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História No seu próprio tempo. - Capítulo 7


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Capítulo 7 - Capítulo Sete.


Fanfic / Fanfiction No seu próprio tempo. - Capítulo 7 - Capítulo Sete.

 O mundo estava preto. Onde quer que olhe, não bastava de vários quilômetros de chão e céu negros, como se não tivesse fim. Aquilo era um sonho, mas não parecia ser um. O som de passos que Karah dava ecoavam ao redor dela. Estava quase perdendo a esperança, quando de repente uma criança passa entre suas pernas. 

A garotinha ria enquanto corria. Seus cabelos com um tom acinzentado escuro balançavam no ar. O cenário em sua volta vai mudando numa velocidade tranquila e mostra uma pequena trilha de pedra cercada por uma grama baixa e árvores espalhadas, como um grande quintal de uma casa no campo.

Ela consegue sentir outra presença passando por suas pernas e quando olha, consegue reparar que era outra garotinha. Possuia longos cabelos ruivos não tão escuros, usava um vestido marrom até o joelho e corria atrás da primeira menina. As duas brincavam alegremente. 

— Você nunca irá me pegar! 

A voz daquela garota ecoava em seus ouvidos. Por algum momento, aquela voz soou familiar. Não se contentou e olhou ao redor. Karah ficara assustada por se lembrar daquele cenário. 

Os grandes portões dividindo exatamente o que era o lado de fora e o lado de dentro. O clima meio sombrio, o céu sempre cinza com bastantes nuvens, o ar pesado e forte que vazia os cabelos flutuarem. Aquele era um cenário onde ela conhecia muito bem.

No final da trilha havia uma enorme construção. Parecia extremamente assustadora por causa das cores escuras que eram suas paredes. E em frente a porta principal estava uma mulher que usava de roupa o mesmo vestido marrom. Seu rosto não possuia uma expressão, e Karah a reconheceu na hora. Aquela era a Madre Olívia, a dona do orfanato Sorelle Josephine D'alessandro Boinyer.

Não deixou de olhar para aquelas duas crianças novamente, em que brincavam como se nada de ruim estivesse acontecendo. Ela finalmente se lembrou quem era aquela garota de cabelos cinza-escuro. E uma lágrima escorreu sobre sua bochecha. 

— Aisha... — Fala quase num sussurro.

A menina para de correr e olha em direção a ela. Seus olhos da cor mais escura do azul a fitaram por alguns segundos. Com uma tentativa de alcançá-la, Karah estende os braços, mesmo sabendo que era uma atitude em vão. O mundo em sua volta estava se quebrando, como cacos de vidro. E a única coisa que aquela menina fez, foi:

— Eu senti sua falta, Karah — Coloca os braços para trás e solta um lindo sorriso. 

Ela acordou num pulo. Sua pele suava frio. Seu corpo tremia e estava disfórica. Os batimentos cardíacos batiam a mil e começava a se sentir com frio. Sua respiração estava pesada, sua visão embaçada por causa das lágrimas que escorriam sem nem mesmo querer. Com isso, ela sente dois braços a abraçando gentilmente.

— Karah — Fala em seu ouvido. — Está tudo bem, eu estou aqui.

Ela sabia exatamente quem era e começou a se acalmar aos poucos. Mashx em nenhum momento a soltou sem ter certeza que ela estava totalmente calma. Ele a entrega uma xícara com chá quente e coloca um cobertor em suas costas. 

Enquanto bebia o líquido, não deixou de olhar em volta e perceber que estavam na Ala Médica. Fitou Mashx que a encarava desde o começo e estava sentado em uma cadeira na sua frente.

— Que horas são? — Pergunta ela.

— São uma da tarde — Responde com um suspiro no final. — Você me assustou muito, Karah. Eu jurava que você não acordaria mais.

Ela o observava sem expressão.

— "Não acordaria mais"? — Repete.

Mashx balança a cabeça se levantando.

— Você dormiu durante três dias após desmaiar.

Aquilo a fez arregalar os olhos e piscar umas três vezes. Ele não podia estar falando sério. Karah jurava que não se passara quase nem trinta minutos desde quando fechou os olhos. De repente começou a sentir uma dor aguda na cintura e olhou por de baixo da camisa. Havia alguns pontos e uma linha que fechava o seu ferimento.

— Eu tive que fazer uma cirurgia de última hora — Diz passando as mãos sobre os cabelos. — Ou eu fazia, ou via você sangrar até morrer. 

"Morrer?", perguntou para si mesma. 

— Sim, eu tinha falado para você não havia perfurado nenhum órgão, mas parece que eu estava enganado... — Fala a encarando. — Você esteve sangrando internamente todo aquele tempo sem nem mesmo saber ou sentir dor. Eu realmente... peço desculpas — Desvia o olhar para baixo. — Quando reparei isso, eu... me senti horrível. Você poderia ter morrido, e tudo seria por minha causa. 

— Sim — Comento com um sorriso. — Você tem razão.

Uma expressão de surpresa aparece em seu rosto com o comentário.

— Mas, pelo o que percebi, foi você que me salvou também — Coloca a xícara na estante ao lado da maca. — Então não se desculpe, Mashx.

Quando o olha nos olhos quase leva um susto ao ver eles cheios d'água. Não deixou de soltar um riso sobre aquilo. 

— Oh, por favor, não chore pai. 

E foi aí que Mashx realmente chorou. Karah fez um sinal para ele se aproximar e o abraçou, esquecendo-se de seu machucado por um grande momento. Só o afastou quando ele parou de chorar.

Nesse momento, Fellip entra na Ala Médica com um belo chute na porta. Foi quase icônico, se ele não tivesse destruído a porta, é claro.

— Karah! — Gritou ele com lágrimas nos olhos. — Quantas vezes eu já te disse para parar de me dar esses sustos?! — Tenta respirar, mas seu nariz estava entupido por causa do choro.

Ela apenas fez um cafuné em seu cabelo e sorriu lindamente.

— Me desculpe, Fellip — Fala. — Juro que não queria que isso tivesse acontecido.

"É, com toda a certeza que eu queria passar por uma cirurgia", pensou.

— Onde está o Louis? — Pergunta Karah, tentando mudar de assunto.

— Ele saiu de viagem já faz algumas horas — Comenta Fellip. — Se fosse pelo agendamento que tinha marcado para reunião com a Elite, ele já tinha partido faz três dias. Mas, como você ficou mal de repente, ele se recusou a ir até que estivesse "boa". 

— Entendo.

Aquilo foi tudo o que ela disse. Louis nunca marcou uma reunião com os líderes superiores do exército — a Elite. E meio que já sabia o que ele iria falar sobre. 

Karah tinha seus olhos distantes, mas sorria com o melhor sorriso que tinha. Se você a olhasse por bastante tempo, logo percebia que algo estava errado e que, na verdade, aquele sorriso era um tanto triste e solitário, como se escondesse realmente as suas emoções e mostrasse apenas um lado meigo para não preocupar as pessoas. 

E era exatamente isso o que ela estava fazendo no momento. Se ela tivesse a possibilidade de escolher o seu sonho anterior entre morrer milhares de vezes ou se lembrar da Aisha... era claro que escolheria morrer milhares de vezes. Mashx de algum modo conseguiu reparar isso e se levantou.

— Fellip — Ele o chama. — Poderia, por favor, ir buscar para mim uma azaléia? Precisarei de uma para o remédio da Karah. Elas estão do outro lado do Acampamento.

— Ah, claro. Estou indo agora.

Ela observou Fellip saindo pela a porta quebrada e a fechando. Foi engraçado, pois o pedaço de madeira restante que era para ser a porta encostou no nada e voltou a ficar aberta. E com isso o silêncio voltou a ficar no ambiente da Ala Médica. Mashx fez um movimento e se sentou ao lado dela.

— Sério isso? — Não deixou de segurar o riso. — Super que você vai usar uma flor tóxica para o meu remédio, a não ser que me queira morta. Algo que provavelmente você gostaria de fazer quando sabe que me meto em encrenca, mas acaba não fazendo.

Mashx também ri.

— Eu tinha que tirá-lo daqui por um tempo, então foi tudo o que consegui pensar. Ainda bem que ele não sabe sobre a flor — Cruza os braços. — Então, o que houve?

— Incrível que tenha reparado — Comenta suspirando.

— Você pensa que eu sou quem? — Levanta a sobrancelhas, inconformado.

Ela ri da situação, mas isso soa bastante triste.  

— Eu tive um sonho... — Olha para cima. O teto branco que tanto conhecia. — Com uma antiga amiga.

Mashx a encarava em silêncio. Karah respira fundo e abaixa o olhar, o fitando nos olhos. 

— Infelizmente não teve um final feliz — Abre um sorriso e coloca uma mão sobre o peito, e a aperta como se estrangulasse o seu coração. — Acho que você deve ter visto o rumor naquela época... da garota que fora decapitada e encontrada perto de um orfanato.

Aquilo foi como um choque. Mashx não conseguiu se conter e arregalou os olhos.

— Ela se chamava Aisha Alexander — Diz fechando os olhos.

— Alexander? — Pergunta. — Então ela era...

— Não, ela não era minha irmã — Explica Karah. — Mas cuidava de mim como se eu fosse e me deu o seu sobrenome, pois não havia registros de como cheguei lá ou se eu tive ou tinha uma família. Sabe, ela era uma ótima menina... — Dá uma pausa. — E foi uma das melhores pessoas naquele lugar. 

O olhar dela era vazio, estava perdido num limbo. Não mostrava expressão enquanto contava a história. E parecia que fazia de propósito, para não mostrar seus verdadeiros sentimentos.

— Esse é um trauma que ficará preso dentro de mim para sempre — Volta a falar. — Pois eu vi a cena toda.

Mashx que ouvia tudo sem falar nada e sentia toda a tristeza daquelas palavras quase desabou na última frase. Sua mão tremia e pedia mentalmente para que a "cena" que ela se referia não fosse o que pensou.

— Essa cena... — Fala sem pensar. E no mesmo momento se arrependeu de ter abrido a boca.

— Sim — Ela concorda, como se soubesse dos pensamentos dele. — Eu a vi sendo morta. Foi como um aviso de: se não nos obedecer, acabará igual a ela. E bem, eu havia esquecido disso tudo, pois já se passou um belo tempo que isso aconteceu — Com um pulo, ela saiu da cama e fica em pé. — Apenas tive o azar de recordar disso — Ela fecha o puxo e dá uma batidinha em sua cabeça, sorrindo após uma risasa rápida.

Antes que pudesse falar alguma coisa, Fellip chega segurando quase um buquê de flores azaléia.

— Bem vindo de volta, Fellip — Fala ela alegremente. 

— Eu trouxe o bastante? — Pergunta super sério. — Afinal, você vai usar isso no remédio da Karah, certo? Certifique-se de usar todas para ela melhorar logo.

Karah e Mashx se entreolham por alguns segundos e depois racham de rir. 

— Ué.



Eram quatro da tarde do outro dia. Karah tivera permissão para sair do Acampamento e ir a feira no centro da cidade. O seu objetivo era comprar a comida para o jantar de noite, onde ela mesma fez questão de preparar. Fellip a acompanhava, pois Giovani se recusava deixar ela sair sozinha novamente. 

Ela já tinha comprado quase tudo para fazer o curry quando parou na frente de uma tenda. E a reconhecia muito bem.

— Olha, olha — Fala uma voz feminina. — O que vemos aqui? 

Karah sorriu para a mulher em sua frente.

— Olá, senhorita — Cumprimenta. 

— Olá, minha querida soldada — Retribui o sorriso e o cumprimento. — Vejo que está bem melhor que aquele dia. Jurava que você tinha morrido, pois nunca mais a vi por essas bandas. 

As duas riem. E ela se recorda de uma coisa. Pega em seu bolso dois lífins de prata e os arremessa para a moça, que os pega rapidamente.

— O que seria isso? — Pergunta. — Oras, me recuso a aceitar. Já lhe disse que aquelas maçãs eram por conta da casa.  

— Oras, e me recuso a aceitar que eu receba aquelas maçãs de graça — Responde. 

A moça levanta uma sobrancelha e abre mais ainda o sorriso, como se adorasse a conversa. 

— Eu gosto de ti, soldada — Confessou ela. — Como se chama?

— Sou Karah, e por favor, não precisa me chamar de soldada. 

— Oras — Coloca os braços na cintura. E acaba rindo alto do nada, pois se lembrou da maneira em como a garota ruiva em sua frente a tivera imitado. — Mas é claro que devo te chamar de soldada, você é uma militar. 

Aquilo a deixou desconfortável, mas não demonstrou. Ela acabara esquecendo que todos a viam como uma garota da Casta E, e por causa disso, tinham que usar as nomenclaturas "soldada" ou "militar". 

— Mas é sério, senhorita — Diz. — Por favor, chame-me só de Karah, é mais que o suficiente. Soldada soa um pouco... autoritário demais. 

— Hum — Pisca devagar. — Então me chame só de Nayla, sem a "senhorita".   

Karah sorri contente para Nayla. 

— Como desejar — Fala num tom engraçado. — Você poderia me entregar algumas maçãs, Nayla? — Faz uma careta.

— Claro — Começa a pegar algumas maçãs numa posição ridícula. — Aqui estão, Karah querida.

As duas riem e Karah pega a saco de maçãs. 

— Ah — Para de brincar e se recorda da situação da garota. — Certeza que pode carregar? Você já está com bastante coisas — Se refere aos outros sacos que estavam ao lado dela, no chão. 

— Não se preocupe — Faz um sinal com as mãos que está tudo bem. — Tenho alguém que carregará eles para mim — Aponta para o Fellip que estava em outra barraca, conversando com um garoto e com uma cara um tanto feliz demais. 

— Ele parece ocupado... — Comenta com um tom irônico.

De repente bate um arrependimento daquela cena nela. "Você só pensa em paquerar, Fellip?", pensou ela balançando a cabeça.

— Bem, eu vou indo — Vira para ir em direção a ele.

Mas quando Karah faz isso, ela acaba não percebendo que tinha alguém ao seu lado e as duas se esbarram. Não foi um contato muito bruto, mas a pessoa estava prestes a cair de costas. Antes que pudesse pensar, Karah a pegou a tempo pela cintura e reparou que era uma garota. 

— Está tudo bem? — Pergunta muito preocupada. 

A menina usava uma capa comprida preta com um capuz que cobria sua cabeça. A garota meio que solta um gemido bem baixo de dor com o movimento inesperado e olha para cima. Aquele momento foi como se passasse em câmera lenta. Os olhos azuis da garota se encontraram com os dela e as duas se encaravam por um belo tempo, bastantes surpresas. 

— Ah — Arregala os olhos e repara a situação. — Me desculpe — Solta o seu braço da cintura dela. — Espero que não tenha se machucado.

A garota não disse nada e continuava a encarar nos olhos. Karah por um momento se esqueceu do mundo e olhou cada detalhe daquela menina. Seus cabelos eram loiros quase num tom dourado e longos, seus olhos eram o azul mais escuro que ela já vira, usava um vestido rosa claro bastante bonito com babados na saia e nas mangas compridas e a capa a cobria por inteiro, impossibilitando de a ver por trás e o capuz escondia sua cabeça e cabelos. 

Era mais baixa que ela e aparentava ser bastante delicada. E quando a segurou, reparou que era bem magra e leve, o que explicou o modo de como quase caiu de costas para o chão. Karah só voltou ao mundo normal quando ouviu seu nome sendo chamado por Fellip. 

— Ei, Karah — A chama colocando uma mão sobre seu ombro. — Está na hora de ir.

— Ah, sim, claro — Pisca devagar. — Até mais — Fala sorrindo para a menina loira.

Ela foi a primeira a desviar o olhar da longa encarada. Fellip pega quase todos os sacos do chão e começa a andar. Ela faz o mesmo, mas só com um saco e anda ao seu lado, deixando a garota para trás. 

E no caminho, adivinhem qual foi o assunto? Exatamente, do garoto que aparentemente Fellip "paquerava". Mas não demorou muito para os dois chegarem no Acampamento. Todos descansavam sentados em volta da Cantina por causa da missão que tiveram que cumprir. 

Karah ficou sabendo da missão por causa de Fellip. Ele contara que Sage liderava a tropa dessa vez e ela fez uma careta ao ouvir isso. A missão era recuperar as terras da cidade de Sanya, do estado de Stoubia. O nobre responsável por cuidar dessa parte do reino de Élbonia aparentemente desapareceu. E com isso, foi a oportunidade perfeita para os piratas tomarem as terras. Não houve perdas de soldados, e a missão foi um sucesso. E já conseguiram que outro nobre cuidasse da parte oeste do reino. 

Ela simplesmente não disse nada, mas ficou um pouco orgulhosa dos garotos por conseguirem recuperar as terras, pelo menos ganhariam um pouco de crédito dos outros Acampamentos Militares. Fellip e ela se dirigem para a cozinha e preparam o jantar para todos. Louis chegaria de viagem naquela noite e ela queria o surpreender com alguma coisa. 

No final, todos comeram mais que o esperado. Houve bastantes elogios sobre a comida, uma coisa que a deixou bem surpresa. E após todos se saciarem, eles se dirigiram para o banheiro para tomarem banho e depois irem dormir. Karah estivera lavando a louça enquanto Fellip a secava, ambos conversando sobre coisas aleatórias para passarem o tempo.

— Não imaginaria que eles conseguiram fazer tudo isso e voltar no mesmo dia — Fala ela, ainda sobre o assunto da missão dos garotos. 

— Pois é — Concorda Fellip. — Se Louis tivesse ido e liderado a tropa, provavelmente levaria questão de dois a três dias. Você sabe que ele gosta de planejar tudo.

— Sim, e por causa disso, tudo dá certo. O Sage deve ter partido para o ataque logo que viu os piratas — Comenta finalizando de lavar o último prato. 

— É... — Fellip encara o nada por um tempo.

Karah o observa em silêncio. Depois sorri para ele.

— Ei, pode ir tomar descansar — Fala pegando o pano da mão dele. — Deixa que eu termino tudo aqui. Você já me ajudou demais por hoje, e agradeço muitíssimo. 

— Mas...

— Nada de 'mas' — Empurra ele pelas costas até a entrada da cozinha. — Apenas vá.

Ele pensou sobre a situação e no final acabou fazendo o que ela mandou. Karah soltou um suspiro e virou-se para a terminar de secar a louça. O ambiente estava silencioso. E estava sozinha e longe de todo mundo. Aproveitou para pensar sobre algumas coisas, como a rotina planejada para amanhã — Giovani sempre colocava num mural na Central a agenda da semana de todos do Acampamento.

— Terei que treinar luta corpo a corpo novamente... — Falou pra si mesma. — E depois manejo de espadas, e tiro de arco e flecha... — Solta um suspiro desanimador.

De repente, ela escuta um barulho suspeito atrás dela. Na sua frente, havia uma faca e alguns copos. Sua expressão ficou séria e respirava devagar. Até que uma mão a tocou no ombro e foi nesse momento que ela reagiu. Pegou o braço daquela pessoa e posicionou uma perna para trás, fazendo a pessoa perder o equilíbrio e a arremessou para frente, prendendo-a sobre o chão.


Notas Finais


Olá, meus caros leitores.
.Primeiro, venho agradecer de coração a todos que acompanham minha estória. Isso me deixa muito feliz, realmente, mesmo que não passe de um "texto" que não considero tão bom assim... mas, muito obrigada mesmo por ler até aqui. Você não faz idéia de como isso me anima a escrever mais e como me deixa feliz.
.Segundo, ultimamente estou postando vários "combos" de capítulos por semana. Não sei se é por causa da ansiedade que tenho por postar ou se é por ver a opinião de vocês. Bem, farei isso sempre que ter capítulos suficientes guardados :3
.Terceiro, não sei se conseguiram reparar, mas no início desse capítulo há uma imagem que era para ser um mapa - juro que tentei o máximo para deixá-lo bonitinho, rs, mas o que vale é a intenção - do universo onde a Karah vive. Espero que com isso, vocês tenham mais facilidade para imaginar os países, os estados e as cidades. E realmente, é exatamente assim que eu imagino onde eles vivem.

~Obrigada novamente por lerem até aqui, e até o próximo capítulo! <3
•Obs: pretendo futuralmente deixar aqui nas notas como que os nomes das personagens são pronunciados e seus nomes completos, hihi.


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