História No Promises - Shawn Mendes - Capítulo 4


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Categorias Shawn Mendes
Personagens Shawn Mendes
Tags Camila Cabello, Shawn Mendes
Visualizações 138
Palavras 1.828
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


ESSA FOTO É TÃO AAAAA ME BJ
Pordoem o capítulo meio grande, mas o Shawn aparece lá em baixo ❤
A música que toca na balada é Sugar, do Robin Schulz (se quiserem ouvir durante a cena, é recomendável)

Capítulo 4 - Four - You Look Like an Angel


Fanfic / Fanfiction No Promises - Shawn Mendes - Capítulo 4 - Four - You Look Like an Angel

Faziam exatos quatro dias desde o jogo. Quatro dias desde que esbarrei com Shawn Mendes no estádio. E quatro dias que eu não sabia o que fazer com aquele número de telefone.     

Subi os pequenos degraus da casa e toquei a campainha. Uma garota de cabelos ruivos abriu a porta.     

— Pensei que você não ia chegar!

Anne sequer esperou que eu dissesse algo, me agarrou pelo pulso e me puxou casa adentro.     

— Mas o que…?     

Ela parou quando chegamos na sala. Taylor estava jogado no sofá, assistindo algo na TV. Caleb, Josh e Claire estavam sentados no chão conversando.     

— Olha só quem chegou! — o sotaque era irreconhecível. Me virei e vi o sorriso de Peter.     

— O que esse francês arregão tá fazendo aqui? — Eu brinquei. — O que todos vocês estão fazendo aqui?     

— Não tive tempo de avisar que a galera viria pra cá. Foi mal. — Anne me guiou até o centro da sala. — Tenho uma novidade! — ela disse empolgada.     

Fui dar um abraço em Peter.     

— Ah, ela vai contar de novo. — Claire bufou.     

— Oh, Sam, Aaron me chamou pra sair. — Taylor fez uma voz aguda imitando Anne. 

— Vai se foder, Taylor. — ela o xingou e me olhou esperando uma resposta.     

Eu fiquei inexpressiva. Esperei 3 segundos e então falei.     

— Uau.     

— Qual é, ninguém se importa com isso? — Anne levantou as mãos e deixou-as cair.     

— Não. — respondemos em coro. Ela revirou os olhos sentou no tapete.     

— O que espera que a gente fale?     

— Ah, vamos parabenizá-la. Nossa amiga saiu da seca. — Suzan falou pela primeira vez, tirando a atenção do notebook. Nós rimos.     

— Falou a garota que pega o bairro inteiro. — Josh tossiu.     

— Garanto que já beijei mais do que você.     

— Me prova, então. — ele inclinou a cabeça para o lado com um sorriso malicioso. 

— Uhhh. — maliciei também.     

— Eu topo beijar até o Peter, Josh. Menos você.     

Peter ergueu os braços, confuso. Todos soltaram uma gargalhada.     

— Não fique assim, Peter. Qualquer garota de Toronto ficaria louca por você. — Taylor brincou.     

— É, quem resiste a um francês gato como esse?     

— Elas se derreteriam imaginando você sussurrando em seus ouvidos. — Eu me aproximei de sua orelha — Ceci, ceci, mon amour. — sussurrei, fazendo-o ficar vermelho. Rimos mais uma vez.     

— Eu odeio todos vocês.     

Eu adorava os meus amigos. Estar com eles me desligava do mundo e de todos o problemas que eu poderia ter. Conheci uma parte deles no ensino médio e, felizmente, nós nos encontrávamos até hoje. O resto, como Peter, Suzan e Caleb, conhecemos em algumas das festas que frequentávamos. Passamos os resto da tarde e o começo da noite conversando e rindo, enquanto ouvíamos música. Foi um ótimo momento para me distrair, mas, vez ou outra, a voz de Mendes começava a cantar na TV. Duas vezes, pra ser exata. Me peguei concentrada em seu clipe e imaginei que, talvez, ele fosse algum louco. Em seu lugar, eu jamais confiaria meu número a qualquer pessoa. O que significava que ele tinha confiado em mim para isso. Mas por quê?     

— Aí. — chamei Anne — O que você faria se… você conhecesse uma celebridade e ela te desse o número do celular?     

Anne pensou.     

— Eu tentaria ligar. Ou venderia o número para o maior preço. Depende.     

Eu ri. Falar a ela não adiantaria muita coisa.     

— Por quê?     

— Só me veio à mente. — eu disse, pegando a lata de refrigerante ao meu lado e tomando um gole. Senti um gosto ácido na minha boca — Merda, Caleb! — Fiz uma careta — Quando vai parar de fazer isso?     

— Quando os pais da Anne deixarem trazer bebida. — ele piscou.     

Fui até a cozinha procurar algo para tirar o gosto daquela coisa horrível. Peguei uma garrafa de suco de laranja na geladeira e vasculhei os armários procurando por algo salgado. Depois de procurar muito, finalmente, um pacote de Cheetos. Então, antes de voltar para a sala, coloquei os salgados em uma vasilha e joguei o pacote no lixo.     

O lixo.     

Puxei o pedaço de papel com o número do bolso e o rasguei em pedacinhos, jogando-os lá dentro. Fim da dor de cabeça. Eu acho.

— Ei, gente. — Suzan pigarreou quando voltei — Vai ter uma festa hoje naquela boate. 

— Hoje? Mas é quinta.     

— É. É quinta.     

Nós nos entreolhamos.     

— Faz um tempo que não vamos a uma festa juntos, não é? 

— Claire sorriu de canto.     

— Eu topo. — Peter falou.     

— Eu topo.     

— Eu também.     

Um a um, todos foram topando, até que sobrou apenas eu. Eles me olharam esperando a resposta.     

— Tudo bem. — levantei as mãos — Eu vou.        

Então nos levantamos e corremos para nossas casas. Literalmente, eu corri. Parei um pouco quando estava perto de casa, para não parecer ofegante.       

— Cheguei, pai. — acenei espontaneamente para ele e subi para o quarto de Steve.     

— Preciso que me dê cobertura.     

(...)     

— Tem certeza que não tá curto demais?     

— Sam, pela última vez. — Claire respirou fundo — Está ótimo.     

— Espero que essa noite valha o pulo que eu dei do telhado para o chão.     

Saí do carro puxando a barra do short para baixo. Eu odiava Anne por me forçar a usar roupas que eu não gosto, mas ela insistia em dizer que eu só usava calça.

Dava-se para ouvir o som lá de fora. E quando entramos no local eu me surpreendi. O espaço era enorme, a estrutura era impecável. Já havia visitado várias boates em Toronto, mas aquela parecia nova pra mim. 

Josh foi chamado por uma garota assim que entrou.     

— Vamos. — Claire puxou a mim e a Anne. — Preciso das pilhas pra me mexer.     

Fomos em direção ao bar. Anne ia buscando por algo no meio das pessoas.     

— Procurando o peixe? — falei alto por causa do som.     

— Eu já peguei um — ela apontou para mim e Claire — Hoje é com vocês.     

Fiz uma careta, comprimindo os lábios. Claire colocou um copo em minha mão.     

— Hoje vai ser só eu e… eu. — olhei para o líquido no recipiente, ainda com uma careta. 

— Só um gole.     

— Não.     

— Anda, vai. — ela levou minha mão até minha boca e me fez beber. Um gole enorme. Tossi, colocando o copo em sua mão de novo.     

E ela bebeu tudo de uma vez. Engoliu a bebida e nos arrastou para o meio da festa — o lugar onde nada fazia sentido. As luzes piscavam e se moviam incessantes, uma música um pouco lenta tocava. E então o toque da nossa música favorita começou. 

Olhei para Claire, que olhou para Anne, que olhou para Suzan. De onde ela havia saído?     

Não importava. Senti um arrepio percorrer o meu corpo. Agora que a festa começava. Começamos a cantar e fazer movimentos sensuais ao ritmo da batida.             

 She got cherry lips Angel eyes 

She knows exactly how to tantalize 

She’s out to get you, danger by design 

Cold blooded vixen, she don’t compromise 

She’s something mystical in colored lights 

So far from typical, but take my advice 

Before you play with fire, do think twice 

And if you get burned, don’t be surprised 

 Diminuímos o ritmo e fomos descendo devagar, passando as mãos pelas laterais do corpo. 

 Got me lifted, drifted higher than the ceiling 

And ooh baby it’s the ultimate feeling 

You've got me lifted feeling so gifted 

Sugar, how you get so fly? 

Então pulamos descontroladamente, sem nos importar com quem estava ao lado. Éramos só nós ali.           

Sugar, how you get so fly?

Continuamos dançando feito loucas por pelo menos mais seis músicas, até que meu corpo implorasse por um banho de gelo. Meus cabelos estavam grudando na testa. 

— Vou tomar um ar. — falei alto e fui no bar pegar uma água, logo me dirigindo para fora do salão.     

Senti o vento roçar na minha pele e quase me deitei ali, na grama mesmo. Maldito seja meu sedentarismo.     

— Ei, docinho. — um garoto desconhecido me abordou quando eu já ia beber a água. — Bela performance.     

— Vaza daqui. — respondi ríspida. Ele se aproximou mais, e eu dei um passo para trás.     

— Se fazendo de difícil? — sua mão segurou o meu queixo.     

— Sai daqui, eu não tô afim. — afastei seus dedos do meu rosto.     

— Ah, qual é… — ele estava prestes a segurar minha cintura, quando alguém o interrompeu.     

— Ela pediu pra sair, rapaz.     

O garoto levantou a cabeça para olhá-lo no rosto, e saiu quase instantaneamente. Eu o fitei. Shawn estava com uma camisa tropical desabotoada até o peito, os cabelos meio encaracolados bagunçados. Parecia um anjo. 

— Não precisa agradecer. — sorriu sem mostrar os dentes. Suas bochechas tinham um tom levemente avermelhado, assim como os lábios.     

— Obrigada. — foi a única coisa que consegui dizer.     

— Você está bem?     

— Ah, tô, eu só… — enxuguei o suor da testa. Droga, eu devia estar horrível — Vim tomar um ar.     

Shawn olhou pro chão e chutou a grama devagar, com um pequeno sorriso no rosto.     

— Pensei que você ia ligar.     

— E eu ia. Só não sabia quando… — lembrei do papel — Na verdade tinha quase certeza de que você já tinha esquecido. — falei baixinho. Shawn franziu o cenho e me olhou nos olhos.     

— Qual seu nome mesmo? — perguntou. Eu comprimi os lábios em reprovação e ele riu. — É claro que não esqueci, Jones. Eu tenho uma dívida com você.     

— E eu vou cobrar juros. — falei, sorrindo.     

— Que tipo de juros?     

— Hum. — espremi os olhos, pensando — Você que escolhe.     

Ele sorriu de canto.     

— Certo.     

O vento soprou mais uma vez e trouxe consigo o perfume do Shawn. Ele estava cheiroso.     

— Dessa vez você escolheu uma boa blusa. — ele passou os dedos pela gola da minha camisa, endireitando-a — A propósito, você dança muito bem.     

Xinguei por dentro. Ele sabia que eu ia corar. Senti meu rosto ficar quente e o enterrei nas mãos. Ele tinha visto tudo.     

Shawn riu, parecia estar se divertindo.

— Não tem graça.     

— Shawn! — alguém o chamou e acenou para ele.     

— Ok. — ele voltou os olhos para os meus e colocou as mãos em meus ombros. — Que tal amanhã? Às oito?     

Seu olhar parecia me hipnotizar.     

— Tudo bem. — ergui a garrafa de água. — Às oito.     

— Ah! — ele tirou o celular do bolso e me entregou — Vou precisar saber onde você mora.       

Anotei meu número e devolvi o aparelho. Então ele depositou um beijo rápido em minha bochecha e correu, deixando apenas eu e a minha garrafa de água.                                                                                             


Notas Finais


SE EU FOSSE A MTV TINHA DADO PRO SHAWN UM QUINTO PRÊMIO CHAMADO "SÓ PQ VOCÊ EXISTE MSM, SEU MARAVILHOSO"
TÔ TÃO ORGULHOSA <333

Será que o Shawn é um anjo mesmo?


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