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História Nocaute - Capítulo 22


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Capítulo 22 - Meses depois


                         Renata Campos

Meses depois, eu finalmente pude ver o rostinho, da minha pequena, Nina nasceu na Colômbia, fui pra lá, uns dias antes de seu nascimento. Passei algumas semanas, na casa da minha tia, que mora lá.

Falando nisso, o casamento foi simplesmente perfeito, em uma praia, que fica localizada em Bogotá.

No grande dia, tudo ocorreu bem e eu com medo, de dar errado, pois um dia antes, tinha sonhado que esqueci de ir ao casamento. 

Ah falando nisso, foi um dia mágico, nunca me esquecerei. Eu entrando toda de branco no altar, usando uma coroa de flores e cabelo todo cacheado. Carregando o buquê, entrando ao som de Jorge e Mateus, como sempre sonhei, desde o dia que Mateus me pediu em namoro. A música escolhida foi anjo moderno, 

tocaram ela, no instrumental, ficou tão lindo, essa música significa muito, em nossas vidas. Porque para o meu marido, sou um anjo, que entrou na vida dele.  Papai me levando ao altar, foi uma das coisas mais linda que já vi, isso porque a gente não se via, faz um tempo, Jorge e Luana foram os padrinhos do casamento, ambos estavam simplesmente perfeitos. Lu pegou o buquê, quando joguei. 

Confesso que eu nunca imaginei que um dia fosse casar e ter filhos, nunca foi meu sonho, mas simplesmente aconteceu, Deus resolveu me dá esse presente. 

Eu e Teus não tivemos lua de mel, pois planejamos, quando a nossa filha tiver pelo menos, um ano. Agora a prioridade é o bem estar dela. 

As coisas mudaram bastante, em quatro meses, por exemplo, Luana tá com o barrigão, não é por nada, mas acho que vem aí um menininho, já meu marido, jura que será uma menina. 

Ela agora tá com cinco meses de gestão, logo mais, iremos descobrir o sexo do bebê. E eu, como madrinha, serei a que saberá primeiro, para fazer o chá de revelação.

Agora estou finalmente em casa, hoje meu bebê, completa um mês de vida. Falando nisso, ela está no carrinho, morrendo de sono.

–Menina se soubesse o quanto eu te amo, é… Do tamanho do universo, é praia, é maré.—Comecei a cantar Gusttavo Lima. 

Escolhi o nome da minha pequena, porque me lembra menina, e desde que fiquei grávida, sempre sonhei em chamá-la de minha menina. 

Ela se alimentou e aos poucos, foi fechando os olhinhos, para finalmente, consegui dormir. 

Fui tomar um banho, minha chefe me deu dois meses, de licença pra maternidade. Agora tô trabalhando em home office, ou seja, faço tudo online, sem ter que ir na empresa e isso é ótimo, quando a Nina, não me atrapalha. 

Inclusive, daqui a pouco, irei participar de uma reunião. Estou um pouco nervosa, admito, mas vai dá tudo certo, Teus viajou para fazer show, só volta pra casa amanhã. 

Sair do banho, limpar e cheirosa, coloquei uma roupa mais arrumada, para não parecer uma louca, na live e fiquei de chinelo, ninguém vai olhar meu pé mesmo.

Assim que terminei, penteei o cabelo. Depois liguei meu notebook, fiquei mexendo, até dar a hora da reunião. 

Quando começou, eu e minha chefe, ficamos conversando, ela elogiou minha eficiência, isso me deixou contente. Falamos sobre alguns assuntos, importantes para a empresa. 

Durou uma hora, por sorte, a Nina acordou depois. Fui trocá-la, estava suja de coco. 

Depois peguei-a em meu colo e fomos para a sala. Coloquei na Netflix, ficamos assistindo. 

Até alguém nos atrapalhar, Luana tocou a campainha, uma, duas…Três vezes, no total. Eu realmente não queria levantar do sofá, para ir abrir o portão.

–Acordei a minha afilhada?—Ela perguntou, assim que adentrou em minha casa.

–Não, entretanto tirou a minha paz e o meu sossêgo, tá feliz?

–Trem chato! Vim te chamar para dar uma volta, na verdade, comprar algumas coisinhas unissex, para meu futuro bebê.

–Tudo bem, nós vamos, arrumar a Nina, fazendo favor. Eu vou colocar uma roupa melhor, estou de social, porque acabei de sair de uma reunião online.

–Beleza, vai lá, deixar essa bebê comigo.—Luana pegou minha filha no colo.

Assim que terminei de me arrumar, Lua estava na sala, com minha pequena, que vestia um vestidinho roxo e estava com uma faixa na cabeça, coisa mais linda da mamãe. 

Peguei o bebê conforto e coloquei em meu carro. Lua foi com ela, no banco traseiro. Já eu, estava dirigindo.

Assim que chegamos ao shopping, peguei o canguru para bebê, e coloquei minha querida filha, assim posso andar em paz, no shopping.

Fomos em diversas lojas, compramos algumas coisas, foi até divertido, faz um bom tempo que não saio de casa, só para ir às consultas da minha filha. 

Passamos também, na praça de alimentação, para comer algo. Nina chorou, com fome, então dei de mamar, para a própria, algumas pessoas me olharam, como se eu fosse o ET de Varginha, ou algo do tipo. Muita gente, ainda tem mente fechada, em relação a isso, se você amamentar sua filha num local público, te olham como se estivesse cometendo algum crime, eu preferir não falar nada, às vezes o silêncio, fala mais que mil palavras.

Passou-se uns quinze minutos e saímos do local. Fomos até a padaria, pois Luana estava com desejo, queria comer uma torta, que só vende lá, então compramos, ela comeu tranquilamente, mas depois de um tempo, acabou enjoando, então me deu. 

Eu e ela, passamos o resto do dia juntas. Falamos sobre diversos assuntos. Falando nela, mudou-se essa semana, para uma casa maior, já que terá mais um membro na família.

A noite, fiz uma sopinha para mim, Goiânia tá bem frio, vestir na minha filha, um conjunto de moletom, em mim também, para ficarmos aquecidas. 

Assisti alguma série, até minha pequena pegar no sono, pude lavar as louças e arrumar a cozinha. Fui até o quarto e coloquei um pijama. 



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