História No limite da existência - Capítulo 1


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Categorias Naruto
Visualizações 8
Palavras 1.132
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção Científica, Hentai, Luta, Romance e Novela, Seinen, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Toda jornada de 1000 km começa com o primeiro passo, mas e quando a jornada se começa no meio e temos que descobrir o caminho que trilhamos até aqui para conseguir seguir em frente? esse é um dos temas dessa história.

Capítulo 1 - Capitulo 1: o jovem desesperado


                Acordei me sentindo fraco, meu corpo parecia ser feito de papel, minha cabeça estava doendo, tentei me lembrar de alguma coisa, qualquer coisa, mas nada me veio à mente olhei ao redor e reparei que estava em um quarto de hospital no meu pescoço havia uma placa com um nome “Naruto Uzumaki” tentei me levantar e me vi no espelho, eu parecia ter uns vinte e poucos anos tinha cabelo louro e olhos azuis meu peito era definido assim como meus braços, minha cabeça tinha um inchaço e estava roxo. Peguei um tênis embaixo da cama e sai pela porta, entrei no corredor e andei pelos corredores aparentemente  normais, mas percebi que não tinha uma alma viva sequer, fui até o fim do corredor e notei um guarda perto do vestiário.

- ei, você, poderia me ajudar-toquei no ombro dele mas quando ele se virou levei um susto, metade da cara dele estava desfigurada- meu Deus.

                Ele tentou me morder não sei como, mas consegui para-lo, peguei a cabeça dele e a torci para trás.

-meu Deus, o que esta acontecendo aqui?

Percebi que, se não pensasse rápido logo estaria com problemas, entrei no vestuário e carreguei o corpo dele para dentro, fiquei tremulo ao perceber o que tinha acontecido, um homem tentou me morder e eu simplesmente quebrei seu pescoço, se alguém visse isso eu estaria ferrado, foi aí que eu notei uma pequena janela que dava para a cidade, olhei por ela e vi a destruição que estava carros pegando fogo, prédios destruídos fumaça e fogo de diferentes locais.

-como vim parar aqui? O QUE DIABOS ACONTECEU AQUI? Seja como for tenho que encontrar ajuda.

                Revirei os armários e encontrei uma lanterna, um isqueiro, uma camiseta branca, uma calça jeans, uma mochila e uma jaqueta marrom, notei que precisaria de uma arma, por precaução, fui até o guarda morto e notei que ele tinha uma pistola 9 mm e munição, peguei o cinto e o coldre de coxa dele e coloquei na calça.

-ok agora precisa sair daqui e encontrar ajuda, mas como?

                Sai do vestiário e fui até o elevador, notei que tinha uma maquina de doces e salgadinhos no chão e tentei quebrar o vidro (o que foi uma péssima ideia) o som atraiu umas pessoas mancas lentas e pareciam ter saído de um filme de terror, uma delas estava sem parte do braço e não parecia incomoda-lo quando o elevador abriu peguei tudo o que podia e entrei correndo apertando uns botões, vi que tinha apertado o botão do estacionamento e logo começou uma musica de fundo.

- cara, que porra ta acontecendo aqui?

Quando o elevador abriu sai com o dedo no gatilho, se uma daquelas coisas aparecesse teria um buraco no meio da testa. Corri por um tempo e vi uma moto caída com a chave na ignição, levantei e percebi que um cara estava preso embaixo dela, ele tinha uma roupa preta estilo militar e segurava uma faca de combate com coldre na mão e um radio walk-talk , peguei eles e então ele saltou arregalando os olhos, cai de bunda no chão e percebi que ele tinha olhos leitosos como um cego.

-caramba que doença é essa?

*No radio*

-Otaka você não tá respondendo.

-alô-peguei o radio, seja lá quem for é melhor do que ficar sozinho- pode me ouvir?

-quem esta falando?-era uma voz de mulher.

- olha eu to meio perdido e preciso de ajuda, seu amigo ta aqui, mas ele tá...

-ela ta com olhos brancos e aparência de morto?- ela disse como se estivesse lendo minha mente.

-sim, sinto muito.

-droga, olha eu sei que não te conheço, mas se puder acabar com o sofrimento dele eu agradeço.

                Mesmo com o estomago revirado peguei a faca e apunhalei o coração, mas não adiantou então acertei na cabeça e ele parou de se mover.

-como é isso possível eu furei o coração dele e..

- não vai adiantar só uma bala na cabeça dele é o que vai mata-lo.

                Decidi não argumentar e fiz o que ela me mandou, peguei a faca e apunhalei a cabeça dele.

-como isso é possível?

- olha, não sei quem você é e, pelo jeito, você esta com problemas, então se você quer respostas precisa me encontrar.

-onde posso te encontrar?

-estou em um heliporto no topo do prédio do hospital, se você conseguir chegar aqui em 15 minutos posso te ajudar.

-esta bem, obrigado.

-rápido.

                Corri até o elevador e apertei o ultimo andar, chegando lá notei um helicóptero camuflado, na frente dele tinha uma mesa com um leptop e papeis notei que tinha cinco pessoas de roupa preta vendo um mapa, um garoto de cabelos pretos longos e olhos pérolas, outro de cabelos da mesma cor e olhos ônix, uma mulher de cabelos rosa curtos, uma de cabelos azuis e olhos perolas e uma que aparentava ser mais velha com olhos cor chocolate e cabelo louro e todos estavam armados com fuzis. Cheguei perto deles e tive uma surpresa dolorosa.

-ei posso- a mulher de cabelos rosa me chutou no peito me fazendo cair com tudo no chão ela pegou uma faca e pressionou no meu pescoço- peraí eu não...

- cala boca-pela voz notei que eu falava com ela ao radio- o cara que pegou esse radio, você matou ele?

-NÃO!

-você ta mentindo- ela pressionou mais o fio e percebi que se não desse um jeito na situação ela me mataria.

-olha, lamento pelo seu amigo, mas juro que não tive nada a ver com a morte dele.

                Ela me fulminou com o olhar e pude notar a mensagem: se você estiver me enrolando vou te fatiar com essa faca. Ela se levantou e me ajudou a fazer o mesmo.

                Os cinco estavam me olhando como se eu estivesse preste a ataca-los, o garoto de cabelos longos veio até mim.

-quem é você e como veio parar aqui.

-olha-cocei a cabeça tentando formular uma resposta que não fizesse eles quererem a minha cabeça- pelo que parece estive nesse hospital por um tempo.

                Contei-lhes tudo o que sabia, desde o momento que acordei no leito do hospital até o momento que encontrei o radio. Quando terminei achei que eles fossem duvidar ou me chamar de mentiroso, mas eles só trocaram um olhar e chegaram a uma conclusão.

-seja lá o que tiver acontecido, não interessa mais, temos de ir, logo vai escurecer, é quando eles saem, vamos todos para o helicóptero.

                Eles arrumaram os papeis e guardaram a mesa e o laptop, eles estavam entrando no avião quando a mulher de cabelos azuis se virou para mim.

-você vem?

                Não sabia se deveria, mas de uma coisa eu tinha certeza, sozinho não poderia ter resposta, entrei no helicóptero determinado a tê-las.


Notas Finais


eu sei curto mas essa é só a introdução da história, pouco a pouco vamos aprofundá-la.
um beijo no coração de vocês meus caros leitores.


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