monumento de homem só de cueca branca entrando na minha banheira que nem é tão pequena assim mas com ele aqui parece uma vasilha de cozinha

- O que pensa que está fazendo? - grito

- Quero conversar e como a princesa não quer colaborar e sair daqui, me vi tendo que fazer o caminho difícil. - ele se acomoda em volta das minhas pernas me deixando espremida - Caramba, que banheira pequena, precisamos te dar uma maior. - bufo e me ajeito pra não dar bobeira e ficar nua diante dele.

Isso não tem nada a ver com meu mamilos em pedra de excitação, nada a ver!

- Não preciso de uma maior, uso apenas para relaxar e não pra uma orgia - digo e ele leva a mão ao peito me olhando com uma falsa cada de ofendido

- Ora, eu também uso a minha pra relaxar. Acha que eu sou tão safado assim? - arqueio uma sobrancelha e um ele solta uma risada baixa - Ok, eu sou safado pra caralho e já fiz orgia na banheira, é muito bom mas não quero que experimente

- E quem você acha que é pra dizer o que eu devo ou não fazer? 

- Ok. Não vim pra brigar, precisamos mesmo conversar... - o encaro esperando ele falar o que tem pra falar e vejo seus olhos brilharem em minha direção.

Ai caralho, tô ficando ainda mais excitada. Se concentre, Sophia. Ele é um idiota galinha e não merece sua medusa! 

- ... Precisamos parar de vez com esses joguinhos - suspira fechando os olhos parecendo ter dificuldade para falar - Eu não... eu não consigo parar de pensar no que aconteceu e... caralho - Seunghyun joga os cabelos pra trás os molhando e eu preciso de toda concentração que me resta pra não ceder a excitação e dar o que a medusa tá implorando. - Trouxe a Marina pra casa pra esquecer e eu broxei 

Tá. 

Isso é novidade e eu simplesmente explodo em uma gargalhada alta

- Mentira?! - grito - O putão broxou com a modelo gostosona? - pergunto em meio a risada que está difícil de controlar 

- Isso não tem graça nenhuma, sua diabinha - me joga água parecendo irritado, porém eu amei saber disso e vou me deliciar com essa informação - Sophia, é sério, para de ri, porra! 

Me policio e paro de ri com dificuldade limpando as lagrimas que desceram em meio a crise de riso. 

- Ok, parei - respiro fundo. - O que aconteceu? 

- Você! Você aconteceu! Precisamos transar. 

Todo o resquício de palhaçada se foi dando lugar a seriedade e espanto diante das palavras ditas. Meus olhos chegam doer de tanto que os arregalo em espanto ao mesmo tempo que uma fisgada dolorida em medusa me fez soltar um gemido fraco. 

- Hoje não é um bom dia para brincadeiras, Seunghyun. - digo por fim. 

- Não estou brincando, Sophia. Preciso enterrar meu pau em você e acabar com essa porra de tesão dos infernos - engasgo com as palavras chulas e sem um pingo de vergonha, meu centro pulsa e me sinto molhada e nem é da agua. - Olha, somos adultos, podemos lidar com isso. Só uma vez, uma única vez pra esvair essa vontade que tenho certeza, é tão forte em você quanto é pra mim

- Seunghyun, eu... eu... - eu, que sempre falei demais, fiquei sem palavras nesse momento que tanto desejei e sonhei

- Vamos, pequena. Vamos terminar o que começamos mais cedo - seus olhos são de puro desejo e os meus não estão diferentes. 

Levei minha destra ao meu centro pulsante dando o alivio que a medusa tanto quer e disfarçando pra ele não perceber meu ato indecente. 

- Só uma vez? - perguntei baixo, esfregando meus pés em suas pernas. 

- Sim, só uma vez e vamos lidar com isso como dois adultos que somos. 

Fechei os olhos aproveitando a leve pressão que meus dedos fazem em medusa e apenas assinto para ele. Não sou nem louca de negar isso. Estou a meses desejando esses safados e... Safado! Abro os olhos e me assusto ainda mais quando vejo seu peito nu na minha frente. 

- Epa! - sou obrigada a parar com a gostosa massagem em medusa e espalmo a mão naquele peito que tenho vontade de lamber 

Se concentre, Sophia! Se concentre! 

- Não vou transar com você sujo de puta, vamos fazer isso mas não hoje. Foda-se se seu magnifico pau não subiu com a gostosona, não vou ser usada como segunda opção. - irritada com a constatação, me levanto rápido sem me importar com seus olhos queimando meu corpo nu. Estou muito brava pra me importar com isso. - Sai da minha casa, Seunghyun. Não há tesão que me faça aceitar ser segunda opção. 

- Sophia, não... - ele vem atrás de mim e eu pego um robe rapidamente me cobrindo e tentando com toda força que há em mim, não olhar para o seu pau querendo sair da cueca branca de tão duro. - Você nunca foi segunda opção, pequena. Você é a primeira mas porra, eu prometi a sua mãe que cuidaria de você e tente imagina o quão difícil foi pra eu tacar o foda-se e ceder a vontade de você. Isso não vai embora enquanto a gente não foder. 

Prendo a respiração quando vejo ele se aproximando e perco o rumo quando sua mão envolve meu pescoço e aperta. Seus olhos são pura luxúria, o mais puro e bruto desejo, faíscas de excitação brilham em suas órbitas castanhas. A respiração acelerada bate em meu rosto fazendo ondas de excitação me fazer ofegar e desejar um aperto mais bruto em meu pescoço. Parecendo ler minha mente, ele aperta mais e um gemido escapa do fundo da minha garganta. 

- Se entrega pra mim, Sophia. Deixa eu te fazer gritar de tanto gozar - prendo meu olhar ao dele por um segundo e ele desce o dele para minha boca onde delineava o contorno com o polegar. Eu já não ofereço qualquer resistência. Abro a boca e chupo seu dedo sem tirar meus olhos dele que no mesmo momento sorri. Ah... esse sorriso de filha da puta que fode bem... -. Está muito vestida, pequena. 

Sem esperar qualquer reação minha, Seunghyun ataca minha boca com fome e eu correspondo na mesma intensidade e sem esperar mais, arranco o robe e vou ao céu quando suas mãos entram em contato com a minha pele me apertando e me puxando para si em quase desespero. 

- Sophia, você poderia vir comig- - É aqui que eu morro, galera. Desnorteada e assustada, empurro Seunghyun e puxo o robe me cobrindo na velocidade da luz - QUE PORRA É ESSA? - Donghae grita me fazendo espremer os olhos. Meu coração que já estava acelerado, capota no peito com a sensação de ter feita a coisa mais errada do mundo e ter sido pega em flagrante. Bom... foi mais ou menos isso...



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