História No mundo de Harry Potter - Capítulo 22


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Categorias Harry Potter
Tags Harry Potter, Hogwarts
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Palavras 1.926
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá leitores!

Olha a super atrasada aqui de novo!


Galera esse capítulo era para ser maior, porém eu tive que postar só a metade, pois o resto eu achei que não estava bom, havia um parte da história que depois da revisão, pensei que não tinha nada a ver e poderia melhorar. Bom acredito que o próximo capítulo seja bem maior e ainda tem história para rolar nesses dias na casa dos Weasleys, que eu acho que estará tudo no próximo capítulo.

Capítulo 22 - Fim da noite de Natal


Fanfic / Fanfiction No mundo de Harry Potter - Capítulo 22 - Fim da noite de Natal

- Dançamos ao som dessa música quando tínhamos dezoito anos! – exclamou a Sra. Weasley, enxugando os olhos no seu tricô. – Você se lembra, Arthur?

- Hum? – respondeu o Sr. Weasley, que estivera cochilando enquanto descascava uma tangerina. – Ah, sim... Uma canção maravilhosa... – com esforço, ele se sentou mais aprumado e olhou para Harry, que estava ao seu lado. – Desculpe isso aí – disse ele, indicando com a cabeça o rádio no qual a cantora favorita da Sra. Weasley; Celestina, desatava a entoar o refrão. – Já vai terminar.

- Não se preocupe. – respondeu Harry sorrindo. – O senhor tem tido muito trabalho no Ministério?

- Muito! Eu não me incomodaria se estivéssemos obtendo algum resultado, mas nas três prisões que fizemos nos últimos dois meses, dúvido que algum dos suspeitos fosse um autêntico Comensal da Morte. – no momento o Sr. Weasley estava subitamente bem mais acordado.

- Mas já soltaram o Lalau Shunpike, não? – perguntou Harry.

- Receio que não. Sei que Dumbledore tentou apelar diretamente para Scrimgeour no caso do Lalau... Quero dizer, qualquer um que de fato tenha entrevistado o garoto concorda que ele é tão Comensal da Morte quanto a esta tangerina... Mas os figurões querem passar a imagem de que estamos fazendo progressos, e “três prisões” parecem melhor do que “três prisões equivocadas seguidas de solturas”... Mas, tudo isso é ultrassecreto...

- Não direi nada. – Harry hesitou um momento, enquanto organizava seus pensamentos.

Quando terminou a conversa entre Harry e o Sr. Weasley, fez-se silêncio, exceto pela cantoria de Celestina. Harry observava o anjo que tinham colocado naquela tarde no alto da árvore de natal. Fred, Jorge, Harry e Rony eram os únicos que sabiam que o anjo era na realidade, um gnomo de jardim que mordera o calcanhar de Fred quando ele arrancava cenouras para a ceia de Natal.

Já estava de noite e a Sra. Weasley continuava com o rádio ligado, Celestina Warbeck começou uma balada intitulada “Seu feitiço arrancou meu coração” enquanto Molly cantarolava junto e preparava a mesa do jantar.

Fred puxou Emily no meio da sala para dançar, ele segurou as mãos da garota e começou a bailar pela sala de um modo engraçado. Emily de inicio foi meio que “forçada” depois bufou e começou a rir da palhaçada do amigo. Celestina terminou a canção com uma nota muito longa e aguda, e ouviram-se estrondosos aplausos no rádio aos quais a Sra. Weasley fez um coro entusiasmado.

- Terrminô? – perguntou Fleur em voz alta. – Grraças a Dês q’ cois horrrosa...

 

- Vamos tomar mais uma para encerrar? – ofereceu o Sr. Weasley também em voz alta, levantando-se, ligeiro. – Quem aceita uma gemada?

- Que é que você tem feito ultimamente? – Harry perguntou a Lupin, enquanto o Sr. Weasley se encarregava de apanhar a gemada.

- Tenho vivido entre companheiros, meus iguais – respondeu Lupin. – Lobisomens – acrescentou ao ver o olhar de incompreensão de Harry. – Quase todos estão do lado de Voldemort. Dumbledore queria um espião e eu estava ali... Pronto. – sua voz pareceu um pouco amargurada, e talvez ele percebesse, porque sorriu mais calorosamente ao continuar. – Não estou me queixando, é um trabalho necessário, e quem melhor do que eu para executá-lo? Agora nesses dias de férias da escola consigo fazer isso com mais tempo, mas tem sido difícil ganhar a confiança deles. Trago comigo sinais inconfundíveis de que tentei viver entre os bruxos, entende, enquanto eles evitaram a sociedade normal e vivem na marginalidade, roubando e por vezes matando, para comer.

- E por que eles gostam de Voldemort? – questionou Harry.

- Acham que, sob o domínio dele, terão uma vida melhor – respondeu Lupin. – É difícil argumentar com o Greyback lá fora...

- Quem é Greyback? – perguntou mais uma vez um Harry interessado.

- Você nunca ouviu falar? – as mãos de Lupin se fecharam convulsivamente no colo. – Fenrir Lobo Greyback talvez seja o lobisomem mais selvagem que existe hoje. Encara como missão de sua vida, morder e contaminar o maior número possível de pessoas; quer criar um número suficiente de lobisomens para superar os bruxos. Voldemort lhe prometeu vítimas como pagamento pelos seus serviços. Greyback se especializa em crianças... Morde enquanto ainda são pequenas. – Lupin fez uma pausa, e então continuou: – Foi Greyback quem me mordeu.

- Quê?! – exclamou Harry, perplexo. – Você quer dizer, quando você era criança?

- É! Meu pai o ofendeu. Durante muito tempo eu não soube a identidade do lobisomem que tinha me atacado; cheguei a sentir pena dele, achando que não pudera se controlar, já sabendo, então, o que a pessoa sentia quando se transformava. Mas Greyback não é assim. Na lua cheia, ele se coloca a curta distância da vítima para garantir que esteja bem próximo para atacar. Planeja cada detalhe e é esse homem que Voldemort está usando para liderar os lobisomens. Não posso fingir que a argumentação que adoto esteja dando resultado contra a insistência de Greyback de que os lobisomens merecem sangue, que devem se vingar de quem é normal.

- Mas você é normal! – exclamou Harry com veemência. – Só tem um... Um problema...

- Às vezes você me lembra muito o Tiago. – Lupin caiu na gargalhada. – Quando havia pessoas por perto, ele dizia que eu tinha um “probleminha peludo”. Muita gente pensava que eu tinha um coelhinho malcomportado. – Lupin aceitou um copo de gemada do sr. Weasley, agradecendo, e pareceu um pouco mais alegre.

Harry sentiu uma onda de excitação: a menção do pai.

- Sabe...  Harry eu não sei se isso vai se prolongar, mas creio que ainda vou ter que ficar nesse trabalho que Dumbledore mandou. Então não sei se estarei comandando as aulas quando elas iniciarem.

- Eu espero que esteja! – exclamou o garoto – Você é o melhor professor de defesa que eu já tive.

Lupin apenas sorriu para o garoto, se levantou e passou a mão nos cabelos de Harry os bagunçando ainda mais.

 

 

 

Após o jantar e da despedida dos convidados que ficaram até a noite, todos ajudaram de alguma forma a organizar a mesa e a cozinha.

- Ganhamos bons presentes este ano! – mencionou Jorge, sentando – se com Fred no sofá da sala.

- Eu acho que tem gente que nos superou, ganhando um presente chique e caro! – riu Fred, sentado ao lado do irmão.

- Quem?  – perguntou Rony, que já estava sentando em um dos sofás comendo o último cupcake que sobrara.

- Ah! – Gina revirou os olhos. – Emily! É que eu contei a eles de quem era o último presente em baixo da árvore e também o que era. ­– contou um pouco rápido e séria – Se não... Eles não iriam mais parar de encher o meu saco.

- Então... O que ela ganhou? – perguntou um Rony muito curioso.

- O grande bobão orgulhosão, jogador da Corvinal... Jonathan Jones. – Fred deu uma engrossada na voz ao mencionar o nome de Jones, como se ele estivesse anunciando a entrada de um rei. – Deu a ela um Caldeirão.

- E daí? – questionou Rony entendiado, não vendo novidade nenhuma em alguém ganhar um caldeirão. – Ele já deu vários presentes a ela, um caldeirão não é grande coisa.

- Mas foi um caldeirão de cobre Francês. Coisa chique meu caro. – contou Jorge.

- Foi um bom presente. – Gina estava sentada no braço da poltrona em que Rony estava.

- E o que tem de tão grandioso nisso? – Rony comentou sem animação se acomodando no sofá.

- É algo caro, importado... Bom, é uma peça muito bonita... E... – Gina foi interrompida.

- Ele é rico! – comentou Jorge. – Um dos motivos que vive de nariz empinado.

- Além de muitas garotas ficarem no pé dele, ser capitão do time de quadribol... Entre outros motivos que deixa ele; nariz empinado; como disse o Jorge. – Gina apontou para o irmão – Ah! Orgulhoso, antipático e entre outros defeitos. Mas... É um rapaz bonito, e também inteligen... – Gina foi interrompida novamente.

- Deixa o Dino ouvir isso. – disse Fred, e Rony e Jorge riram.

- Nossa! Como vocês são babacas! Vocês acham que eu iria querer algo com ele... Nunca! – falou a garota com desprezo.

- Mas a Emily talvez queira... – falou Fred piscando em tom de zoeira.

- Emily é muito inteligente ao nível de entender o quão idiota é o Jones. – comentou Rony.

- Bom... Isso é verdade! – concordou Gina – Mas o fato é que... Que menina não iria querer um presente bacana daqueles. – ela disse um pouco alto.

- Eu não iria querer... ­– Harry chegou à sala e se sentou – Absolutamente NADA daquele cara! – todos ficaram encarando Harry – Se eu fosse uma garota.

- Ele é um nojo! –  complementou Rony.

- Você chegou a ver o presente que ele deu a Emily, né? – perguntou Fred a Harry.

- Não! O que foi que ele deu a ela? – Harry tentou demonstrar que não estava curioso no seu tom de voz e os gêmeos contaram a Harry sobre o presente.

- Sabe o que ela deveria fazer... Pegar aquele caldeirão e enfiar na cabeça dele e fazer com que ele ficasse entalado para sempre. – Fred fez piada tentando imitar Jones com a cabeça entalada no caldeirão e todos riram.

- Qual é a graça? – perguntou Hermione se sentando ao lado de Harry. – e os gêmeos contaram sobre entalar o caldeirão na cabeça de Jones. – Quanta violência! – exclamou a garota.

- Sinceramente Hermione. – Rony ergueu os olhos para cima e bufou.

- Por acaso você se esqueceu do último jogo? – Harry olhou sério para a amiga que estava ao seu lado. – Ele é ridículo, Hermione.

- Claro que não! Eu não esqueci, Harry! – exclamou a garota erguendo suas sobrancelhas – Francamente Harry... – Hermione ponderou – Ah... Harry, você o acha ridículo somente por causa do jogo?

- Sempre o achei... E também por causa do jogo né! – Harry bufou. – Por que?

- Nada. – respondeu a garota.

- Jones detesta o Harry – comentou Rony.

 

 

 

- Quem detesta o Harry? – cheguei na sala naquele momento.

- Seu amigo! – falou um Harry sereno e sem olhar para Emily.

- Que amigo? – perguntei me sentando no braço do sofá ao lado de Hermione.

- Seu amigo, que quer ser, mais que seu amigo. – respondeu um Jorge risonho.

- Jonathan? – mencionei o nome dele sem pensar muito e sem querer, afinal não era um assunto que eu desejava falar, só queria deixar para lá, mas eu e a minha boca.

- Reconheceu bem, na parte: "da pessoa querer ser mais que amigo." – falou Harry soltando uma risada estranha.

- Não... Eu só... – tentei explicar, sem saber o que explicar. Na verdade era óbvio para mim que eu não tinha nenhum sentimento amoroso pelo Jones e a gente nem era tão amigo assim, quer dizer... Pelo menos não da minha parte. Achei que era óbvio para eles também. Só que não houve explicação, pois nessa hora a Senhora Weasley interrompeu falando sobre o nosso natal.

Hermione se levantou e fez um aceno para que Harry a seguisse, apontando também seu dedo (tentando disfarçar o máximo), em direção a Rony para Harry o chamasse também. Eles seguiram Hermione até o quarto do Rony, chegando lá Hermione fechou a porta e encarou os meninos com um ar de ansiedade.

- E então... Vamos chama-la para a nossa reunião? – questionou Hermione. Harry e Rony se entreolharam e concordaram com um aceno.  – Ótimo... Se ela concordar, nós nos reunimos depois com Gina, Fred e Jorge para contar sobre a volta da AD.  E depois... Em Hogwarts com o resto do pessoal. – disse uma Hermione animada.

- Eu vou lá chamar ela. – falou Rony, mas Hermione não deixou dizendo que ela mesma iria buscar Emily. 


Notas Finais


Heey leitores, agradeceria muito se vocês pudessem comentar e deixar a sua opinião, que é MUITO importante!

Aproveitem e me contem; Qual é a sua cena favorita ou capítulo de toda a história até agora?
Estou curiosa para saber!






Até o próximo capítulo! - ♥


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