História No Mercy. - Capítulo 28


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kai, Lu Han, Personagens Originais, Rap Monster, Sehun, Suga, V
Tags Drama, Masoquismo, Romance, Sadismo, Suspense
Visualizações 47
Palavras 2.011
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura e desculpa pelos erros.

Capítulo 28 - A Dor é Sua, a Culpa Não é Sua.


Fanfic / Fanfiction No Mercy. - Capítulo 28 - A Dor é Sua, a Culpa Não é Sua.

"Eu atravessaria o mundo por uma pessoa que não atravessaria nem a rua por mim".



— Ele me chamava de amor... Mas eu sei cada coisa que ele fez na minha ausência. — Falo tomando um gole de café, ele era sempre assim.

— A única namorada que tive, era exatamente igual. — Baek era um amor de pessoa, e aliás, era lindo.

— Eu só quero paz agora... Coisa que ele não trás, sabe... — Ele assente tomando um gole do seu suco de pêssego. — Quando eu sofri o acidente... Parece que o cérebro dele parou de funcionar, ele pensou que iria me perder. — Me lembro de como queria dar na cara dele aquele dia no hospital. — Agora eu vou deixar ele, para ele começar a ver o valor das coisas quando perde. — Digo suspirando.

— Eu amava muito ela, sério, muito mesmo... — Falou contraindo os lábios. — Eu sei que não sou o cara perfeito para ela, ela me odiava na maior parte do tempo. — Disse com um sorriso triste. — Com ela eu me sentia feliz, eu gostava de estar com ela. — Parecia nostálgico.

— Não pensa mais nela, pensar no passado, faz desistir do futuro. — Mesmo que meu passado ande do meu lado digo a ele com um sorriso fraco, ele pareceu tão frágil quando o vi de olhos marejados. — Oh, não chora... — Digo saindo do meu banco e sentando do lado dele e secando as lágrimas que desciam em quanto ele soluçava, ainda bem que só há a gente nessa cafeteria. — Não se culpe pelo o que não deu certo. — Digo o abraçando. — Fizestes tudo que pode. — Acaricio as costas dele. — Lutar pelo sorriso de outro alguém é admirável, só mostra ainda mais a pessoa especial que és. — Esse conselho, era verídico.

Obrigada... — Ele ainda soluçava baixinho, ele se afastou de mim secando as lágrimas com a manga da camisa, estava parando de chorar, ou só dando lugar para outras lágrimas.

— Não fica triste não, 'tá todo mundo meio que fodido mesmo. — Ele sorri fraco e abaixa a cabeça.

— Desculpa por isso... — Diz envergonhando. — É que, quando a saudade bate, eu apanho. — Suspirou fundo se encostando na parede.

— Dói, mas passa, baekzinho. — Afago os cabelos dele.

— Eu realmente sinto falta de quem eu não deveria... — Seus olhos se prenderam na janela. — Nunca deveria ter deixando ela partir... — Diz se debruçando na mesa.

— Eu te entendo...— Digo acariciando a mão dele sobre a mesa. — Mas, ninguém, irá, nós entender. — Digo pausadamente.

— É triste reviver uma coisa que já superei, tentar esquecer disso já é como lembrar... — Diz abafado.

— Entendo, ninguém consegue se esquecer das coisas, porque elas estão aqui. — Digo apontandando a minha cabeça. — Elas nunca irão desaparecer, não há como esquecer... — Suspiro fundo, só morrendo mesmo para esquecer.

— Eu sei, eu sei... — Disse olhando para mim e se escorrendo na parede. — Só queria que ela voltasse para mim, porque eu necessito dela e a amo, a amo mais que tudo, todo dia eu penso nela, mas faz mais de um ano que ela não liga 'pra mim, eu me canso disso e... — Estava com um fio de voz, suspirou pesado antes de abrir a boca. — E não importava o que eu fizesse, eu sempre decepcionavam ela, comecei a pensar que a vida dela seria melhor sem mim... — Estava com a voz chorosa. — Há mais de um ano, eu deixei ela partir... — Evitou derramar uma lágrima suspirando fundo.

E assim passei a minha tarde, dando conselhos e dando abraços desajeitados, a voz dele estava na minha cabeça, seu perfume na minha blusa, seu beijo gravado na minha pele e a chuva caía na sintonia do meu coração.

— O pior é que eu ficava ouvindo dela o dia todo, ouvindo o quanto ela me amava e depois sendo descartado, eu não podia dizer o que penso. — Diz suspirando, já estava de noite e estávamos na minha casa, a cafeteria fechou.

— Hm... Entendo... — Vou até a cozinha quando ouço a chaleira apitar. — Quer? — Pergunto alto me referindo ao chá.

— Sim... — Falou baixo.

— Okay. — Coloco os envelopes de chá preto nas duas canecas com água fervida já servida e espero alguns segundos até estar pronto, colocando um calmante no chá dele que se desmanchou. — Aqui. — Volto a sala o entregando o chá. — Cuidado que está quente. — Digo antes de ele bebericar.

— Obrigada. — Diz assoprando o chá e bebendo um gole curto. — E desculpa... — Diz se referindo a terceira camisa encharcada minha, ele a molhou com suas lágrimas.

— Não é nada... — Digo bebericando meu chá e sorrindo fraco. — Eu já volto. — Digo me levantando e indo até meu quarto pegar uma camisa. Abro o roupeiro pegando uma blusa qualquer e a visto, tive a impressão que ouvi a porta se abrindo e fechando mas ignorei, arrumo meu cabelo na frente do espelho e volto para a sala.

— Quem é você?! — Diz Baek, reparo numa figura encapuzada na frente de Baek que estava de pé paralisado. — ______. — Falou ao notar a minha presença.

— O que... — Não termino a frase, a figura veio até a mim quase correndo, em passos fundos e largos, me pegando pelo pescoço e se pondo atrás de mim, sinto o metal gelado na minha testa.

— Se você se mover, eu atiro nela! — Exclamou rouco e alto, Baek estava boquiaberto e com os olhos arregalados.

— Solta ela. — Baek falou calmo, a pessoa atrás de mim apenas me segurou mais quase me enforcando. — Se você encostar um dedo sequer nela eu vou te matar com as minhas próprias mãos. — Baek já estava parecendo irritado mas, estava com a feição neutra.

— Não teria coragem. — Diz rindo fraco vendo a feição desesperada de Baek ao ver a arma fazer um barulho. — Só não mato ela se... — Baek corta a frase dele, está mais claro do que nunca que o que está acontecendo aqui é um assalto.

— Solta ela imediatamente senão, você vai ver como se faz fogo no inferno. — Baek estava com os olhos lacrimejando de raiva.

— Cara, ela vai morrer. — Estava começando a ficar com falta de ar. — Saía dessa casa, senão ela morre. — Avisou vendo Baek rir fraco.

Vai se foder, solta ela! — A calma de Baek estava se esvaindo.

— Saía — Senti a respiração dele acelerando, estava ficando irritado. — Se quiser venha aqui de manhã, ela ainda estará viva. — Diz olhando rapidamente o relógio e voltando a fitar Baek. — Não chame a polícia, senão... — Afirmou a arma na minha cabeça, estava com os olhos marejados.

— Não vou deixar ela. — Baek diz me olhando, seus olhos estavam marejados, pensei na possibilidade de ele ir embora. — Não vou deixá-la. — O que aconteceria se ele fosse?

— Saí logo daqui. — Apontou a arma para ele, se eu pisar no pé dele ele não iria fazer a arma cair, ele era forte, apenas apertaria o gatilho.

— Por favor... — Pediu suspirando fundo. — Se quiser, atira em mim mas, não machuca ela. — Deixei as lágrimas rolarem ao ver ele se ajoelhar.

— Isso não irá acabar se você não sair daqui. — Apontou a arma de novo na minha cabeça. — Vá logo. — Baek olhou atentamente para mim esperando instruções do que fazer, ele deixou as lágrimas rolarem se levantando.

Baek... — Sussurro, o possivelmente assaltante me apertou mais forte. — Vá, por favor, ele vai te machucar. — Soei chorosa, Baek balançou a cabeça negando. — Eu ficarei bem, eu lhe prometo... — Eu honestamente, ficaria da pior maneira que ele poderia imaginar.

— ______... — Falou tapando a boca contendo um arfar.

— É melhor você a ouvir. — O assaltante se aproveitou da situação apontando a porta, preferia me ver na maca de um hospital de novo do que ver ele em um caixão descendo pelas cordas.

— Vai... — Digo com um fio de voz que me sobrou após soluçar.

Baek sussurrou mil desculpas e falou ameaças ao assaltante, baek falou que me amava e que se ele fizesse algo, o mataria. Soltei um soluço alto quando o vi passar pela porta seguido de uma ordem do assaltante para não chamar a polícia se não me veria numa mesa sendo abrida por um necrópisista.

Agora, vamos ao que me interessa. — Me empurrou até o sofá me jogando no mesmo, estava soluçando alto e minha garganta ardia, minha costela doía, faz só cinco dias que saí do hospital. — Eu te quero muito... — Diz me beijando, mesmo eu virando o rosto, estava me mordendo, seria carinhoso se eu não soubesse do que se tratava. — Quero te foder. — Disse sussurrando ao pé do meu ouvido, mordendo me lóbulo e puxando a minha blusa para cima, puxou meu sutiã para baixo deixando a mostra meus seios, eu sei que poderia gritar, mas não consegui reagir.


Ele ficou massageando o bico do meu seio e dizendo que eu estava gostando daquilo e que eu era safada, ele dizia coisas absurdas, palavrões e desejos que queria fazer comigo, minha garganta doia assim como meus olhos ardia, ele puxou meu short junto com a calcinha, masturbando meu clitóris, tentei o chutar mas não adiantou, ele apenas disse que eu deveria ficar quieta, prazer era algo que depois disso, eu jamais sentiria... Ele se colocou entre as minhas pernas, as colocando por cima de seus ombros e bruscamente, num jesto desesperado, enfiou a língua dentro do meu interior, ele não conseguiu arrancar sequer um arfar de mim, só lágrimas e mais lágrimas.

Ele dizia coisas sem nexos apertando a minha cintura enquanto mordia e dava chupões na minha vagina, ele apalpava meu seio e apertava minha cintura, estava gritando de dor, não me sentia mais. Depois de um tempo fazendo gestos circulares, ele saiu finalmente de cima de mim, tentei num gesto desesperado sair engatinhando do sofá, mas ele me puxou pelas coxas e me colocando de quatro para si, o chutei o fazendo dar um tapa na minha bunda e gritar me mandando ficar quieta, a chuva estava forte e em um trovão, a luz apagou, faltou luz, mas já estava o cômodo escuro mesmo antes de a luz apagar. 

Ele abriu o zíper da sua calça a abaixando junto com a boxer, saltando seu membro e logo me penetrando sem mais nem menos, me sentia suja e gritava de dor, mas a chuva me calava, saberia que na manhã seguinte seria estuprada de novo ou torturada, ele estava indo forte e rápido, massacrando meu útero, apertava minha coxa e cintura forte, me sentia frágil e sem forças, me senti suja, uma imunda...

Se eu disser isso a alguém, dirão que eu merecia, que eu quis, que eu estava pedindo, que eu era tudo menos a vítima, que é normal, ele é homem, isso é natural, que vai passar, que é o instinto dele, estou apenas servindo de cadela no cio.

Depois de um tempo, eu nem mais gritava, ou me debatia, apenas as lágrimas escorriam, igual a chuva no vidro, ele de repente parou, ele me jogou no chão, fazendo meu pulso torcer, sorriu, fez eu me ajoelhar e me colocando, na verdade, colocando a minha cabeça, entre suas pernas, ele ria enquanto me obrigava a engolir o seu pênis, e puxava meus cabelos por eu tentar morder o mesmo, quando ele chegou no seu ápice, tendo seu orgasmo, ao invés de engolir aquele maldito gozo, virei a cara gospindo, ele fechou a cara me pegando e deu um tapa na minha cara fazendo eu gritar, e ali, naquela sala no escuro, me deixou, nua e chorando, ele, alguém que nem conheço, me deixou marcada para a vida toda.


"Porque ficar perto de você me deixa louco.

E ficar longe de você me deixa louco."


Notas Finais


Obrigado por ler até aqui.


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