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História No Veneno. Noren - Capítulo 1


Escrita por: renjundaiki

Notas do Autor


Sp1r1T não exclui a história por favor, repost disso daqui.

Capítulo 1 - Difícil


Era uma noite que deveria ser tranquila, pelo menos no ponto de vista do garoto que só queria transar com seu namorado.

Mas se tinha duas coisas que atrapalhavam sua foda com Jeno, era o Flamengo e a euforia de sair gritando na rua. Claro, isso tudo com Jeno participando. Renjun não entendia qual a necessidade de ficar igual um doido pelo bairro comemorando a vitória de um campeonato, o Lee nem ganharia nada com aquilo. Renjun pensava que deveria mesmo estar namorando aquele playboyzinho que levava pro shopping e pra praia. Não, seu coração e seu cu tinham que ter escolhido o favelado mais burro da comunidade.

— Vou dormir na sua tia, Renjun. Vê se fica esperto tu e o Jeno — sua mãe avisou do portão, olhando firme pro filho que estava na varanda do segundo andar. — Escutou, praga?

— Escutei, velha. A senhora vai dormir lá de novo por que? O Júnior novamente?

— É, esse moleque ainda vai destruir essa família! Acredita que ele cheirou e depois foi comer mulher lá com sua tia dentro? Deus me perdoe — olhou pra cima e fez um sinal de cruz. — Se tu faz isso, te tiro desse mundo.

Renjun riu e deu um tchauzinho para a mãe, não querendo que a velha ficasse ali falando as coisas que ele poderia fazer, mas que no final não chegaria nem perto. Não era bem a praia dele ficar fodendo com mulheres, somente um homem em específico. Aqueleq que estava dando um beijinho na testa da sua mãe e automaticamente recebeu um tapa no braço.

Jeno tinha chegado cantando aquela música, fazendo questão de personificar a letra, com o cabelo na régua e vestindo a camisa do Flamengo.

Olhou bravo para o Lee e entrou pra dentro da sala, fechando a porta com uma cara de bravo enquanto escutava já o portão enferrujado fechar com força e passos correndo subindo a escada. Pulou no sofá e pegou seu celular, mas só falavam do Flamengo no Facebook e no Twitter.

— Boa noite, meu gostoso. Tá tão gato hoje, viu? — Jeno sentou ao seu lado, dando uma fungada no pescoço alheio. Renjun segurou o sorrisinho que queria dar, mostrando que estava bravo. — Ih, o que rolou, meu dengo? Te avisei que tava descendo o escadão.

— Tá me achando com cara de trouxa, Jeno? Ia falar que tava me traindo, mas sei que é tudo por causa desse time lixo.

Jeno colocou a mão no peito como se tivesse levado um tiro, negando com a cabeça e aproveitou para tirar o seu manto vermelho e preto, mostrando seu peitoral todo definido por conta das peladas que jogava pelas ruas. Renjun olhou de relance e cruzou os braços, um bico parecendo de pato.

— Também não ofende meu Mengão, Renan — riu nervoso e abraçou o namorado, dando bitocas em sua bochecha. — Vamos lá pro quarto, hein? Tô doido pra te comer de ladinho, princeso.

— O que eu não faço por você? — levantou do sofá segurando firme no pulso do maior, puxando para o quarto e fazendo questão de deixar a luz apagada, Jeno odiava. — Nem pense em responder aquilo, já falei que não.

Jeno soltou uma gargalhada e foi logo pra cama, puxando o namorado pra fazer cair em cima de si. Roubou um beijo de seus lábios e passou suas mãos pra bunda arrebitada dele, apertando com força.

— Já te falei que a gente vai te comer com jeitinho...

— Não vou dar meu rabo pra você e pro Marcos junto, Jerson. Vai doer pra caralho, nem fodendo — resmungou e apertou firme nos ombros dele. — Se manca.

— Chama de Jerson não, paixão. Assim tu me magoa, sabe que gosto do Jeno — rebateu dengoso, suas mãos entrando no shortinho apertado de dormir do namorado, deixando seu dígito circular a entradinha ameaçando enfiar somente um dedo. — Tem a camisinha ainda?

— Não vai nem deixar eu te pagar um boquete? Tem sim, debaixo do travesseiro. Minha mãe não tá mexendo mais aí.

Jeno riu e deixou o namorado na cama, pedindo para ele tirar o resto da roupa enquanto tirava a sua, deixando a bermuda cair em cima da havaianas branca. Renjun observou que o outro estava sem cueca e riu, já era previsível aquela situação e tudo explicava porque sentia algo tocar no seu membro sem nem ter feito nada.

Esticou o braço e puxou o plástico que estava guardado no pano, logo sentindo o cheirinho de morango que já estava acostumado, comprava daquele só porque o namorado era fissurado em morangos. Jeno logo deitou ao seu lado, puxando a camisinha e abrindo o pacote, não demorando a enrolar no seu membro meio duro. Deixou suas mãos passarem pelos mamilos alheio até chegarem nas bandas branquinhas, batendo levemente e sorrindo ao escutar um gemido fraco.

Renjun, para não ficar muito atrás, fez questão de segurar nelas e afastar bem, dando toda visão do seu cuzinho para o Lee, gemendo fraco e chamando seu nome como bem queria, lhe provocando com palavras depravadas em um bom tom. Nem tinha importância a vizinha ouvir, o bairro inteiro estava uma barulheira por causa do jogo.

— Fiquei com tantas saudades de te comer, porra — Jeno enfiou tudo de uma só vez, deitando de lado e se ajeitando numa posição confortável. — Responde, bebê. Não tenho tempo pra preliminares, tu me provocou muito com aqueles nudes de tarde.

Renjun riu e concordou, agarrando nas mãos do Lee e mexendo o quadril devagar, sentindo seu interior apertar bem ao redor do pau que estava bem fundo dentro.

— Justo, tu demorou o dia inteiro pra me comer. Agora me fode direitinho.

— Praga, não sabe como eu te amo — Jeno murmurou no ouvido dele, passando a se movimentar.

Jeno deixava mordidas no pescoço do menor sem nenhuma pressa, lambendo a pele e arfando com prazer. Seu membro entrava e saía com facilidade do seu cuzinho preferido, comendo com vontade seu namorado enquanto gostava de ouvir seus gemidos altos, igual uma puta. Renjun era o vagabundo perfeito, sabia como dar e ainda tinha um rabo guloso.

A gritaria continuava lá fora, mas o quarto estava cada vez mais abafado com aqueles movimentos tão certeiros em seu ponto sensível, Renjun tinha certeza que poderia gozar ali e deixar que Jeno terminasse. Não, eles não tinham paciência para fazer a transa durar mais que alguns minutos, talvez horas. Gostavam de chegar ao prazer e não desgrudar mais de um abraço.

Renjun segurou firme na própria coxa e ergueu a perna, dando mais espaço para o namorado chegar bem lá no fundinho, lhe fazendo revirar os olhos de prazer e até mesmo xingar, Jeno segurou no pau do namorado e deixou seu dedão acariciar o falo para em seguida bater uma punheta no ritmo das suas estocadas.

— Continue assim... Eu tô quase gozando, caralho.

Jeno aumentou o ritmo de seus movimentos, escutando levemente a cabeceira da cama bater na parede, lhe fazendo sorrir com aquilo. Não demorou cinco minutos para Renjun se desfazer em sua mão, apertando seu interior ao redor do seu membro que não parava de entrar e sair, buscando o próprio alívio. O Lee só parou de se movimentar quando gozou na camisinha, soltando um gemido rouco no pé do seu ouvidinho.

— Isso foi...

— Bom pra caralho, Jeno. Quer água? — tentou sentar na cama, mas foi impedido pelos braços fortes lhe agarrando. — Mor?

— Vamos ficar aqui um pouquinho, no grude.

— Caralho, você é muito gay. 


Notas Finais


eu tô chorando pela razão que a história foi apagada, agora vai AKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK


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