História No One Like You - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Magcon
Personagens Nate Maloley, Personagens Originais
Tags Drogas, Omaha Squad
Visualizações 19
Palavras 1.241
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi oi :)
Desculpem pela demora, mas estive de férias e fiquei bastante desmotivada porque o último capítulo só teve um comentário :(
Mas, enfim, espero que gostem <3

Capítulo 4 - Capítulo 4


Fanfic / Fanfiction No One Like You - Capítulo 4 - Capítulo 4

No dia seguinte, eu estava na escola outra vez. As mesmas aulas secantes e as mesmas  caras emburradas. A única coisa que me salvava eram os meus amigos. Eles sim, tornavam o meu dia mais feliz.

Bem, pelo menos até eu encontrar o Nate pelo corredor.

― Podias ver por onde andas ― disse assim que ele esbarrou no meu ombro.

― Poder podia, mas é divertido ver-te irritada ― ele sorriu e foi-se embora. Revirei os olhos e continuei o meu caminho até ao meu cacifo. Tirei de lá o livro de Biologia, que seria a última aula do dia. Depois disso, eu estava livre deste inferno que é chamado de escola.

Dirigi-me até à sala em que seria a aula e assim que entrei vi Gilinsky. Fui até ele.

― Ei, Gilinsky, posso sentar-me ao teu lado? ― perguntei assim que cheguei à mesa em que ele estava sentado.

― Claro, pequena ― ele tirou a mochila da cadeira ao seu lado e eu sentei-me e dei-lhe um beijo na bochecha. ― Como vais?

― Vou bem ― sorri. ― Gilinsky, lembras-te daquele dia em que me ligaste a perguntar se eu queria ir ao cinema e, supostamente, o Nate estava com vocês na tua casa? ― Gilinsky assentiu brevemente com a cabeça. ― Sabes onde ele foi?

― Não, mas eu também gostava de saber. Todos os dias, ele desaparece. Ninguém sabe onde ele vai  ou o que está a fazer. É simplesmente um mistério.

Esta história estava a ficar cada vez mais estranha.

 

*

 

Eu estava finalmente em casa. Assim que atirei a chave para cima do móvel que estava ao pé da entrada, andei até ao sofá e atirei-me para cima dele. Eu estava realmente cansada, a escola tinha esse efeito em mim. Quando já estava quase a dormir, ouvi uma porta a abrir-se e a fechar-se logo de seguida, depois ouvi passos. Abri os olhos rapidamente, e vi Nate a ir para a porta de casa. Como quem não queria a coisa, deitei-me no sofá novamente e fechei os olhos. Depois de ele ter fechado a porta, esperei durante poucos segundos e levantei-me finalmente. Peguei nas chaves e saí de casa, sem nem me importar de trancar a porta.

Ocorreu-me ligar para a Sophie, só que descartei essa ideia. Eu sabia que ela ia dizer que era perigoso, e para além disso, já era tarde de mais. Desci as escadas para não correr o risco de o encontrar no elevador, e quando saí do prédio, já ele ia a metade da rua.

Segui-o por todo o caminho, que por sinal era o mesmo que ele tinha feito ontem, mas a meio ele olhou para trás como se soubesse que estava a ser seguido e eu tive que me esconder por trás de um poste enorme. Claro que todas as pessoas ficaram a olhar, já que o meu ato tinha sido repentino, mas nem me importei, o meu objetivo era descobrir o que o Nate andava a fazer.

Bem, confirmava-se, ele tinha ido ao mesmo sítio que ontem. Agora, só precisava de saber o que ele andava a fazer. Sorrateiramente, espreitei pela esquina do beco. Por todo o lado viam-se pessoas a fumar. Fiquei perplexa quando vi Nate a enrolar um papel em erva. Fiquei tão perplexa que deixei de estar escondida na esquina do beco para estar em frente de toda a gente, sem saber o que fazer. Quando Nate tirou o olhar do seu cigarro para olhar para onde todos estavam a olhar, ele ficou com a cara vermelha, não de vergonha, mas sim de raiva. Bruscamente, ele levantou-se e veio até mim. O seu rosto estava contorcido numa careta de raiva, e quando ele pegou no meu braço e me puxou para fora do beco, força foi usada da sua parte. Eu debati-me porque ele estava a aleijar-me, mas de nada serviu, já que ele tinha muita mais força que eu.

— O quê que tu estás aqui a fazer? — Nate perguntou. O seu rosto ainda estava vermelho, mas pelo menos já não tinha aquela careta de raiva horrível.

— Isso pergunto-te eu, Nate! Onde tinhas a cabeça? Fazes ideia do quê que o meu pai e a tua mãe vão fazer se descobrem? Fazes ideia do quê que te acontece se és apanhado?

— Morgan, pelo amor de Deus, não me dês um sermão. Não tens direito nenhum de o fazer. Tu nem és minha irmã e, da última vez que verifiquei, tu odeias-me. Está calada e deixa-me em paz.

— Tens razão, eu não sou tua irmã e odeio-te, mas não odeio o meu pai nem a Kate. Tens noção do que eles vão sentir quando souberem? — eu dizia tudo praticamente a gritar, sem me importar que toda a gente estivesse a olhar e a cochichar.

— Eles nunca vão saber. Pelo menos, não se tu não contares.

— Queres saber? Faz o quiseres. Tu sabes as consequências de fumar erva, e sabes o que vai acontecer se os nossos pais descobrirem. Estou-me nas tintas para ti. Tu é que vais acabar mal, não sou eu — depois de dizer isto, virei-lhe as costas.

 

*

 

Semanas tinham-se passado desde que eu tinha descoberto o que o Nate andava a fazer. A nossa relação estava ainda pior, e eu não me importava com isso. A minha única preocupação era a desilusão que o meu pai e a Kate vão apanhar quando descobrirem o que o Nate anda a fazer.

Era sexta-feira e já era bastante tarde. Já até tinha passado a hora do jantar, e nada do Nate aparecer. É claro que a Kate e o meu pai estavam preocupados com ele e não paravam de lhe ligar. Farta de os ver preocupados com uma pessoa que não lhes ligava nada, decidi falar.

— Querem que o vá buscar? Eu acho que sei onde é que ele está.

— Sabes? — Kate parecia surpresa. — Vai la, querida, vai lá. Queres que eu vá contigo?

— Não, não é preciso, Kate. Obrigada.

Peguei nas chaves, no meu telemóvel e num casaco. As noites em Omaha eram sempre u bocadinho frias.

Andei o caminho todo até ao beco. Cheguei lá e não me intimidei com os homens que estavam lá, passei direta por eles e avistei Nate quase que instantaneamente. Fui até ele decididamente.

— Nate, anda — o fumo estava a fazer-me confusão, mas eu queria mesmo levá-lo para casa, então resisti à minha vontade de vomitar.

— Eu não vou — ele disse meio grogue.

— Deixa de ser teimoso, Nate! A tua mãe está preocupadíssima contigo, por isso é bom que venhas comigo, agora! — eu estava quase para puxá-lo pelo braço como se ele fosse um bebé birrento quando ele falou.

— Fazemos assim — ele disse calmamente, não sabia exatamente se era o efeito da erva ou se ele estava a fazer de propósito. — Se tu deres uma tragada, eu vou. Se não, eu fico — ele sorriu maldoso e o meu queixo quase que foi parar ao chão. Ele não podia estar a falar a sério!

— Nate, eu não tenho paciência nem tempo para os teus joguinhos. Vamos!

— Eu já te disse. Ou fumas, ou eu não vou.

Eu não acredito que ele estava a fazer os seus joguinhos doentios comigo.

Nate estendeu-me o seu baseado e eu, relutantemente, peguei-o.

Afinal, ia ser uma tragada, não é? Que mal podia fazer? Não é como se eu fosse ficar viciada.

No entanto, foi aí que eu me enganei.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado :) e desculpem qualquer errinho, não revisei o capítulo 😝
E, por favor, não se esqueçam de comentar, é importante para mim saber a vossa opinião <3
Beijos <3


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