História No Tiene Nombre - Capítulo 10


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Categorias MasterChef Brasil
Personagens Ana Paula Padrão, Paola Carosella, Personagens Originais
Tags Ana Paula Padrão, Mastercef Brasil, Pana, Paola Carosella
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Palavras 2.964
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, querida amiga de Cláudia. Não posso mais usar esse bordão maravilhoso pois Ana Paula saiu da diretoria de Cláudia.
Estou triste
Muito triste
Não há lugar mais frio no Rio que o meu quarto. rs

Eu realmente não sei o que vocês esperam para esse capítulo. De verdade, eu não sei. A única coisa que posso dizer aqui é que eu espero que vocês gostem. E que não ponham fé na ideia de que essa história será algo longo, pois não será.

Era só isso, Enjoy. Vejo vocês nas notas finais.

Capítulo 10 - Sementes.


Você alguma vez já sentiu o peso de palavras não ditas, palavras pensadas e palavras trocadas? Bom, algumas pesam na cabeça, outras na garganta, não fisicamente, é claro. Mas todas pesam em seu coração. 

 

Papai sabe que infelizmente não herdei 100% de sua praticidade e sua racionalidade, embora tenha aprendido muito cedo a não sofrer para sempre por um mesmo motivo. Meu lado emocional é completamente de mamãe. 

 

Durante a adolescencia é verdade que achamos que somos completamente independentes. Achamos que nada no mundo é capaz de nos parar e por isso muitas vezes quebramos a cara. Eu passei por essa fase com louvor e dei muito trabalho para mamãe, até mais do que para papai, pois ela apesar de dar muitas broncas, me acobertava. Acho que de todos os clichês da adolescencia e inicio de juventude, não cometi o único que me traria arrependimento até hoje se o fizesse; Jurar ódio por Dona Shirley. Apesar de meio rebelde, resposta na ponta da língua e impaciencia com ela. Isso seria cruel, e eu nunca fui uma pessoa cruel, nem nunca quis ser. Sempre tive essa coisa de peso de palavras, não sei onde exatamente isso se tornou um hábito, mas sei que desde sempre mamãe estava comigo e afagava meus cabelos me permitindo chorar. 

 

Eu fui muito chorona quando era novinha, até os dez. Por muitos motivos, por precisar por cinco anos brincar sozinha e me sentir solitária, por ser tímida, pequena e problemática e por isso sofrer bullying, e por ultimo, manha. Crianças não precisam necessariamente ser mimadas para serem manhosas e meus pais nunca me mimaram. Só me tratavam extremamente bem, mas nada que me transformasse em uma criança insuportável. Depois de uma idade mais avançada, mas que ainda me permitia caber nos braços de dona Shirley, passei a aliviar minhas frustrações mudas nos braços acolhedores e protetores de minha mãe que muito mal questionava pois sabia. Se sua primogenita estava chorando, era algo realmente importante, meu gênio sempre foi forte demais.

 

Agora, com vinte e sete anos, depois de um pequeno porre tomado por conselho de meu pai, ligo para mamãe para que ela venha me visitar depois de muito pensar sobre isso. É claro que o conselho de meu pai sobre olhar as coisas com um olhar menos pesado me ajudou, mas ainda assim não me tirou o medo. Um medo que eu nem sabia que existia mas a mente humana é tão estranha que te faz se sentir paranoica com suas proprias palavras. Com o passar das horas, dias, eu pude entender um pouco da minha confusão. E entendendo minha confusão, encontrei uma pequena resposta para o meu medo. Tenho medo de que  por mais independente que eu tenha me tornado, por mais adulta, tenho medo de parecer infantil, tenho medo de não saber o que quero para mim no sentido pessoal, pois sei que no profissional estou no caminho certo. A prova disso foi não saber o que exatamente queria ouvir de Paola, muito menos o que dizer. Minha mãe se pudesse teria  vindo correndo. 

 

Quando ela chegou, busquei-a no aeroporto e nós aproveitamos nosso tempo. Conversamos sobre papai, Brasilia, meus irmãos que quase nunca vejo, e eu sei que ela via nos meus olhos minha pequena confusão. Ela sempre via, coisa de mãe.

 

Depois de instalada em minha casa ela não queria mais sair para nenhum outro lugar, então cozinhamos e nos alimentamos, quando fomos para a sala ela se deparou com muitas fotografias. Algumas minhas com papai, outras minhas com ela. Minhas com meus irmãos, minhas com ela e papai. Minhas com Guta e minhas com... com Paola. 

 

-- Olha, a moça do restaurante! - Mamãe disse e eu sorri, lembrava do dia em que ela e Guta me arrastaram pela cidade. As coisas entre nós mudaram da água para o vinho, agora parecemos cautelosas demais em relação ao tratamento que nos damos, como se pisássemos em ovos e isso é feito de forma inconsciente de ambas as partes nossa amizade não caiu no limbo, mas é como se tivessemos medo de fazer algo que pudesse nos afastar. Ou nos aproximar ainda mais. Tudo se tornou diferente, e ao mesmo tempo permanece igual. 

 

Contei para mamãe que Guta quem tinha se aproximado de Paola primeiro, contei que nos tornamos grandes amigas e que frquentavamos uma a casa da outra, que conheci sua mãe - o que a deixou meio enciumada. Quando percebi, tinha falado mais de Paola do que de todos os outros assuntos que conversamos antes. E minha mãe paciente, ouvia. Disse a ela que ligaria para as meninas para que viessem visitá-la e que talvez conseguiria até marcar algo com Irma, ela gostou da ideia apesar de não dar o braço a torcer, orgulhosa! 

 

 

Já na hora de dormir, mamãe estava deitada, tinha acabado de desligar um telefonema de Brasilia, mesmo depois da pequena crise que seu casamento sofreu, dava para sentir o amor que ela e meu pai sentiam um pelo outro. 

 

-- Acredita que seu pai discutiu com Fausto Jr? Porque seu irmão estava jogando com ele e uns amigos, e ele jura que viu seu irmão trapacear. - Minha mãe conta o acontecido rindo, eu dou um sorriso murcho. Lembro do motivo real de tê-la trazido aqui. Seu colo.

 

-- Ah, minha menina, o que houve? - Perguntou preocupada enquanto esperava que eu deitasse ao seu lado. Me deitei e logo tratei de me aninhar em seus braços. 

 

-- Ah, mamãe, é apenas cansaço. - Respondi baixinho. a voz tremeu e eu puxei o ar pelo nariz, aproveitando para inalar aquele cheiro de conforto e paz que só minha mãezinha tem.

 

-- E esse cansaço te fez me ligar e sair de Brasilia às pressas? - Balancei a cabeça em positivo, escondendo meu rosto. Quase trinta anos e ainda consigo me esquentar no colo de minha mãe, bem como dizem; Os filhos não deixarão nunca de ser os bebês para as mães. Minha mãe afagou meus cabelos como quem nina uma criança e sorriu. -- Você me diria se estivesse com problemas, não é? 

 

-- Claro que diria, mamãe. Eu só... não acho que isso seja um problema. - Respondi em um fio de voz, e ela ficou em silêncio, disposta a me ouvir e então desabei. No choro e nas palavras. Nas palavras e no choro. Nos dois de uma só vez, e mamãe com seus olhos de quem entende - não de maneira falsa, que finge entender. Mas de pessoa com compreensão além da capacidade de um ser humano normal. Com uma empatia que me conforta, me encarou, encorajando-me a dizer tudo o que sinto, tudo o que penso. Disse tanto que já não tenho mais o que dizer e as palavras desaparecem do meu vocabulário. Tentei não tocar no assunto com Paola, mas não consegui, e ela assim como eu parece não entender o que está acontecendo, mas disposta a apenas me acalmar, me escondeu em seus braços, beijou minha testa e me embalou como quem nina um bebê. Não é exatamente isso que sou, um bebê? O eterno bebê de Dona Shirley? 

 

 

[...] 

 

No dia seguinte, acordei sem a companhia de minha mãe ao meu lado, mas me sentia ainda mais leve. Talvez eu estivesse precisando de um colo materno no fim das contas.  Os ruídos pela minha casa eram levemente altos, me rendi a curiosidade e me levantei. Ao chegar na sala me deparei com Guta e Paola conversando animadamente com minha mãe. Como se tivesse sigo pega fazendo alguma arte quando criança, meu corpo gelou e fiquei estática. O que essas três andaram conversando enquanto ainda dormia? Calma, Ana... Não seja paranoica!

 

-- Ela é realmente encantadora, filha.- Sorri nervosa, ainda paralisada onde estava. Elas continuavam me olhando.

 

-- Eu lembro da sua mãe, Ana. Do dia do restaurante... Ela é incrível - acenei com a cabeça olhando para elas duas. Seus rostos não me diziam nada alarmante, por isso dirigi meu olhar ao de Guta e... Ah-ha! Ela tinha uma expressão meio divertida, meio como quem quisesse falar algo. 

 

-- Hãm... Podem me emprestar a Guta por alguns minutos? Eu preciso resolver umas coisas de trabalho com ela. Fiquem a vontade e... Sei lá... conversem ou.... Já voltamos. - A rigidez do meu corpo podia facilmente denunciar o quão nervosa eu estava apenas por pensar sobre o que elas poderiam ter conversado. Virei de costas e refiz o caminho para o meu quarto com minha amiga me seguindo de imediato, ao entrar lá, Guta fechou a porta.

 

-- O quanto estou encrencada? - Pergunto de cara, ela se jogou na minha cama e suspirou olhando para o teto.

 

-- Dona Shirley nos encheu de perguntas. Paola não desconfiou de nenhuma. Eu não estava desconfiada, até ela perguntar se você estava interessada em alguém, ou se alguém tinha algum interesse em você, se caso fosse de nosso conhecimento. 

 

Eu tenho certeza que empalideci profundamente. Eu entendo perfeitamente que a intenção de mamãe não era me constranger, mas perguntar para a pessoa que beijei se existe alguém com interesse em mim é um pouco demais.

 

-- E qual foi a resposta? - Sério, Ana Paula? Desde quando a resposta te interessa tanto assim? 

 

-- Bom, nós dissemos que não estávamos sabendo de nada. E então ela disse que não gosta de te ver sozinha. Paola disse que você não está só e que tem nossa companhia. Talvez ela não seja tão boba, não deu muito a entender o que aconteceu entre vocês. Imagino que sua mãe já saiba... - Passei as mãos nos cabelos buscando clarear as ideias mas de nada me adiantou, óbvio que se houvesse uma oportunidade mamãe ainda que sutilmente tocaria neste assunto. Meus olhos se fixaram aos de minha amiga que sorriu. -- Quando liguei hoje cedo, ela quem atendeu, então avisei que estavamos vindo para ca. Ah, olha. Poderia ter sido muito pior. Ela podia ter dito por exemplo que sabia do beijo que trocaram. Mas ela não fez isso... até agora.

 

Meus olhos quase saltaram das órbitas por imaginar minha mãe falando com Paola sobre o ocorrido, saí do quarto com pressa deixando para trás Guta que ria, provavelmente com a minha desgraça.

 

[...]

 

 

Minha mãe gostou tanto de Paola que lhe convidou para sair, me arrastando junto e Guta por tabela. Enquanto eu penteava meus cabelos após o banho, coberta apenas com o roupão quando Guta entrou no quarto.

 

-- Hm.. Posso sentir o perfume do lado de fora! Preparada para sair com a namoradinha e sua mãe?  Primeiro passeio em família e eu testemunharei. Estou animada. - Como ela pode ser tão insuportável e eu tão imbecil por continuar sua amiga?

 

-- Você por acaso bateu com a cabeça, Maria Augusta? - Perguntei enquanto saía da frente do espelho e fui para meu guarda roupas, a procura de alguma roupa. 

 

-- O que você vai vestir? - Ignorou minha pergunta e jogou seus olhos curiosos para dentro do guarda roupas como se já estivesse escolhendo por mim. 

 

-- Se você ficar falando na minha cabeça, nunca vou conseguir pensar no que vestir. - Peguei um blazer claro e uma camisa social de mangas,  uma saia lapis e Guta veio em minha direção apressada.

 

-- Não, mil vezes não. Se você é minha amiga e me ama, você não vai se vestir assim para sair com a gente. Que tal esse? - Disse pegando um vestido vermelho com um devote em V discreto que não usava há muito tempo. -- Você fica tão linda com ele, e nós estamos saindo para curtir esse dia maravilhoso. - Neguei com a cabeça e ela continuou a insistir, até que cedi aos seus caprichos. Pedi que ela ao menos me desse privacidade para me vestir e ela deu. Coloquei o maldito vestido, me calcei e saí. Ao pisar na sala, o silêncio se instaurou no lugar, três pares de olhos me encarando como se houvesse algo de errado... ou de muito certo. 

 

-- Ah, a minha menina é tão linda. Quanto tempo não te vejo vestida assim! - Minha mãe completamente babona foi a primeira a se pronunciar, Guta sorriu se gabando de que ela tinha conseguido me fazer usar aquele vestido e Paola não disse nada, mas seus olhos passearam pelo meu corpo por alguns segundos.

 

-- Ok... Estamos todas prontas? - Perguntei fugindo e muita bajulação, as três confirmaram. -- Então vamos.

 

 

Sair com minha mãe requeria muita paciencia porque por mais que já tivessesmos passado muitas vezes pelo Teatro Municipal de São Paulo, ela sempre ia agir como se nunca o tivesse visto em sua vida pessoalmente, o que era um pouco engraçado e também constrangedor. Preciso dizer que nunca andamos tanto por essa cidade como hoje, passeamos por alguns bairros, mostramos alguns pontos turísticos para Dona Shirley. Guta trouxe sua polaroid para registrar alguns momentos. Me pergunto se minha mãe e elas tinham combinado esse passeio sem que eu soubesse e todo aquele convite fora mera encenação. Almoçamos fora e depois fomos ao Ibirapuera. Enquanto minha mãe e Guta conversavam com Paola, fui andando na frente por alguns minutos, me permitindo apenas... viver o momento, até ouvir a voz da argentia um pouco atrás de mim.

 

-- Sua mãe é divertida. - Olhei para ela que sorria e sorri também, realmente é uma figura. Passou a andar ao meu lado enquanto olhava para a frente. -- Gostei do vestido...

 

-- Obrigada, Guta me obrigou a vestir. - Falei sem olhar para ela. Talvez isso tenha dado a impressão de que eu não queria que ela estivesse e sua pergunta só me deu essa certeza.

 

-- Eu não queria te atrapalhar, desculpa... - Deu um sorriso sem jeito e eu segurei seu braço para que ela não se afastasse.

 

-- Ei... desculpe. Não é isso. Eu só...estava em outro lugar. - Ela acenou com a cabeça e nos continuamos seguindo caminho em silêncio, as vezes Paola puxava o ar pela boca como se quisesse falar algo, mas desistia um segundo depois.

 

 

-- Daqui a pouco você vira um baiacu. - Comentei rindo e ela olhou para mim, parando quase que de maneira brusca, isso me deixou assustada.

 

-- Eu ouvi dizer que Phil Collins colocou São Paulo como uma das cidades que passará sua turnê. Daqui duas semanas... - Ela começou e eu foquei meu olhar em seus olhos. Ela parecia um pouco nervosa e por mais que meus lábios lutassem para repuxar um sorriso, me mantive séria. Minha cabeça gritava dizendo que ela estava prestes a me fazer um convite, mas precisava ter certeza disso.

 

-- Oh, sim. Eu também ouvi... O que é que tem? - Perguntei fingindo desinteresse. Ela sorriu nervosa.

 

-- Você gostaria de ir comigo? - Se eu não estivesse perto dela, não teria conseguido ouvir sua pergunta pois fora um pedido quase sussurrado. 

 

-- Sim, eu gostaria de ir. - Respondi mostrando tranquilidade, mas de alguma forma sentia que poderia sair saltando por ali de alegria e ansiedade. -- Guta vai adorar.... 

 

-- Hã... Na verdade, eu queria ir somente com você. - Eu queria gritar para mim mesma que aquilo não era um encontro. Mas a quem eu queria enganar? Sou jornalista há tempo o suficiente para saber quando alguém estava flertando comigo, e ela estava.

 

-- Bom... Já que é assim... Temos um show para ir.  - Respondi sorrindo, e Paola sorriu também. Um daquele sorrisos abertos que você quase pode enxergar a alma.  -- Onde estão aquelas duas, hein? - Perguntei mudando o foco do assunto para que o silêncio nao voltasse. Olhamos as duas para trás e as outras duas estavam paradas nos olhando. Elas definitivamente não sabem disfarçar.

 

 

[...]

 

 

-- Então quer dizer que vocês tem um encontro? Show do Phil Collins? Eu acho que essa menina está querendo te ganhar, de verdade. - Guta disse assim que eu, ela e mamãe entramos em casa. Paola tinha ido trabalhar logo depois do dia de passeio que tivemos. Revirei os olhos. Mamãe se juntou à minha amiga.

 

-- Ah, filha. Guta tem razão, e ela me parece tão doce... é tão gentil e educada!  Eu não entendo que acontece com você que tão jovem já está tão fechada! 

 

-- Ok, ok! Calma aí, vocês estão mesmo fazendo o que penso que estão? Eu já sou uma adulta, e Paola é uma amiga, assim como Guta. Vou sair com ela como saía com Guta e ainda saio até hoje. Isso não significa absolutamente nada.

 

Soltei o peso do meu corpo sobre o sofá, minha mãe foi para a cozinha e minha amiga veio em minha direção e sentou ao meu lado, suas expressões me  diziam que ela não ia aliviar. 

 

-- Mas a diferença é que nunca nos beijamos, e  nem quero! - Peguei uma almofada e joguei em seu rosto com toda a força que pude, e ela riu. Como pode ser tão, tão, tão irritantemente certa em alguns momentos? -- Ah, eu tenho uma coisa para você. 

 

Pegou sua bolsa e começou a revirar sua mochila em busca de algo. Ao finalmente encontrar, me entregou, era uma foto minha e de Paola. Nós duas estávamos nos olhando e sorrindo no parque. Sorri imediatamente ao ver aquilo. 

 

-- Eu não vou insinuar nem dizer mais nada. Você está vendo a mesma coisa que eu nessa fotografia. Não me lembro de te ver sorrindo assim faz muito tempo. - Ela estava certa. Mais uma vez ela estava certa. Olhando para a foto eu notei que já fazia algum tempo que não sorria de forma tão espontânea como naquele momento. Guta se levantou e foi para a cozinha me deixando com a fotografia em mãos e um pequeno sorriso nos lábios.


Notas Finais


As sementes foram plantadas aí, agora é só esperar pra ver como cresce, se é que cresce né. Rs. Vejo vocês no próximo.


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