História Noite de Orgia - Capítulo 2


Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags 2seok, 7some, Deepthroat, Foursome, Hopekook, Hoseok!bottom, Jihope, Jikook, Jimin!top, Jin!bottom, Jin!centric, Jin!top, Jinappreciation, Jinmin, Jungkook!top, Jungkookbottom!, Namjin, Namjoon!bottom, Ot7, Sugamon, Taehyung!top, Taejin, Vkook, Vmon, Yoongi!bottom, Yoongi!top, Yoonjin
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Palavras 6.066
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Harem, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Seinen, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello~~






Boa Leitura ~~

Capítulo 2 - Parte Dois


A campainha tirou Kim Taehyung de seu precioso sono profundo.

Ele se espreguiçou embaixo das cobertas, suspirou e olhou para o despertador digital no criado-mudo ao lado da cama.

11h47min da manhã.

Apesar de ser quase meio-dia de uma sexta-feira fria e ensolarada, o interior do cômodo permanecia sem luminosidade — era assim que Taehyung gostava. Ele estudava durante a noite e trabalhava de madrugada em uma boate como dançarino e acompanhante, passando quase a maior parte do seu dia dormindo ou descansando no quarto escuro.

Mesmo assim, tinha um sono leve e detestava qualquer luz que fosse. Quando em Daegu, passou anos testando combinações de cortinas, persianas, venezianas e mascaras para dormir até encontrar algo que conseguisse de fato impedir a entrada forte do sol em seus preciosos olhos castanhos enquanto dormia.

Os raios solares de Seul não eram tão implacáveis quanto os de sua terra natal, é claro, mas ainda assim atravessavam até mesmo a menor das fresta e isso sempre deixava o jovem de mal humor.

Taehyung sentou-se na cama velha, espreguiçando-se. A televisão — um aparelho de segunda mão que conseguiu em um pequeno motel local quando os donos enfim decidiram fazer uma reforma — ainda estava ligada desde a noite passada em um canal qualquer, mas o som encontrava-se desligado. As imagens aleatórias flutuavam na tela, fantasmagóricas, tornando as pessoas que passavam nela irreconhecíveis.

Observou seu colchão vazio. Ele tinha dormido sozinho naquela noite, mas essa era uma condição que mudava com bastante frequência.

Houve um tempo em que cada visitante, cada namorado em potencial, levava esperança para aquele ser amargurado que era o jovem Kim Taehyung, despertando nele a sensação otimista de ter encontrado o homem certo e, quem sabe, o futuro amor de sua vida. Mas esse sentimento, avaliado em retrospecto, percebeu sempre terminar em desilusão.

Agora já não havia mais nem essa esperança, apenas o desgosto de um imenso vazio.

Taehyung nunca teve exatamente o que chamar de família. Não era nenhum coitadinho, ele sabia, mas sua mãe não lhe deu a devida atenção quando criança, deixando que se tornasse o que era hoje.

Ele não a julgava.

Não passava de uma mulher solteira que engravidou no ápice de sua carreira, botando tudo a perder em seu emprego tendo o filho de um qualquer com quem transou sem proteção em uma noite de bebedeira. A mulher não possuía qualquer afeto pelo menino e o ignorava na maior parte do tempo — não era precisamente ruim, mas também não era o que chamaria de boa.

Aos dezesseis anos o jovem Kim juntou suas coisas e foi embora de seu “lar” sem encontrar qualquer resistência por parte de sua progenitora.

A campainha tocou novamente, o tirando de suas lembranças.

Levantou-se devagar e dirigiu-se até uma das cômodas, pegando nela um cigarro. O levou até a boca ressecada e se pôs a busca o isqueiro, encontrando-o rápido em meio a suas cuecas. O objeto tinha o nome do lugar onde trabalhava, uma boate de strip-tease gay chamada Pretty Boys.

No passado chegou a se apresentar em Daegu com o nome artístico de V — um apelido bobo escolhido por um de seus inúmeros amantes.

Não tinha saudades daquele tempo. Na verdade, não sentia saudades de nenhuma época de sua vida.

O Kim vestiu uma calça moletom velha e abriu a porta do quarto. A sala não tinha proteção contra o sol e a claridade o atingiu em cheio junto com a maldita enxaqueca da ressaca. Ele protegeu os olhos, piscando sem parar na tentativa de afastar o incomodo que agora sentia dentro de sua cabeça.

Não era comum receber visitas — não costumava levar os clientes até sua casa — e imaginou se tratar de algum vendedor ou pedinte. Ao contrário de muitas pessoas, Taehyung não se importava com as ocasionais intromissões deles. Sempre os ouvia com atenção, mas claro, nunca comprava ou dava algo a ninguém — não tinha nem para si mesmo, imagine para os outos.

Abriu a porta sem perguntar quem era.

— Oi, TaeTae! — Jimin gritou cheio de vida assim que Taehyung deu as caras para fora de seu apartamento. — Nossa, você está péssimo! — comentou, analisando os cabelos desgrenhados do mais novo e seu rosto inchado, cheio de olheiras.

— Jimin? — seu cenho não poderia estar mais franzido. — O que faz aqui?

— Vim ver meu amigo de trabalho, ora! — anunciou, ficando na ponta dos pés para dar um leve selar na bochecha do Kim.

Não, eles não eram amigos, nunca foram e talvez nunca se tornariam.

O único que considerava como amigo era Min Yoongi, quem conheceu em uma viagem de trem para Seul quando tinha apenas dezoito anos.

Yoongi foi expulso de casa quando se assumiu homossexual para os pais. Os dois rapazes, sem dinheiro, sem casa e sem conhecidos que pudessem acolhe-los, entraram no mundo da noite e nele conheceram o jovem e atraente Park Jimin.

Ele era mais velho do que o Kim e mais novo do que o Min, mas sabia muito sobre como conseguir dinheiro naquela cidade e logo os outros dois se encontraram seduzidos por sua lábia.

Jimin trabalhava para se sustentar — visto que tinha uma mãe completamente drogada e um pai ausente —, mas ele também estudava em uma das melhores faculdades de Seul.

Ele tinha um sonho — o sonho de se formar e sair daquela vida miserável — e logo este desejo passou a fazer parte dos planos dos outros dois, que também ingressaram em uma faculdade, mantendo seus empregos noturnos como forma de sustento.

Aish, você não me engana, Park Jimin! — falou de mal humor, escorando no batente da porta enquanto tragava seu cigarro e soprava a fumaça na feição emburrada de Jimin. — O que quer comigo a essa hora da manhã?

— “Manhã”? — repetiu debochado. — Já é quase meio-dia!

— Exatamente. Já não basta lhe ver todas as noites tanto na faculdade quanto na boate?

— Cadê o Yoon? — espreitou o interior do apartamento como se pudesse encontrar o Min ali dentro.

— Dormiu fora.

— Trabalho?

— Sei lá — deu de ombros, realmente indiferente. Não costumavam se meter um na vida do outro.

— Bem — o garoto passou por Taehyung, adentrando em seu apartamento e se sentando no sofá da sala com toda a intimidade do mundo. — Preciso de você e do Yoongi para um serviço hoje à noite.

— Já tenho um cliente para hoje — mentiu.

Iria guardar aquela noite para si, afinal precisava de um pouco de descanso.

— Cancele.

— Nem fodendo. Ele é daqueles Sugar Daddys ricos.

— Não importa... — resmungou, se levantando e indo até a geladeira de onde tirou uma garrafa de suco já aberta, tomando direto da embalagem. — Esse cliente vale mais a pena.

— É mesmo? — cruzou os braços, nada convencido. — Acho que não.

— Vou dizer o nome e duvido não se interessar!

— Pois tente — falou cínico.

— Kim Seokjin.

Taehyung largou o cigarro e encarou Jimin com mais curiosidade, mas ao mesmo tempo estava descrente.

— Ele lhe chamou? — riu sem qualquer humor. — Duvido muito.

— Você iria?

— Isso deve ser alguma mentira sua, Park Jimin — sorveu mais do fumo até que se tornasse pequeno demais para tragar. — Aposto que o que nos aguarda é um velho gordo, nojento e que fede.

— Não é mentira, TaeTae!

— Pare de me chamar assim fora do trabalho.

— Você vem ou não?

Suspirou vencido.

Estaria mentindo se dissesse não sentir saudades da bundinha apertada do senhor hetero. Prometeu a si mesmo milhares e milhares de vezes que iria parar de criar alusões e expectativas sobre seus clientes, mas sendo o idiota que era já se encontrava completamente encantado pela beleza e teimosia de Kim Seokjin.

— Que horas?

— As oito da noite, no apartamento do Jeon Jungkook.

— Temos aula na faculdade, se esqueceu?

— Vamos faltar, ué.

— Não posso, já estourei os meus limites de faltas — confessou constrangido. — Se eu me ausentar um dia que seja, serei reprovado..., de novo.

Aigoo, Taehyung! — franziu o cenho emburrado.

— Me passe o endereço. Encontro vocês mais tarde — Jimin sorriu vitorioso, já pegando uma caneta e um papel na mochila que carregava consigo. — E se estiver mentindo para minha pessoa, irei lhe matar, Park Jimin!

~~.~~.~~.~~.~~

Seokjin não sabia exatamente quando deixou que sua vida virasse aquela bagunça, estava certo de que talvez fosse uma pessoa completamente idiota, controversa, que fazia muita merda e não pensava nas consequências até que elas viessem como um soco em sua cara bonitinha.  

Em parte, tinha uma vida maravilhosa, não podia reclamar. Não era rico, mas possuía um salário honesto que lhe possibilitava morar em um condomínio luxuoso, tinha uma bela namorada — gostosa e fiel —, sua família tinha uma reputação bem vista em seu país e possuía um grande nome a zelar pelo mundo... Mas isso era o suficiente? 

Não, claro que não! Nunca era...

Por isso, sim, lá estava ele — o eterno insatisfeito: Kim Seokjin — parado em frente a uma das milhares de portas fechadas naquele corredor estreito e fedorento do pequeno prédio universitário onde Jeon Jungkook morava.

Ele já se encontrava parado, encarando aquele pedaço de madeira há tanto tempo que não estranharia caso alguém chamasse a polícia. Muitos jovens variados entravam e saiam de suas respectivas moradias, sempre o encarando curiosos e inquisidores — quase o julgando —, mas nunca o abordavam realmente, e isso só o deixava cada vez mais aflito.

Ainda tinha duas escolhas as quais poderia tomar — bater naquela maldita porta e entrar de uma vez ou simplesmente virar as costas e ir embora, fingindo nunca ter se atrevido a pensar em trair sua futura esposa novamente — e ambas possuíam consequências bem divergentes, mas, sim, ele estava dividido.

Seu lado sensato e hetero gritava para que ele fugisse daquele ninho de cobras, enquanto suas partes intimas só queriam que ele se jogasse nos braços fortes e reconfortantes de um garoto de programa — e logo!

Encontrava-se completamente absorto em seus pensamentos mirabolantes e controversos quando alguém o abordou com certa surpresa na voz:

— Seokjin? O que faz aqui?

Virou-se na direção do corredor escuro para ver de quem se tratava e se surpreendeu ao se deparar com Jung Hoseok o encarando abismado, cheio das sacolas de supermercado em mãos.

Ele estava vestido com roupas tão desleixadas e estranhas que mais parecia usar um pijama de segunda categoria — daqueles bem broxantes mesmo. Enquanto isso, Seokjin trajava as vestes mais justas e sensuais que encontrou escondidas em seu guarda-roupa; todas em um tom de preto bem escuro para que marcassem ainda mais as curvas de seu corpo esguio.

— Então..., o que faz aqui parado em frente ao apartamento do Jungkookie, meu namorado? — perguntou novamente e seus olhos passearam pelo corpo bem trajado do Kim, franzindo o cenho desconfiado ao final.

Boa pergunta, Jung Hoseok, boa pergunta!, pensou verdadeiramente incomodado consigo mesmo.

— Eu... eu — olhou para os lados como se ali houvesse alguém, qualquer um, para lhe ajudar a responder aquele maldito questionamento.

— Você? — instigou arbitrário, seus olhos flamejando de ciúmes.

— N-não é o que está pensando, Hobi! — por que diabos estava falando aquilo?! Só fazia parecer ainda pior do que já era!

— É mesmo? — disse intimidante. — E o que estou pensando exatamente, Seokjin?

— Hoseok! — ganiu apavorado, buscando as palavras certas e só balbuciando as erradas. — Isso-

— Eu quem o convidei! — Jimin apareceu por detrás de Hoseok. Sustentava um enorme sorriso e, diferente do ruivo, vestia-se com roupas bem mais pomposas. — Fico feliz que tenha vindo, Jin hyung!

— Você o chamou sem nem ao menos falar conosco antes, Jimin-ssi? — Jung rebateu não muito simpático.

— Bem... — Park se encolheu envergonhado, mas logo fez um biquinho fofo com os lábios cheinhos e Hoseok pareceu perdoa-lo naquele instante.

Aigoo — o ruivo revirou os olhos. — Tanto faz, vamos entrar logo que está frio aqui fora.

Hoseok passou por Seokjin com uma careta e destrancou a porta do apartamento com chaves que ele mesmo trazia. Os três adentraram o local pequeno e aconchegante e Jin se pôs a analisar meticulosamente o cômodo, enquanto os outros dois se dirigiam até a cozinha.

— Onde está o Jungkook? — perguntou, notando que o menino não se encontrava ali.

— Faculdade — contou Hoseok, guardando o que tinha comprado nos armários e geladeira com a estranha ajuda de Jimin. — Ele só chega depois das dez horas.

— E você não devia estar dando aulas? — inquiriu, sentando-se em uma das cadeiras da pequena mesa de jantar enquanto observava os outros dois trabalhando em conjunto.

— Não. — Respondeu seco e direto, o que deixou o modelo um tanto desconfortável.

— Vamos tomar um banho, hyungs! — sugeriu Jimin de repente, completamente animado.

— Eu... — Seokjin olhou para os outros dois e engoliu o nada ao cruzar seus orbes com os de Hoseok, no momento tão irritado. — Já me lavei antes de vir...

— Eu também, mas-

— Vou sozinho — Hobi cortou Park de forma grosseira, o que fez o sorrisinho simpático dele morrer pouco a pouco. — Vocês dois podem alugar algum filme para assistir na televisão enquanto isso ou prepararem algo para comer.

Ao terminar de falar com aspereza, Jung se retirou apartamento adentro, sumindo do campo de visão dos demais.

— Acha que ele ficou muito bravo? — Jimin perguntou quando estavam completamente sozinhos.

— Aparentemente, sim... — olhou para Park encolhido no canto da cozinha com uma expressão arrependida. — Onde está o Taehyung? Não vai me dizer que também me enganou?

— Ele está na faculdade... — respondeu, dirigindo-se à mesa para se sentar em uma das cadeiras ao lado de Jin. —,  chegará junto com o Jungkook.

— Ele estuda?! — aquilo foi realmente uma informação inesperada. — Estou surpreso.

Seokjin não conseguia imaginar Kim Taehyung — nenhum daqueles meninos, na verdade — tendo uma vida tão normal quanto a de um estudante universitário.

Aish, claro! Todos nós estudamos!

— Jura? — riu um pouco mais relaxado por estarem tendo uma conversa razoavelmente normal. — Que curso estão fazendo?

— Eu faço Engenharia Química com o Tae...

— Espera — arqueou uma das sobrancelhas, totalmente desacreditado. —, você não pode estar falando sério.

— Estou! — o menino sorriu abertamente e Kim não pode evitar acha-lo muito atraente naquele momento. — E o Yoongi-chi faz Direito.

— Estou realmente surpreso com tudo isso! — riu.

Aish, Jinnie! — resmungou, mas logo estava gargalhando divertido.

— E como se conheceram?

— Longa história...

— Eu gosto de uma boa história.

Park ficou em silêncio, encarando o Kim por um bom tempo. Parecia estudar a feição do mais velho com seus pequenos olhos curiosos. Ele não demonstrou-se confortável o suficiente para contar a respeito de sua vida privada e Jin não pretendia insistir.

— E por que não está na faculdade agora? — perguntou, mudando um pouco sua abordagem.

— Eu faltei para vir aqui.

— Poderia ter vindo depois com os outros meninos — riu sozinho. — Se bem que até lá eu e o Hobi teríamos nos matado — observou.

— Não, eu queria ficar sozinho com vocês dois antes... — sorriu sapeca e Seokjin corou constrangido com aquelas palavras sugestivas, afinal sabia muito bem o que aquele garoto queria. — Você não gosta da ideia, hyung? — questionou, descansando uma de suas mãozinhas sem-vergonhas na coxa do modelo, massageando-a enquanto seus olhos luxuriados repousavam sobre os lábios inchados de Seok.

— Isso... — engoliu seco e tentou se afastar um pouco, sem êxito.

— Você só está interessado no Taehyung-ah? — inquiriu, umedecendo os beiços rosados e gordinhos com a ponta da língua travessa. Os olhos famintos daquele rapaz estavam completamente absortos nos lábios de Jin, desejando-os. — Isso me magoa um pouco, hyung. Estou tão afim de você quanto ele...

— Estamos na casa de outra pessoa... — resmungou tentando desviar o olhar. — Hoseok pode aparecer a qualquer momento e isso... isso...

— E se eu fosse o Taehyung, o que diria? — alfinetou.

Estava aí um bom questionamento.

Seokjin não teve muito tempo para refletir a respeito. Jimin se aproximou rápido, como o bote de uma cobra peçonhenta. Seus lábios macios e molhadinhos roçaram contra os do Kim, não os tocando realmente — apenas atiçando o outro.

Aquilo gerou uma certa ansiedade no modelo, cuja única atitude foi comprimir os olhos com força, sentindo sua boca formigar onde foi estimulada de leve pelos lábios alheios — ele queria mais. Muito mais!

Jimin encontrava-se ofegante e Jin podia sentir aquela respiração morna e mentolada se chocar contra a pele de sua boca. Deixou escapar um suspiro desejoso de sua garganta dolorida, quase implorando para que o garoto tomasse de vez alguma atitude.

— Posso te beijar, Jin? — perguntou por meio de um cochicho bem baixinho e arrastado, como se ambos estivessem prestes a cometer algo muito errado e secreto.

Seokjin abriu lentamente os olhos escuros e úmidos, encontrando os de Jimin ainda perdidos em seus lábios.

Desejou dizer algo — qualquer coisa —, mas quando seus orbes encontraram a obscenidade nos olhos grandes e misteriosos daquele garoto tão interessante, ele sabia que não conseguiria dizer boas palavras.

Em um impulso jogou o corpo um pouco mais para frente, mas Jimin recuou com um sorrisinho atrevido e desafiador no rosto. Jin odiou-se por se aproximar mais daquele ser, por seu corpo estar queimando de desejo, por sua boca estar seca e almejando pela dele, tão molhada, lhe tocando não só nos lábios como também no corpo inteiro, chupando seus mamilos, chupando seu membro.

Era ridículo, ele sabia. Jimin estava jogando com sua cabeça e ele se sentia em desvantagem por não ter ideia de como manter-se firme naquele jogo de sedução, sem cartas na manga para fugir daquilo que o menino estava criando.

Ele era bom, Seokjin tinha de admitir. Melhor do que esperava.

A questão era: ele realmente queria fugir daquela armadilha?

Park se levantou de sua cadeira de repente e Jin o encarou decepcionado.

— Você não vai...

— Eu ouvi que é quase casado, é verdade? — perguntou. O tom de voz era neutro.

— C-como?

Seokjin sabia que havia perdido o juízo no momento em que idealizou a imagem de sua querida esposa e a culpa que sentia não foi o suficiente para impedi-lo de desejar aquele menino e se fantasiar transando com ele.

— Nada — deu de ombros. — Por que não assamos uma pizza enquanto esperamos pelo Hoseok?

Sim, ele era oficialmente um filho da puta.

~~.~~.~~.~~.~~

Seokjin não estava nem um pouco interessado nos filmes que Jimin escolhia — todos de um cunho romântico chato e meloso demais para os gostos do Kim. Ele só queria que as horas passassem mais depressa e que Hoseok terminasse de vez seu banho sem fim — francamente, ele já estava lá há mais de uma hora e meia.

Já havia trocado mais de uma dezena de mensagens com Namjoon, porém seu relógio ainda acusava 21h30min. Claro, em menos de meia hora Taehyung estaria ali com Jungkook — e talvez Yoongi —, mas sinceramente estava demorando demais.

Park comeu a pizza que assaram praticamente sozinho, não se importando com o quão guloso parecia fazendo aquilo, e agora assistia ao drama tão interessado que mais parecia uma adolescente fútil e idiota.

— O que estão assistindo? — Hoseok surgiu de dentro do apartamento, finalmente.

Seokjin dirigiu seus olhos até ele pronto para lhe dar a resposta, mas seus pensamentos se esvaíram assim que o fitou diretamente. Abriu a boca algumas vezes, mas não conseguiu entoar nada que não um suspiro desejoso, pois sua atenção se perdeu nas curvas daquele corpo pequeno e atrativo.

Jung estava sem camisa, expondo sua barriguinha magra e branquinha, com marcas da musculatura desenhadas sobre ela. A calça moletom encontrava-se levemente caída no quadril estreito, mostrando sua cuequinha bóxer preta de tecido fino.

— “Um amor para recordar” — contou Jimin com os olhos já cheios de lágrimas, não desviando a atenção da televisão.

— Sério? — Hoseok revirou os olhos e se jogou no sofá ao lado de Seokjin (quem estava no meio de ambos os outros dois). — Não há nada mais interessante passando?

Jin ficou estagnado, espiando o corpinho do ruivo vez ou outra com o canto dos olhos.

O que estava havendo consigo? Ele era hetero dias atrás, mas agora bastava ver um homem que já ficava de pau duro?!

Tentou se concentrar em qualquer outra coisa naquele pequeno espaço, mas logo percebeu uma mãozinha apalpando suas partes íntimas por baixo das cobertas. 

Se permitiu soltar um gemido baixo e discreto ao sentir o toque calmo e agradável por sobre o pênis endurecido. Deixou que aquilo continuasse por mais alguns minutos, porém quando aqueles dedos hábeis ameaçaram adentrar suas calças, olhou para Jimin com uma expressão reprovadora, mas o garoto estava completamente absorto no filme, chorando horrores.

Estranho...

Engolindo seco, virou o rosto na direção de Hoseok, quem o encarava mordendo o lábio inferior com tanta força e tanto tesão.

Não...

Não poderia ser verdade, poderia? Jung Hoseok estava lhe masturbando? Jung Hoseok?!

— H-Hobi..., o que está fazendo? — cochichou. — Você... você tem namorado!

— Como assim? — devolveu sapeca e logo sua mãozinha safada se enfiou nas vestes de Jin, tocando seu pênis diretamente.

Seokjin não conseguiu falar mais nada, soltando um gemido relativamente alto quando ele apertou seu membro com certa força, masturbando-o bem devagarzinho e gostosinho, subindo e descendo aquela mão macia e habilidosa, repuxando a pele quente do falo para cima e para baixo, quase fazendo o Kim gozar ali mesmo.

— O que vocês dois estão fazendo? — perguntou Jimin, os encarando desconfiado.

Ninguém respondeu — não que fosse necessário — e Hoseok acelerou os movimentos do punho, esfregando vez ou outra o polegar na fenda molhadinha do pau de Seokjin, vendo-o jogar à cabeça para trás em puro deleito.

Jung sorriu sacana para Park e jogou os cobertores que lhes cobriam no chão, expondo o pênis duro e tortinho do mais velho.

— Meu Deus, Seokjin, eu quero tanto esse seu pau duro e grosso todinho enterrado dentro da minha boca — Hoseok entoou cheio de libido, lambendo os beiços que salivavam em antecipação.

— Porra... — Jin gemeu rouco, sentindo um espasmo forte em seu sexo cada vez mais duro. — Me chupa, então... — se permitiu dizer em um acesso de loucura.

Hoseok sorriu satisfeito e o olhou como nunca fez na vida — tão safadinho...

— Eu posso mesmo, hyung? — instigou, descendo do acolchoado e se posicionando de joelhos entre as pernas bem abertas de Jin, quem se acomodou melhor no sofá, encarando aquele ruivinho sem-vergonha todo cheio de desejo pelo seu membro teso e melecado de pré-gozo.

Jimin se aproximou de Seokjin cochichou algumas sacanagens, roçando os lábios mornos e pré-umedecidos pela língua bem próximos à orelha do Kim, quem sentiu cada mísero pelinho de seu corpo se arrepiar. 

O acompanhante o encarou com atrevimento e se aproximou um pouco mais, colocando uma de suas mãos pequenas sobre o peito do modelo, abrindo alguns botões de sua camisa social e enfiando os dedos curtinhos dentro do tecido até encontrar um dos mamilos durinhos de Jin.

Fez ali um carinho suave, sentindo o corpo alheio se acalentar pouco a pouco por baixo do toque de sua palma fria, só parando quando ele encontrava-se gemendo dengoso e baixinho por ser molestado daquela maneira.

Jimin repousou a destra livre na bochecha vermelhinha de Seokjin e o puxou de encontro a si. Quando as bocas se tocaram, Park soltou um arfar arrastado e rouco, fechando os olhos e colocando mais pressão no contato demorado e gostoso que era ter os lábios cheinhas de Jin contra os seus tão macios. Não usavam das línguas — ainda.

Jin moveu os lábios acima dos de Jimin, chupando-os e roçando a língua sobre eles, apenas para sentir o gosto adocicado da pizza de chocolate que ele havia comido. O mais novo não parava de suspirar e acariciar os cabelos loiros do modelo. 

Kim deslizou sua boca úmida de saliva até o pescocinho alvo do outro, beijando e chupando a região com força para marcá-lo.

— Ah..., Jin... — Park gemeu todo molinho de prazer.

Jung os assistia atentamente e foi com aquele sorrisinho sacana que ele abaixou o rosto de uma só vez, abocanhando por completo o membro duro de seu hyung.

Seokjin se separou de Jimin em um solavanco, contendo um grunhido de surpresa. Assistiu ludibriado o ruivo sugar toda a extensão grande e volumosa com fome, contraindo a parte interna das bochechas sobre ela, produzindo sons de engasgo sempre que a glande inchada e quente acertava bem fundinho dentro daquela garganta tão contraída, penetrando a glote apertadinha e virgem.

Seokjin segurou com força aquelas mechas úmidas — impedindo que Hoseok fugisse qualquer milímetro que fosse — e jogou o quadril fortemente para cima, estocando aquela boquinha linda e pequenininha sem dó. Fez o movimento bruto uma, duas, três vezes até que ele finalmente relaxasse a garganta para receber o volume por completo.

Hoseok, mesmo chorando, mesmo sofrendo com a dor lancinante que era ter os músculos de sua garganta alargados, mantinha o contato visual há todo momento, gemendo sufocado enquanto tentava sugar aquele membro mergulhado fundo em sua boca.

Seokjin acelerou o rítmico das investidas e Jung passou a engasgar repetidas vezes, deixando o excesso de saliva e pré-gozo escapar pelas laterais e escorrer para fora de sua boca. Deu alguns tapinhas na coxa de Seokjin pedindo silenciosamente que ele fosse com mais calma, porém o Kim encontrava-se ocupado demais se enterrando naquele canal apertado que era a garganta alargada de Hoseok.

Jung fechou os olhos e tentou se concentrar nos movimentos de sua cabeça junto com as estocadas brutas de Jin, sentindo-o ir mais e mais fundo em sua faringe apertadinha e toda dolorida, o levando à loucura.

— Ah... Hoseok, não faz assim que eu vou gozar... — grasnou, afundando os dedos com ainda mais pressão no couro cabeludo do ruivo sem parar de mover os quadris para cima.

Por Deus, aquilo era bom demais!

Seokjin tombou a cabeça para trás em puro deleito, gritando alto e sem controle quando Hoseok arranhou suas coxas por cima do jeans. Empurrou o pau contra a boca de Jung com um pouco mais de força, o obrigando a engolir ainda mais da extensão de seu membro.

Sem prévio aviso, Seokjin deixou o pênis melecado escorregar para fora da boca macia e inchadinha do mais novo. Se masturbou rápido enquanto Hoseok o assistia de lábios abertos, ofegante e preparado para receber o primeiro jato de sêmen sobre a língua. 

Não aguentando mais, Jin atingiu seu ápice e ejaculou na face vermelhinha do rapaz ofegante, vendo o líquido esbranquiçado cair sobre sua língua e lábios agora avolumados. Ele engoliu o que conseguiu e depois limpou a boca lambuzada com as costas das mãos.

Jin puxou Hoseok pelo braço e o colocou sobre seu colo, cheio de um desejo carnal e lascivo de tomá-lo, onde as ereções de ambos se encontravam e o modelo se perdia na loucura de um beijo apaixonado e cheio de línguas.

Deveria sentir-se culpado e afastar-se daquele ser — afinal, ambos encontravam-se envoltos em um relacionamento sério —, mas a boca de Jung colada a sua, acabando com o que lhe restara de bom senso, o enlouquecia e fermentava aquela vontade avassaladora que vinha alimentando desde que experimentou a loucura de se deitar com outro homem.

— Jungkookie nunca fodeu minha boca assim... — sussurrou Hoseok todo dengoso, esfregando-se em Jin como um gatinho no cio.

Seokjin levou suas mãos firmes e grandes até a cintura magrinha de Hobi, apertando-a com tanta força e desejo que seus dedos se afundaram naquela carne firme e ele soltou um ganido de dor mesclado ao prazer.

Porra, para os ouvidos do Kim aquela manha toda servia como uma espécie de combustível erótico para deixá-lo duro como pedra novamente.

— Ele não sabe o que está perdendo — Jin murmurou entre os lábios de Jung, completamente perdido no tesão que sentia com aquela bundinha empinada e durinha se esfregando em seu pau enquanto as mãos do ruivo passeavam por suas costas, dando um jeito de se livrarem de sua blusa. — Foder essa sua boquinha linda foi uma das melhores coisas que fiz na minha vida...

— Hum... — Hoseok ronronou, mordiscando o lábio inferior de Jin antes de voltar a beija-lo. — Mesmo?

— Mesmo.

Jimin se juntou à eles com uma expressão emburrada por ter sido deixado de lado por tanto tempo. Retirou as próprias vestes e as calças de Jung, ficando ambos completamente nus, dividindo o colo de Seokjin.

Trocaram um beijo triplo, as línguas se enroscando fora das bocas, compartilhando o sabor agridoce do gozo do Kim, que naquele momento não se importava com nada mais. A única coisa que perturbava sua mente era qual dois dois iria foder primeiro.

Deslizou uma mão em cada corpo, levando ambas até as nádegas dos mais novos, fazendo nelas uma massagem bem gostosinha e firme, ouvindo os dois gemerem e suspirarem de prazer. Jimin era um pouco mais escandaloso e Seokjin estava gostando bastante daquilo.

Hoseok já se encontrava com a entrada toda meladinha e relaxada e foi fácil para que dois dos dedos compridos de Seokjin o penetrassem. O modelo os moveu lá dentro sem pressa, alargando e dilatando os músculos do reto úmido para que logo pudesse se afundar naquele buraquinho tão pequeno e apertado.

Era incrível como ele aguentava alguém do porte de Jungkook sendo tão franzino e pequeno.

— Está todo molhadinho, Hobi... — sussurrou, beijando o pescoço dele de um lado e Jimin do outro.

— Eu me preparei no banho... — confessou envergonhado.

— Por isso demorou tanto, hyung — falou Park sacana, lhe dando um selar demorado nos lábios. Logo Seokjin sentiu os dedos pequenos do mais novo dos três adentrando o corpinho apertado de Hoseok junto consigo. — Você pode ser pequeno, Hope, mas quando está molhadinho assim aposto que aguenta muito mais que alguns dedos em você, seu vadio safado — rosnou, dando um tapa leve no rosto de Hoseok.

Aquilo assustou um pouco Seokjin, mas Jung não pareceu bravo, muito pelo contrário, parecia ainda mais cheio de tesão.

— S-sim... — respondeu manhoso, gemendo arrastado enquanto rebolava bem devagarzinho sobre as mãos dos dois.

— Eu também quero trepar com ele, Jinnie... — Park falou baixinho, dando um beijinho bem gostoso sobre um dos mamilos rijos do Kim, quem gemeu rouco, enquanto sentia Hoseok ondular aqueles quadris soltos sobre seus dedos.

— Acho que tudo bem... — falou Jin completamente indiferente. Ele só queria meter de uma vez.

Jimin ajudou Seokjin a encaixar seu membro na entradinha toda viscosa de Hoseok e quando Jung desceu bem devagarzinho sobre seu membro não deixando de ondular os quadris, porra, ele era perfeito demais! Não era à toa que Jungkook era tão fissurado nele.

— Me fode com força, Jin! — pediu Jung cheio de dengo, abraçando Seokjin bem apertado, fungando com aquele hálito quentinho em seu pescoço, deixando-o todo arrepiado e ansioso para se enterrar bem fundo naquele cozinho gostoso.

Park ficou em pé e se colocou atrás de Hoseok, preparando-se para penetra-lo também. Aquele menino parecia ter alguma tara com penetração dupla.

— E-espera! — Hobi resmungou, olhando Jimin sobre o ombro. — Eu não quero os dois de uma vez...

Aish, por que não?

— O Jin hyung é maior que o Kook... — explicou calmo. —, vai doer demais.

— Mas... — um bico enorme se formou nos lábios do acompanhante.

— Só não... Ah... — Hoseok tentando conter a manha no tom quando sentiu as costas serem prensadas com força no acolchoado do sofá.

Seokjin estava impaciente demais para esperar aquela conversa dos dois chegar ao fim e se retirou de dentro do ruivo, jogando-o no sofá, deitando-se sobre ele — entre suas pernas quentes e suadas —, atacando-lhe os lábios sem qualquer pudor.

Excitado por estar naquela posição tão submissa, Jung arranhou as costas de Jin com força, marcando-as, e sugou-lhe a língua para dentro da própria boca. Hoseok enlouquecia quando o mais velho apertava suas coxas com aquelas mãos pesadas e esfregava sua ereção contra sua entrada agora tão vazia.

— Jungkook deve estar para chegar — comentou Seokjin, sentindo-se estranhamente abrasado com o perigo de serem pegos em flagra.

— Tudo bem...

— Mesmo? — riu rouco. — Não quero apanhar de um moleque dez anos mais novo do que eu!

Hoseok riu, movendo os quadris de modo que o membro de Seokjin escorregou para dentro de seu corpo, empalando-o lentamente, tão gostoso que ele não conteve o gemido acentuado que lhe escapou os lábios quando a glande dilatada lhe acertou a próstata com força e precisão.

 — E não vai... — entoou, fechando os olhos e ondulando os quadris para cima e para baixo, contraindo seu interior em torno do pênis de Jin, que só conseguia gemer enquanto era apertado com tanta força. — Jeon também quer te foder...

— Porra, todos me querem... — brincou, passando a estocar Hoseok com um pouco mais de vigor e ele estava adorando aquilo, revirando os olhos enquanto fincava as unhas na carne do dorso de Jin, arrancando-lhe sangue.

Jimin os assistia em pé enquanto se masturbava sozinho. Seokjin o chamou para que se aproximasse e o menino o fez sem questionar.

Abriu a boca e abrigou o membro durinho de Park entre seus lábios macios. Circundou a glande molhada com a ponta da língua cautelosa, mas ainda assim curiosa, sentindo o gosto forte característico da região. Jin não gostava muito de fazer sexo oral — nem mesmo em mulheres —, mas pobre rapaz, ter de se contentar apenas assistindo era muita maldade.

Enfiou o falo por inteiro na boca e o sugou com força da base até a glande, deixando que escapasse propositalmente de sua boca, passado a língua nos arredores da cabeça inchadinha e já encharcada de pré-gozo. Jimin gemeu algo e lhe agarrou os cabelos com delicadeza, pedindo que continuasse.

Com uma mão, Jin massageou os testículos do rapaz e também os chupou, abrigando um de cada vez dentro de sua boca quentinha, enquanto brincava com eles usando da língua e Park resmungava algo incompreensível, aproveitando do boquete. Masturbou o rapaz com precisão enquanto brincava com suas gônadas.

Engoliu novamente o membro e o deixou se enfiar por inteiro em sua garganta. Por sorte não era tão grande ao ponto de lhe sufocar como fizera Namjoon, tornando os sexo oral até mesmo agradável. Fechou os olhos e relaxou a mandíbula e garganta, deixando que Jimin ditasse a velocidade com que gostaria se enterrar em sua boca e assim ele o fez, estocando lentamente enquanto admirava o rosto bonito do mais velho.

Hoseok estava um pouco chateado, pois com Seokjin ocupando duas tarefas — a de lhe foder e ter de chupar Jimin — passou a tornar o movimento de seus quadris mais lentos e menos firmes, deixando todo o trabalho para Jung que já estava com a lombar cansada de tanto subir e descer.

Percebendo que o ruivo não mantinha mais o mesmo ritmo acelerado e gosto de antes, Jin agarrou-lhe pela cintura e se afundou com tudo dentro dele, ouvindo-o gritar alto ao ter seu ponto g acertado com tanta força. Por Deus, o pau de Seokjin era grande demais para os padrões coreanos!

Os audaciosos e talentosos dedos do Kim começaram a deslizar por entre as pernas cheinhas de Jimin, em busca de sua entradinha para poder brincar um pouco com ela. Para sua satisfação, descobriu que ele também já havia se tocado previamente ali, encontrando-se completamente molhadinho e escorregadio.

Seus dígitos hábeis e compridos encontraram a fonte da umidade que escorria por aquelas pernas tão bem torneadas e ele os deslizou ali, circundando sem penetra-lo, apenas brincando com aquele buraquinho que se contraia todinho com os estímulos do toque. Jin os enfiou devagar, dedo por dedo, até que fossem três ou quatro lá dentro, ouvindo o menino ganir surpreso ao ser preenchido.

— Se divertindo, Park? — inquiriu, tirando o membro do menino da boca.

Ele brincou com o falo enquanto circulava sua glande com a ponta da língua. Jimin gemeu e tremeu, incapaz de formular uma frase completa.

— Boa resposta... — Hoseok sussurrou se masturbando, sentindo estar próximo de gozar. Viu o menino mais jovem vacilar e quase cair algumas vezes, tentando buscar apoio em qualquer lugar.

Jin sorriu satisfeito e deslizou os dedos para mais fundo dentro de Jimin, massageando seu ponto de orgasmo por um ou dois minutos com bastante intensidade. Park estremeceu sem forças quando o clímax chegou forte e duro consigo, fazendo-o ejacular na bochecha do Kim, quem não pareceu se importar nem um pouco. O rapaz escorregou levemente até estar de joelhos no chão, ofegante e exausto. Seokjin o beijou com fome, puxando os cabelos escuros do menino com força, obrigando-o a abrir a boca para abrigar sua língua selvagem.

— Hum..., acho que chegamos em um bom momento — alguém entoou de algum lugar do apartamento. Aquela voz.

Jin olhou por sobre o ombro, deparando-se com Taehyung e Jungkook os encarando, o primeiro cheio de sua costumeira soberba e o segundo tão vermelho que poderia explodir.

— Finalmente... — Hoseok ofegou, lambendo os lábios excitado.

— E aí, podemos brincar também? — questionou Taehyung já se aproximando do sofá e desferindo um tapa forte e estalado na bunda empinada de Seokjin, quem ganiu surpreso com o golpe. — Senti saudades, senhor hetero.


Notas Finais


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