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História No more - jikook - Capítulo 244


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Capítulo 244 - Duzentos e quarenta e cinco - BDSM


Fanfic / Fanfiction No more - jikook - Capítulo 244 - Duzentos e quarenta e cinco - BDSM

⟹ Algumas horas depois

➵ Seoul - Coréia do Sul, 13h12min

Hoseok estava deitado em sua cama, com os pulsos e tornozelos algemados e uma venda cobrindo seus olhos, totalmente nu e esperando seu namorado. Jung estava tremendo de medo, afinal, seria a sua primeira vez sendo o submisso numa cena BDSM. Hoseok gostava da dor, mas não tinha certeza se estava pronto para ser o sub de Bailey e receber chicotadas pelo corpo.

- Está mais calmo, Hobi? - Uma voz indagou, adentrando o quarto. Uma voz firme, forte e gutural, inconfundível aos ouvidos do Jung.

- Si-Sim. - Hoseok respondeu.

Bailey pôs Hoseok de lado e abraçou-o de conchinha, tomando os lábios do Jung num beijo calmo e erótico, que no fundo possuía o amor do casal um pelo outro. O filipino acariciou a bunda do namorado com uma mão, enquanto usava a outra para segurar o rosto de Hobi e tornar o beijo um pouco menos dificultoso.

- Hum, que bunda gostosa. - Bailey disse entre os lábios do Jung. Parou de acariciar a bunda de Hobi e começou a batê-la, para deixar a marca de sua mão nas bandas do namorado.

Hobi gemeu o nome do maior entre o beijo e separou-o, ofegante. Sua bunda ardia com os tapas de May, afinal, a mão do filipino era gigante e o mesmo não tinha nenhuma preocupação em moderar os tapas. Mas era uma dor tão gostosa que o Jung cogitava a ideia de pedir mais.

- Bailey, 'tá doendo. - Hoseok disse.

Hobi não estava reclamando, seu "está doendo", era um "por favor, continue". A dor e a submissão eram um prazer que Hoseok possuía, além de ser humilhado pelo namorado. Ficara pré-estabelecido entre os dois: quando não se sentissem bem, ou quisessem parar com a cena - principalmente Hoseok -, deveriam dizer a safeword de ambos, "uniter". Hoseok também avisou de seus limites, pois caso entrasse em subspace, Bailey já saberia quando parar.

- Você acha que eu ligo para sua dor? - O filipino indagou. Hoseok choramingou, com uma cara de cachorrinho morto. - Nem adianta fazer essa cara. - Agarrou o maxilar do Jung e apertou-o com força e firmeza. - Eu não tenho pena de você, meu caro, Hoseok. Você merece apanhar muito, para aprender a deixar de ser inútil assim. - Deixou um tapa estalado no rosto do namorado. - Se senta, agora, Hoseok.

O Jung obedeceu e sentou-se na cama, Bailey May desceu da mesma e foi até o hack da televisão, onde estavam alguns brinquedos que usaria. O filipino sabia que era a primeira de Hoseok sendo Sub numa cena BDSM, e que, mesmo gostando da dor, o Jung não era um boneco que só queria dor, sangue e prazer, May tinha consciência que Hobi tinha seus limites e que não deviam ser ultrapassados. Por isso, Bailey tentaria pegar um pouco leve, sem pôr tanta pressão e humilhação e evitar que Hobi entrasse em Subspace. Voltando aos brinquedos, Bailey havia separado poucos para a primeira vez do namorado; um vibrador, um chicote de couro, um tubinho de lubrificante sabor morango e duas luvas de latex vermelhas. O filipino colocou primeiro as luvas, com dificuldade por suas mãos estarem suando bastante de nervoso. Já havia sido o dom de sua ex-namorada, mas não fora uma boa experiência, porque Shivani não gostava de BDSM, e só fora submissa para tentar reatar a relação com May.

- Bailey. - Hobi chamou, tentando se livrar das algemas que estavam ferindo seus pulsos. E como Jung gostava daquilo!

- Calado, Hoseok! - Bailey exclamou. Hobi se arrepiou por completo ao ouvir a voz tão grossa do namorado mandando-o ficar quieto com tanta firmeza. - Eu não quero ouvir sua voz, Hobi. Fique bem quietinho, se não quiser que as coisas piorem pra você e que eu enfie esse vibrador no seu cu, até sair pela sua garganta.

O Jung concordou e fechou a boquinha, esperando para ver o que o namorado iria fazer. Virou-se de barriga para cima e levantou a cabeça, tentando enxergar o que Bailey estava fazendo. O filipino pegou o chicote de couro, o vibrador, o lubrificante e foi até a cama. Deixou os sex toys e o potinho de lado e aproveitou-se do momento para apreciar Hoseok. O tanquinho do moreno - que não chegava nem perto de Bailey -, estava suado e bronzeado, o que dava tesão no filipino para lamber e beijá-lo, mas sabia que aquilo estragaria a cena, então iria guardar sua vontade para outra transa mais casual.

- De quatro. - May ordenou.

Hobi obedeceu, mesmo sendo difícil com as algemas em seus pulsos. Se colocou de quatro e empinou bem a bunda para o namorado, o que deixou sua entradinha vulnerável a qualquer coisa que Bailey quisesse fazer.

- O que você vai f-

- Calado! - Bailey exclamou, dando a primeira chicotada na bunda do garoto.

A reação de Hoseok à dor e o prazer que de repente os foram proporcionados foi gritar e enterrar o rosto nos travesseiros da cama. Não teve tempo suficiente para gemer, nem deixar seu corpo absorver a dor da chicotada, porque Bailey começou uma sessão de chicotadas na bunda e nas costas de Hobi. O Jung gemeu e tremeu sobre o colchão; a sensação das tiras de couro batendo em sua pele para rasgá-la e queimando-a aos poucos, deixando em carne viva, era algo que o coreano nunca havia sentido e estava o deixando entorpecido e querendo mais. O estímulo das chicotadas de May estavam deixando a bunda de Hoseok mais quente e sensível a qualquer toque. O Jung estava se afundando e focando muito logo nas primeiras sensações da cena, sem medo de entrar num estado de sub-space ou esquecer da safeword.

- Hum. - Um timbre saiu da garganta de Bailey, ao ver as reações prazerosas do Jung às chicotadas. - Então, você está gostando?

Hoseok não respondeu; aprofundando demais na cena e na queimação em sua pele para falar qualquer coisa. Bailey se estressou com a falta de resposta por parte do namorado e acertou-lhe um tapa na bunda, apertando-a em seguida para causar mais dor ainda em Hobi, o que foi bem aceito pelo garoto.

- Me responda. - Bailey ordenou e deu mais uma chicotada na bunda do namorado. - Você gosta disso?

- Sim, senhor. - Hoseok respondeu, não querendo estressar seu mestre.

- Claro que gosta. - Bailey reafirmou, dando de ombros. - É claro que uma puta como você, sedenta, gostaria de levar chicotadas. Qualquer um que lhe parasse na rua seria suficiente para você. Afinal, Hobi, você só quer um pau lhe arrombado, não é? Te abrindo todinho e indo bem fundo em você. Você não me engana, meu caro, é só uma vadia desesperada por pau. - Hobi gemeu, de olho fechado. Queria mais daquilo, queria ser mais humilhado daquele jeito. - Vinte 'tá bom pra você? Acho que não, né? Essa vadia sempre quer mais. Será que minha rola é suficiente pra você, putinha? Ou tem que ser maior.

- Não, ela é ótima. - Hoseok disse. Sua voz estava calma e lenta, parecia estar bêbado ou drogado.

May riu e pegou o vibrador ao seu lado na cama. Não tinha o mesmo tamanho que o pau do filipino, mas daria conta de proporcionar prazer a Hoseok mesmo não sendo parecido com o cacete do malhado. May despejou um pouco de lubrificante no brinquedo e penetrou-o na entrada de Hobi, que havia sido preparada pelos dedos de Bailey horas antes. O gemido que Hoseok entrou pelos ouvidos de May e o causaram prazer em ouvir o namorado gemendo, o que serviu como incentivo para o malhado enfiar mais do vibrador no Jung, para ouví-lo gemer mais.

- Ah, Bailey. - Hoseok resmungou, com um gemido entrecortado durante a fala. - Hmm, que porra...

- Isso vai te deixar preparado para meu pau. - May afirmou, deixando dois tapas fracos sobre a bunda de Hoseok.

Pegou o chicote novamente e volto a usá-lo para machucar a bunda de Hobi, como o namorado gostava. As tiras de couro batiam na carne do Jung e faziam um barulho extremamente excitante para os dois garotos, o que causava uma perfeita combinação: Bailey sentia mais vontade de bater no namorado e Hoseok sentia mais vontade de ser chicoteado. May realmente sabia transformar a dor em prazer e fazer Hobi esquecer de tudo em volta, como se só existesse ele, seu namorado e a cena a qual faziam.

- Minha vadia. - Bailey sussurrou, causando arrepios em Hoseok. - Agora, você vai me chupar. - Jung não entendeu nada do que o namorado dissera, estava muito distraído na cena para isso.

May subiu na cama e se moveu para ficar de frente para Hoseok, com seu pau duro bem na cara do de cabelos vermelhos. O Jung lambeu os lábios com a rola do maior bem na sua cara, mas estava tão mais concentrado no vibrador que nem notara que o namorado estava mandando lhe chupar. Precisou dar um tapa no rosto do menor para que ele acordasse e entendesse o que era para fazer.

- Mas, mestre... Não cabe na minha boca. - Jung protestou.

- É claro que cabe. - Bailey respondeu, passando a glande do pau nos lábios de Hoseok, que apenas aproveitou o gosto salgadinho. - Você só não quer porque já deve ter chupado muito pau por aí e deve estar cansado. Deve ter atingido sua cota diária. Mas, adivinha, putinha, o seu mestre, seu papai, quer essa boquinha linda mamando meu cacete, então vai, Hoseok, abre a boca e engole o meu caralho, antes que eu te coloque de quatro e enfie ele todinho no seu rabo.

Hobi obedeceu o namorado e abriu a boca para receber o pau do mesmo, ainda que duvidasse que todo aquele volume iria entrar em sua boca. Sem as mãos para conseguir apoiar-se, Hoseok engoliu todo o pau de Bailey em sua boca quentinha e molhada. Seu músculo aveludado fez carinho no mastro veiudo do moreno, que não se atrevia a gemer alto nem gritar; pressionou os lábios um no outro e puxou os fios de Hoseok, para descontar ao menos um pouco de seu prazer. Hobi se afundou no pau do namorado, até que a glande rosada batesse em sua garganta e seu queixo tocasse de relance as bolas inchadas de May.

- Ah, porra... Mm, que boca, Hoseok. - O filipino murmurou, passando a mão livre entre os fios vermelhos do Jung. - Hm, a da vadia da minha ex nem se compara a essa. Hoseo-Nmnn. - Nem terminou a frase. Gozou na boca do namorado, o afogando com sua porra. - Isso, engole tudo, putinha, eu sei que você gosta.

Hobi engoliu toda a porra de Bailey sem desafio e se afastou do pau do mesmo, o olhando com os olhinhos marejados. May não pôde aguentar com aquela carinha de cachorro morto que Hoseok fez e teve que acertar um tapa ali, de tão fofo e excitante que aquilo era para si.

- Nhgnn, você vai me foder, mestre? - O Jung indagou. Contraiu a bunda e a empinou, apenas para provocar seu namorado.

- Quieto. - Bailey respondeu.

Engatinhou até ficar atrás de Hoseok e endireitou a postura, para que ficasse com a coluna reta e tivesse uma bela visão do corpo do namorado, totalmente a sua mercê. Arrancou o vibrador de dentro do menor, tão brutalmente que o Jung chegou a gritar de dor. Mesmo que estivesse lubrificado, a velocidade com que May tirou-o de dentro de Hobi fez o brinquedinho machucar o coreano.

- Mestre.

- O que você quer?

- Mestre, vai com calma. - O Jung pediu. Se Bailey não conhecesse o namorado, iria atender aquele pedido, mas sabia que o "vai devagar", era na verdade um "me humilha e me arregaça".

- Com calma, Hoseok? Por quê? Você não gosta que vão rápido e forte? - Bailey indagou, deixando um tapa estalado na bunda maltratada do namorado. - Eu sei que você gosta de um pau bem grande, indo bem fundo e rápido em você, te abrindo todinho.

Não deu oportunidade para o menor responder, já logo meteu o pênis grande e veiudo no buraquinho apertado do mais velho. Hoseok afundou o rosto nos travesseiros para abafar seus gritos de dor e de prazer. Mesmo que tivessem transado uma vez, O Jung não estava acostumado a ter aquele volume dentro do seu rabo. Bailey o rasgava e o abria todinho. E aquilo era muito gostoso.

- Bailey.

- Bailey não. - O filipino respondeu. Durante a cena, o único nome pelo qual atendia era "mestre". - Você me chama de mestre!

- Sim, mestre. - Hoseok murmurou. Tirou o rosto dos travesseiros, olhando para frente. - Por favor, devagar.

- Você não merece que eu vá devagar. - O maior respondeu, começando a estocar o namorado. - Você merece que eu vá bem rápido e bem forte, até sangrar.

Segurou firme na cintura do menor e começou a estocá-lo o mais rápido que conseguia. O barulho do quadril de May batendo na bunda de Hoseok tomava conta do quarto, junto com os gemidos escandalosos de Hobi.

- Bailey. - O Jung gemeu entredentes. - Bailey, 'tá muito rápido. - Engasgava em cada palavra com a própria saliva.

- Cala a boca, Hoseok. - Bailey ordenou, acertando um tapa na bunda do menor. - Vai, fala que 'tá gostando. Fala que 'tá gostando de eu te fodendo, fala que 'tá gostando de ser meu passivo, Hobi.

- Eu 'tô gostando, May, eu 'tô amando. - Hoseok disse. - E-Eu, ah! Eu amo sua rola me fodendo, mestre. Nnghan, isso é muito bom.

Estava difícil até de pensar devido a força e rapidez que Bailey colocava nas estocadas. Hoseok apertou os lençóis da cama, para descontar todo o prazer que seu namorado era capa de proporcioná-lo. Era a primeira vez que sentia tanto prazer sendo passivo e submisso de alguém; nunca pensou que ia gostar de ser fodido com força e apanhar na bunda, mas Bailey sabia como deixar tudo aquilo gostoso e agora estava fazendo o menor delirar de prazer. May aumentou a velocidade quando percebeu que Hoseok estava perto de gozar, para aumentar o prazer do Jung e ouvir mais seus gritos. As estocadas eram rápidas, cruéis e prazerosas, May entrava e saía tão rápido que Hoseok podia sentir suas bolas dentro de si. Daquele jeito, iria acabar gozando precocemente.

- Mestre, eu vou gozar. - Hoseok choramingou.

- Goza bem gostoso pra mim, então. - O filipino respondeu, acertando um tapa na bunda do namorado. - Mela a cama todinha.

- Mestre, eu quero gozar, eu preciso gozar.

Bailey sorriu e segurou o pênis do mais velho, masturbando-o velozmente, já que o namorado estava incapaz de fazê-lo. O Jung, já sem voz, soltou um grito fino e quase inaudível, despejando jatos de gozo sobre a cama e os lençóis fofos. O filipino sorriu e não aguentou mais tanto tempo quando o cuzinho de Hobi esmagou seu pau ali dentro.

- Hmnhm, isso. - Bailey murmurou, gozando dentro do namorado.

- Nmhnan, Bailey... - Hoseok gemeu e desabou sobre a cama. Bailey desceu do móvel e começou a preparar os cuidados para o aftercare. - Uniter...

- A cena acabou, anjo. - Bailey disse. Foi até o namorado e deixou um beijo na testa do mesmo. - Mas vou cuidar de você, 'tá bom? - Hoseok concordou, fechando os olhinhos.

Bailey May fechou as cortinas e acionou o blackout do quarto, para deixar o lugar com o mínimo de luz e barulho possível. Pegou uma garrafa de água no frigobar e foi até o Jung, entregando o recipiente para o mesmo, mas o garoto estava tão cansado e acabado que nem conseguiu segurar a garrafa. Bailey teve que dar água na boca do namorado, enquanto acariciava os fios vermelhos.

- Você 'tá bem? - Bailey indagou, passando a mão na testa de Hoseok e a soprando, para secar o suor que havia ali.

- Sim. - Jung murmurou, calmo e aéreo. - Bailey...

- Diga, meu anjo.

- Eu quero outra. - Hoseok disse, com um biquinho nos lábios. - Me fode de novo.

- Você precisa descansar, amor. - Bailey respondeu, se colocando debaixo do edredom junto com o namorado. - Vamos dormir, meu pequeno.

- Você vai me foder quando acordarmos? - O Jung indagou, fazendo May rir.

- Durma, Hobi. - Bailey respondeu. Abraçou o namorado e deu-lhe um beijo em sua testa.

- Vai me foder amanhã?

- Hobi. - May repreendeu. - Durma.

- Hum, chato! - Hobi resmungou, se atracando como carrapato no peitoral de Bailey. - Eu te amo, Bailey.

- Eu também te amo. - Bailey respondeu. - Charmander.

- O quê?

- Seu cabelo. Você parece o charmander. - Bailey disse. - Meu charmander.

- Só seu. - Hobi sussurrou.

- Eu te amo. - May, murmurou, dando um beijinho na testa do Jung.

- Promete que nunca vai me trocar? Por ninguém.

- Prometo. - Bailey murmurou.

- Eu me apaixonei por você. - Hobi disse, fazendo carinho no peitoral de May, que tinha uma leve camada de pelos. - Você tem muitas fãs querendo você, mas eu só tenho você. Meu ex me deixou pelo meu melhor amigo, eu não tenho contato com meu filho, nem tenho amigo. Eu só tenho você, Bailey, por isso tenho medo de que você me deixe. - Se afastou. - Se só me quiser pra sexo, fale. - Encarou Bailey, sentindo que já começava a chorar. - Eu prefiro sofrer agora, do que acordar mais tarde e descobrir que você se foi. Me fale quais suas intenções comigo, porque eu não quero me machucar no amor de novo, Bailey May.

- Vem aqui, Hobi. - O filipino respondeu, puxando Hoseok para um abraço. Queria ter a confiança do namorado, queria que o mesmo soubesse que Bailey o amava e queria ser seu marido. Entendia que o Jung passara por uma experiência bem traumática no amor e entendia que o mesmo fosse frio em alguns aspectos, mas May tinha as melhores intenções do mundo com Hoseok, só faltava o Jung notar aquilo. - Escuta, anjinho, eu te amo, entendeu? Eu quero você do meu lado, não só pra sexo, mas pra todo o resto. Eu... Eu quero ser seu marido, te fazer bem e te dar tudo que quiser. Te mostrar que o amor pode te oferecer muitas coisas. Eu te amo, quero ser bom pra você, só isso.

Hoseok sorriu, abraçando o namorado de volta. Naquele abraço e naquelas palavras, o Jung pôde sentir finalmente havia achado a pessoa certa, o homem que o faria feliz. May acariciou os fios de Hoseok, até que o mesmo se acalmasse mais um pouco.

- Eu te amo, BaiBai. - Hobi murmurou.

- Eu também te amo, Hoseokie.

- Me chame de Hobi hyung. - O garoto disse, voltando a se abrigar nos braços de Bailey, com a cabeça no peitoral forte. - Eu te amo.

- Eu também te amo, Hobi hyung.

⟹ Aℓgυмαs нσrαs ∂єρσis
➵ Sєσυℓ - Cσrєiα ∂σ sυℓ, 15н19мiท


Jimin se debatia, tentando se soltar das cordas que o amarravam, no maior estilo bondage possível. Jungkook invetara de fazerem uma cena BDSM, e o mais velho aceitou, mesmo sabendo que talvez fosse se arrepender. Park estava esperando o marido, que não aparecia nunca, para começarem a cena logo de uma vez, pois as pernas de Jimin já estavam doendo de tanto ficar em pé. Jeon amarrara as cordas no corpo do Park no teto, usando manivelas, o que fazia o garoto ser obrigado a ficar de pé o tempo todo. Seu tronco e seus braços estavam amarrados para trás; no meio de suas coxas, cordas mais finas e menos apertadas estavam ligadas às amarradas no teto, além da mordaça na boca do pequeno, deixando Jimin a mercê de qualquer pessoa que entrasse no quarto. Teve que esperar mais dez minutos em pé, sozinho, até o Jeon entrar pela porta, vestindo um robe felpudo e vermelho, que havia sido um presente do marido no primeiro ano de namoro, e que Jungkook guardara com muito carinho ao longo dos anos.

- Olá, Park. - O maknae murmurou, com um sorriso sarcástico no rosto. Jimin não deixou de notar que Jungkook segurava uma chibata numa das mãos, que parecia ter sido comprada há pouco tempo.

Era semelhante a uma vara, de cabo longo, fino e rígido, com um detalhe de couro na ponta. Jimin já havia visto um daqueles, e sabia qual sua destinação: castigar submissos.

- Acho que vai gostar da minha roupa. - Jeon murmurou.

Jungkook deixou a chibata sobre a cama e retirou o robe felpudo. Jimin salivou com a visão de Jeon usando uma roupa de couro, com tiras no peitoral, formando um "X", que se encontravam no meio do peitoral do mais alto, formando um lonsago, e uma calça de couro preta, com um zíper e um volume cheio no meio. O Park quis elogiar a roupa do marido, mas a mordaça dificultava sua vida, e Jeon notou aquilo, por isso, circulou Jimin e retirou a mordaça da boca do mesmo.

- Jeon...

- Sim, Park?

- Me fode. - Jimin pediu.

- Mas já? Que apressado. - Jungkook disse. Levou as mãos até as bolas do Park e as apertou, puxando-as para baixo com brutalidade. Jimin começou a berrar de dor, mas nada que fizesse Jungkook soltar. - Lembra daquela noite que você colocou um vibrador em mim e me deixou lá por horas? Você não teve dó de mim, eu não vou ter de você.

Finalmente soltou as bolas do Park, que suspirou de alívio, porém foi por pouco tempo. Pegou a chibata e começou a acertá-la na bunda de Jimin; sabia que uma chibata não causava tanta dor num sub quanto um chicote, então aplicava bastante força, para deixar a pele do Park vermelhinha. O mais baixo estava gritando, daquele jeito agudo que Jeon não ouvia há um bom tempo. Enquanto usava uma mão para bater na bunda do marido com a chibata, Jungkook usou a outra para puxar o cabelo de Jimin para trás, com força suficiente para arrancar alguns fios.

- Jeon, 'tá doendo. - Jimin disse, mas o Jungkook pareceu não ligar e continuou a bater na bunda do Park com a chibata. - Jungkook, isso 'tá machucando.

- Você sempre pegou pesado comigo. - O Jeon afirmou, deixou a chibata de lado e agarrou o rosto do Park, virando-o para trás, para que pudesse ver bem a feição de dor de Jimin. - Hoje é o dia da minha vingança. Agora fica quieto, antes que as coisas fiquem ruins pro seu lado. Fala qual a sua safeword. - Deu um tapa na bunda do Park. - Agora.

- Mo-Moreno. - Jimin respondeu com a primeira palavra que veio à sua mente, que fora a cor de pele amorenada do marido.

- Ótimo. - Jungkook murmurou.

Jeon voltou a pegar a chibata e acertá-la na bunda do Park, que já estava muito avermelhada e com carne viva em alguns pontos aparecendo, mas isso pareceu não incomodar nem preocupar Jungkook. Afinal, Jimin não havia dito a safeword porque, no fundo, estava gostando de apanhar, estava gostando daquela dor que estava sentindo, de ser humilhado pelo próprio marido. E o Park sabia que, no momento que quisesse parar, Jeon o faria; Jungkook não queria apenas se vingar do marido e causá-lo dor, queria o dar prazer. O maknae parou de bater em Jimin repente, o que deixou o menor frustrado e querendo mais.

- Ah, merda, Jeon. - O Park resmungou. - Por que parou?

Jungkook não respondeu ao marido e jogou a chibata no chão, já não iria mais precisar dela. O garoto afrouxou de leve as cordas no corpo do Park, para que o mesmo pudesse ficar de joelhos no chão. O moreno segurou o ombro do marido e o apertou, com uma força tão grande que causou uma dor tão forte no Park que fez o rosado ficar tonto. Jeon empurrou o marido para baixo, para que o mesmo ficasse de joelhos, e Jimin já sabia para quê.

- Jungkook, você me machucou. - O Park murmurou, arfando. Olhou para seu marido, com os olhos brilhando, como se aquilo fosse fazer Jungkook ter o minímo de piedade e ganhar uma punição mais branda.

Mas na verdade, o que Jimin ganhou foi um tapa na cara, que deixou o rostinho angelical do baixinho vermelho e com a marca da mão grande Jungkook. O Park soltou um pequeno gemido, implorando mentalmente para que o Jeon fizesse aquilo de novo. Mas o moreno abriu o zíper da roupa de couro, tirando o pau duro e grande para fora. Jimin não sabia se sua boca aguentaria aquele caralho de vinte e nove centímetros - quase trinta -, mas o Park adorava chupá-lo, lambê-lo e saboreá-lo.

- Mama. - Jeon ordenou, batendo com o pau no rosto do Park.

Jimin abocanhou primeiro a glande rosa do pau do marido, succionando-a com vontade antes de engolir todo o pênis do moreno. Teve que se esforçar muito até ter todo o cacete de Jungkook em sua boca, e ainda sim, Jimin ainda formou um anel com seus dedos para masturbar o pouco que não coube em sua boquinha. Os dedos agéis do baixinho iam de cima à baixo, junto com sua boca quentinha e macia. Aquelas combinações e estímulos estavam fazendo Jungkook delirar de prazer, revirando os olhos e gemendo.

- Isso, Jimin, me chupa. - O mais novo murmurou, entre gemidos. - Hum, Jimin, você mama tão bem. - Passous os dedos entre os fios rosados. - Nhman, caralho, isso, mama o caralho do Kookie, mama. Mama pra ele ficar bem lubrificado pra eu te foder. Nnmghn, sua boca é tão boa.

Os gemidos do Jeon só davam mais vontade para Jimin continuar chupando-o com vontade, indo e vindo com a cabeça e melando todo o pau de Jungkook com sua saliva. O moreno começou a estocar a boquinha do menor, o que fazia a glande de seu pênis bater na garganta de Jimin e engasgava o pequeno. E ouvir o barulho do Park engasgando com seu pau e ver saliva escorrendo pela boca do baixinho era uma cena de excitava e muito o mais alto. Jungkook estava com muita vontade de soltar seus jatos de porra branquinha na garganta do Park, mas não iria dá-lo aquele agrado. Tirou a rola da boca do baixinho, que resmungou num tom bravo, tentando abocanhar o pau do marido novamente. Jungkook aproveitou-se da situação para irritar mais ainda o Park, passando a própria rola entre os lábios cheinhos, mas sem deixar Jimin chupá-lo, e aquilo estava tirando o Park do sério.

- Jeon, deixa eu te chupar. - O mais velho pediu, olhando para cima para que pudesse olhar nos olhos do marido. - Por favor, Jungkook, deixa eu chupar seu pau.

- Cala a boca. - Jeon respondeu, dando um tapa na cara de Jimin. - Levanta. - Ordenou, com a voz grave, apertando as cordas, o que obrigou o garoto a ficar de pé novamente.

Jungkook foi até a cama e abriu uma caixinha que havia sobre o móvel; nesta caixa, lia-se, em letras pintadas com cor dourada "sex toy's - Jikook's". Pegou as bolinhas tailandesas e um potinho para lubrificá-las e não machucar o pequeno. Circulou-o, até estar atrás do mesmo, com o brinquedo e o pote de lubrificante em cada mão. Passou um pouco do gel na entradinha do marido, sentindo-a se contrair pelo líquido gelado. Jungkook não gastou muito do gel, pois logo, logo, iria precisar dele para outros fins. Pegou as bolinhas tailandesas e foi enfiando uma por uma no cuzinho de Jimin, vendo a entrada apertada e gulosa do mesmo ir sumindo com as bolinhas.

- Isso, olha que raba gulosa. - Jungkook disse, acertando um tapa na bunda de Jimin.

- Mnhg, Jungkook... - Gemeu o menor, contraindo a bunda. - Meu cuzinho 'tá cheio.

Jeon riu, usando a cordinha para mexer as bolinhas dentro do rabinho do Park, ouvindo os gemidos baixos e manhosos do baixinho. Jimin não sabia se era apenas ilusão, mas sentia que as bolinhas eram felpudas e aumentavam ainda mais seu prazer. Jungkook soltou a cordinha e deu tapas estalados nos dois lados da bunda do marido, mordendo uma das bandas em seguida. Jimin gritou com a surpresa e a dor, querendo que Jeon fizesse aquilo de novo, ou que enfiasse sua linguinha dentro de seu rabinho faminto.

- Ouvi falar que tem dom's que socam a bunda dos sub's. - Jungkook disse, rindo. - E como eu sou um bom dom...

Nem terminou a frase, mas Jimin sabia o que passava na cabeça do marido, tanto que nem se surpreendeu quando levou um "soco" na bunda, mas mesmo assim, gemeu, impressionado com o quão gostoso aquilo era; e então, Jeon decidiu levar o Park à loucura. Voltou a morder uma das bandas da bunda farta, enquanto dava socos na outra, ouvindo os gemidos e os gritos de prazer de Jimin. Ah, estava com muita saudades de seu marido agindo bruto daquele jeito.

- Bunda gostosa. - Jungkook afirmou, dando uma última mordida na bunda do marido, dessa vez bem mais forte que todas as outras, o que fez Jimin soltar um grito mais alto e mais fino que os anteriores. - Você está gritando muito alto. Acho que merece um castigo.

Jungkook levantou-se e voltou até a cama para pegar um brinquedo pelo qual tinha um carinho bem grande: seu chicote de couro legítimo, com tiras de couro preto e detalhes de metal, que já proporcionaram muito prazer ao casal. O Park lambeu os lábios quando viu o chicote, já sabendo que lhe aguardava e para que Jeon usaria aquilo. O moreno se aproximou de Jimin e, sem nenhum aviso prévio ou algo do tipo, começou a dar-lhe chicotadas fortes no abdômen. Aquele chicote realmente machucava, e com poucos golpes, já estava deixando o dorso do Park em carne viva, do jeitinho que os dois garotos gostavam, principalmente Jimin: adorava o metal gelado e o couro quente batendo em seu corpo e criando um contraste de dor e prazer, frio e calor.

- Seu amiguinho também merece uma punição. - Jeon afirmou, chicoteando o pênis do marido, porém com menos força e com mais cautela.

- Anghnm, Jungkookie, ah, como isso é bom. - Seu instinto o fazia ir para trás, mas Park queria bem mais daquilo. - Ai, caralho, isso é delicioso.

- 'Tá vendo como você é uma puta? - O Jeon indagou, voltando a chicotear o peitoral e o dorso de Jimin. - Se excita com dor, que sujo. - Foi aumentando a força das chicotadas a cada palavra que saía de sua boca, consequentemente, os gemidos de Jimin também aumentavam.

Jungkook parou quando viu que o dorso e abdômen do Park estavam muito avermelhados e machucados, com um pouco da pele descascando. Agora era hora de foder Jimin, como o Jeon estava com saudades de fazer. Foi para trás do Park, para arrombá-lo por completo, mas antes: segurou a corda das bolinhas tailandesas e, lentamente, as puxou para fora do corpo de Jimin, ouvindo o mesmo urrar de prazer a cada bolinha que saía de seu rabinho, que já estava pronto e ansiando por algo bem maior e do qual sentia saudades. Jungkook fez questão de lubrificar bem seu pau antes de entrar em Jimin e matar sua vontade de foder aquele buraquinho quente e apertado.

- A-Arh, Jeon, eu senti muita falta disso. - Jimin afirmou, com um sorriso no rosto. Jungkook já estava todo dentro de si, só faltava começa a se mover. - Vai, se mexe, me deixa todo abertinho.

Jungkook riu, tão devasso que Jimin até desconfiou que aquele pudesse ser Namjoon disfarçado de Jeon, começando com as estocadas brutas no Park. O mais velho arregalou os olhos e os revirou, de tanto prazer que sentia, enquanto o Jeon focava em devorar aquela bunda. Gemia baixo, rente ao ouvido do marido, apenas para enloquecê-lo mais ainda e tirar sua sanidade de vez - que já não era muita.

- Gosta quando eu gemo no seu ouvido, gosta? - Jeon indagou, abraçando a cintura de Jimin para ir cada vez mais rápido e forte.

O Park não conseguia responder, se engasgava com a própria saliva toda vez que tentava balbuciar algo. Só conseguia gemer e pedir por mais, para que o maior fosse mais forte e mais rápido, e é claro que Jungkook atendeu o pedido de seu marido, indo mais fundo e forte dentro do baixinho. Jimin estava perto de gozar, assim como Jeon, e sabia que não iria se aguentar por tanto tempo, então decidiu também começar a se mover, indo para frente e para trás, se auto-estocando, enquanto Jungkook fazia sua parte. Estava tudo muito gostoso para os dois, e ficou mais ainda quando Jeon encontrou a próstata de Jimin e fez o baixinho gozar, com um grito alto e deleitoso, ao tempo em que o moreno ejaculava dentro do menor com um urro de prazer.


- Gostou? - Jungkook indagou, dando um tapa na bunda de Jimin.

- Sim, muito. - Park respondeu, exausto.

Jungkook foi rápido em soltar Jimin do bondage, nem se deu ao trabalho de guardar as cordas, só as jogou no canto do quarto e levou seu pequeno para a cama, para que o mesmo tivesse seu devido descanso. Deitou o baixinho na cama, e pôde ver o quanto o garoto estava machucado e exausto da transa.

- Desculpa qualquer coisa. - Jungkook murmurou, passando a mão no rosto de Jimin. Deitou ao lado do marido, para abraçá-lo.

- Eu gostei. - Jimin afirmou, arrancando um sorriso do maior.

- Que bom, porque vamos repetir. - O Jeon disse, dando tapinhas no peitoral do marido, que riu.

- Certo, mas agora 'tô exausto. - Jimin afirmou, deitando a cabeça no peitoral do Jeon. - Eu te amo, Jeon.

- Também te amo, babyboy.


Notas Finais


fiquem em casa, lavem as mãos, usem alcool em gel, maratonem No More. Vamo deitar esse coronavírus na porrada. Valeu, galera, amo vocês, até o próximo ❤✌🏻


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