História No Tiene Nombre - Capítulo 11


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Categorias MasterChef Brasil
Personagens Ana Paula Padrão, Paola Carosella, Personagens Originais
Tags Ana Paula Padrão, Mastercef Brasil, Pana, Paola Carosella
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Palavras 3.013
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá minha querida amiga de Cláudia ~rs~
Desculpem a demora para atualizar, tendo em vista que tenho atualizado em curto espaço de tempo. É que nos ultimos dias meu cérebro tem pedido arrego, muitas, muitas noites sem dormir, mas cá estamos.

Lais sua otaria, era pra isso ter saido no dia 11, mas como é pra você, foda-se. Tu nunca deixou eu mandar nada pra você como presente, então fica com essa caralha de capitulo, ok? enfia no cu que cabe, se possivel. Seu presente de aniversario p vc n dizer q nunca te dei nada alem de desgosto e ódio.

Amigas, nem adianta. Não tá revisado pois eu sou ansiosa. Fiz, postei. Vocês nunca mais vão ler fic minha revisada no que depender de mim rs rs rs rsrs rssssss!

Ouçam a musica do Phil, One More Night. Vocês vao saber quando, heheheheh. Ou ouçam a playlist dele no spotify e vão lendo o cap, é o que eu recomendo.

Vejo vocês nas notas finais.

Capítulo 11 - One More Night


O regresso de mamãe para Brasilia era sempre um pouco dolorido para mim, pois sempre sentia sua falta. As meninas me acompanharam até o aeroporto e logo depois Paola foi trabalhar. Eu e Guta fomos estudar sobre uma pesquisa de uma matéria, faltavam dois dias para o Show e eu não sabia quem estava mais ansiosa. Eu ou minha amiga.

 

Guta é o tipo de pessoa que eu tenho real fascinio. Muito bem humorada, inteligente, prestativa, ótima profissional. Tem um coração tão bom e puro que é impossível você não se apaixonar por ela, sem contar que é uma pessoa que te envolve em sua amizade de uma forma tão intensa que não existe qualquer pessoa que ela tenha se aproximado e não tenha criado grande apreço por ela, e eu tenho orgulho de ser sua melhor amiga. Colhemos muito material para as pesquisas do trabalho sobre o desemprego feminino no Brasil. Nós nos reunimos em minha casa para separar todo o material, passar algumas coisas a limpo, acrescentar outras. O trabalho com Guta é sempre muito divertido, como todo trabalho deveria ser. 

 

 

Depois de tudo devidamente preparado, levamos para a emissora e apresentamos toda a nossa ideia que é aprovada, e nos oferecemos para mais algumas pesquisas profundas, entrevistas e tudo o mais que pudessemos coletar como informação para o projeto.  Quando, novamente, fizemos  o caminho para minha casa eu pude enfim descansar um pouco e pensar sobre o show com Paola.

 

-- Ah, não. Isso está ficando cada vez mais sério, Ana Paula.  Estou a meia hora perguntando se podemos pedir comida japonesa e você está aí com essa cara de pateta olhando para o ontem... Onde estava dessa vez? - Ela perguntou enquanto dirigia e eu que estava com a cabeça encostada contra a janela do carro, olhei para ela e só então percebi que um pequeno sorriso estava em meus lábios. 

 

-- Eu estava aqui. - Me limitei a responder e ela soltou o ar pela boca completamente impaciente.

 

-- Não, não estava. E eu estou com fome! - Disse quase fazendo bico e eu ri. Esse lado infantil de minha amiga também é algo que amo. 

 

[...] 

 

 

-- Você já escolheu a roupa que vai usar amanhã? - Ela perguntou enquanto comia um hot filadelphia.

 

-- Amanhã? - Me fingi de desentendida, colocando uma peça de sushi na boca e ela revirou os olhos. Entendeu que eu estava fingindo desentendimento, não por eu ser completamente transparente, mas pelo nível de amizade, creio eu.

 

-- Não, Ana. Ontem! - Ela faltou pouco enfiar seus hashis em meus ollhos e eu soltei uma risadinha, minha amiga quando tirava para ser estressadinha me arrancava risos. Guta até mesmo nervosa não passa toda a credibilidade que pensa passar.

 

-- Não é amanhã. É na sexta. Hoje é quarta. É só um show. - Ela ia buscar fôlego do diafragma para iniciar seu mantra de "por favor se vista como um ser humano normal" quando a interrompi -- E eu vou me vestir adequadamente para um show, se isso te agrada.

 

-- Nós vamos escolher suas roupas assim que o jantar terminar. - Ela me respondeu como se não confiasse no que eu disse, e bom, ela realmente não confiava mesmo. Por mais que eu tentasse fugir do assunto, Guta  a todo momento trazia Paola para nossas conversas, falando sobre como ela tinha evoluído, e crescido tão rápido. De sua inteligencia e sensatez mesmo sendo tão nova. Uma pequena parte de mim sentia aquilo como uma propaganda amorosa, mas meu lado mais centrado me chamava à realidade e precisava admitir que Paola era tudo aquilo e mais um pouco, e que tudo o que Guta falava fazia apenas parte de sua admiração.

 

Assim que terminamos de jantar e arrumar toda a bagunça, fomos para o meu quarto. Bem, eu fui arrastada para o quarto pela Guta, ela estava mais ansiosa do que eu definitivamente ficaria em toda a minha vida. 

 

-- Ana... Você tem roupas maravilhosas, por que não as usa? - Minha amiga perguntou jogando quase todas as minhas peças de roupa mais casuais e leves em cima de minha cama. Cada peça mal jogada me subia um arrepio pela espinha, até mesmo em minha desorganização eu sou organizada. Pegou uma calça jeans e uma Blusa do Darth Vader e disse que era aquilo que eu usaria. -- Sério, você só tem vinte e sete anos, Ana. Por que faz questão de se vestir como uma senhora de quarenta e nove anos solteirona que ficou para titia? Mas que saco. 

 

Eu quase me senti ofendida, mas o problema é que ela estava certa de alguma forma. Me afundei n trabalho com tanto vigor, me joguei de cabeça e esqueci completamente que posso ser uma boa profissional respeitada e nas horas vagas, posso ser apenas... eu.

 

Obvio, ela me pediu desculpas pela forma que tinha falado comigo, mas eu não me importava realmente. Uma balançada as vezes nos faz bem. Depois que ela ja tina decidido minhas roupas e até o sapato que usaria, eu a expulsei do meu quarto para que eu pudesse arrumar tudo aquilo em paz quando ouvi o toque do telefone. 

 

-- Eu vou chamar sua namoradinha... - ouvi a voz de Guta e logo depois sua risada, ela realmente não cansa de me fazer passar vergonha. -- Ana, telefone para você. - Falou mais alto para que eu ouvisse.

 

-- Óbvio que é telefone para mim, é o telefone da minha casa. Para o presidente da república é que não poderia ser.  - Saí de meu quarto falando e tomei o telefone de sua mão. Ela apenas riu da minha cara e se acomodou no sofá, olhando fixamente para mim, virei de costas.

 

-- Pronto... - Pela forma que Guta tinha falado, eu já sabia quem era, mas não fazia ideia do motivo da ligação.

 

-- Hola... Atrapalhei? -- Perguntou com a voz um pouco cansada do outro lado da linha, ela deveria ter saído do trabalho aquela hora. Que horas eram, alias?

 

-- Não, estava com Guta arrumando umas coisas - Para o encontro das duas Guta falou e eu peguei a almofada mais proxima e joguei em sua direção. 

 

-- Eu liguei para falar sobre sexta mesmo... - Seu tom me parecia um pouco hesitante, e minha cabeça paranoica começou a esperar pelo pior. Não sabia que minha expectativas para aquele show eram tão altas... bom, até aquele momento. -- Ainda está de pé mesmo, não é? 

 

Sorri. Sua voz demonstrava o medo de qualquer imprevisto, exatamente o mesmo medo que eu sentia e não queria demonstrar. 

 

-- Sim. Fique tranquila... Você me parece cansada, não quer descansar? - Não queria ter parecido rude, mas é o que sempre acontece quando estou nervosa. As pessoas nunca acreditavam quando eu falava. Não acreditam hoje, e provavelmente nunca acreditarão na Ana Paula tímida. Talvez seja isso que me transforme em uma pessoa tão séria. Precisei me explicar que não estava recusando sua companhia ainda que telefonica. Mas ela me parecia cansada e eu presava por seu descanso. Ela me pareceu entender e quando findei a ligação Guta foi para sua casa e eu fui dormir. 

 

[...]

 

As últimas 48 horas voaram quando dei por mim já estava saindo do meu quarto com os cabelos presos e com o look que minha amiga tinha escolhido para mim. O combinado era encontrar com Paola no local do show as 18 horas, a bisbilhoteira mais conhecida como Guta se ofereceu para me levar alegando que seria mais rapido do que esperar por algum taxi mas eu sei que sua ideia na verdade era espiar. Não neguei sua carona e realmente chegamos bem rápido. Ela ficou comigo até a chegada de Paola que como sempre estava com um Jeans, os cabelos rebeldes soltos e alguma blusa de banda que dessa vez não consegui prestar a atenção. Pela primeira vez em tanto tempo, toda aquela ansiedade se converteu em mãos geladas e eu estava concentrada em não transparecer como estava me sentindo quanto a isso.

 

Depois de nos despedir de Guta, seguimos para o show. 

 

Eu não sei como, mas Paola conseguiu um dos melhores lugares lá na frente, mas sem que muita gente ficasse nos apertando contra as grades, mas acho que meus olhos perguntaram silenciosamente.

 

-- O baterista... Já tocou com uma banda que passou pela Argentina e eu cuidei do buffet deles...  Quando busquei informações sobre o show e descobri que ele estaria aqui, eu entrei em contato com ele, ele me ofereceu dois ingressos... gostou? - Sorriu de uma forma adoravelmente jovial e eu acabei sorrindo também. Como não gostar?

 

-- Se eu soubesse que você tem tanta influencia assim teria pedido para você nos levar ao camarote. - Brinquei e ri, ela levou a sério.

 

-- Eu posso tentar... mas não sei se conseguiria. - Falou colocando as mãos no bolso, enquanto uma banda dava abertura ao show. 

 

-- Não! Não precisa, eu só estava brincando. - Ela sorriu e então começamos a nos divertir com a atração do momento. Nem eu e nem ela conheciamos as musicas, mas estavamos nos divertindo. O sorriso aberto de Paola e seu corpo seguindo ainda que de forma tímida o embalo das músicas e encantava.

 

Ela me parecia feliz, alegre, realizada como nunca tinha visto antes. Me parecia livre. Liberta. mesmo sem saber exatamente do que se tratava não pude evitar de me sentir feliz por ela ter dividido esse momento comigo. É verdade que seus olhos além de apaixonados pela vida, com um brilho incrivel e otimismo invejável, também me pareciam um pouco tristes e em alguns momentos sufocados. Infelizmente nunca conseguimos conversar sobre ela, nunca pude entender suas dores, mas saber que ali, naquele momento ela estava bem me reconfortava a alma. 

 

Quando a atração principal entrou no palco, Paola soltou alguns gritinhos animados junto com todos os outros fãs e eu acabei fazendo o mesmo, soltando algumas risada em seguida. Não sei exatamente se me sentia oito anos mais nova ao seu lado no momento, ou se eu estava apenas sendo eu mesma. Não que eu não seja uma pessoa descontraída, não pensem isso. Mas me sentir menos confusa e mais... sonhadora(?) é algo que nunca saberei descrever.. Experimentar essa sensação de leveza é o melhor presente que o ser humano pode receber. 

 

Eu e Paola cantavamos Another Day In Paradise junto com Phil. Eu particularmente nunca achei que tivesse uma veia musical, mas Paola cantando quase me fazia querer parar de cantar, mandar todos ficarem em silêncio para ouvi-la. Sua voz que sempre me soava tão suave, agora era ainda mais, o sotaque carregado  deixava a musica ainda melhor. Se guta estivesse aqui, com certeza estaria tirando sarro de minha cara.

 

Cantamos muitas outras musicas e foi inevitável olhar para ela quando começou a tocar In the Air tonight. Por mais que eu não sentisse nenhum arrependimento, mesmo que uma dualidade de sentimentos se fizesse presente em mim, não queria pensar sobre aquele momento, porque ela fingia não se importar com o que tinha acontecido. Ela me olhou também e sorriu, um sorriso contido, eu sem saber o que fazer não sustentei seu olhar, mas sei que ela continuava a me olhar. Se eu fechasse os olhos sentiria nitidamente seus lábios tocarem os meus como naquela noite e aquilo quase me angustiava. Eu preciso não pensar sobre isso...

 

Quase não conversamos, apenas aproveitavamos as musicas, parece que era a melhor forma de falar sobre todas as coisas que provavelmente nunca falamos sobre nos. Sentimos naquele show que tinhamos tanto em comum quanto achavamos que não. Quando a apresentação foi chegando ao final, com sua ultima musica, Paola me puxou para perto quando os primeiros acordes de One More Night começaram a tocar. Me deixei ir de encontro aos seus braços e ela começou a embalar nossos corpos. 

 

-- I've been trying ohh so long to let you know... Let you know how I feel. And if I stumble if I fall, just help me back so I can make you see... - Ela começou a cantar baixo perto do meu ouvido, e eu podia ignorar todo aquele barulho. Seu corpo atrás do meu me dava uma sensação boa de refúgio, seus braços em volta do meu corpo me traziam paz. Sorri quando senti seu beijo delicado em meu rosto.  A sensação de casa que o abraço de Paola me provocou no momento fez meu corpo relaxar ainda mais e se sou boa jornalista -e sei que sou, ela usou essa musica para me dizer alguma coisa. Enquanto ela cantava mais um verso, me virei de frente para ela. Sem que ela pudesse terminar a frase, colei meus lábios aos dela sem pressa, de forma delicada. ela apenas colou meu corpo contra o dela enquanto correspondia ao contato iniciado. Toquei seu rosto com a ponta dos dedos enquanto nossos labios se deliciavam com a mistura de sabores. O toque suave dos seus labios nos meus quase me fazia pensar que isso tudo fazia parte de alguma da minhas divagações, contudo aquilo era real. Tão real quanto tudo o que ja vivi até aqui. Ela parecia nao se importar com nada, nem ninguém ao nosso redor, e eu segui exatamente aquilo, fazendo o mesmo. O encaixe de nossos labios me surpreendeu, como se fossem moldados um para o outro, quando o ar se fez necessário porém, foi a hora em que nos separamos.  Não por tempo o suficiente.

 

-- Me desculpe, eu.. - Não tive tempo sequer de formular qualquer frase em meu cérebro, pois ela me puxou para um beijo agora mais intenso. Não sei se para me calar, ou para desfrutar um pouco mais daquele momento.  

 

Mesmo com toda a intensidade daquele beijo, ela ainda tinha cuidado, um cuidado extremo, e respeito. Um carinho imenso que me envolvia e me fazia querer ainda mais daquilo, me fazia buscar mais daquele contato que tanto me recriminei e tanto tive medo. Por que tive medo? Do que tive medo? Quando nos separamos novamente, ela riu.

 

-- Eu não tenho mais fôlego armazenado, Aninha. Então, por favor, não ouse pedir desculpas novamente. - Dei um tapinha em seu ombro e logo depois encostei minha cabeça em seu ombro em um misto de vergonha e euforia.

 

[...]

 

 

-- Eu tinha pedido à Guta para não te contar nada do que nós conversamos.  depois daquele beijo. Ela não contou, não é? - Neguei com a cabeça olhando para ela. O show já tinha acabado e nós estavamos deitadas na grama de sua casa perto da piscina, olhando o céu estrelado. -- Eu disse a ela um pouco antes de viajar que sentia uma pequena atração por você...

 

-- Eu achei que fossemos todas amigas. - Brinquei e Paola ficou de lado apoiando a cabeça em sua mão para me olhar.

 

-- E somos, Aninha. Eu só não queria que soubesse disso por outra pessoa. Eu sei que eu disse que não quero estragar nossa amizade, e não quero. Mas... eu não sei o que acontece. Gosto de você. 

 

Eu não poderia dizer que estava completamente apaixonada por Paola, assim como ela não estava completamente apaixonada por mim. Apesar de nova, ela sempre se mostrou muito matura  e bem resolvida com seus sentimentos. Limitar o que sentimos uma pela outra ao gostar  é a melhor coisa que poderiamos fazer, porque sabemos que sentimos algo bom uma pela outra, mas não é o amor arrebatador. É só um... gostar. 

 

-- Então você tem uma quedinha por mim? - Perguntei e suas bochechas ficaram avermelhadas enquanto ela sorria acenando positivamente. -- Você não é de se jogar fora... - Ela riu e se posicionou sobre o meu corpo apoiando as duas maos nas laterais da minha cabeça, sem por completamente seu corpo sobre o meu, ficando de lado. 

-- Não?! - Perguntou baixinho e logo depois sorriu enquanto aproximava seus lábios dos meus. Neguei com a cabeça e mais uma vez naquela noite beijei seus labios. Ficamos ainda por mais uma hora do lado de fora até finalmente decidirmos entrar para tomar banho e nos deitar. Me emprestou uma de suas blusas de frio para que eu fizesse de camisola, o frio de São Paulo a noite é a coisa mais cruel. Primeiro fui eu, depois ela. Enquanto ela estava no banheiro prestei melhor atenção nas fotografias que enfeitavam seu quarto. No espelho de sua penteadeira algumas estavam presas. Fotos de Irma, de seu pai. Fotos de quando ela era apenas uma criança com eles, foto dela e suas tias com sua mãe. Uma foto de uma senhora dos olhos bem expressivos e um pouco pesados, mas o sorriso tão sincero quanto dela e Irma,, deve ser Mimina, sua abuela. Algumas onde estamos nos e Guta, nós, Guta e sua mãe. Todas tiradas em dias extremamente divertidos, e uma... uma bem semelhante a que Guta tinha me dado naquela semana. Peguei a foto e sorri no exato momento em que ela entrou no quarto. 

 

-- Eu amo tanto essa foto. Apesar de parece uma idiota... Eu gosto quando você sorri assim. - Ela disse vindo em minha direção. ergui meus olhos para ela.

 

-- Eu tenho uma semelhante a essa, Guta me deu. Ela disse a mesma coisa sobre o meu sorriso. - Respondi colocando a foto no lugar e logo depois caminhei para a sua cama. 

 

-- Eu sei... Ela me disse que uma delas estava com você. Ela deve estar roendo as unhas agora. - Falou rindo enquanto preparava a cama para que pudessemos nos deitar. Quando ela terminou, me encolhi debaixo do cobertor e ela me puxou para perto. Deitei em seu peito e seus braços me apertaram para me esquentar. A pesar de não ter nada além de sua blusa e uma calcinha cobrindo meu corpo, sua mão não me tocou de forma mais intima em momento algum. Como se não quisesse ultrapassar limite algum. fiquei colada em seu corpo e a ultima coisa que me lembro foi de seu cafuné. 


Notas Finais


Deus ajuda qem cedo madruga, eu tenho que madrugar porque inventei que tenho que fazer feijoada para o meu avô de coração em comemoração de aniver dele/ dia dos otario e to aqui, pois eu trabalho com p r i o r i d a d e s

galere, tempão que n deixo tt aqui ne? Nem vou deixar kakakakakakakakakkaakakkaakakakakakakaka

Eu vou responder os comentarios pendentes do ultimo cap. me respeitem e esperem, amo muitãozão vocês todas. Tchau.


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