História No Mercy. - Capítulo 15


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kai, Lu Han, Personagens Originais, Rap Monster, Sehun, Suga, V
Tags Drama, Romance, Suspense
Visualizações 111
Palavras 1.310
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


(Me desculpem pelos erros) Boa leitura!

Capítulo 15 - Pálido.


Fanfic / Fanfiction No Mercy. - Capítulo 15 - Pálido.

"Olha, se for pra ser filho da puta, que seje desde o início, porque ninguém merece conhecer uma pessoa legal e depois descobrir que ela é uma lixo." 



- Nossa, devo confessar... Sabe o último cara? - Estava no carro, novamente, indo para casa do Tae, ele murmura que sim. - Baah, ele canta demais, até pensei que já tinha ouvindo a voz dele. - Tae olha pra mim com uma cara de "Cala a boca em nome de Jejus" e volta a olhar a estrada.


- Mas tipo... A minha voz, não quero me gabar mas, ela também é muito boa, grossa e rouca, pornográfica, como você gosta. - Tae fala sorrindo, ah, esse sorriso.


- Uhum... Mas eu também gosto de outra coisa que também é grossa... - Falo rindo, Tae me olha com aquela cara maliciosa que só ele tem.


- Hum... Safada. - Ele fala, depois de alguns segundos ele fala. - Então, o que temos? - Demoro 'pra entender o que ele quis falar.


- Ah... Não sei, amizade colorida? - Sugiro, ele faz movimentos com a cabeça de mais ou menos. - Então o quê? - pergunto.


- Você quer amizade colorida, quer só amizade ou algo bem mais sério? - Perguntou, entrando com o carro no estacionamento.


- Sei lá, você que decide, não quero te forçar a nada... - Falo, ele estaciona o carro.


- Bem, por mim somos qualquer um dos três... - Fala desligando o carro. - Agora quero ouvir o que você quer. - Ele me olha tirando o cinto e depois o meu, ele dá um sorriso ao ver eu falar que eu quero algo a mais e me beija.


- Puta que pariu. - Meu telefone começa a tocar e me separo do beijo. - Mãe? - falo atendendo.


- Oi filhota! - A minha mãe fala animada. - Como andam as coisas ai?  - Ela não deixa eu responder e já fala. – Então... Eu e o seu padrasto resolvemos fazer uma segunda lua de mel, e eu tenho uma novidade para te contar. - Eu já apresso a fala.


- Estou bem mãe, qual é a novidade? - Pergunto me ajeitando no banco e olhando pro Tae que me olhava sem disfarçar.


- Eu e o seu padrasto adotamos uma criança! - A minha mãe fala. - Bem, é um garoto ele tem dezessete anos... É que a gente sentiu a sua falta e também ninguém quer os órfão mais velhos do que o normal. - Raciocíno por um segundo.


- Okay mãe... É o que eu tenho a ver com isso? - Pergunto, estava desconfiada.


- Filha querida do meu coração, pode cuidar dele? Ele é menor de idade. - Rio de nervoso.


- O que? É piada? - Ela fica em silêncio. - Mãe! Eu... Mas... Meu... Ahhhhh - Resmungo fazendo bico. - Que dia? Velha que eu amo. - Ela ri.


- Amanhã. - Sussuro um "Puta que me pariu" e respiro fundo. - Filha, 'cê sabe que sou rica e você vai passar bem. - Eu tinha vontade de esganar ela.


- Nem tão rica mãe, não se acha. - Bufo. - Okay, que horas? - Ao invés de fazer o Obaoba com o Tae vou fazer a minha mala.


- Das uma da manhã até as cinco da tarde, dentro desse horário que você tem que vir. - Eu devo ter atirado pedra na cruz, só pode.


- Okay mãe, okay, tchau boa noite beijos! - Desligo indignada, por que comigo? Que merda.


- O que aconteceu? - Tae pergunta, olho pra ele e bufo puxando a cabeça para o lado.


- A minha mãe quer e vai ter uma segunda lua de mel com meu padrasto. - Paro e ele balança a cabeça falando pra eu continuar. - Eles adotaram um garoto de dezessete anos porque estavam com saudades de mim. - Falo choramingando.


- E qual é o problema? - Ele ri fraco. - Ficou com ciúmes? - Eu rio alto. - Qual é a graça? - Ele pergunta.


- Eu acho que você é quem vai ficar com ciúme... Eu vou ter que cuidar dele enquanto eles estão na lua de mel... Porque ele é menor de idade e pode fazer alguma merda. - Sorrio ao ver a cara de tacho dele.


- Ah não, você vai ficar comigo. - Ele choraminga fazendo biquinho. - Eu posso ir junto? - Arregalo os olhos rindo.


- Ciumento, óbvio que... - Faço suspense... - Sim, bombomzinho fora da caixa. - Dou um beijo na testa dele.


- Então a gente ainda vai fazer “Amor”? - Ele fala sorrindo, eu faço um biquinho negando. - Por quê? - ele faz biquinho e enche as bochechas de ar, que tristeza ver ele assim.


- Porque eu tenho que fazer a minha mala, e você vai então também tem que fazer a sua. - Ele me olha indignado.


- Okay, quando chegarmos na casa de seus pais não tenho culpa se a gente incomodar o novo filho deles. - Ele fala sorrindo malicioso.


- Que?! A gente não vai fazer isso na casa da minha mãe, pervertido. - Ele me imita com uma voz fininha debochando. - Kim Taehyung! - Cutuco o ombro dele. - Okay então, me leva pra casa. - Ele sorri triste ligando o carro.


- Diz amém por seu apartamento ser perto do meu, se não eu te deixaria na parada de ônibus. - Ele fala saindo do estacionamento.


- Como é Kim Taehyung? Só está comigo por causa de sexo, né safado? - O olho indignada.


- Sim, pois é. - O olho boquiaberta. - Não gosta de caras sinceros? Aqui estou eu bebê. - Fala dando de ombros.


- Okay, você não vai ir mais comigo idiota! - Grito o olhando e me ajeito no banco olhando as coisas por trás da janela.


Ficamos em silêncio até eu chegar na minha casa, dou um tchau seco pra ele e quando eu saío do carro ele abre o vidro me encarando e falando "eu ainda vou te esquecer" (aut: escreve aí rsrsrs), reviro os olhos entrando dentro do apartamento, quando chego na minha porta a abro a quase quebrando, entro no meu quarto me arrastando pra minha cama, só de pensar em fazer mala me dá um cansaço surpreendente, meu telefone apita e eu olho.


- WhatsApp -


~Desconhecido. - Oi, sentiu a minha falta?


~Eu. - Quem é? Eu vou te bloquear.


~Desconhecido. - Depois te falo, então, a pergunta é... Sentiu a minha falta?


~Eu. - Como eu posso sentir falta de quem eu não sei nem o nome? - ele não tinha foto de perfil.


~Desconhecido. - Aish, espera um minuto. - Depois de algum tempo a foto de perfil aparece, olho por um tempo ela e quase jogo meu celular no chão.


~Eu. - Vai tomar no toba Jungkook, seu filho da mãe medíocre, vou te bloquear pedaço de mal caminho! - Não espero ele digitar e bloqueio.


- WhatsApp off -


Desligo o telefone e me levanto, pego a minha cadeira que ficava na penteadeira e à coloco na frente do meu armário, subo nela pegando a minha mala em cima do guarda-roupa.


Coloco quatro calças, quatro blusas, quatro blusões, quatro shorts, um tênis, uma sapatinha, um chinelo e um salto alto dentro da mala, na minha bolsa, coloco creme, maquiagem, carregador etc... Tomo um banho e coloco um vestido soltinho azul e laranja, uma sandália nude e prendo meu cabelo em um rabo de cavalo, passo só um batom e saio, pego um táxis e vou até a casa da minha mãe (que era em outra cidade, mas preferia ir de trem por ser maia seguro e menos demorado), chego aonde eu queria chegar suspiro fundo sorrindo, pago e saio do táxis, foi um assalto o preço pelo qual paguei. Bato três vezes na porta, depois de alguns segundos um garoto abre... Sua pele extremamente branca e seus olhos escuros, suas respiração era fria, sua boca era tomada por um rosa claro, ele sorri e...



"Nunca

perca

a

fé".



Notas Finais


Obrigada por ler até aqui.


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