História Noite em Londres - Capítulo 2


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug)
Tags Adrien, Adrinette, Carta, Chat Noir, Comedia, Ladynoir, Marichat, Marinette, Miraculous, Romance
Visualizações 40
Palavras 1.204
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meninas e meninos, miraculers do meu coração, como estão vocês? Estão conseguindo manter as leituras em dias? Que bom, pq eu não tô kkkk, sério, não sei se coloco a leitura das fics, os Ep. de Miraculous ou a leitura dos livros físicos que tenho em dia, não tô sabendo decidir qual a prioridade, mas enfim...
Pelo menos eu estou aqui, atendendo pedidos de uma continuação aqui que eu não havia programado...
Espero que gostem! ^^

Capítulo 2 - Running in Milan - Part. 1


Fanfic / Fanfiction Noite em Londres - Capítulo 2 - Running in Milan - Part. 1

7 de agosto de 2016, Milão, Itália;

5h55 AM.


Logo sobre a linha do horizonte, os raios de sol começam a surgir, anunciando o começo de mais um dia, que teria tudo para ser bem ensolarado e sem chances de chuva. Nas ruas, o movimento já acontecia num ritmo que estava tornando-se frenético. Lojistas estavam ainda se levantando e estudantes de todas as áreas do conhecimento logo teriam de levantar e aqueles que passaram a noite em claro já se arrastavam para a cozinha de casa ou apartamento indo atrás de energéticos, cafés reforçados e espressos, ou do café da manhã mais reforçado que puderem. Mas havia uma jovem universitária que havia passado boa parte da madrugada em claro ao ponto de ter saído de casa muito antes do sol raiar. Agitada demais para sequer sentir sono.

E ela não saiu de casa para correr no parque ou ir comprar pão na padaria. Mas sim para fazer uma ronda de reconhecimento dos pontos mais seguros e mais perigosos da cidade, buscando vestígios de atividades ou qualquer coisa fora do comum. Curiosa e meio enferrujada, ela tentou memorizar cada tipo de prédio para melhorar sua locomoção.

Achando um ponto de um telhado de uma igreja cristã, em meio a divisão de telhas e a torre do sino, com uma boa vista e um local bacana para sentar-se e descansar depois de correr tanto pelos telhados de Milão, Ladybug pôde finalmente relaxar os músculos e apreciar a paisagem e o dia que nascia diante de seus olhos. Encostando as costas na parede da torre, a azulada decidiu que ali seria o local ideal para o que estava planejando.

Com um suspiro, um sussurro saiu de seus lábios gelados, apesar de o clima estar bastante agradável.

-Tikki, descansar.

No mesmo instante, a garota brilhou, um tom brilhante de escarlate a envolveu e no segundo seguinte, desapareceu. Ninguém nos arredores percebeu nada.

Ninguém viu uma garota de cabelos azuis soltos ao vento, vestida de um vestido azul escuro bonito de mangas compridas e tecido mais grosso, meias-calças grossas cinzas, botas de cano alto pretas de saltos de cinco centímetros, e uma echarpe lilás, feita de um tecido suave e delicado ao toque estava em volta de seu pescoço. Tikki voou ao redor de Marinette, bocejando um pouco.

-Marinette, você sabe que você poderia ter feito isso em seu quarto... Então, por que estamos aqui?

Marinette sorriu, sabia que a kwami estava com sono, então ergueu as mãos em forma de concha e Tikki pôde pousar ali.

-Eu precisava sair para espairecer, correr tem me ajudado a pensar melhor. Ter novos pontos de vista também. Acho que Chat tem razão em sair de máscara por aí sem ter necessariamente um akuma para enfrentar. Ajuda muito mesmo. Além disso, eu precisava de inspiração para responder a carta de Adrien…

-Você ainda não escreveu uma resposta para ele?- Tikki diz, genuinamente surpresa, considerando o quanto a azulada gosta do garoto por trás de um grande herói felino.

-Não. Eu andei muito ocupada, sabe disso, Tikki, mal tive tempo para pensar no que dizer aqui. E a carta dele merece uma resposta à altura. -A azulada diz, dando de ombros, tirou a mochila dos ombros, que havia sumido ao se transformar em Ladybug e agora retornou ao se voltar ao normal. Abriu o zíper duplo e dali tirou um caderno de folhas totalmente em branco, uma caneta e a carta de Adrien, mesmo que ela já soubesse de cor boa parte do que estava ali escrito, em letra corrida, meio borrada, com garranchos, características comuns à escrita dos garotos.

Marinette gostava da letra garranchada dele. Para ela, isso, mais as palavras dele, que colocavam em exposição o que ele sentia, o que ele pensa, mesmo que houvesse uma chance de Marinette não gostar de lê-los, era prova de que Adrien era humano e tinha defeitos, como qualquer um, que ele não era perfeito. Era isso que a fazia gostar tanto do loiro. Exatamente o fato dele não ser perfeito.

Ela nunca quis a perfeição de alguém, nunca riquezas, glamour ou glória. Ela queria alguém que tinha plena consciência de seus defeitos, de seus problemas e lutasse contra isso com o objetivo de ser feliz, de encontrar a paz e, sobretudo, de fazer o que gosta, porque quer, não porque precisa de algo para agradar às pessoas ao seu redor. Simples assim.

-Tudo bem, acho que você tem razão… -Diz Tikki, coçando os olhos.

-Quer dormir um pouco? -Perguntou Marinette. -Tem uma blusa aí dentro e um pacote de cookies. Eu posso chamá-la depois, quando estiver na hora de irmos ambora.

-Eu aceito, obrigada. Boa noite, Marinette… -Diz Tikki, não hesitando em entrar dentro da mochila.

-Boa noite, Tikki. -Mari riu, fechando uma metade do zíper da mochila e deixando a outra metade aberta para que Tikki não se sentisse sufocada. A pequena kwami se acomodou na blusa ali dentro, grata por o tecido ser feito de uma lã agradável, que não pinica. Enquanto deixava-se levar para o subconsciente, Tikki suspirou. Tentou imaginar como Plagg estaria e o que estaria fazendo naquele momento exato, mas conhecendo-o bem, ela sabia que só podia haver três opções: dormindo feito pedra, comendo queijos fedidos ou reclamando de alguma coisa que Adrien fez e ele não gostou. Plagg não era tão imprevisível assim, pensou ela com saudades, por mais espontâneo que o gatinho seja. Assim, quando o sono caiu sobre si, havia um sorriso no rosto da kwami joaninha.

Enquanto isso, Marinette olhava o horizonte fascinada, o nascer do sol também era um espetáculo que dispensa comentários. Ela respirou fundo, o ar era fresco ainda, e a garota sentiu-se bem com o ambiente e consigo mesma. Fechou os olhos, aproveitando a sensação, e pensou em como poderia começar seu monólogo escrito à mão. Pensou em coisas que pudessem ser realmente ser interessantes de dizer, sem ficar recitando informações toscas sem necessidade. Ela sentia saudades do loiro, Adrien e Chat Noir, por mais que fossem a mesma pessoa, tiveram pesos diferentes em sua vida. 

Era como se ela tivesse tomado leite puro em vários anos e café puro em outros e antes de partir para Milão, ela experimentasse o leite misturado com o café só para ver como ficava o gosto. E assim, ela sentia saudades distintas. Quando pensa em Adrien, ela sente segurança, inspiração, borboletas no estômago, uma saudade doce; já quando pensa em Chat Noir, a coisa muda de figura, era emoção, adrenalina, mistério, radicalidade, sensualidade, frio no estômago, uma saudade mais agressiva que a azulada sentia em cada célula de seu corpo. Duas faces de uma mesma moeda.

Sorrindo e sentindo a textura do papel onde o loiro escreveu sua carta, Marinette refletiu que teria de ser verdadeira também, para que o loiro sentisse, ao ler seja lá aquilo que ela resolver pôr na ponta da caneta, a mesma emoção que ela sentiu toda vez que parava para ler a escrita dele.

Isso lhe rendeu boas ideias, passar para o papel é que seria um desafio. Então, sem perder mais tempo, Marinette abriu o caderno numa folha qualquer, destampou a caneta e, antes que perdesse o fio da meada, ou a inspiração, Mari precionou a ponta sobre o papel, movendo-a, a tinta deu vida à palavras que davam mais vida ainda aos pensamentos que vinham-lhe à mente.


Notas Finais


Logo logo sai a parte 2 do capítulo, com a resposta definitiva dela.
Espero que tenham gostado... Até mais! ^^


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