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História Nobody is Perfect - Ninguém é Perfeito - Capítulo 2


Escrita por: e army_rb


Capítulo 2 - Ponte - Parte 1


Fanfic / Fanfiction Nobody is Perfect - Ninguém é Perfeito - Capítulo 2 - Ponte - Parte 1

TRIIIIIMMMM

Acordo vendo meu celular tocar. 

- Espero que seja algo importante. - atendo.

Seojin, temos reunião sobre o novo livro.

- Eu não vou.

- Mas...

Desligo no rosto de Jisung e vou tomar um banho. 


[ ... ]


Acabo o banho, volto para meu quarto e escolho uma roupa.

- Um vestido, mas qual? ... Já sei. - pego um vestido florido e começo a me arrumar. - Perfeito.

Pego meu carro, vou até a empresa. Na porta, avisto Jimin, paro o carro na sua frente e abro a janela.

- Sabia. - ele fala.

- Cala a boca. - digo arrancando o carro, quase quebrando o pé de Jimin que estava no asfalto, e o parando no estacionamento. Me dirijo a sala de reuniões, abro a porta e todos da sala me olham. Me sento na cadeira e os deixo falar.

- Vamos começar com os desenhos. - diz Jimin. 

- Os patrocinadores ingleses querem mudar o desenho.

- Não, eles não vão o desenho tem um significado. Idiotas. - olho para uma coisa afiada na mesa. - Ual! - a pego. - Me dá? - olho para a garota do meu lado.

- C-claro...

- Voltando...

O resto da reunião foi chata, a única coisa que mais gostei foi uma espadinha, a coisa afiada. Ela é sofisticada e elegante.

Saímos da sala e no estacionamento vi a merda, ou melhor, o jornalista. Ele vinha em minha direção com um sorriso malicioso.

- O que você quer, Kim Seokjin?

- Se não quiser que seu segredo venha à tona, me entregue o que eu quero. Dinheiro, para ser específico.

- E se eu não quiser? - cruzo os braços, elevo a cabeça e o olho no fundo dos seus olhos.

- Vai pagar com seu segredo.

- Isto que se chama de chantagem? - dou um micro sorriso. - Boa sorte. - ele segura meu braço.

- Se não quer com dinheiro, quero que pague com outra coisa então. Seu corpo. 

- Ah, claro... - pego a caneta do seu bolso e sua mão, a coloco no carro de alguém e espeto a mão dele com a ponta da caneta. - Que não. - Estava pronta para matar este filho da puta, porém, alguém estragou meu momento.

- YA! CHOI SEOJIN! - Jimin vem gritando e correndo para perto de mim. 

- Aish, você teve sorte, verme. - ele sorri para mim, jogo a caneta em seu rosto e entro em meu carro. - AISH!

Dirijo com o carro até a ponte do rio Han, estaciono e fico dentro dele até relaxar. Saio depois de alguns minutos e compro um picolé.

Ando pela praça, tiro algumas fotos e volto para o carro. Vejo 15 ligações perdidas de Jisung e Jimin, desligo o telefone e continuo meu dia. 


[ ... ]


São 13h, como estou faminta vou ao meu restaurante preferido. Mas eu não vou pela comida, eu vou por causa da faca, ela é... simplismente incrível. 

Chego fazendo meu pedido e me sento em alguma mesa. 

Minha comida chega e começo a comer, antes de terminar vejo uma menina junto com sua mãe, vir até mim.

- Olá, você é a escritora Choi? - a menina pergunta.

- Sim. - dou um sorriso falso.

- Ual! Você parece uma princesa!

- S-sério? - fico nervosa, mas me controlo.

- Minha mãe disse, que as princesas são lindas! Ela sempre me chama assim. - a vejo sorrir.

- Posso tirar uma foto sua com minha filha?

- Claro! Vem cá. - ela se senta no meu colo, fico séria. Chego perto de seu ouvido. - Se você fosse realmente a minha fã, saberia que as bruxas sempre são as mais lindas e as que salvam as pessoas. Agora... repita comigo: "Eu... Não sou... Uma princesa." 

A menina sai do meu colo chorando indo até a mãe e desfaço o sorriso. As duas foram embora. Eu continuo a comer minha carne, ouço a voz de Jimin chegar perto.

- Ya... Por que fez aquilo?

- Eu fiz o certo.

- Por que está comendo a carne assim? Não vai me responder? Eu queria... - pego a faca passando no prato e fazendo um barulho. - Tá! Parei, parei! - paro e observo a faca.

- Eu amo vir aqui, eles tem a melhor faca... - passo a faca nos meu dedo, o cortando. - Olha... 

- Seojin! Você está machucada.

- Vai se foder. - me levanto indo à saída, mostro a faca para a garçonete e vou embora. Ao sair me esbarro em uma pessoa. - Aish...

- Desculpa. 

- Idiota. 

- Seojin-ah, vamos com meu carro para a empresa. Eu mandei seu carro para lavagem.

- YAH!

- Eu sei, desculpa! Agora entra. - entro na parte de trás. 

- Senhor, temos uma ligação.

- Não atenda. - diz Jimin.

- Atenda. - mando.

- Não dá... - o olho. - Ok, atenda Jisung.

- Oh! Olá, aqui é do Hospital Psiquiátrico Min, precisamos que assine um formulário para que seu pai, Choi Jang, faça a cirurgia.

- Fala sério Lee Minho, se realmente querem minha assinatura venham pegar comigo.

Mas é que...

Desligo a chamada e continuo com meus olhos fechados.


[...]


Em casa pego meu celular e vejo as notícias sobre meu novo livro. E acabo vendo uma notícia sobre o que eu mais temia, meu único problema. 

- EU VOU MATAR ESSE FILHO DA PUTA, DESGRAÇADO, VERME, IDIOTA, CANALHA! 

Como estava de roupão vesti uma roupa confortável, uma calsa de moletom e uma blusa branca. Saio de casa andando pelas ruas, até parar perto da ponte.

- AISH! COMO EU TE ODEIO! Odeio essas pessoas, sinceramente todos tem que morrer mesmo. - ando até a ponte do rio Han, e, ao chegar, vejo um homem com a cabeça baixa. - Espera, eu conheço ele de algum lugar... - continuo a andar, fico a 1 metro de distância dele. - Ya! - ele me olha. - O que faz aqui? - o mesmo me ignora. - YA! Eu perguntei, responda!

- Por que eu tenho que te responder?! Sinceramente... 

- "Estou praticando ser gentil em vez de usar a razão.", realmente não dá para ser legal com os seres humanos. - cruzo os braços.

- O que quer dizer com isso? 

- Você é muito ingrato, eu venho e pergunto "O que você faz aqui" no bom sentido, e você me responde com grosseria. Ninguém aqui teve um um dia legal. - ele solta um ar pelo nariz. - Mas então, me conte.

- Problemas, contas, o trabalho. É tudo.

- Eu estou na mesma.

- Não é aquela escritora famosa?

- Não, sou a Choi Seojin, uma pessoa normal. - ele ri novamente. - Qual seu nome?

- Kim Taehyung.

- Quer dar uma volta?

- Pode ser. - fomos a uma lanchonete que vendia chá e café. Pegamos um e voltamos a andar. 

Do nada vemos um bando de pessoas correndo, e quando chegaram esbarraram em mim e em Taehyung. Meu chá caiu sobre minha camisa branca, o que fazia com que todos vissem meu sutiã.

- Oh! Sua blusa! Está...


Notas Finais


Acabou ? :(

Obg por ler até aqui! <3


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